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João Paulo II
Pastores gregis

IntraText - Concordâncias

esperança

   Capítulo,Parágrafo
1 Intro,1 | Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo. Todos estavam 2 Intro,2 | próprio ministério à luz da esperança teologal. Também esta dimensão 3 Intro,3 | Uma esperança fundada em Cristo~3. De 4 Intro,3 | Bispo anunciar ao mundo a esperança, partindo da pregação do 5 Intro,3 | Jesus Cristo: «  não só a esperança no que diz respeito às coisas 6 Intro,3 | mas também e sobretudo a esperança escatológica, que aguarda 7 Intro,3 | A perspectiva da esperança teologal, juntamente com 8 Intro,3 | profeta, testemunha e servo da esperança; tem o dever de infundir 9 Intro,3 | quer que seja as razões da esperança cristã (cf. 1 Ped 3, 15). 10 Intro,3 | testemunha e servo desta esperança sobretudo nas situações 11 Intro,3 | transcendência. Onde falta a esperança, também a é posta em 12 Intro,3 | aquela virtude. Com efeito a esperança, especialmente em tempos 13 Intro,3 | consegue manter viva a própria esperança (cf. Rom 15, 4) e alimentá-la 14 Intro,3 | agarrando-se solidamente à esperança, que é como uma âncora firme 15 Intro,3 | servo fiel de Cristo, «  esperança da glória  » (cf. Col 1, 16 Intro,4 | A Esperança, na falência das esperanças~ 17 Intro,4 | próprias expectativas na esperança que não desilude. Por isso 18 Intro,4 | menos abertamente, minar a esperança cristã, fazer dela uma paródia 19 Intro,4 | dia para dia mais firme a esperança dum Bispo, levando-o a confiar 20 Intro,4 | liberdade de cada homem. É a esperança que o anima a discernir, 21 Intro,4 | nocivos e mortais. É também a esperança que o sustenta na transformação 22 Intro,4 | reconciliação. Será ainda a esperança em Jesus, Bom Pastor, a 23 Intro,4 | imagem viva de Cristo, nossa esperança, 9  no qual se cumprem todas 24 Intro,5 | Servos do Evangelho para a esperança do mundo~5. Dispondo-me, 25 Intro,5 | Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo,10  dirijo a minha 26 Intro,5 | servir o teu Evangelho para a esperança do mundo!  ».12 ~Deste modo, 27 Intro,5 | vivendo como homens de esperança e reflectindo no próprio 28 Intro,5 | verdadeiramente motivo de esperança para o seu rebanho. Nós 29 Intro,5 | o mundo necessita da «  esperança que não confunde  » (Rom 30 Intro,5 | 5, 5). Sabemos que esta esperança é Cristo. Sabemo-lo e por 31 Intro,5 | e por isso proclamamos a esperança que brota da Cruz.~Ave Crux 32 Intro,5 | ministros do Evangelho para a esperança do mundo.~Contemplando o 33 Intro,5 | que sejamos, que a vossa esperança não esteja posta em nós: 34 Intro,5 | Ministros do Evangelho para a esperança do mundo.~ ~ 35 I,9 | no anúncio da Boa Nova da esperança a todas as nações (cf. Lc 36 II,11 | empenha a viver, na , na esperança e na caridade, o seu ministério 37 II,13 | ministro da comunhão e da esperança para o povo santo de Deus, 38 II,13 | isso, o Bispo vive de , esperança e caridade, enquanto é ministro 39 II,13 | Evangelho de Jesus Cristo na esperança, o Bispo deve espelhar e 40 II,14 | Maria, Mãe da esperança e mestra de vida espiritual~ 41 II,14 | Mestre, na firmeza da , na esperança jubilosa e na ardente caridade. 42 II,15 | ministro pouco credível da esperança, se é verdade – como recorda 43 II,15 | Escrituras, possuímos a esperança  » (Rom 15, 4). Permanece 44 II,17 | vossa palavra, pus a minha esperança  » (Sal 119/118, 114). É 45 II,17 | oração que ele pode receber a esperança com que deve, por assim 46 II,17 | se manifesta e alimenta a esperança, porque aquela, na expressão 47 II,17 | Aquino, é a «  intérprete da esperança  ».76 ~A oração pessoal 48 II,17 | realiza-se como homem de esperança na medida em que se insere 49 II,20 | ministro do evangelho da esperança, deve ser vir pauper. Exige-o 50 II,20 | contribuindo para alimentar a sua esperança.~Poderá cumprir eficazmente 51 II,20 | Cristo como fundamento da esperança de todos, mas especialmente 52 II,21 | aguardando a bem-aventurada esperança  » do regresso glorioso 53 II,23 | mundo, como testemunha da esperança.~ 54 II,25 | exercício da virtude da esperança, quando, em tempos difíceis, 55 II,25 | crucificado e ressuscitado, nossa esperança, deram respostas positivas 56 II,25 | Também isto é um motivo de esperança, sobretudo para as novas 57 III,26 | manifesta-se no mundo como sinal de esperança para os povos, para cada 58 III,27 | da e irradia também a esperança para todos os homens. De 59 III,27 | pois, também a pregação da esperança nas promessas feitas por 60 IV,33 | fundamental na promoção da esperança cristã. O Bispo não se limita 61 IV,36 | Ressurreição e um motivo de esperança para o Povo de Deus na sua 62 IV,36 | expectativa em jubilosa esperança do regresso glorioso do 63 IV,36 | brilha como sinal de esperança segura e de consolação para 64 IV,36 | A alimentar a referida esperança contribui também a memória 65 IV,39 | reconciliação e apelo à esperança, está no âmago do Evangelho. 66 IV,41 | que constituem um sinal de esperança para todos, inclusive para 67 IV,41 | poderá constituir um sinal de esperança para todos e um motivo de 68 V,43 | o seu testemunho de , esperança e caridade, dificilmente 69 V,46 | dirigir a todos um convite à esperança. E aí sobretudo o Bispo 70 V,51 | perspectivas e os horizontes da esperança a muitos homens e mulheres. 71 V,51 | secular, a dar razão da sua esperança (cf. 1 Ped 3, 15) nos respectivos 72 V,51 | de que sejam cristãos de esperança inabalável, firmemente ancorados 73 V,53 | jovens. Um ministério de esperança não pode deixar de construir 74 VI,64 | como um sinal contrário à esperança cristã. Entre as formas 75 VI,65 | como servo e testemunha da esperança. A missão é, sem dúvida, 76 VI,65 | vida nova, animada pela esperança. Ora, anunciando Cristo 77 VII,66 | temerem, mas a cultivarem a esperança?~Esta exortação, repetiu-a 78 VII,66 | é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, Salvador de 79 VII,67 | Igreja é capaz de suscitar esperança mesmo nas situações mais 80 VII,67 | difíceis, porque, se não houver esperança para os pobres, não a haverá 81 VII,67 | direitos humanos, é portador de esperança.279 ~Explícita e forte foi 82 VII,67 | busca de um trabalho e na esperança da paz. Os desastres causados 83 VII,67 | estará pronto a mostrar que a esperança cristã está intimamente 84 VII,68 | perspectiva da profissão da esperança cristã, não se há-de esquecer 85 VII,71 | família, primeira célula de esperança em que Deus Se compraz a 86 VII,72 | anunciar o Evangelho da esperança. De facto, está em jogo 87 VII,72 | homem, enquanto «  ser de esperança  ».~Com a acumulação dos 88 VII,72 | desafios a que está exposta a esperança, é bem compreensível que 89 VII,72 | porque o fundamento da sua esperança está no mistério da Cruz 90 Conclu,73| servidores do Evangelho para a esperança do mundo, sabemos que esta 91 Conclu,73| mundo, sabemos que esta esperança não provém de nós, mas do 92 Conclu,73| nunca de ser o guarda da esperança no coração do homem: da 93 Conclu,73| no coração do homem: da esperança de todas as criaturas humanas, 94 Conclu,74| ministério de arautos da esperança. Como Ele devemos, também 95 Conclu,74| brilha como sinal de esperança segura e de consolação,


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