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João Paulo II
Pastores gregis

IntraText - Concordâncias

pastoral

    Capítulo,Parágrafo
1 Intro,2 | Christus Dominus sobre o múnus pastoral dos Bispos. A propósito 2 Intro,3 | inteiramente o ministério pastoral do Bispo.~Compete-lhe, de 3 Intro,5 | pensamento e experiência pastoral havido nos Circuli Minores 4 I,6 | funções que o ministério pastoral comporta, são constituídos 5 I,7 | cristológica do ministério pastoral introduz na compreensão 6 I,7 | está a fonte do ministério pastoral, pelo que – como sugere 7 I,8(27) | 23; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 8 I,8(41) | II, Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 9 I,9 | Mateus, todo o ministério pastoral pode ser visto como que 10 I,9 | plano da acção, o ministério pastoral (munus pastorale) que cada 11 I,9 | virá a faltar a caridade pastoral de Jesus Cristo.~ 12 I,10 | doutores  ».47 ~O ministério pastoral recebido na consagração, 13 II,11 | insistiu sobre a caridade pastoral como fruto quer do carácter 14 II,11 | dinamismo de pro-existentia pastoral, que o impele a viver, como 15 II,11 | exercício do ministério pastoral seja nele um reflexo coerente 16 II,11 | confiados à sua solicitude pastoral. Na prática da caridade, 17 II,11 | enquanto conteúdo do ministério pastoral recebido, o Bispo torna-se 18 II,11 | manifestada na caridade pastoral, na humildade e na simplicidade 19 II,12 | deve tender todo o caminho pastoral é a santidade. (...) Terminado 20 II,12 | evidente uma urgência da pastoral  ».49  A recepção entusiasta 21 II,12 | fecundidade da sua obra pastoral. Porventura não é na meditação 22 II,12 | o fundamento de qualquer pastoral eficaz? Se é verdade que 23 II,12 | programação  » do ministério pastoral.51 ~ 24 II,13 | pelo primado da caridade pastoral; caminho este vivido evidentemente 25 II,13 | Em virtude da caridade pastoral, porém, o encargo torna-se 26 II,13 | coincide com a própria caridade pastoral, que justamente deve ser 27 II,19 | apostólico, comunitário e pastoral da obediência presbiteral.82   28 II,19 | os torne activos no plano pastoral.85  A tal respeito, continua 29 II,21 | particular, na sua solicitude pastoral, ele acompanha com afecto 30 II,23 | ombros a responsabilidade pastoral, o espírito não consegue 31 II,23 | pessoal e a programação pastoral, o recolhimento e o justo 32 II,24 | ordem a uma melhor eficácia pastoral em cada uma das dioceses.96 ~ 33 II,24 | sucedidas na Igreja e na vida pastoral.97 ~ 34 III,26(100)| II, Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 35 III,28 | confiadas ao seu cuidado pastoral, a exemplo do Bom Pastor 36 III,29 | objecto da sua solicitude pastoral e elevando a Deus com insistência 37 III,29 | família, nos agentes de pastoralsobretudo os catequistas –, 38 III,30 | constituindo um eficaz instrumento pastoral.123 ~De grande importância 39 IV,35 | concreta e apropriada da pastoral litúrgica na diocese, fazer 40 IV,36 | espiritual, catequética e pastoral da liturgia depende em grande 41 IV,36 | valorizado para uma programação pastoral da vida da diocese à volta 42 IV,37 | os encargos do ministério pastoral do Bispo, o mais imperioso 43 IV,38 | litúrgica, catequética e pastoral da iniciação cristã, adaptada 44 IV,39 | Apóstolos, devem prestar à pastoral e à disciplina do sacramento 45 IV,39 | atribuída a máxima atenção pastoral a este sacramento da Igreja, 46 IV,40 | nuntiandi: «  A caridade pastoral há-de ditar, a todos aqueles 47 IV,41 | uma verdadeira e própria pastoral e pedagogia da santidade, 48 IV,41 | a Igreja como prioridade pastoral e fruto do grande Jubileu 49 V | CAPÍTULO V~O GOVERNO PASTORAL DO BISPO~ 50 V,42(161) | 27; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 51 V,43 | A autoridade de serviço pastoral do Bispo~43. O Bispo é enviado, 52 V,43 | para exercer o ministério pastoral recebido sacramentalmente ( 53 V,43(162) | II, Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 54 V,43(163) | 27; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 55 V,43 | católica a propósito do governo pastoral do Bispo, sendo retomado 56 V,44 | Estilo pastoral de governo e comunhão diocesana~ 57 V,44 | levará o Bispo a um estilo pastoral cada vez mais aberto à colaboração 58 V,44 | conselho episcopal, o conselho pastoral.170 ~Os padres sinodais 59 V,44 | quais se organiza a acção pastoral na diocese.171  De facto, 60 V,44 | no seu coração a caridade pastoral de Cristo. Esta caridade 61 V,44 | de Cristo. Esta caridade pastoral tem como finalidade criar 62 V,45 | para manifestar a caridade pastoral nos seus vários aspectos; 176   63 V,46 | A visita pastoral~46. É precisamente nesta 64 V,46 | sua importância a visita pastoral, verdadeiro tempo de graça 65 V,46 | Borromeu, define a visita pastoral quasi anima episcopalis 66 V,46 | fiéis.180 ~Na sua visita pastoral à paróquia o Bispo, deixando 67 V,46 | da santificação e da guia pastoral, entrando em contacto mais 68 V,46 | Assim realizada, a visita pastoral aparece como é: um sinal 69 V,47 | fiéis confiada ao cuidado pastoral do Bispo «  cum cooperatione 70 V,47 | primeiros passos no ministério pastoral. Fundamental é a formação 71 V,47 | lhe é confiada uma missão pastoral, quer isso suceda pela primeira 72 V,47 | atribuição dum novo mandato pastoral. A atribuição duma missão 73 V,47 | A atribuição duma missão pastoral constitui, também para o 74 V,47 | idade avançada, deixa a guia pastoral efectiva duma comunidade 75 V,47(187) | II, Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 76 V,51 | fiéis leigos no cuidado pastoral do Bispo~51. Nos fiéis leigos, 77 V,51 | próprio do Bispo, cuja missão pastoral comporta favorecer a complementaridade 78 V,51 | agregações laicais apoiem a pastoral vocacional da diocese, favorecendo 79 V,52 | de famílias que apoiem a pastoral familiar e, não menos importante, 80 V,53 | Os jovens, uma prioridade pastoral em ordem ao futuro~53. O 81 V,54 | A pastoral vocacional~54. Determinante 82 V,54 | vocacional de toda a acção pastoral. Por isso, o Bispo há-de 83 V,54 | Bispo há-de procurar que a pastoral juvenil e vocacional seja 84 V,54 | ele confiada, a caridade pastoral que o anima. Uma das formas 85 VI,55 | particulares confiadas ao cuidado pastoral de cada um dos Bispos diocesanos, 86 VI,56 | o exercício do seu cargo pastoral (munus pastorale), salvaguardado 87 VI,56(210) | Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 88 VI,56 | cumprimento do seu ministério pastoral. Compete-lhe, pois, um âmbito 89 VI,56 | exercício do seu ministério pastoral (munus pastorale); mas tal 90 VI,56(218) | 27; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 91 VI,57 | vários aspectos da solicitude pastoral comum. A este respeito, 92 VI,57(233) | 22; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 93 VI,58(237) | II, Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 94 VI,59 | exercício do próprio ministério pastoral é sempre uma acção feita 95 VI,59 | empenhando a sua responsabilidade pastoral. Ora, tudo isso se realiza, 96 VI,59(244) | Cf. Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 97 VI,59 | agradecida pelo serviço pastoral que realizaram e realizam 98 VI,62 | mais eficaz, um trabalho pastoral comum será certamente melhor 99 VI,62(259) | Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus 100 VI,63 | conjuntamente o seu múnus pastoral através de actos colegiais 101 VI,63 | derivam do seu ministério pastoral (munus pastorale).267 ~É 102 VI,65 | do seu próprio ministério pastoral. Assim, toda a sua acção 103 VI,65 | Assim, toda a sua acção pastoral se deve caracterizar por 104 VII,69 | e económica~69. Na acção pastoral do Bispo, não pode faltar 105 VII,71 | a promoção duma adequada pastoral para os agentes sanitários 106 VII,72 | O cuidado pastoral do Bispo pelos migrantes~ 107 VII,72 | acolhimento e o cuidado pastoral destas pessoas, adequado 108 VII,72 | garantindo-lhes, no cuidado pastoral, a salvaguarda dos valores


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