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| Alfabética [« »] vezes 15 vfc 3 viagens 1 vida 57 viemos 1 vieram 1 vigilante 1 | Freqüência [« »] 66 com 60 os 60 para 57 vida 51 mais 50 por 46 na | P. J. Rovira, CMF Pobreza evangélica IntraText - Concordâncias vida |
Capítulo
1 1| aconteceu na história da Vida Consagrada. É um fato que 2 1| termômetro da autenticidade da vida, no que tange aos conselhos 3 1| normal de todos os dias e da vida inteira, se não for um luxo? 4 1| não for um luxo? Jejuar a vida toda a “pão e água”seria 5 1| observa Martinez – na vida religiosa a Instituição 6 1| geral, temos um teor de vida que se coloca entre a classe 7 1| cépticos vendo o teor de vida pessoal, a parafernália 8 1| dar-lhes uma ajuda com a vida mais do que com as palavras! 9 2| são suficientes para uma vida humanamente digna, mas quando 10 2| poder de decisão (na própria vida, na família, na sociedade...); 11 2| de quem não vê sentido na vida ou saída para seus problemas, 12 2| pobres de valores, cuja vida soçobra num trabalho insano, 13 2| conseguem libertar-se; uma vida cheia de coisas, mas vazia 14 2| tempo (que significa a única vida que tem), as próprias qualidades 15 2| resignação passiva, mas um sim à vida, às pessoas (a começar pela 16 2| pobreza como simplicidade de vida, abertura, acolhida, empenho, 17 2| acolhida, empenho, promoção, vida.~ Assim entendida, a pobreza 18 2| mesmo certa austeridade de vida são uma ajuda para que o 19 3| econômica e um aspecto de minha vida. Mas a pobreza revelada 20 3| sentido do mistério de nossa vida, ao que o Pai nos chamou, 21 3| compreendemos nada sobre nossa vida (isso é um fato, visto que 22 3| Flp 2, 5-8). “Dou minha vida porque quero; ninguém ma 23 3| conseqüência de seu amor ao Pai na vida intratrinitária:~ “... do 24 3| 11) já o levara durante a vida pública a viver perto e 25 3| e aos irmãos, para dar a vida por eles (Mc 10, 45; Jo 26 3| centro e motor da própria vida, isto é, o primado de Deus 27 3| textos citados acima - uma vida de pobreza que:~ “... confessa 28 3| mesmo as pessoas e a própria vida: eis por que todo cristão 29 3| cristãos. Sua austeridade de vida, a divisão comunitária dos 30 3| irmãos, típicos de qualquer vida cristã.~ 2) Em segundo lugar, 31 3| portanto, como doação, como vida de caridade e não como prazer 32 3| Rom 5, 5).~ Desta forma, a vida do religioso é chamada a 33 3| obediência) sua pessoa, sua vida (a única que tem), seu amor ( 34 3| mais do que palavras: a vida, a pessoa toda.~ 3) Já foi 35 3| seus membros, isto é, a vida fraterna) e partilha externa ( 36 3| está disposto a receber. A vida fraterna e a missão específica 37 3| portanto, a simplicidade de vida e a austeridade são um auxílio 38 4| mais graves e urgentes da vida religiosas hodierna. Uma 39 4| mentalidade contrária a uma vida pobre e mesmo austera que 40 4| condiciona só os religiosos de vida ativa, mas também os da 41 4| ativa, mas também os da vida contemplativa, os religiosos 42 4| sobretudo a coletiva - na vida religiosa atual. Obras mais 43 4| religioso deve colaborar na vida comunitária, bem como tem 44 4| prepararem erradamente para uma vida de alegre abnegação, como 45 4| nem vocês precisam...”. A vida muda, a história progride. 46 4| necessidade, neste período da vida, de uma experiência forte 47 4| experiência forte com o outro na vida comunitária. Isto não se 48 4| que seus coetâneos) que a vida custa e deve conquistar 49 4| quer não. Basta olhar a vida de tantos fundadores e a 50 4| felicidade. Entrando na vida religiosa, o religioso está 51 4| conceber a radicalidade da vida religiosa como uma espécie 52 4| demonstrar e proclamar com sua vida que a consagração a Deus 53 4| incômodos familiares. Sua vida será simples, austera, laboriosa 54 4| da fé, a qual ilumina a vida do religioso e o ajuda a 55 4| dificuldades de qualquer vida humana e, concretamente, 56 4| seriedade e profundidade de sua vida e, ao mesmo tempo, de sua 57 4| fidelidade, porque nossa vida é um dom que Deus lhes fez