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Capítulo,Parágrafo
1 Intro,1 | fossem pastores na sua Igreja até ao fim dos tempos. 2~ 2 Intro,1(2) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 18.~ 3 Intro,1 | ideal do Bispo, com que a Igreja continua a contar, é a do 4 Intro,1 | generosamente em favor da Igreja que lhe foi confiada, tendo 5 Intro,2 | honrada na sua extensão à Igreja universal através da comunhão 6 Intro,2 | universais e particulares da Igreja e ainda mais associada em 7 Intro,2 | colaboração com a cabeça da Igreja, centro constitutivo do 8 Intro,2 | do pastor, já que, para a Igreja, ele é sobretudo o portador 9 Intro,3 | Bispo é, no meio da sua Igreja, sentinela vigilante, profeta 10 Intro,4 | Cristo, Pastor e Esposo da Igreja. Agindo como pai, irmão 11 Intro,5 | sinodais para oferecer à Igreja inteira um documento especificamente 12 Intro,5 | milénio, dirigi a toda a Igreja: Duc in altum! Antes, é 13 Intro,5 | que nos está confiado na Igreja: munus docendi, sanctificandi 14 Intro,5 | A Cruz tornou-se para a Igreja « árvore da vida ». Por 15 Intro,5 | os primórdios da vida da Igreja até aos nossos dias, como 16 Intro,5 | d'Ele recebemos na santa Igreja, repetimos em voz alta diante 17 I,6 | transmitir é a vida para a Igreja de todos os tempos. Por 18 I,6(15) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 3.~ 19 I,6(17) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 21 e 27.~ 20 I,7 | que envia o Espírito à Igreja. Esta dimensão trinitária, 21 I,7 | especialmente na tradição da Igreja do Oriente, evoca a autoridade 22 I,7 | de Cristo, torna-se, na Igreja a ele confiada, sinal vivo 23 I,7 | Esposo, Mestre e Pontífice da Igreja.21 Aqui está a fonte do 24 I,7 | seu mistério em favor da Igreja. Por esta configuração trinitária 25 I,7 | Espírito para governar a Igreja de Deus: em nome do Pai 26 I,7 | Espírito Santo que dá vida à Igreja e com a sua força ampara 27 I,8 | pertence à estrutura da Igreja como foi querida por Jesus 28 I,8(25) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22; Código 29 I,8 | Igrejas particulares e pela Igreja universal.27 Ora, se se 30 I,8(26) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 21; Código 31 I,8 | pleno e supremo sobre toda a Igreja.28 ~Esta natureza colegial 32 I,8(27) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23; Decr. 33 I,8(27) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, nn. 3, 34 I,8(28) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22; Código 35 I,8 | do Colégio sobre toda a Igreja é exercido de modo solene.30 ~ 36 I,8(29) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22.~ 37 I,8 | estabelecer um paralelismo entre a Igreja una e universal, e por conseguinte 38 I,8 | desta unidade, tanto da Igreja como do Colégio dos Bispos, 39 I,8(30) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22.~ 40 I,8 | constitutivos da unidade da Igreja ».32 ~A Igreja universal 41 I,8 | unidade da Igreja ».32 ~A Igreja universal não é a soma das 42 I,8 | interioridade – que vigora entre a Igreja universal e a Igreja particular, 43 I,8 | entre a Igreja universal e a Igreja particular, pela qual as 44 I,8 | formadas à imagem da Igreja universal, das quais e pelas 45 I,8 | quais e pelas quais existe a Igreja católica una e única »34 –, 46 I,8(33) | rubr. 1851; Catecismo da Igreja Católica, 758-760; Congr. 47 I,8 | enquanto elemento essencial da Igreja universal, é uma realidade 48 I,8 | múnus de presidência da Igreja particular ».35 ~Podemos 49 I,8(34) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23.~ 50 I,8 | este paralelismo entre a Igreja universal e o Colégio dos 51 I,8 | estava contida a estrutura da Igreja – que neles estava constituída 52 I,8(36) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 5.~ 53 I,8 | Colégio Episcopal sobre toda a Igreja não é constituído pela soma 54 I,8 | que não podem agir sobre a Igreja inteira senão colegialmente ».38 55 I,8(37) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22.~ 56 I,8 | Apostólico.39 ~Tal como a Igreja universal é una e indivisível, 57 I,8 | cargo de presidência da Igreja particular, há muitos Bispos 58 I,8 | não estão à frente duma Igreja particular.40 Cada Bispo – 59 I,8(39) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22.~ 60 I,8 | Cristo, Cabeça e Pastor da Igreja: representa-O não só de 61 I,8 | recebe o cargo de pastor duma Igreja particular, mas também quando 62 I,8 | diocesano no governo da sua Igreja41 ou então participa no 63 I,8 | Pontífice no governo da Igreja universal. Ciente do facto 64 I,8 | longo da sua história a Igreja, além da forma específica 65 I,8 | específica da presidência duma Igreja particular, reconheceu ainda 66 I,8(41) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 25-26.~ 67 I,9 | um testemunho peculiar na Igreja e diante do mundo.~Estas 68 I,9(43) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 21 e 27; 69 I,9 | cria a certeza de que na Igreja nunca virá a faltar a caridade 70 I,10 | oferecido pelo Espírito à Igreja, o Bispo por um lado é, 71 I,10 | cristão, filho e membro da Igreja. Desta santa Mãe, recebeu 72 I,10 | plenamente « filho » da Igreja. Isto leva-nos a considerar 73 I,10 | sacerdócio ministerial na Igreja. É que embora se diferenciem 74 I,10 | harmoniosamente a vida da Igreja, como lugar de actualização 75 I,10 | Portanto, ainda que, na Igreja, nem todos sigam pelo mesmo 76 I,10 | vinculação comum: os pastores da Igreja, imitando o exemplo do Senhor, 77 I,10(46) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 10.~ 78 I,10 | pessoal do Bispo pelo bem da Igreja a ele confiada e a corresponsabilidade 79 II,11 | amorosa edificação da Santa Igreja.~Isto exige no Bispo uma 80 II,12 | Vocação à santidade na Igreja do nosso tempo~12. Uma imagem 81 II,12 | as exigências da vida da Igreja e o apelo do Espírito Santo, 82 II,12 | que eu mesmo indiquei à Igreja inteira: « O horizonte 83 II,13 | semelhança da própria vida da Igreja. Mas neste caminho, o Bispo 84 II,13(56) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 40.~ 85 II,13(58) | Cf. Catecismo da Igreja Católica, 1804 e 1839.~ 86 II,13 | única Mãe na terra, a santa Igreja. Como todos os crentes em 87 II,13 | também, o mistério duma Igreja em si mesma santa, mas composta 88 II,13 | porque tem de servir a Igreja como mestre, santificador 89 II,13 | profunda e intensamente a Igreja. Todo o Bispo é configurado 90 II,13 | configurado a Cristo para amar a Igreja com o amor de Cristo esposo, 91 II,13 | ministro da sua unidade na Igreja, isto é, para fazer da Igreja « 92 II,13 | Igreja, isto é, para fazer da Igreja « um povo unido pela unidade 93 II,13(60) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4.~ 94 II,13(63) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 41.~ 95 II,14 | Virgem Maria, invocada pela Igreja como Mater spei et spes 96 II,14 | Pentecostes. Neste ícone da Igreja nascente, exprime-se o vínculo 97 II,14 | transmissor da Tradição viva da Igreja, em comunhão com todos os 98 II,14 | salvação e é, para toda a Igreja, modelo exemplar de escuta 99 II,14 | aprovadas e recomendadas pela Igreja, especialmente com a reza 100 II,15 | fiel, antes como a própria Igreja,67 deve ser ouvinte da 101 II,15 | experiência espiritual da Igreja nunca deixaram de sugerir. 102 II,17 | consagrada, para que na Igreja se inflame cada vez mais 103 II,17 | para tal deputados pela Igreja, ou os fiéis quando rezam 104 II,17 | a obrigação própria da Igreja, e, por outro, participam 105 II,17 | porque estão em nome da Igreja, diante do trono de Deus, 106 II,17 | afirmava que é « oração da Igreja local », na qual se exprime « 107 II,17 | a verdadeira natureza da Igreja orante ».79 Na consecratio 108 II,18 | da Santíssima Trindade à Igreja, os conselhos constituem 109 II,18 | transparência d'Ele diante da Igreja e do mundo. Na vida do Bispo 110 II,18 | guiar não só aqueles que, na Igreja, foram chamados a seguir 111 II,19 | cuidado para construir a Igreja, de tal modo que tudo, palavras 112 II,19 | Evangelho e à Tradição da Igreja, consegue ler os sinais 113 II,19 | Episcopal e com a sua própria Igreja particular. Deve sentir 114 II,19 | Cabeça invisível de toda a Igreja.~Ao aspecto apostólico da 115 II,19 | solicitude pelo bem de toda a Igreja.~Como modelo de escuta, 116 II,19 | daquilo que o Espírito diz à Igreja. Exercendo evangelicamente 117 II,19(83) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 18.~ 118 II,20 | perseguição » e convida a Igreja, com os seus pastores à 119 II,20 | exige-o também a solicitude da Igreja pelos pobres, que devem 120 II,20 | decididamente para fazer da Igreja a « casa dos pobres ».~ 121 II,20(87) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 8.~ 122 II,20 | prestadas. Com efeito, na Igreja apostólica, como amplamente 123 II,20 | necessitado » (4, 34). A Igreja é devedora desta profecia 124 II,20 | Bispo administra os bens da Igreja como « bom pai de família » 125 II,20 | para os fins próprios da Igreja: o culto de Deus, o sustentamento 126 II,20 | um título dos pastores da Igreja e deve sê-lo concretamente 127 II,20 | exemplo dos Pastores, a Igreja e as Igrejas devem praticar 128 II,21 | castidade ao serviço duma Igreja que reflecte a pureza de 129 II,21 | de fidelidade; sê fiel à Igreja e guarda-a como esposa santa 130 II,21 | o seu precioso serviço à Igreja. Além disso, apoia e encoraja 131 II,21 | do povo de Deus. Hoje, na Igreja e no mundo, o testemunho 132 II,21 | praticados por ministros da Igreja, o Bispo deve ser forte 133 II,21 | ao mundo a verdade duma Igreja santa e casta, nos seus 134 II,22 | necessidade de « fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão ».91 135 II,22 | providenciando que não faltem na sua Igreja particular momentos especiais 136 II,23 | atento às necessidades da Igreja e do mundo, como testemunha 137 II,24 | do caminho harmónico na Igreja.~Como para os sacerdotes 138 II,24 | conhecimento real da situação da Igreja e do mundo, que permita 139 II,24 | traz em si para o bem da Igreja e da humanidade ».95 ~Para 140 II,24 | como acontece na vida da Igreja, também o estilo de acção, 141 II,24 | desafios e compromissos da Igreja na sociedade. Neste contexto, 142 II,24 | entretanto sucedidas na Igreja e na vida pastoral.97 ~ 143 II,25 | faltou, e jamais faltará, à Igreja.98 ~A história da Igreja, 144 II,25 | Igreja.98 ~A história da Igreja, a começar dos Apóstolos, 145 II,25 | dos primeiros séculos da Igreja, dos fundadores das Igrejas 146 II,25 | lhes está confiado.~Cada Igreja particular terá, portanto, 147 II,25 | Céu, guiam o caminho da Igreja peregrina no tempo. Por 148 II,25 | gerações que esperam da Igreja propostas incentivadoras 149 III,26 | é solenemente confiada à Igreja, comunidade dos discípulos 150 III,26 | não é possível imaginar a Igreja sem tal missão evangelizadora. 151 III,26 | Evangelho é próprio de toda a Igreja e de cada um dos seus filhos, 152 III,26(100) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 12; cf. 153 III,26(100) | cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 25.~ 154 III,27(104) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 155 III,28 | apontada pela tradição da Igreja, o Concílio Vaticano II 156 III,28 | Nosso Senhor confiou à sua Igreja, constituindo como que um 157 III,28(107) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 25; Const. 158 III,28 | ininterrupta de tudo o que a Igreja é e aquilo em que ela acredita.109 ~ 159 III,28 | Apóstolos, progride na vida da Igreja, como ensinou o Concílio 160 III,28 | Espírito que fala no seio da Igreja, fiéis e pastores encontram-se, 161 III,28 | Por isso, a vida da Igreja e a vida na Igreja é, para 162 III,28 | vida da Igreja e a vida na Igreja é, para cada Bispo, a condição 163 III,28 | sua função de mestre na Igreja, cada Bispo deve poder repetir 164 III,28(111) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 12.~ 165 III,28 | mesma escola ».112 Na Igreja, escola do Deus vivo, Bispos 166 III,28 | ainda quando suscita na Igreja várias formas de carismas 167 III,29 | e recebeu do coração da Igreja, cada Bispo devolve-o aos 168 III,29(113) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 25.~ 169 III,29 | referência ao Catecismo da Igreja Católica.~Conserva, pois, 170 III,29 | cada Bispo assegurar na sua Igreja particular efectiva prioridade 171 III,29 | As normas propostas pela Igreja reflectem os mandamentos 172 III,30 | território onde vive a sua Igreja particular, o Bispo há-de 173 III,31 | escritas por um grande Bispo da Igreja antiga, Santo Hilário de 174 III,31 | ensinamentos um homem de Igreja completamente novo, explicou 175 IV,32 | o bem mais precioso da Igreja, o sacramento pelo qual 176 IV,32 | o sacramento pelo qual a Igreja é constantemente edificada 177 IV,32 | que se propaga na vida da Igreja, é o Bispo, sobretudo por 178 IV,32 | meta e fonte da vida da Igreja.128 De certo modo pode-se 179 IV,32 | importância da vida litúrgica na Igreja particular, onde o Bispo 180 IV,32 | pela qual vive e cresce a Igreja ».129 ~Entre o ministério 181 IV,32 | oriente para a edificação da Igreja e a glória da Santíssima 182 IV,33 | Fonte e meta da vida da Igreja particular~33. O Bispo exerce 183 IV,33 | importantes para a vida da Igreja particular. Nestas celebrações, 184 IV,34 | A importância da igreja catedral~34. Apesar de exercer 185 IV,34 | como ponto focal do mesmo a igreja catedral, que constitui 186 IV,34 | constitui de certo modo a igreja mãe e o centro de convergência 187 IV,34 | centro de convergência da Igreja particular.~Com efeito, 188 IV,34 | cátedra que constitui a igreja catedral como o centro espiritual 189 IV,34 | redor do Bispo, sobretudo na igreja catedral, convencidos de 190 IV,34 | principal manifestação da Igreja se faz numa participação 191 IV,34 | momento mais alto da vida da Igreja, que tem lugar também a 192 IV,34 | manifestação do mistério da Igreja encontra circunstâncias 193 IV,34 | ritos estes que têm na igreja catedral o seu lugar próprio 194 IV,34 | entre todos os membros da Igreja particular. Por isso, o 195 IV,34 | a importância, que têm a igreja catedral e as celebrações 196 IV,34 | bem e o exemplo de toda a Igreja particular.134 ~ 197 IV,35 | reflectindo o sentido genuíno da Igreja que reza e celebra os mistérios 198 IV,35 | ambiguidades a genuína natureza da Igreja. Que todos estejam conscientes 199 IV,35 | proclamações claras da fé da Igreja, momentos privilegiados 200 IV,35 | fé na sagrada liturgia da Igreja, o Bispo não deixe, a bem 201 IV,36 | domingo – também Dia da Igreja – preside à Eucaristia na 202 IV,36 | longo do ano litúrgico, a Igreja revive todo o mistério de 203 IV,36 | Neste itinerário de fé, a Igreja é sustentada pela recordação 204 IV,36(141) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 68.~ 205 IV,37 | contribui para a edificação da Igreja, mistério de comunhão e 206 IV,37 | verdadeiramente presente a Igreja de Cristo; ora isto transparece 207 IV,37(143) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 26.~ 208 IV,37 | cujo poder se unifica a Igreja una, santa, católica e apostólica. 209 IV,37(145) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 26.~ 210 IV,37 | o esforço missionário da Igreja, tendente a manifestar a 211 IV,37 | recordei, é o dia em que a Igreja – comunidade e família dos 212 IV,37(147) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 28; João 213 IV,38 | circunstâncias actuais da Igreja e do mundo, tanto nas Igrejas 214 IV,38 | para adultos, que goza na Igreja de grande tradição. Foi 215 IV,38 | encontro com Cristo e com a Igreja a tantos homens e mulheres, 216 IV,38 | mistério de Cristo e da Igreja, numa certa analogia com 217 IV,38 | plenamente inseridos na Igreja, o Corpo místico de Cristo. 218 IV,38 | mistério de Cristo e da Igreja, mistério este que vive 219 IV,38 | que vive e actua em cada Igreja particular, o itinerário 220 IV,38 | disciplinar, segundo as leis da Igreja, tudo o que diz respeito 221 IV,38 | realizem segundo as normas da Igreja e em plena sintonia com 222 IV,39 | pastoral a este sacramento da Igreja, fonte de reconciliação, 223 IV,39 | disciplina penitencial na sua Igreja particular, compete antes 224 IV,39 | reconciliar com Deus e com a Igreja. Somente a impossibilidade 225 IV,39 | Tradição e do Magistério da Igreja o laço íntimo que existe 226 IV,41 | primado de Deus na vida da Igreja. Por isso, no seu ministério, 227 IV,41 | milénio, propor a toda a Igreja como prioridade pastoral 228 V,42(161) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27; Decr. 229 V,42(161) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 16.~ 230 V,43 | representação e o governo da Igreja que lhe foi confiada – com 231 V,43(162) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 11; Código 232 V,43(163) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27; Decr. 233 V,43(163) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 8; Código 234 V,43(164) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27.~ 235 V,43 | segundo o qual a autoridade na Igreja – assim o afirma S. Paulo – 236 V,43 | pela suprema autoridade da Igreja e possa ser circunscrito 237 V,43 | limites para utilidade da Igreja ou dos fiéis. Por virtude 238 V,43 | anunciado por ele na sua Igreja e também as normas que ele 239 V,43(166) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27; cf. Código 240 V,43 | exercício da autoridade na Igreja não pode ser concebido como 241 V,43 | operante de Cristo na sua Igreja.~Ministros, por vontade 242 V,43 | Senhor, da apostolicidade da Igreja e revestidos com a força 243 V,43 | exercício da autoridade na Igreja se revelou frequentemente 244 V,44 | de decidir para o bem da Igreja confiada aos seus cuidados 245 V,44 | diocese.171 De facto, a Igreja particular não faz referência 246 V,44 | missão que Deus confiou à Igreja no mundo, segundo a condição 247 V,44 | desenraizar do seu ser com eles.~A Igreja é uma comunhão orgânica, 248 V,44(172) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 32; Código 249 V,44 | corresponsáveis do bem da Igreja particular que eles mesmos 250 V,44 | coração e no coração da Igreja através duma vida autenticamente 251 V,44 | comunhão exprime a essência da Igreja, é normal que a espiritualidade 252 V,44 | esforçar-se-á por suscitar, na sua Igreja particular, estruturas de 253 V,44 | para o verdadeiro bem da Igreja.~ 254 V,45 | As articulações da Igreja particular~45. Numerosas 255 V,47 | Dominus, ao dar a descrição da Igreja particular, a apresenta 256 V,47 | sinta quer a gratidão da Igreja particular pelas lidas apostólicas 257 V,47 | contribuir para a edificação da Igreja através do testemunho exemplar 258 V,47 | activos na edificação da Igreja, especialmente em razão 259 V,47 | outros irmãos e irmãs que na Igreja tomam parte na paixão do 260 V,47(187) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 16.~ 261 V,48 | presbiterado na própria Igreja particular é um elemento 262 V,48 | vida espiritual, amantes da Igreja. Esforçar-se-á de igual 263 V,49 | são ministros, e à Santa Igreja, que aceitaram servir; aos 264 V,50 | à vida e à santidade da Igreja.196 Também na Igreja particular, 265 V,50 | da Igreja.196 Também na Igreja particular, a vida consagrada 266 V,50 | com a vida e a missão da Igreja particular onde residem. 267 V,50(196) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 44.~ 268 V,51 | assumir responsabilidades na Igreja quer em estruturas de participação 269 V,51 | agregativas enriquecem a Igreja, mas têm contínua necessidade 270 V,51(198) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 271 V,52 | família, justamente chamada « igreja doméstica », espaço aberto 272 V,53 | disponíveis a empenharem-se na Igreja e no mundo, se lhes for 273 V,54 | assumiu diante de Deus e da Igreja. É assim que ele cumpre 274 V,54 | consentimento ao pedido da Igreja de cuidar, com amor de pai, 275 VI,55 | sua solicitude a toda a Igreja. « Todos os Bispos devem, 276 VI,55 | disciplina comum a toda a Igreja; formar os fiéis no amor 277 VI,55 | que são comuns a toda a Igreja, sobretudo para que a fé 278 VI,55 | governando bem a própria Igreja, como porção da Igreja universal, 279 VI,55 | própria Igreja, como porção da Igreja universal, concorrem eficazmente 280 VI,55 | simultaneamente com a sua Igreja particular e com a Igreja 281 VI,55 | Igreja particular e com a Igreja universal. De facto, o mesmo 282 VI,55 | fundamento da unidade na própria Igreja particular, é também o laço 283 VI,55 | eclesiástica entre a sua Igreja particular e a Igreja universal. 284 VI,55 | sua Igreja particular e a Igreja universal. Assim, todos 285 VI,55 | expressão à catolicidade da Igreja e, ao mesmo tempo, conferem 286 VI,55 | mesmo tempo, conferem à sua Igreja particular esta nota de 287 VI,55 | ponto de conjunção da sua Igreja particular com a Igreja 288 VI,55 | Igreja particular com a Igreja universal e testemunho visível 289 VI,55 | visível da presença da única Igreja de Cristo na sua Igreja 290 VI,55 | Igreja de Cristo na sua Igreja particular. Portanto, na 291 VI,55 | o Bispo representa a sua Igreja particular e, nesta, representa 292 VI,55(206) | Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23.~ 293 VI,55 | de Pedro em benefício da Igreja inteira e de cada Igreja 294 VI,55 | Igreja inteira e de cada Igreja particular e ainda a acção 295 VI,55 | disciplina comum a toda a Igreja. Na Cátedra de Pedro, os 296 VI,55(208) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22; Código 297 VI,55(209) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23.~ 298 VI,56 | tal princípio à vida da Igreja, sempre salvaguardando o 299 VI,56(210) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 8.~ 300 VI,56 | partilha entre os organismos da Igreja, iniciando uma nova reflexão 301 VI,56 | conta o facto de que, na sua Igreja particular, o Bispo diocesano 302 VI,56 | ter presente: a unidade da Igreja está radicada na unidade 303 VI,56 | Colégio. De forma análoga a Igreja, para ser una, exige uma 304 VI,56 | para ser una, exige uma Igreja como Cabeça das Igrejas, 305 VI,56(215) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22. Código 306 VI,56 | Assim, « para que cada Igreja particular seja plenamente 307 VI,56 | particular seja plenamente Igreja, isto é, presença particular 308 VI,56 | presença particular da Igreja universal com todos os seus 309 VI,56 | constituída portanto à imagem da Igreja universal, nela deve estar 310 VI,56 | a suprema autoridade da Igreja [...]. O primado do Bispo 311 VI,56 | são elementos próprios da Igreja universal, “não derivados 312 VI,56 | Igrejas” mas interiores a cada Igreja particular. [...] O facto 313 VI,56 | Pedro ser interior a cada Igreja particular é expressão necessária 314 VI,56 | mútua interioridade entre Igreja universal e Igreja particular ».217 ~ 315 VI,56 | entre Igreja universal e Igreja particular ».217 ~A Igreja 316 VI,56 | Igreja particular ».217 ~A Igreja de Cristo, na sua nota de 317 VI,56 | realiza-se plenamente em cada Igreja particular, a qual recebe 318 VI,56 | missão, que Deus confiou à Igreja para a realizar no mundo. 319 VI,56(218) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27; Decr. 320 VI,56(218) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 8; Código 321 VI,56 | daquela realidade mística da Igreja que faz com que na Igreja 322 VI,56 | Igreja que faz com que na Igreja particular esteja imanente 323 VI,56 | particular esteja imanente a Igreja universal e se torne presente 324 VI,56 | magistério e de governo – na Igreja particular são, por sua 325 VI,56(220) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 22; Código 326 VI,56 | pela própria natureza da Igreja. É o próprio direito divino 327 VI,56 | por Cristo Nosso Senhor na Igreja ».222 ~O Papa Paulo VI, 328 VI,56(221) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 21; Código 329 VI,56 | verdadeira catolicidade da Igreja – e isso exactamente encontrais 330 VI,56(222) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 27; cf. Código 331 VI,56 | fundar a catolicidade da sua Igreja, deve exercer o poder de 332 VI,56 | ministério de supremo pastor da Igreja (munus supremi Ecclesiae 333 VI,56 | Bispos, antes com toda a Igreja.225 Então, na comunhão 334 VI,56 | imediato do Bispo na sua Igreja particular.~ 335 VI,57 | Espírito Santo, existem na Igreja, tanto a nível particular 336 VI,57 | conformatio) no corpo da Igreja, pela qual se constitui 337 VI,57 | intercompenetração) entre a Igreja universal e as Igrejas particulares, 338 VI,57(228) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 13.~ 339 VI,57 | através deles, com os fiéis da Igreja particular e da Igreja inteira, 340 VI,57 | da Igreja particular e da Igreja inteira, de tal modo que 341 VI,57 | inteira, de tal modo que a Igreja universal está presente 342 VI,57 | universal está presente na Igreja particular e esta está inserida, 343 VI,57 | particulares, na comunhão da Igreja universal.~Desde os primeiros 344 VI,57 | suprema da comunhão é a Igreja de Roma, onde Pedro e Paulo 345 VI,57 | necessariamente estar de acordo toda a Igreja, porque isto é a garantia 346 VI,57 | Apóstolos.230 De facto, a Igreja de Roma preside à comunhão 347 VI,57 | das várias Igrejas com a Igreja de Roma, para que todas 348 VI,57(232) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 13.~ 349 VI,57 | de Pedro, para o bem da Igreja inteira e consequentemente 350 VI,57 | consequentemente de cada Igreja particular. A visita ad 351 VI,57(233) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 4.~ 352 VI,57 | tivesse em mente dirigir à Igreja no seu todo ou especificamente 353 VI,58 | que preocupam a vida da Igreja.236 ~Como é sabido, durante 354 VI,58 | Bispos pelo bem de toda a Igreja.~Os anos transcorridos mostraram 355 VI,58(237) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 5.~ 356 VI,58 | do corpo hierárquico da Igreja e, de algum modo, o do povo 357 VI,58 | outros Bispos e com toda a Igreja.240 A propósito, o Código 358 VI,58 | importância. Com efeito, na Igreja a finalidade de qualquer 359 VI,58 | da verdade ou do bem da Igreja. E quando se trata mesmo 360 VI,58 | Espírito, alma da única Igreja de Cristo.~Precisamente 361 VI,58 | serviço da verdade e da Igreja, como expressão da verdadeira 362 VI,58 | Cabeça em vista do bem da Igreja, ao darem o voto, consultivo 363 VI,58 | participação no governo da Igreja universal. Como o meu predecessor 364 VI,59 | eficaz aos problemas que a Igreja tem de enfrentar nas rápidas 365 VI,59 | ou do governo na própria Igreja particular, ou então duma 366 VI,59 | embora de modo diverso, da Igreja particular, das Igrejas 367 VI,59 | irmãs mais próximas e da Igreja universal.~Nesta linha, 368 VI,59 | efectivamente a imagem da Igreja como « família de Deus », 369 VI,59(244) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 6.~ 370 VI,59 | se traduz na comunhão da Igreja a comunhão dos Bispos, a 371 VI,59 | com os padres sinodais. A Igreja inteira tem grande consideração 372 VI,60 | com análogas expressões da Igreja Latina. Umas e outras unidas 373 VI,60 | em plena comunhão com a Igreja Católica, têm um título 374 VI,61 | única divina constituição da Igreja universal. A sua dignidade 375 VI,61 | patriarcal é muito antiga na Igreja. Testemunhada já no primeiro 376 VI,61(249) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23; Decr. 377 VI,61 | de Pedro tem sobre toda a Igreja, e exerce este seu poder 378 VI,61 | relações entre os Bispos de uma Igreja Patriarcal e o Patriarca, 379 VI,61 | participam no Sínodo da sua Igreja Patriarcal enquanto pastores 380 VI,61 | Bispo no governo da sua Igreja; mas assegura o afecto colegial 381 VI,61 | dentro do território da Igreja patriarcal, e ainda os candidatos 382 VI,61 | cargos fora dos limites da Igreja Patriarcal que serão propostos 383 VI,61 | mesmo fora – dos limites da Igreja Patriarcal.255 Além disso, 384 VI,61 | dentro dos limites da própria Igreja Patriarcal.256 Para a gestão 385 VI,62(259) | múnus pastoral dos Bispos na Igreja Christus Dominus, 36.~ 386 VI,63 | em favor do bem comum da Igreja: elas tornaram-se nestes 387 VI,63 | consequentemente, para a unidade da Igreja, sendo um instrumento muito 388 VI,63 | por direito divino, na sua Igreja. Com efeito, a nível da 389 VI,63 | Com efeito, a nível da sua Igreja, o Bispo diocesano apascenta 390 VI,64 | A unidade da Igreja e o diálogo ecuménico~64. 391 VI,64 | da Santíssima Trindade à Igreja. Mas isto não dispensa os 392 VI,64 | dispersos (cf. Jo 11, 52), a Igreja Católica sente-se irreversivelmente 393 VI,64 | conhecimento recíproco entre a Igreja Católica e as outras Igrejas 394 VI,64 | própria vida interna da Igreja deve dar um testemunho de 395 VI,65(274) | actividade missionária da Igreja Ad gentes, 38.~ 396 VI,65 | missionária dentro da própria Igreja particular, promovendo, 397 VI,65 | contribuição de experiência que uma Igreja particular pode receber 398 VII,66 | Na Sagrada Escritura, a Igreja é comparada a um rebanho, « 399 VII,66 | o pequenino rebanho – a Igreja –, sendo guiado por Ele, 400 VII,66 | Evangelho, actua em nome da Igreja, perita em humanidade e 401 VII,66(277) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 6.~ 402 VII,67 | Prega a doutrina moral da Igreja, em defesa do direito da 403 VII,67 | também a doutrina social da Igreja, cujo fundamento está no 404 VII,67 | que a doutrina social da Igreja é capaz de suscitar esperança 405 VII,67 | gravíssimas. Como a santa Igreja é no mundo sacramento de 406 VII,67(278) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.~ 407 VII,67 | sofrimentos.~Nesta situação, a Igreja continua a anunciar a paz 408 VII,67 | ensina a doutrina social da Igreja.~Se eventualmente se encontrar 409 VII,68 | consequente necessidade da Igreja como instrumento de salvação 410 VII,68 | nada tira ao facto de a Igreja nutrir pelas religiões do 411 VII,68 | catequese e da missão da Igreja.~Afirmar com desassombro 412 VII,69 | daí podem derivar para a Igreja e para o género humano inteiro. 413 VII,69 | nesta matéria, a visão da Igreja tem três pontos de referência 414 VII,71 | desagregação da família. O não da Igreja ao aborto e à eutanásia 415 VII,71 | de chamá-la a tornar-se igreja doméstica ».291 ~ 416 Conclu,73 | hoje aparece na vida da Igreja!~Pede-se aos Bispos do terceiro 417 Conclu,73 | externas às Igrejas e à Igreja? Teríamos vontade de desabafar 418 Conclu,73 | Outro recurso nosso é a Igreja, na qual estamos inseridos 419 Conclu,73 | santidade.297 Fazer da Igreja « a casa e a escola da 420 Conclu,73 | poucas hoje – em que uma Igreja particular por si só ou 421 Conclu,73 | seus irmãos é a própria Igreja particular, quando nela 422 Conclu,73 | está só: não está só na Igreja universal, nem o está na 423 Conclu,73 | universal, nem o está na sua Igreja particular.~ 424 Conclu,74 | consagrados, chamados a ser na Igreja e no mundo testemunhas eloquentes 425 Conclu,74 | possibilidades de apostolado na Igreja, que constituem para os 426 Conclu,74 | nossos irmãos e irmãs na Igreja e de todos os homens e mulheres 427 Conclu,74 | da Virgem Maria, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos. 428 Conclu,74(300)| II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 21.~