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| Alfabética [« »] compromisso 9 compromissos 2 comum 20 comunhão 125 comunica 1 comunicação 7 comunicada 3 | Freqüência [« »] 147 sobre 134 ii 127 ministério 125 comunhão 120 mais 119 cada 116 entre | João Paulo II Pastores gregis IntraText - Concordâncias comunhão |
Capítulo,Parágrafo
1 Intro,2 | daquela eclesiologia de comunhão e missão que é necessário 2 Intro,2 | Igreja universal através da comunhão colegial, especificada na 3 Intro,5 | todos os Bispos que estão em comunhão com esta Cátedra, confiada 4 Intro,5 | fomentar a caridade e a comunhão fraterna. Embora seja uma 5 Intro,5 | ministério a eclesiologia de comunhão e missão, os Bispos serão 6 I,8 | ordenação episcopal e a comunhão hierárquica; toca, pois, 7 I,8 | consagração episcopal e pela comunhão hierárquica com a Cabeça 8 I,8 | devem ser exercidas em comunhão hierárquica, embora de modo 9 I,8 | sequer o resultado da sua comunhão, uma vez que no seu mistério 10 I,8 | nem o resultado da sua comunhão, mas, enquanto elemento 11 I,10 | que há-de ser vivida na comunhão e em espírito de grata fraternidade. 12 II,11 | Também esta partilha, que é comunhão de sentimentos e desejos, 13 II,12 | favorecer a acção d'Ele na comunhão eclesial e na missão universal.~ 14 II,12 | povo e para o povo, numa comunhão que se torne estímulo e 15 II,13 | considerar-se verdadeiro ministro da comunhão e da esperança para o povo 16 II,13 | Bispo torna-se, em íntima comunhão com Cristo e atenta docilidade 17 II,13 | ser uma espiritualidade de comunhão vivida em sintonia com todos 18 II,13 | mas obviamente em especial comunhão com os sacerdotes do presbitério 19 II,14 | Tradição viva da Igreja, em comunhão com todos os outros Bispos, 20 II,18 | imitá-Lo, em virtude da íntima comunhão de vida com Ele operada 21 II,19 | duma espiritualidade de comunhão, orientada com vigilante 22 II,19 | ao redor de Pedro. Esta comunhão hierárquica do Bispo com 23 II,20 | Pai celeste, uma magnânima comunhão de bens, um teor austero 24 II,22 | duma espiritualidade de comunhão e missão~22. Na carta apostólica 25 II,22 | Igreja a casa e a escola da comunhão ».91 Tal consideração 26 II,22 | duma espiritualidade de comunhão, trabalhando incansavelmente 27 II,22 | que a espiritualidade de comunhão surja e se consolide nos 28 II,22 | promoção da espiritualidade de comunhão, indiquei-os sinteticamente 29 II,22 | Cultivar uma espiritualidade de comunhão significa, para um Bispo, 30 II,22 | para um Bispo, alimentar a comunhão com o Romano Pontífice e 31 II,22 | oração, também à amizade e à comunhão fraterna com os seus Irmãos 32 II,22 | e modelo trinitários, a comunhão exprime-se sempre na missão. 33 II,22 | a consequência lógica da comunhão. Fomenta-se o dinamismo 34 II,22 | Fomenta-se o dinamismo da comunhão sempre que alguém se abre 35 II,22 | para que todos cheguem à comunhão trinitária, donde procedem 36 II,22 | Quanto mais intensa for a comunhão, mais facilitada ficará 37 II,23 | experimentando a profundidade da comunhão com a Santíssima Trindade, 38 II,24 | e prolongados de escuta, comunhão e diálogo com peritos – 39 II,24 | deste modo também uma maior comunhão entre os Pastores em ordem 40 III,29 | fundamental é que, « ensinando em comunhão com o Romano Pontífice, 41 IV,33 | antecipadamente o seu destino final em comunhão com a Virgem Maria e os 42 IV,34 | espiritual concreto de unidade e comunhão para o presbitério diocesano 43 IV,34 | fortalecer os vínculos de comunhão com os presbíteros, as pessoas 44 IV,37 | edificação da Igreja, mistério de comunhão e missão, sobretudo quando 45 IV,37 | Palavra proclamada e da comunhão eucarística, graças à celebração 46 IV,38 | e desejosos de entrar em comunhão com o mistério da salvação 47 IV,38 | robustecer os vínculos da comunhão eclesial entre pastor e 48 IV,40 | encontro pessoal com Cristo, à comunhão com a Bem-aventurada Virgem 49 V,42 | para levar o homem à plena comunhão com Ele.~Ora se tal é o 50 V,43 | crescer como realidade de comunhão no Espírito Santo.162 Disto 51 V,44 | Estilo pastoral de governo e comunhão diocesana~44. A vivência 52 V,44 | diocesana~44. A vivência da comunhão eclesial levará o Bispo 53 V,44 | com eles.~A Igreja é uma comunhão orgânica, que se realiza 54 V,44 | juízo futuro de Deus.~A comunhão orgânica eclesial chama 55 V,44 | autenticidade da referida comunhão orgânica é a acção do Espírito, 56 V,44 | pode actuar eficazmente a comunhão. É sobre a base destes princípios 57 V,44 | como finalidade criar a comunhão.175 Antes de traduzir em 58 V,44 | autenticamente espiritual.~Se a comunhão exprime a essência da Igreja, 59 V,44 | que a espiritualidade de comunhão tenda a manifestar-se quer 60 V,44 | particular, estruturas de comunhão e participação, que permitam 61 V,45 | vive uma espiritualidade de comunhão na diocese, não será possível 62 V,50 | tendo em vista uma plena comunhão com a vida e a missão da 63 V,50 | ministério enriqueçam a comunhão eclesial. A este respeito, 64 VI | CAPÍTULO VI~NA COMUNHÃO DAS IGREJAS~ 65 VI,55 | também o laço visível da comunhão eclesiástica entre a sua 66 VI,55 | mas conservando sempre a comunhão hierárquica com a Cabeça 67 VI,55 | particular. Portanto, na comunhão das Igrejas o Bispo representa 68 VI,55 | particular e, nesta, representa a comunhão das Igrejas. De facto, por 69 VI,55 | quando todos os Bispos, em comunhão hierárquica com o Romano 70 VI,55 | pelo mundo, mas sempre em comunhão hierárquica com o Romano 71 VI,55 | visível da unidade da fé e da comunhão.209 ~ 72 VI,56 | com uma eclesiologia de comunhão, se processem no respeito 73 VI,56 | autoridade episcopal é a comunhão hierárquica de cada um dos 74 VI,56 | na aplicação concreta à comunhão eclesial do princípio da 75 VI,56 | episcopal à luz do princípio de comunhão.212 ~Na assembleia sinodal, 76 VI,56 | diversas vezes do princípio de comunhão.213 Trata-se duma comunhão 77 VI,56 | comunhão.213 Trata-se duma comunhão orgânica, que se inspira 78 VI,56 | recurso ao princípio de comunhão, há alguns pontos de referência 79 VI,56 | cada Bispo diocesano na comunhão hierárquica com a Cabeça 80 VI,56 | visto que os vínculos da comunhão hierárquica que unem os 81 VI,56 | princípio de unidade na fé e na comunhão – para dar consistência 82 VI,56 | A realidade da comunhão, que está na base de todas 83 VI,56 | próprio (munus regendi) na comunhão hierárquica com o Romano 84 VI,56 | pastoris), age sempre na comunhão com todos os outros Bispos, 85 VI,56 | a Igreja.225 Então, na comunhão eclesial, tal como o Bispo 86 VI,57 | Simultaneamente manifestação e meio de comunhão entre os Bispos e a Cátedra 87 VI,57 | Eucaristia é celebrada em comunhão com o Bispo próprio, com 88 VI,57 | Igrejas particulares, na comunhão da Igreja universal.~Desde 89 VI,57 | a referência suprema da comunhão é a Igreja de Roma, onde 90 VI,57 | Igreja de Roma preside à comunhão universal da caridade,231 91 VI,57 | isto supõe a necessidade da comunhão das várias Igrejas com a 92 VI,57 | concreto para a santidade. Esta comunhão das Igrejas é expressa pela 93 VI,57 | Igrejas é expressa pela comunhão hierárquica entre cada um 94 VI,57 | Romano Pontífice.233 Da comunhão cum Petro et sub Petro de 95 VI,57 | da própria realidade da comunhão entre os Bispos e o Romano 96 VI,58 | forma peculiar o espírito de comunhão que une os Bispos com o 97 VI,58 | modo válido para reforçar a comunhão.238 ~Cada assembleia geral 98 VI,58 | múnus, está sempre unido em comunhão com os outros Bispos e com 99 VI,59 | A comunhão entre os Bispos e entre 100 VI,59 | possíveis e reais de exprimir a comunhão episcopal e, consequentemente, 101 VI,59 | potencialidades destes instrumentos da comunhão, hoje particularmente necessários 102 VI,59 | para assegurar e garantir a comunhão entre os Bispos e entre 103 VI,59 | enquanto realizada mantendo a comunhão com todos os outros Bispos 104 VI,59 | oportunamente que, « vivendo na comunhão episcopal, cada Bispo sinta 105 VI,59 | episcopado. E, para que esta comunhão episcopal se intensifique 106 VI,59 | que se concretizem na comunhão de experiências e de agentes 107 VI,59 | Desta forma se traduz na comunhão da Igreja a comunhão dos 108 VI,59 | na comunhão da Igreja a comunhão dos Bispos, a qual se exprime 109 VI,60 | Na mesma perspectiva da comunhão entre os Bispos e entre 110 VI,60 | não estão ainda em plena comunhão com a Igreja Católica, têm 111 VI,62 | concreto para favorecer a comunhão entre os Bispos e a solidariedade 112 VI,62 | da Província como da sua comunhão com o Romano Pontífice.258 113 VI,62 | intervir manifestando não só a comunhão entre eles, mas também com 114 VI,62 | de modo imediato não só a comunhão entre os Bispos, mas também 115 VI,62 | os Bispos, mas também a comunhão entre as Igrejas. Além disso, 116 VI,63 | válido para robustecer a comunhão eclesial ».264 ~Uma vez 117 VI,63 | episcopal; e só indirectamente a comunhão entre as Igrejas.~Em todo 118 VI,63 | animada pelo espírito de comunhão. Portanto, a nível de agrupamentos 119 VI,63 | Bispos e consequentemente a comunhão entre as várias Igrejas, 120 VI,64 | eclesiais que não estão em plena comunhão com ela, encontros e iniciativas 121 Conclu,73| a casa e a escola da comunhão » é o empenho a que nos 122 Conclu,73| mundo.298 ~Também a nossa comunhão no corpo episcopal, onde 123 Conclu,73| valorizar os instrumentos da comunhão segundo as grandes directrizes 124 Conclu,73| recurso aos instrumentos da comunhão episcopal pode oferecer 125 Conclu,73| aflora a espiritualidade da comunhão como princípio educativo «