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P. J. Rovira, CMF
Pobreza evangélica

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
104-escra | escre-prove | provi-vou

     Capítulo
1 | 104 2 1 | Diário” de Soren Kierkegaard (1813-1855):~ ~ “Na rica igreja 3 1 | Soren Kierkegaard (1813-1855):~ ~ “Na rica igreja do 4 4 | custos e sacrifícios nos anos 1950-60 (e mesmo recentemente); 5 3 | cristológico) “ (VC 21 c; CF 22b)~ Assim, o religioso:~ “ 6 | 29 7 | 34 8 | 36 9 | 40 10 | 43 11 | 44 12 | 47 13 | 48 14 | 52 15 | 53 16 | 54 17 | 56 18 | 59 19 2 | dispensador de bens”(RD 5c). Pobreza como solidariedade, 20 | 60 21 4 | recente (PC 13, ET 16-20, CDC 600, 610, 634-640, 668-670, 22 4 | PC 13, ET 16-20, CDC 600, 610, 634-640, 668-670, EE III 23 | 63 24 4 | ET 16-20, CDC 600, 610, 634-640, 668-670, EE III 20- 25 2 | As “novas pobrezas”(cf VC 63b) são tantas!~ Portanto, 26 | 64 27 4 | 16-20, CDC 600, 610, 634-640, 668-670, EE III 20-21, 28 | 65 29 4 | formação permanente (cf CDC 659-661, PI 58-71), conforme 30 4 | formação permanente (cf CDC 659-661, PI 58-71), conforme as 31 4 | CDC 600, 610, 634-640, 668-670, EE III 20-21, RD 12, 32 4 | CDC 600, 610, 634-640, 668-670, EE III 20-21, RD 12, PI 33 | 68 34 | 69 35 | 75 36 | 76 37 | 86 38 | 87 39 | 92 40 4 | , se os indivíduos são abandonados a si mesmos, como se seus 41 3 | dissera que mesmo se todos o abandonassem, não ficava sozinho porque 42 3 | Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27, 46; Sl 22).~ Mas, 43 4 | não faz voto de perpétuo abatimento, como não se consagra a 44 3 | com o intuito de continuar aberto e disponível as Deusa Deus 45 2 | como simplicidade de vida, abertura, acolhida, empenho, promoção, 46 4 | para uma vida de alegre abnegação, como deverá ser a deles 47 4 | do religioso e o ajuda a abraçar com decisão, amor e realismo, 48 2 | consciente dos próprios limites, abre-se aos demais, para receber 49 4 | humana e espiritualmente, abúlicos, teimosos ou aburguesados. 50 1 | palavras, sempre mais ou menos abundantes.~ ~O mesmo aconteceu na 51 4 | espiritualmente, abúlicos, teimosos ou aburguesados. Perigo que ameaça não só 52 3 | toda forma de exploração, aburguesamento e consumismo.~ Dito isto, 53 1 | ri.”~ ~Quantas discussões acaloradas se realizaram nestes anos:~ ~“... 54 2 | quando podem partilhar; não aceitar-lhes a generosidade espontânea 55 3 | imprescindível para tornar possível e aceitável a pobreza interior. Eis 56 4 | mais baixa e que agora se acha mais “rico” do que antes, 57 2 | de si ou das coisas, mas achando a própria felicidade em 58 4 | história progride. Contudo, acho que não se deve ter receio 59 3 | qual o que pode dar, acolhe o outro como ele é e está 60 2 | livres para se abrir e acolher a Deus. Numa palavra: pobreza 61 1 | parafernália com que se faziam acompanhar ou os giros turísticos que 62 1 | menos abundantes.~ ~O mesmo aconteceu na história da Vida Consagrada. 63 2 | nada e de ninguém, não de acordo com sua dignidade.~ Acontece 64 3 | Cor 13, 3).~ S. Agostinho acrescentará: “Martyres non facit poena 65 2 | mesmo; mas a humana é a base adequada - a premissa - sobre a qual 66 1 | disciplina, de desempenho adequado das tarefas específicas, 67 3 | tivesse caridade, de nada me adiantaria”. (1 Cor 13, 3).~ S. Agostinho 68 2 | impedir a corrupção ou a má administração . Bastaria pensar, por exemplo, 69 3 | a pobreza.~ Numa síntese admirável e realmente sintética, a 70 4 | algum hábito ou cultura não admitisse tudo isso, deveria ser transformada, 71 2 | simplesmente quando não conseguem adquirir os bens mais ou menos fictícios 72 4 | aquela alegria profunda, adulta e madura que provém da , 73 4 | formando, mas também para os adultos, quer tenham títulos ou 74 3 | válido e “amável”, mas vem afetiva e efetiva depois; não só 75 1 | e dificuldades no campo afetivo-sexual, continua sendo (como sempre) 76 3 | 8,9; cf 5, 21; VC 21 c)~ Afirmação longamente descrita no hino 77 3 | resumir-lhe o significado em três afirmações, cada qual conseqüência 78 1 | sucede também hoje o que afirmam Bours-Kamphaus, citando 79 2 | livre ante as coisas, não se agarra a elas, não se deixa arrastar 80 3 | gratuidade (cf VC 104-105), agilidade, desinstalação contínua, 81 3 | adiantaria”. (1 Cor 13, 3).~ S. Agostinho acrescentará: “Martyres 82 2 | dependentes físicos, os aidéticos...; a pobreza do inculto 83 2 | Mas a pobreza pode até ajuda-lo a viver alguns valores humanos.~ 84 1 | oferece a seus professos um ajustamento sem traumas particulares, 85 4 | colégios, hospitais, pensões, albergues, apartamentos...).~ Devemos 86 4 | deve aceitar com coragem as alegrias e as renúncias de sua vocação; 87 3 | materialismo ávido de possuir, alheio às exigências e sofrimentos 88 2 | incoerências e pecados ou dos alheios; de quem não sentido 89 2 | não tinham a variedade de alimentos que temos hoje, nem a roupa, 90 1 | classe média e a classe alta da “primeiro mundo”, com 91 3 | morte na cruz.~ b) Nesta altura, qual é, então, o significado 92 2 | não escravo nem predador; amante, não parasita.~ Pobreza 93 3 | continua sendo válido e “amável”, mas vem afetiva e efetiva 94 2 | não se deixa levar pela ambição, pela avidez da posse, a 95 4 | de criar na comunidade um ambiente de contínua festa; mas aquela 96 4 | portaria, varrer a casa, os ambientes comunitários e outros serviços 97 4 | aburguesados. Perigo que ameaça não só no caso de um candidato 98 1 | Certa vez, numa província americana (dominicana), após uma semana 99 3 | Lc 4, 31-41), hóspede dos amigos de Betânia (Lcc 10, 38-42), 100 2 | a pobreza do inculto ou analfabetoprivados dos bens da cultura; 101 2 | avião... muitos até eram analfabetos. Enfim, por vezes, alguns 102 2 | psíquico, do deficiente, do anciãoprivados dos bens da saúde; 103 3 | que é, ao mesmo tempo, de angústia (porque é humano) e de confiança 104 1 | que dava era:~ ~“Com que ânimo falamos nós de pobreza, 105 3 | manifestações externas, é este aniquilamento, este esvaziamento, este 106 3 | Rom 8,3), “inferior aos anjos” (Heb 2,9), “em tudo semelhante 107 4 | pessoa do religioso é sempre anticristão, como o é o fato de o religioso 108 4 | espécie de estufa irreal antiformativa, enquanto os da mesma idade 109 4 | extremamente custoso e não raro antipático e pouco edificante (certos 110 1 | gozar um período de férias anuais ou um período sabático ( 111 3 | tornando-se semelhante aos homens; aparecido em forma humana, humilhou-se 112 4 | contratestemunho (pelo menos aparente) do Instituto ou comunidade. 113 4 | hospitais, pensões, albergues, apartamentos...).~ Devemos ter coragem 114 2 | natureza, embora a supere e a aperfeiçoe, como dizia S. Tomás. Pobreza 115 2 | alguns falam de pobreza ou apertos simplesmente quando não 116 4 | mesmo austera que tenta apoderar-se de nós diariamente e de 117 1 | companhia e convivência, nos apóia nos momentos difíceis, pessoais 118 3 | partilha externa (missão apostólica (VFC 59); 2) – dois tipos 119 4 | responsabilidades sociais e apostólicas!) ou quando a relação formando-formador 120 3 | cristológico), confessa-o (aspecto apostólico-profético) Filho que tudo recebe do 121 4 | fins mais lucrativos que apostólicos, que construímos com tantos 122 1 | disserta sobre as palavras do Apóstolo: Deus escolheu os pequenos 123 3 | de bens, ter de crescer e aprender humanamente (Lc 2, 40.52), 124 1 | escolhido por um público douto, apresenta-se ante um grupo de elite de 125 3 | significativos, deixando de lado o aprofundamento, que chamaria até de “místico”. 126 1 | pobres foi o termômetro mais apropriado para medir a sinceridade 127 3 | materialista da pobreza religiosa, àquela que de fato é própria, que 128 | aquele 129 | Aqui 130 2 | tipificados e modificáveis. Aquisição-posse-consumo rápida-eliminação-nova-aquisição... 131 2 | roupa, a calefação ou o ar condicionado, nem trem, 132 4 | reduzidos, não podemos mais arcar com elas, mas porque devemos 133 2 | agarra a elas, não se deixa arrastar pelo desejo incontido de 134 2 | pobreza é muito mais ampla e articulada. Com efeito, a pobreza – 135 2 | fictícios, necessidades criadas artificialmente (fruto do consumismo desenfreado 136 3 | como simples ascetismo. A ascese será necessária, não há 137 3 | não se preocupa em ser um asceta segundo o estilo grego; 138 1 | ganhar-se o pão. Talvez nossas aspirações, neste campo, sejam as de 139 4 | número crescente de leigos assalariados, leva adiante um trabalho 140 1 | solução “light”. É - lhes assegurada, com palavras e fatos, uma 141 2 | como dizia S. Francisco de Assis. Ele se conscientiza de 142 1 | com palavras e fatos, uma assistência total a suas necessidades 143 3 | Betânia (Lcc 10, 38-42), assistido por algumas mulheres de 144 3 | despojou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-se 145 2 | dependente, impotente, assustado, esmagado pelas estruturas 146 4 | estudar, dar catequese, atender o telefone ou a portaria, 147 1 | instituição. Desta forma, terá atingido suas necessidades de estima, 148 4 | só os religiosos de vida ativa, mas também os da vida contemplativa, 149 4 | porque muito presos a outras atividades mais “interessantes” ou 150 2 | últimos lançados pelo mercado, atraídos pela propaganda consumista. 151 | atrás 152 2 | até ofensivo! As palavras atribuídas a Jesus: “Há mais alegria 153 4 | coletiva - na vida religiosa atual. Obras mais ou menos grandiosas, 154 2 | logo em algo de negativo: ausência de bens, sobretudo os econômicos 155 1 | verdadeiro termômetro da autenticidade da vida, no que tange aos 156 3 | bens: pobreza material; autonomia: obediência), com o intuito 157 3 | Sinédrio, o Sumo Sacerdote, a autoridade político-religiosa reconhecida 158 3 | vida e a austeridade são um auxílio imprescindível para tornar 159 2 | condicionado, nem trem, carro, avião... muitos até eram analfabetos. 160 2 | levar pela ambição, pela avidez da posse, a exploração, 161 3 | onde há “um materialismo ávido de possuir, alheio às exigências 162 4 | econômica por vezes mais baixa e que agora se acha mais “ 163 3 | tesouro (o Filho) num vaso de barro de nossa fragilidade humana ( 164 4 | de mundanização, nem de barulho ou confusão, nem de criar 165 1 | total a suas necessidades básicas, como as necessidades biológicas, 166 4 | cargos importantes, quer não. Basta olhar a vida de tantos fundadores 167 3 | discípulos do Batista por não ser bastante austero(Mt 9, 14; 11, 18- 168 2 | ou a má administração . Bastaria pensar, por exemplo, que 169 3 | por alguns discípulos do Batista por não ser bastante austero( 170 1 | além dos documentos e das belas palavras, sempre mais ou 171 3 | carne tenra do Menino de Belém, na palavra humana do pregador 172 1 | efeito, muitas vezes fizemos belos discursos, publicamos livros 173 1 | sobrevivência e o suficiente bem-estar biofísico. Dificilmente 174 3 | hóspede dos amigos de Betânia (Lcc 10, 38-42), assistido 175 1 | poucos hoje as palavras da Bíblia: “Não tomarás em vão o nome 176 3 | maior radicalidade do pobre bíblico: sem bens (pobreza material), 177 2 | decisivo para sua sobrevivência biofísica. É uma pobreza primária, 178 1 | e o suficiente bem-estar biofísico. Dificilmente entre nós 179 1 | básicas, como as necessidades biológicas, vitais para a sobrevivência 180 4 | colégios e paróquias. Párocos e Bispos que se servem (de alguém) 181 2 | fracas, que partilham de boamente, espontaneamente o que têm 182 4 | levam à dispersão, a um borboletear daqui e dali, à superficialidade, 183 1 | também hoje o que afirmam Bours-Kamphaus, citando o “Diário” de Soren 184 3 | material). E é daí que brota, então, o significado também 185 1 | de pequenos (ou grandes) burgueses?~ ~De fato – observa Martinez – 186 3 | tinha nada onde descansar a cabeça”(Mt 8, 20; cf Lc 9, 58), 187 3 | Mt 26, 53-54), diante de Caifás (Mt 26, 63-64) e Pilatos ( 188 1 | de descalços tornaram-se calçados, uns dedicando-se aos pobres, 189 2 | da vantagem em tudo, do cálculo egoísta, da exploração e 190 2 | temos hoje, nem a roupa, a calefação ou o ar condicionado, nem 191 3 | Lc 11, 15; 6, 15), à calúnia, ao insulto... Pobreza que 192 3 | lacerado do crucificado do Calvário, no Cristo ressuscitado 193 4 | ameaça não só no caso de um candidato nascido ou crescido numa 194 4 | Instituto e a Igreja, se os candidatos crescerem fracos humana 195 1 | sua vez, o capuchinho P Cantalamessa confessava que após ter 196 1 | por vezes, não perdemos a capacidade de criar vergonha de nossas 197 2 | as próprias qualidades e capacidades, a própria humanidade, o 198 2 | propaganda consumista. O capitalismo moderno, com efeito, precisa 199 1 | castidade?”~ ~Por sua vez, o capuchinho P Cantalamessa confessava 200 2 | seus limites, de seu mau caráter, de sua fragilidade psicológica, 201 4 | quer tenham títulos ou cargos importantes, quer não. Basta 202 2 | condicionado, nem trem, carro, avião... muitos até eram 203 3 | no hino cristológico da carta aos Filipenses:~ “Tende 204 2 | pois encerra a pessoa na casca de seus limites, impede-o 205 1 | Na rica igreja do castelo entra um pregador da corte, 206 1 | próximo ano após falarmos da castidade?”~ ~Por sua vez, o capuchinho 207 4 | casa; também estudar, dar catequese, atender o telefone ou a 208 3 | acolhida de Deus em Cristo como centro e motor da própria vida, 209 1 | ouvintes um tanto perplexos ou cépticos vendo o teor de vida pessoal, 210 1 | sabático (talvez um ano), na certeza de, na volta, encontrar 211 3 | forma, a vida do religioso é chamada a ser um estado de disponibilidade 212 1 | possibilidade (muitos o chamam de “direito”!) de gozar 213 1 | em comunidade, ser o que chamamos um “bom religioso ou religiosa” 214 1 | espécie de sonho”.~ ~Como pode chamar-sepobre” em nossa sociedade 215 3 | lado o aprofundamento, que chamaria até de “místico”. Depois, 216 1 | que tinham feito antes de chegar a nós ou os que planejavam 217 2 | conseguem libertar-se; uma vida cheia de coisas, mas vazia de 218 2 | humanidade, o próprio amor. É tão cheio e livre, que pode dar daquilo 219 2 | individual, cultural e social (cf ChL 28); a necessidade de segurança 220 1 | havia algo para rir, para chorar, algo de que corar...”~ ~ 221 2 | podem oferecer a todos os cidadãos um nível superior, se não 222 2 | rápida-eliminação-nova-aquisição... são as fases do círculo fechado instaurado pelo 223 4 | motivo é a diversidade de circunstâncias em que com freqüência nos 224 3 | termos – lembremos os textos citados acima - uma vida de pobreza 225 1 | afirmam Bours-Kamphaus, citando o “Diário” de Soren Kierkegaard ( 226 1 | contradições. Gostaria de citar algum exemplo. Não raro, 227 3 | não considerou um tesouro ciumento sua igualdade com Deus; 228 2 | ou políticos, sobretudo o clandestino, o perseguido, o nômade, 229 4 | exigências e direitos” que não se coadunam com os critérios constitucionais 230 2 | libertação da concupiscência ou cobiça da posse, do egoísmo e do 231 4 | Ele tem direito à nossa coerência e fidelidade, porque nossa 232 4 | como e mais ainda que seus coetâneos) que a vida custa e deve 233 3 | da pobreza de Cristo (cf. Col 1,24).~ Pois bem – como 234 4 | dúvida, o religioso deve colaborar na vida comunitária, bem 235 3 | compôs também a inscrição e a colocou na cruz, onde tinha escrito: 236 1 | pobres (...), sentados em cômodas poltronas, tendo à frente 237 4 | possibilidades, facilidades e comodidades (dinheiro, instrumentos 238 3 | colaboração, de preguiça, de comodismo... são faltas contra a pobreza 239 1 | sustento, oferece-nos ocupação, companhia e convivência, nos apóia 240 3 | representação, o prolongamento e o complemento na história da pobreza de 241 3 | renunciou quanto ele. Ele se doa completamente, por amor e livremente ( 242 2 | pois, uma realidade muito complexa e ampla, da qual, em certa 243 Int| tema que me parece antes complexo:~1)      A situação de não 244 3 | motivo político: “Pilatos compôs também a inscrição e a colocou 245 3 | margem do Evangelho. Não compreendemos nada sobre nossa vida (isso 246 3 | do pregador que nem todos compreenderão, no corpo lacerado do crucificado 247 1 | continua sendo (como sempre) a compreensão e a vivência da pobreza.~ ~ 248 3 | realidade econômica, mas compromete muito mais do que palavras: 249 2 | rádio, televisão, telefone, computador; não podiam tirar férias 250 3 | está vivendo um elemento comum a todos os cristãos. Sua 251 2 | inevitavelmente um “coração fraterno”. Comunica, portanto, não só os bens 252 4 | intermédio dos meios de comunicação social, não existem fronteiras 253 2 | a própria felicidade em comunicar-se a si mesmo, em ajudar, em 254 4 | Instituto (cf VC 69-71). As comunidades não devem ser pensões de 255 4 | caminho errado, enfatizar ou conceber a radicalidade da vida religiosa 256 1 | falar da pobreza de seus concidadãos e da urgência de encarnar-se 257 Int| momentos, para ser o mais conciso e claro possível, como um 258 4 | começar tantas coisas e concluir poucas ou nenhuma ou a transcurar 259 1 | discussões sobre pobreza, concluíram o encontro com um jantar 260 2 | algo de sobrenatural.~ Como conclusão, a pobreza torna-se algo 261 3 | Exortação - é um modo claro e concreto de viver e proclamar que~ “ 262 2 | Significa libertação da concupiscência ou cobiça da posse, do egoísmo 263 4 | fronteiras fechadas, isto é, não condiciona só os religiosos de vida 264 2 | roupa, a calefação ou o ar condicionado, nem trem, carro, avião... 265 3 | 17, 7. 10) (VC 16 c).~ e condivide “o desejo explícito de total 266 3 | vida de pobreza que:~ “... confessa que Deus é a única riqueza 267 1 | capuchinho P Cantalamessa confessava que após ter escrito dois 268 3 | angústia (porque é humano) e de confiança no Pai apesar de tudo, o 269 4 | concretamente, da sua. “Sei em quem confiei”- dizia S. Paulo (2 Tim 270 | conforme 271 4 | Finalmente, não se pode confundir o espírito de pobreza com 272 4 | mundanização, nem de barulho ou confusão, nem de criar na comunidade 273 4 | explorados pela instituição congregacional ou eclesial. Pense-se em 274 3 | alguns textos de Paulo:~ “Conheceis a graça de Nosso Senhor 275 4 | dizemos às famílias que os cônjuges devem “encontrar-se” entre 276 1 | evangélicos em geral, 49 vezes do conjunto virginal-casto-célibe, 41 277 4 | que a vida custa e deve conquistar seu pão. Na casa de formação, 278 4 | abatimento, como não se consagra a Deus para evitar os incômodos 279 4 | proclamar com sua vida que a consagração a Deus e aos irmãos torna-o 280 1 | aconteceu na história da Vida Consagrada. É um fato que o conselho 281 2 | positivo, é aquele que, consciente dos próprios limites, abre-se 282 2 | Francisco de Assis. Ele se conscientiza de que é de fato o egoísmo, 283 3 | da incompreensão, de não conseguir fazer-se entender e aceitar, 284 1 | Consagrada. É um fato que o conselho evangélico que está na origem 285 3 | mas expressão espontânea, conseqüente, livre, do amor ao Pai e 286 3 | seus aspectos práticos e as consequências.~ A pobreza evangélica - 287 3 | fracos e privado de qualquer consideração pelo equilíbrio dos recursos 288 2 | outros tempos, hoje seriam considerados pobres: não tinham luz elétrica, 289 2 | espontânea e sincera, elas o consideram até ofensivo! As palavras 290 3 | de condição divina, não considerou um tesouro ciumento sua 291 3 | esta pobreza fundamental consiste na renúncia voluntária, 292 2 | precisa de pessoas que consomem de modo tranqüilo, contínuo, 293 2 | At 20, 35), aparecem em consonância com a natureza humana, mesmo 294 4 | lucrativos que apostólicos, que construímos com tantos custos e sacrifícios 295 2 | atraídos pela propaganda consumista. O capitalismo moderno, 296 2 | de pensar e decidir por conta, dependente, impotente, 297 3 | por que todo cristão deve contar até com o martírio (cf LG 298 3 | Não se esquiva de nenhum contato (Jo 6, 37). E, de fato, 299 4 | ativa, mas também os da vida contemplativa, os religiosos do Primeiro 300 3 | 46-50), expulso por seus conterrâneos de Nazaré (Lc 4, 16-30), 301 2 | entre um significado ou conteúdo negativo e outro positivo 302 3 | pobreza, devemos vê-lo no contexto da pobreza cristã em geral; 303 3 | obediência), com o intuito de continuar aberto e disponível as Deusa 304 4 | novos e sofisticados ou de contínuas experiências quando só levam 305 2 | uma ajuda para que o homem continue ele mesmo: humano, digno, 306 1 | maiores pretensões, numa continuidade que salvaguarda os princípios, 307 2 | consomem de modo tranqüilo, contínuo, estandardizado e maciço, 308 1 | Com efeito, não faltam contradições. Gostaria de citar algum 309 4 | lugar, algumas situações contraditórias em que se encontra por vezes 310 4 | hodierna. Uma mentalidade contrária a uma vida pobre e mesmo 311 1 | Todos ficavam muito sérios e convencidos que diziam coisas importantes 312 4 | imaturidade e socialmente falsa. O convento não pode tornar-se a grande 313 4 | transformada, evangelizada e convertida, se quiser ser cristã.~ 314 1 | oferece-nos ocupação, companhia e convivência, nos apóia nos momentos 315 1 | poltronas, tendo à frente um copo de luxo. Ninguém ria. Todos 316 1 | para chorar, algo de que corar...”~ ~Escrevia Radcliffe, 317 2 | superior, se não o impedir a corrupção ou a má administração . 318 1 | castelo entra um pregador da corte, escolhido por um público 319 3 | para sempre os sinais dos cravos e a ferida do lado.~ Com 320 4 | religiosos, no meio de um número crescente de leigos assalariados, 321 3 | aquela em que nascera e crescera (Mt 12, 46-50), expulso 322 4 | Igreja, se os candidatos crescerem fracos humana e espiritualmente, 323 4 | um candidato nascido ou crescido numa situação econômica 324 2 | os outros e a realidade criada a uma plenitude sempre maior. 325 2 | fictícios, necessidades criadas artificialmente (fruto do 326 4 | descarado ou subliminar, criandoexigências e direitos” 327 3 | para outro. A fidelidade criativa às próprias raízes vocacionais ( 328 3 | limitado sujeito à realidade criatural humana, “Numa carne semelhante 329 4 | religioso exausto entra em crise... Se dizemos às famílias 330 4 | realista e alegre, humana e cristãmente madura para ser, desta forma, 331 3 | elemento comum a todos os cristãos. Sua austeridade de vida, 332 3 | nos fala, pois, do sentido cristológico-trinitário, profético, eclesial e apostólico 333 3 | como o viveu Jesus (aspecto cristológioco): na humildade, simplicidade, 334 4 | que não se coadunam com os critérios constitucionais e capitulares. 335 3 | e a atenção vigilante e crítica aos sinais dos tempos (cf 336 3 | compreenderão, no corpo lacerado do crucificado do Calvário, no Cristo ressuscitado 337 3 | para ser qiueimado (morte cruenta) mas não tivesse caridade, 338 1 | palavra, a “grande mãe” é que cuida com solicitude e generosidade 339 | cuja 340 3 | na cruz viveu o momento culminante desta pobreza, reagindo 341 4 | fraternidade comunitária,o cultivo da própria formação permanente ( 342 2 | possibilidades econômicas e culturais podem oferecer a todos os 343 1 | religioso ou religiosa”que cumpra com suas obrigações e execute 344 3 | 3 – o carisma e missão a cumprir.~O que pode ser austero 345 4 | seus coetâneos) que a vida custa e deve conquistar seu pão. 346 4 | instituição, para viver às custas dos outros. Sem dúvida, 347 4 | tantos anos e só a muito custo estamos dando alguns passos. 348 4 | que construímos com tantos custos e sacrifícios nos anos 1950- 349 4 | marginal, torna-se extremamente custoso e não raro antipático e 350 3 | empírico, material). E é daí que brota, então, o significado 351 4 | a um borboletear daqui e dali, à superficialidade, a começar 352 4 | só a muito custo estamos dando alguns passos. Isto significa 353 4 | dispersão, a um borboletear daqui e dali, à superficialidade, 354 | daquilo 355 1 | pobres com os pobres, para dar-lhes uma ajuda com a vida mais 356 3 | causa. O Pai, porém, lhe dará razão, ressuscitando-o~ 357 1 | pobreza. E o motivo que dava era:~ ~“Com que ânimo falamos 358 3 | ou de ascetismo, nem de ddor, mas de amor e comunhão ( 359 1 | obediência e virgindade, não se decidia a publicar outro sobre pobreza. 360 2 | importante para o homem, além de decisivo para sua sobrevivência biofísica. 361 1 | tornaram-se calçados, uns dedicando-se aos pobres, outros aos mais 362 1 | estes religiosos querem dedicar-se “de modo particular” aos 363 3 | Morto, quando não pode mais defender-se, vê-se privado da razão 364 2 | doente físico ou psíquico, do deficiente, do ancião – privados dos 365 3 | textos mais significativos, deixando de lado o aprofundamento, 366 1 | vezes - digo - suas palavras deixaram os ouvintes um tanto perplexos 367 4 | insistir em três pontos, que deixo à sua reflexão:~ 1) Em primeiro 368 1 | volta, encontrar tudo que deixou na saída? Não será que, 369 | dela 370 3 | a pedra de toque (como o demonstra a história!) da pobreza 371 4 | vocação; mas também deve demonstrar e proclamar com sua vida 372 1 | Uma atitude, portanto, de dependência, de ordem e disciplina, 373 2 | privados dos bens da saúde; os dependentes físicos, os aidéticos...; 374 1 | muitas fundações, reformas ou desaparecimentos não foi o celibato nem a 375 3 | se esvazia de si mesmo, desapega-se de tudo (pessoas : família-celibato; 376 1 | mas a pobreza exterior: de descalços tornaram-se calçados, uns 377 3 | que “não tinha nada onde descansar a cabeça”(Mt 8, 20; cf Lc 378 4 | bem como tem o direito ao descanso, à oração, à fraternidade 379 4 | diariamente e de modo, por vezes, descarado ou subliminar, criando “ 380 3 | trinitário)” (VC 16 c).~ Se não descobrimos e não nos enraizamos nesta 381 3 | realidade humana da pobreza desçobrimos que ela tem um horizonte 382 2 | desprezado,odiado, olhado com desconfiança, com indiferença ou desprezo; 383 3 | c)~ Afirmação longamente descrita no hino cristológico da 384 4 | exploram” os súbditos com a desculpa do “espírito de sacrifício” 385 4 | profético que seria para desejar, mas, por causa da mudança 386 4 | formando deva forçosamente desempenhar um trabalho de tipo salarial 387 1 | de ordem e disciplina, de desempenho adequado das tarefas específicas, 388 2 | família, na sociedade...); o desemprego, pois não só priva de obter 389 4 | mais ou menos estressados, desencontrados e solitários. O trabalho 390 2 | artificialmente (fruto do consumismo desenfreado e insensato), tanto para 391 Int| claro possível, como um desfilar de flashes de um tema que 392 2 | distribuídos de maneira desigual: numa sociedade rica, por 393 3 | VC 104-105), agilidade, desinstalação contínua, segundo as características 394 3 | Flp 2,7), o religioso se despoja, se esvazia de si mesmo, 395 3 | este esvaziamento, este despojamento, este empobrecimento; numa 396 3 | igualdade com Deus; mas despojou-se a si mesmo, assumindo a 397 2 | sente abandonado, esquecido, desprezado,odiado, olhado com desconfiança, 398 1 | Deus escolheu os pequenos e desprezados... Ninguém ri.”~ ~Quantas 399 | desse 400 3 | carisma de simplicidade, destaque, solidariedade e fraternidade 401 3 | judeus”(Jo 19, 19). Queriam destruí-lo e humilhá-lo em tudo e para 402 3 | continuar aberto e disponível as Deusa Deus e aos irmãos. Para 403 4 | se afirma que o formando deva forçosamente desempenhar 404 4 | próprio carisma e missão, devem-se oferecer aos novos religiosos 405 4 | de alegre abnegação, como deverá ser a deles mais tarde. 406 4 | não admitisse tudo isso, deveria ser transformada, evangelizada 407 4 | tenta apoderar-se de nós diariamente e de modo, por vezes, descarado 408 1 | Bours-Kamphaus, citando o “Diário” de Soren Kierkegaard (1813- 409 1 | fato normal de todos os dias e da vida inteira, se não 410 1 | nos apóia nos momentos difíceis, pessoais e familiares, 411 1 | suficiente bem-estar biofísico. Dificilmente entre nós há alguém que 412 2 | para uma vida humanamente digna, mas quando as possibilidades 413 2 | continue ele mesmo: humano, digno, senhor da criação, não 414 1 | realidade. Mas, por vezes - digo - suas palavras deixaram 415 3 | reciprocamente. É dom que dimana da criação e se manifesta 416 3 | Como dizíamos acima: é a dimensão cristológico-trinitária 417 4 | mudança de mentalidade e a diminuição de vocações, tornaram-se 418 3 | pobreza. E, neste ponto, não diminuímos a pobreza reduzindo-a a 419 3 | tempos (cf VC 87-92) nos dirão como compreender e viver.~ 420 4 | paulatinamente ao papel direcional ou marginal, torna-se extremamente 421 2 | Esta é a base humana do que diremos logo mais. Ainda uma vez: 422 4 | Regras , Constituições e Diretórios de cada grupo.~ Não é fácil 423 4 | não tivessem a força para dirigir-lhes a formação ou porque muito 424 4 | Devemos ter coragem para discernir, segundo as possibilidades 425 1 | dependência, de ordem e disciplina, de desempenho adequado 426 1 | muitas vezes fizemos belos discursos, publicamos livros mais 427 1 | este é o modo de terminar a discussão sobre a pobreza, que pretendemos 428 2 | própria humanidade torna-se um dispensador de bens”(RD 5c). Pobreza 429 4 | experiências quando só levam à dispersão, a um borboletear daqui 430 3 | outro como ele é e está disposto a receber. A vida fraterna 431 3 | Reino. É conseqüência do que dissemos acima. E a atitude prática 432 3 | distante, ele que, pouco antes, dissera que mesmo se todos o abandonassem, 433 1 | de notáveis e de doutos e disserta sobre as palavras do Apóstolo: 434 2 | tudo é negativo.~ ~Podemos distinguir entre um significado ou 435 2 | quando há os bens, mas são distribuídos de maneira desigual: numa 436 3 | efeito, dizia Paulo:~ “Se eu distribuísse todos os meus bens (pobreza 437 4 | pobreza hoje. O motivo é a diversidade de circunstâncias em que 438 Int| Introdução~Vou dividir a reflexão em quatro pontos 439 3 | Sua austeridade de vida, a divisão comunitária dos bens... 440 3 | A pobreza evangélica - diz-nos a Exortação - é um modo 441 4 | exausto entra em crise... Se dizemos às famílias que os cônjuges 442 3 | renunciou quanto ele. Ele se doa completamente, por amor 443 2 | indigno. Existe a pobreza do doente físico ou psíquico, do deficiente, 444 1 | numa província americana (dominicana), após uma semana de discussões 445 1 | Radcliffe, como Mestre Geral dos Dominicanos:~ ~“Certa vez, numa província 446 | donde 447 3 | Mc 10, 45; Flp 2, 5-8). “Dou minha vida porque quero; 448 1 | escolhido por um público douto, apresenta-se ante um grupo 449 1 | de elite de notáveis e de doutos e disserta sobre as palavras 450 3 | que era infinitamente mais dramático para um hebreu, pelo poder 451 3 | mesmo (não estamos entre os dualistas gregos!), mas expressão 452 | durante 453 3 | recursos naturais (problema ecológico)” (VC 89 a).~ Nossa pobreza 454 2 | exatamente entre pessoas economicamente fracas, que partilham de 455 2 | quando as possibilidades econômicas e culturais podem oferecer 456 4 | raro antipático e pouco edificante (certos colégios, hospitais, 457 4 | 610, 634-640, 668-670, EE III 20-21, RD 12, PI 14, 458 3 | ser sufocado no vórtice do efêmero” (VC 105 a)~ Um carisma 459 3 | amável”, mas vem afetiva e efetiva depois; não só os bens mas 460 2 | vantagem em tudo, do cálculo egoísta, da exploração e manipulação 461 3 | realidade está vivendo um elemento comum a todos os cristãos. 462 3 | da VC e cada um de seus elementos – neste caso a pobreza.~ 463 2 | considerados pobres: não tinham luz elétrica, água encanada, frigoríficos, 464 1 | apresenta-se ante um grupo de elite de notáveis e de doutos 465 4 | exemplarmente pobres (mas existem os emburguesados), que não fazem nada ou 466 4 | consumismo e a um progressivo emburguesamento, que é um dos problemas 467 2 | casa ou família ou deve emigrar por motivos econômicos ou 468 2 | vida, abertura, acolhida, empenho, promoção, vida.~ Assim 469 3 | ponto de vista exterior, empírico, material). E é daí que 470 3 | 3), sepultado num túmulo emprestado (Jo 19, 28; Mc 16, 1; Lc 471 4 | formação, mas também nos empurra, quase sem nos percebermos, 472 2 | tinham luz elétrica, água encanada, frigoríficos, rádio, televisão, 473 3 | Cristo, isto é, no Verbo Encarnado que devemos encontrar o 474 1 | concidadãos e da urgência de encarnar-se naquela realidade. Mas, 475 2 | empobrecimento humano, pois encerra a pessoa na casca de seus 476 1 | restaurante de primeira. No encerramento, disse um dos frades:”Bem, 477 3 | tornou-se Jesus de Nazaré. O Pai encerrou seu tesouro (o Filho) num 478 4 | Mundo, quer quando estes se encontram em nosso meio, quer quando 479 4 | famílias que os cônjuges devemencontrar-se” entre si e com os filhos, 480 4 | entrar num caminho errado, enfatizar ou conceber a radicalidade 481 3 | não descobrimos e não nos enraizamos nesta base, ainda estamos 482 2 | de ser enriquecido e de enriquecer, de receber com gratidão 483 2 | capaz de dar algo, de ser enriquecido e de enriquecer, de receber 484 2 | uma fonte incessante de enriquecimento humano :ao dar de sua pobreza, 485 3 | de não conseguir fazer-se entender e aceitar, sujeito à dúvida ( 486 2 | promoção, vida.~ Assim entendida, a pobreza aparece Omo virtude 487 4 | de alegria e felicidade. Entrando na vida religiosa, o religioso 488 3 | que seja,~ “Em tuas mãos entrego meu espírito”(Lc 23, 46; 489 3 | entra o dinheiro, mas porque entro eu e a realidade econômica 490 2 | sobre a qual depois se enxerta o dom sobrenatural.~ ~ 491 3 | que pode ser austero numa época, num lugar ou segundo um 492 3 | qualquer consideração pelo equilíbrio dos recursos naturais (problema 493 4 | espiritual, mas também a humana! Equivaleria a entrar num caminho errado, 494 | eram 495 4 | de modo a se prepararem erradamente para uma vida de alegre 496 4 | Equivaleria a entrar num caminho errado, enfatizar ou conceber a 497 1 | vão o nome dos pobres”(Cf Es 20,7)~ ~ 498 1 | palavras do Apóstolo: Deus escolheu os pequenos e desprezados... 499 1 | entra um pregador da corte, escolhido por um público douto, apresenta-se 500 3 | Obediência, enfim, que não é escravidão ou opressão, mas expressão


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