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IntraText - Concordâncias

bispo

    Capítulo,Parágrafo
1 Intro,1 | solene Oração de Ordenação, o Bispo ordenante principal, depois 2 Intro,1(1)| Rito da Ordenação do Bispo: Oração de Ordenação.~ 3 Intro,1 | comigo sobre a figura do Bispo, servidor do Evangelho de 4 Intro,1 | que «  a figura ideal do Bispo, com que a Igreja continua 5 Intro,3 | De facto é tarefa de cada Bispo anunciar ao mundo a esperança, 6 Intro,3 | o ministério pastoral do Bispo.~Compete-lhe, de modo particular, 7 Intro,3 | cristã (cf. 1 Ped 3, 15). O Bispo é profeta, testemunha e 8 Intro,3 | provêm do Evangelho é que um Bispo consegue manter viva a própria 9 Intro,3 | céu (cf. Heb 6, 18- 20), o Bispo é, no meio da sua Igreja, 10 Intro,4 | mais firme a esperança dum Bispo, levando-o a confiar que 11 Intro,4 | encontrada. Deste modo o Bispo será um sinal cada vez mais 12 Intro,5 | dedicado ao tema sinodal do Bispo, servidor do Evangelho de 13 I | MISTÉRIO E MINISTÉRIO DO BISPO~ 14 I,7 | também o ser e o agir do Bispo. Por isso, justamente e 15 I,7 | a vida e o ministério do Bispo à luz da eclesiologia trinitária 16 I,7 | tradição que apresenta o Bispo como imagem do Pai, o Qual, 17 I,7 | Antioquia, é como que o Bispo invisível, o Bispo de todos. 18 I,7 | que o Bispo invisível, o Bispo de todos. Por conseguinte, 19 I,7 | todos. Por conseguinte, cada Bispo ocupa o lugar do Pai de 20 I,7 | só pode ser ocupada pelo Bispo. Da mesma estrutura deriva, 21 I,7 | estrutura deriva, para cada Bispo, o dever de cuidar, com 22 I,7 | presbíteros, colaboradores do Bispo no seu ministério, e com 23 I,7(19) | Romano, Rito da Ordenação do Bispo: Promessa do eleito.~ 24 I,7 | culturas, beija-se a mão do Bispo como a do pai amoroso, dispensador 25 I,7 | misericordiosa entre os homens. O Bispo, agindo em lugar e nome 26 I,7 | Espírito Santo, que configura o Bispo a Cristo, habilita-o a ser 27 I,7 | trinitária do seu ser, cada Bispo no seu ministério tem a 28 I,7(22) | Romano, Rito da Ordenação do Bispo: Homilia proposta.~ 29 I,8 | através da sucessão pessoal do Bispo de Roma ao bem-aventurado 30 I,8 | profundidade do ser de cada Bispo e pertence à estrutura da 31 I,8 | se se deve dizer que um Bispo nunca está só, enquanto 32 I,8 | Igreja particular.40  Cada Bispo – sempre em união com todos 33 I,8 | também quando colabora com o Bispo diocesano no governo da 34 I,8 | episcopal tais como a de Bispo Auxiliar ou de representante 35 I,9 | munus pastorale) que cada Bispo recebe com a consagração 36 I,9 | iluminam.43 ~Por isso mesmo, o Bispo, quando ensina, ao mesmo 37 I,10 | Agostinho: «  Para vós sou Bispo, convosco sou cristão  ».45 ~ 38 I,10 | pelo Espírito à Igreja, o Bispo por um lado é, antes de 39 I,10 | fraternidade. Por outro lado o Bispo, em virtude da plenitude 40 I,10 | único e sumo Sacerdote. O Bispo torna-se «  pai  », exactamente 41 I,10 | precisamente na pessoa do Bispo, que é e permanece um baptizado 42 I,10 | realidade mais profunda do Bispo é o fundamento do seu «  43 I,10 | na consagração, que põe o Bispo «  perante  » os outros 44 I,10 | testemunho de autêntica do Bispo nos seus actos magisteriais; 45 I,10 | meios de santificação que o Bispo lhes oferece; por último, 46 I,10 | responsabilidade pessoal do Bispo pelo bem da Igreja a ele 47 II | II~A VIDA ESPIRITUAL DO BISPO~ 48 II,11 | devem reduzir as funções do Bispo a uma tarefa meramente organizacional. 49 II,11 | comporta, na vida pessoal do Bispo e no exercício do ministério 50 II,11 | santidade subjectiva, na qual o Bispo, com o apoio da graça, há-de 51 II,11 | a alma do ministério do Bispo, que fica envolvido num 52 II,11 | caridade do Bom Pastor, que o Bispo é chamado a santificar-se 53 II,11 | assim a espiritualidade do Bispo há-de ser também uma espiritualidade 54 II,11 | Santa Igreja.~Isto exige no Bispo uma atitude de serviço marcada 55 II,11 | do ministério santifica o Bispo e torna-o, no plano subjectivo, 56 II,11 | a santidade pessoal do Bispo não se limita apenas ao 57 II,11 | ministério pastoral recebido, o Bispo torna-se sinal de Cristo 58 II,12 | para ilustrar a figura do Bispo como amigo de Deus, pastor 59 II,12 | de Moisés. Fixando-o, o Bispo pode tirar inspiração do 60 II,12 | 29-30), assim também o Bispopoderá mostrar entre 61 II,12 | da Santíssima Trindade, o Bispo será sinal da bondade misericordiosa 62 II,12 | ministério e no caminho do Bispo. Eu próprio assinalei esta 63 II,12 | do Espírito Santo, que o Bispo recebe na Ordenação Episcopal, 64 II,12 | caminho de santidade do Bispo. Esta terá de ser sempre 65 II,12 | precisamente a vida espiritual do Bispo que favorece a fecundidade 66 II,12 | fazer por fazer  », então o Bispo deve ser o primeiro a mostrar, 67 II,13 | O caminho espiritual do Bispo~13. Um Bispo só pode considerar-se 68 II,13 | espiritual do Bispo~13. Um Bispopode considerar-se verdadeiro 69 II,13 | sublime de Deus  ».52 ~Para o Bispo, a vocação à santidade está 70 II,13 | fazei do vosso servidor um Bispo vigoroso, um Bispo santo 71 II,13 | servidor um Bispo vigoroso, um Bispo santo na sucessão dos santos 72 II,13 | perfeição das virtudes, «  o Bispo é chamado a prosseguir o 73 II,13 | mistério e ministério exige do Bispo um caminho de santidade, 74 II,13 | Igreja. Mas neste caminho, o Bispo torna-se, em íntima comunhão 75 II,13 | também a lei canónica: «  O Bispo diocesano, lembrado da obrigação 76 II,13 | O caminho espiritual do Bispo, como aliás o de todo o 77 II,13 | convosco. Pois para vós sou Bispo; convosco sou cristão. Aquilo 78 II,13 | do Baptismo recebido, o Bispo, como todo o cristão, participa 79 II,13 | modo, a espiritualidade do Bispo há-de ser uma espiritualidade 80 II,13 | fragilidade humana, também o Bispo é chamado a recorrer, com 81 II,13 | dos próprios pecados, cada Bispo, juntamente com os seus 82 II,13 | presbitério diocesano, o Bispo esforçar-se-á por percorrer 83 II,13 | Ordens Sacras. Por isso, o Bispo vive de , esperança e 84 II,13 | intensamente a Igreja. Todo o Bispo é configurado a Cristo para 85 II,13 | espiritualidade específica do Bispo, como diversas vezes assinalaram 86 II,13 | Jesus Cristo na esperança, o Bispo deve espelhar e quase fazer 87 II,13 | glória  ».61 ~Por isso, o Bispo tem necessidade constante 88 II,13 | de espiritualidade para o Bispo, que daí deve haurir os 89 II,13(61) | Rito da Ordenação do Bispo: Entrega da mitra.~ 90 II,13 | o caminho espiritual do Bispo coincide com a própria caridade 91 II,13 | santificação  ».63  Nenhum Bispo pode ignorar que, no vértice 92 II,13 | estrada mestra da santidade do Bispo no meio do seu povo.~ 93 II,14 | sustentáculo à vida espiritual do Bispo também a presença materna 94 II,14 | et spes nostra. Assim, o Bispo acalentará uma devoção autêntica 95 II,14 | 26-27). De igual modo, o Bispo é chamado a reproduzir a 96 II,14 | 14).~Por conseguinte, o Bispo encontrará na santa Mãe 97 II,14 | primeira comunidade cristã, o Bispo será guardião e transmissor 98 II,14 | sólida devoção mariana do Bispo adoptará como referência 99 II,14 | Mais ainda, será missão do Bispo fazer com que a Liturgia 100 II,14 | negar este princípio, o Bispo alimentará a sua piedade 101 II,14 | associada a sua santa Mãe, cada Bispo é convidado a ser também 102 II,15 | da Palavra de Deus. Cada Bispo deverá sempre confiar-se, 103 II,15 | transmissor da Palavra, o Bispo, com os seus sacerdotes 104 II,15 | de um ventre materno. O Bispo repete com Santo Inácio 105 II,15 | Cristo  ».68  Por isso, cada Bispo recorde-se sempre da conhecida 106 II,15 | da Sagrada Escritura. Um Bispo será externamente vão pregador 107 II,16 | centro da vida e missão do Bispo, e também de cada sacerdote.~ 108 II,16 | activa dos fiéis, então o Bispo aparece à vista de todos 109 II,16 | da pregação.74 ~O amor do Bispo pela sagrada Eucaristia 110 II,17 | particular obrigação para um Bispo e para quantos «  tiveram 111 II,17 | experiência contemplativa  ».75  O Bispo não se pode esquecer que 112 II,17 | Act 6, 4). Por isso, o Bispoconseguirá ser um mestre 113 II,17 | A oração pessoal do Bispo há-de ser de modo muito 114 II,17 | modo muito particular, o Bispo reza pela santidade dos 115 II,17(77) | Rito da Ordenação do Bispo: Promessa do eleito.~ 116 II,17 | nome de Deus. Assim, um Bispo apresenta-se e realiza-se 117 II,17 | o Esposo.~Por isso, cada Bispo ora com o seu povo e ora 118 II,17 | idades. No meio deles, o Bispo é educador e promotor da 119 II,18 | são-no de modo particular no Bispo, o qual, como sucessor dos 120 II,18 | Igreja e do mundo. Na vida do Bispo deve resplandecer a vida 121 II,18 | contemplar, no rosto do Bispo, aquelas qualidades que 122 II,18 | hão-de poder ver, no seu Bispo, o rosto também daquele 123 II,19 | tão humanos de Jesus, o Bispo torna-se modelo e promotor 124 II,19 | santificação do seu povo, o Bispo é efectivamente chamado 125 II,19 | Seguindo as pegadas de Jesus, o Bispo é obediente ao Evangelho 126 II,19 | saliente na obediência do Bispo. De facto, a plenitude do 127 II,19 | comunhão hierárquica do Bispo com o Sumo Pontífice reforça 128 II,19 | carácter comunitário, o Bispo é chamado a viver a sua 129 II,19 | Como modelo de escuta, o Bispo estará atento de igual modo 130 II,20 | a prática da pobreza no Bispo~20. Os padres sinodais recolheram, 131 II,20 | salvação  ».87 ~Por isso o Bispo, que deseja ser autêntica 132 II,20 | preferencial. A decisão do Bispo de viver o seu ministério 133 II,20 | disso, tal decisão coloca o Bispo numa situação de liberdade 134 II,20 | Isto requer, da parte do Bispo, uma plena confiança na 135 II,20 | partilha e simplicidade, o Bispo administra os bens da Igreja 136 II,21 | Pontifical Romano,90  o Bispo é convidado a tomar consciência 137 II,21 | exemplo e a sua palavra, o Bispo exorta os cristãos a oferecerem 138 II,21 | contexto social actual, o Bispo deve estar particularmente 139 II,21 | por ministros da Igreja, o Bispo deve ser forte e decidido, 140 II,21 | acção vigilante e paterna, o Bispo cumpre a obrigação que tem 141 II,21(90) | Rito da Ordenação do Bispo: Entrega do anel.~ 142 II,22 | assembleia sinodal. Obviamente, o Bispo é o primeiro que, no seu 143 II,22 | acrescentar aqui que um Bispo deve encorajá-la particularmente 144 II,22 | comunhão significa, para um Bispo, alimentar a comunhão com 145 II,22 | desproporcionada dos problemas, um Bispo de boa vontade há-de recorrer, 146 II,23 | obriga a reconhecer que o Bispo é chamado a viver a sua 147 II,23 | sua unidade interior, o Bispo precisa de cultivar um teor 148 II,23 | dimensões constitui, no Bispo, um acto de amor para com 149 II,23 | de ti  ».93 ~Por isso, o Bispo procure entrar com equilíbrio 150 II,24 | A formação permanente do Bispo~24. Em estreita ligação 151 II,24 | com o compromisso que o Bispo tem de avançar incansavelmente 152 II,24 | necessária especialmente para o Bispo, que carrega a responsabilidade 153 II,24 | formação permanente, no caso do Bispo, é uma exigência intrínseca 154 II,24 | sacramental: com efeito, o Bispo deve «  guardar com amor 155 II,24 | formas de ministério do Bispo vão evoluindo. Também deste 156 III,26 | actividade evangelizadora do Bispo, que visa conduzir os homens 157 III,26 | primeiro lugar, sendo o Bispo o primeiro anunciador do 158 III,27 | própria missão apostólica, o Bispo está habilitado para introduzir 159 III,28 | O Bispo, ouvinte e guardião da Palavra~ 160 III,28 | e guarda o ministério do Bispo e, por outro, que a sua 161 III,28 | sinodais recordaram que o Bispo é aquele que guarda com 162 III,28 | vida na Igreja é, para cada Bispo, a condição para o exercício 163 III,28 | sua missão de ensinar. Um Bispo encontra a sua identidade 164 III,28 | de mestre na Igreja, cada Bispo deve poder repetir como 165 III,28 | intervenções que exortavam o Bispo a privilegiar o encontro 166 III,28 | o encontro frequente do Bispo, primeiramente, com os seus 167 III,29 | Ordenação episcopal, cada Bispo recebeu a missão fundamental 168 III,29 | sua Ordenação sagrada, o Bispo é doutor autêntico, que 169 III,29 | conformar-se ao parecer que o seu Bispo emite em nome de Cristo 170 III,29 | serviço à Verdade, cada Bispo está colocado perante a 171 III,29 | coração da Igreja, cada Bispo devolve-o aos seus irmãos, 172 III,29 | simplesmente palavra do Bispo enquanto pessoa privada, 173 III,29 | necessidade da palavra do próprio Bispo, precisam da confirmação 174 III,29 | catequista por excelência é o Bispo; o papel incisivo de grandes 175 III,29 | que é tarefa permanente do Bispo assumir a direcção cimeira 176 III,29 | Por isso, é dever de cada Bispo assegurar na sua Igreja 177 III,29 | transmissão e educação da , cada Bispo deve empenhar-se a fim de 178 III,29 | religião católica.118  O Bispo terá a peito a sua formação 179 III,30 | sua Igreja particular, o Bispo há-de pôr todo o empenho 180 III,31 | exemplo~31. O ministério do Bispo enquanto anunciador do Evangelho 181 III,31 | autêntica vida de . Se o Bispo, que ensina com uma autoridade 182 III,31 | todas as actividades do Bispo devem ter como finalidade 183 III,31 | estão de tal forma unidas no Bispo que não se pode pensar nelas 184 III,31 | de vida torna-se para o Bispo como que um novo título 185 III,31 | ensinamento autêntico do Bispo; da segunda, a facilitação 186 III,31 | palavras escritas por um grande Bispo da Igreja antiga, Santo 187 III,31 | querendo definir o tipo de Bispo ideal e formar com os seus 188 IV,32 | prioritárias e fundamentais do Bispo – o ministério da santificação –, 189 IV,32 | propaga na vida da Igreja, é o Bispo, sobretudo por meio da Liturgia 190 IV,32 | ministério litúrgico do Bispo, pois este apresenta-se 191 IV,32 | Igreja particular, onde o Bispo exerce o seu ministério 192 IV,32 | Lumen gentium se atribui ao Bispo um título expressivo, tomado 193 IV,32 | munus sanctificandi), o Bispo realiza o fim que se propõe 194 IV,33 | Igreja particular~33. O Bispo exerce o ministério da santificação 195 IV,33 | cerimónias presididas pelo Bispo, assumem relevo particular 196 IV,33 | celebração da Eucaristia em que o Bispo está rodeado pelo seu presbitério 197 IV,33 | particular. Nestas celebrações, o Bispo apresenta-se à vista de 198 IV,33 | promoção da esperança cristã. O Bispo não se limita apenas a anunciar, 199 IV,34 | santificação em toda a diocese, o Bispo tem como ponto focal do 200 IV,34 | catedral é o lugar onde o Bispo tem a sua cátedra, a partir 201 IV,34 | sentado na sua cátedra, um Bispo apresenta-se à frente da 202 IV,34 | Oriente como no Ocidente, só o Bispo é que pode sentar-se na 203 IV,34 | que gravita em redor do Bispo, sobretudo na igreja catedral, 204 IV,34 | único altar a que preside o Bispo rodeado pelo presbitério 205 IV,34 | do munus sanctificandi do Bispo; tal múnus, bem como a própria 206 IV,34 | plenitude do sacerdócio do Bispo e um sinal da íntima união 207 IV,34(133)| Romano, Rito da Ordenação do Bispo, dos Presbíteros e dos Diáconos, 208 IV,35 | O Bispo, moderador da liturgia enquanto 209 IV,35 | orandi.136 ~Deste modo, cada Bispo seja exemplar na arte de 210 IV,35 | mistérios. Além disso o Bispo deve, através duma promoção 211 IV,35 | especialmente as presididas pelo Bispo na sua catedral, hão-de 212 IV,35 | sagrada liturgia da Igreja, o Bispo não deixe, a bem dos fiéis, 213 IV,35 | arbitrariedade no campo litúrgico. O Bispo por si mesmo, naquilo que 214 IV,36 | A vida e o ministério do Bispo devem estar de certo modo 215 IV,36 | grande parte do exemplo do Bispo.~Ao centro do seu ministério, 216 IV,36 | semana  ».138 ~A presença do Bispo, que ao domingo – também 217 IV,36 | Senhor.140  Naturalmente o Bispo reservará uma atenção particular 218 IV,37 | O Bispo ministro da celebração eucarística~ 219 IV,37 | do munus sanctificandi do Bispo está a Eucaristia, que ele 220 IV,37 | sacerdócio.143 ~É que o Bispo contribui para a edificação 221 IV,37 | o ministério sagrado do Bispo, é manifestado o símbolo 222 IV,37 | do ministério pastoral do Bispo, o mais imperioso e importante 223 IV,37 | Isto agrava o dever do Bispo, enquanto pai de família 224 IV,37 | falta da Santa Missa, o Bispo procure que a comunidade, 225 IV,38 | O Bispo, responsável da iniciação 226 IV,38 | cujo ministro primeiro é o Bispo – com uma especial efusão 227 IV,38 | presença e o ministério do Bispo diocesano, especialmente 228 IV,38 | normalmente na Vigília Pascal.~O Bispo tem ainda a obrigação de 229 IV,38 | sacramento da Confirmação, o Bispo, enquanto seu ministro primeiro, 230 IV,39 | A responsabilidade do Bispo na disciplina penitencial~ 231 IV,39 | das feridas do pecado.~Ao Bispo, como primeiro responsável 232 IV,39 | Sempre que necessário, o Bispo seja um ministro exemplar 233 IV,39 | A responsabilidade do Bispo inclui também o dever de 234 IV,39 | reconciliação por outros meios. O Bispo não deixará de recordar, 235 IV,39 | lembrar que pertence também ao Bispo o dever de regular, de modo 236 IV,40 | sob a responsabilidade do Bispo, na própria diocese. Compete-lhe 237 IV,41 | ministério de santificação do Bispo tem por objectivo a santidade 238 V | V~O GOVERNO PASTORAL DO BISPO~ 239 V,42 | Jesus, modelo supremo do Bispo, encontra uma eloquente 240 V,43 | autoridade de serviço pastoral do Bispo~43. O Bispo é enviado, em 241 V,43 | pastoral do Bispo~43. O Bispo é enviado, em nome de Cristo, 242 V,43 | Disto deriva para o Bispo a representação e o governo 243 V,43 | propósito do governo pastoral do Bispo, sendo retomado no rito 244 V,43 | trabalho, não honra; e o Bispo, mais do que presidir, tem 245 V,43 | sinodal, requer da parte do Bispo algumas qualidades, entre 246 V,43 | Jesus Bom Pastor.~O poder do Bispo é um verdadeiro poder, mas 247 V,43(165)| Romano, Rito da Ordenação do Bispo, Homilia proposta.~ 248 V,43 | que lhe foi confiado, o Bispo está investido de poder 249 V,43 | sacramento.~Mas o governo do Bispo só será pastoralmente eficaz250 V,43 | testemunho. Em tudo o que o Bispo diz e faz, deve ser revelada 251 V,43 | da santidade de vida do Bispo, isto é, o seu testemunho 252 V,43 | valorização da autoridade do Bispo advém, não das suas exterioridades, 253 V,43 | serviço. Por isso, cada Bispo deve aplicar a si próprio 254 V,43 | destas palavras do Senhor, o Bispo governa com o coração do 255 V,43 | vivida, a forma de governo do Bispo será verdadeiramente única 256 V,43 | moral de que se reveste o Bispo pela sua santidade de vida. 257 V,44 | comunhão eclesial levará o Bispo a um estilo pastoral cada 258 V,44 | circularidade entre aquilo que o Bispo tem a responsabilidade pessoal 259 V,44 | ontológica-funcional, que coloca o Bispo «  perante  » os outros 260 V,44 | comum que é a salvação. O Bispo é responsável pela realização 261 V,44 | acrescentar que o ministério do Bispo não se pode absolutamente 262 V,44 | na potestas iudicandi: o Bispo é chamado não só a testemunhar 263 V,44 | responsabilidade pessoal do Bispo, mas supõe também a participação 264 V,44 | responsabilidade pessoal do Bispo, quer na participação que 265 V,44 | assembleias diocesanas, que o Bispo presidirá sem nunca abdicar 266 V,44 | efusão do Espírito Santo, o Bispo – como oportunamente lembrou 267 V,44 | acção este amor-comunhão, o Bispo deve esforçar-se por torná-lo 268 V,44 | categorias de fiéis. Por isso, o Bispo esforçar-se-á por suscitar, 269 V,45 | enquanto estrutura de que o Bispo se serve para manifestar 270 V,45 | existentes numa diocese, é o Bispo: a ela sobretudo deve reservar 271 V,46 | encontro e o diálogo do Bispo com os fiéis.179  O Bispo 272 V,46 | Bispo com os fiéis.179  O Bispo Bartolomeu dos Mártires – 273 V,46 | da presença espiritual do Bispo entre os seus fiéis.180 ~ 274 V,46 | visita pastoral à paróquia o Bispo, deixando a outros delegados 275 V,46 | esperança. E aí sobretudo o Bispo tem o contacto directo com 276 V,47 | O Bispo com o seu presbitério~47. 277 V,47 | confiada ao cuidado pastoral do Bispo «  cum cooperatione presbyterii  ».181   278 V,47 | De facto, há entre o Bispo e os presbíteros uma communio 279 V,47 | íntimos do ministério do Bispo. Os padres sinodais reiteraram 280 V,47 | qualidade das relações entre o Bispo e os seus presbíteros. O 281 V,47 | e os seus presbíteros. O Bispo procurará sempre comportar-se 282 V,47 | Este afecto privilegiado do Bispo pelos seus sacerdotes manifesta-se 283 V,47 | primeiros deveres de cada Bispo diocesano, está o cuidado 284 V,47 | próprias mãos nas mãos do Bispo, no dia da ordenação presbiteral, 285 V,47 | a ambos: o sacerdote e o Bispo. O jovem presbítero escolhe 286 V,47 | presbítero escolhe confiar-se ao Bispo e este, por sua vez, compromete-se 287 V,47 | justamente esperar do seu Bispo provas duma especial unidade. 288 V,47 | constitui, também para o Bispo, um momento significativo 289 V,47 | filhos, decorre entre o Bispo e os seus sacerdotes. Um 290 V,47 | é o filho sábio? Possa o Bispo congratular-se consigo próprio 291 V,47 | circunstâncias e análogas, o Bispo tem o dever de fazer com 292 V,47 | persistente debilitação, o Bispo faça-lhes sentir a sua solidariedade 293 V,47 | paixão do Senhor  ».186 ~O Bispo há-de acompanhar, com a 294 V,48 | presbíteros constitui para o Bispo uma preocupação de primordial 295 V,48 | Cristo.190 ~Por isso, cada Bispo manifestará o seu desvelo 296 V,48 | da comunidade cristã. O Bispo não deixará de visitar com 297 V,48 | particular é um elemento de que o Bispo não pode prescindir. Com 298 V,48 | administrar as Ordens sacras, cada Bispo há-de efectuar o devido 299 V,48 | conferir a Ordem presbiteral, o Bispo só depois duma cuidadosa 300 V,49 | O Bispo e os diáconos permanentes~ 301 V,49 | Deus.194 ~Por isso, cada Bispo terá grande cuidado por 302 V,49 | disposições da Santa ,195  o Bispo há-de procurar, dentro do 303 V,50 | A solicitude do Bispo pelas pessoas de vida consagrada~ 304 V,50 | consagrada no ministério do Bispo. Apelando-se a este documento 305 V,50 | que, na Igreja-comunhão, o Bispo deve estimar e promover 306 V,50 | carismática. Por isso, o Bispo examinará com atenção se, 307 V,50 | como pela vigilância –, o Bispo deverá reservar um lugar 308 V,50 | indicações pastorais do Bispo, tendo em vista uma plena 309 V,50 | onde residem. Com efeito, o Bispo é o responsável da actividade 310 V,50 | em sérias dificuldades: o Bispo dedicar-lhes-á um cuidado 311 V,50 | nascidos na sua diocese, o Bispo terá o cuidado de agir segundo 312 V,51 | leigos no cuidado pastoral do Bispo~51. Nos fiéis leigos, que 313 V,51 | discernimento que é próprio do Bispo, cuja missão pastoral comporta 314 V,51 | se devem separar.199  O Bispo procurará ainda fazer com 315 V,52 | A solicitude do Bispo pela família~52. Numerosos 316 V,52 | missão.201 ~Pertence ao Bispo fazer com que sejam sustentados 317 V,52 | dificuldade. A proximidade do Bispo aos cônjuges e aos seus 318 V,52 | isso, é necessário que o Bispo apoie e qualifique a obra 319 V,53 | em ordem ao futuro~53. O Bispo, pastor e pai da comunidade 320 V,54 | isso, será oportuno que o Bispo faça apelo às famílias, 321 V,54 | acção pastoral. Por isso, o Bispo há-de procurar que a pastoral 322 V,54 | alguns dos âmbitos onde o Bispo exerce o seu ministério 323 V,54 | a responsabilidade que o Bispo assumiu diante de Deus e 324 V,54(205)| Romano, Rito da Ordenação do Bispo: Promessa do eleito.~ 325 VI,55 | interpela a consciência de cada Bispo, como membro do Colégio 326 VI,55 | Desta forma, cada Bispo está relacionado simultaneamente 327 VI,55 | universal. De facto, o mesmo Bispo, que é princípio visível 328 VI,55 | catolicidade. Deste modo, cada Bispo é de certo forma ponto de 329 VI,55 | na comunhão das Igrejas o Bispo representa a sua Igreja 330 VI,56 | O Bispo diocesano na sua relação 331 VI,56 | tratar a relação entre o Bispo e a suprema autoridade à 332 VI,56 | refere às relações entre o Bispo e a Cúria Romana, esperando 333 VI,56 | sua Igreja particular, o Bispo diocesano possui todo o 334 VI,56 | por outro lado, o poder do Bispo coexiste com o poder supremo 335 VI,56 | Igrejas, a de Roma, cujo BispoSucessor de Pedro – é 336 VI,56 | Igreja [...]. O primado do Bispo de Roma e o Colégio Episcopal 337 VI,56 | ordinário, próprio e imediato do Bispo, requerido para o exercício 338 VI,56 | pertence intrinsecamente ao Bispo na sua diocese, entra dentro 339 VI,56 | natureza, exercidas por cada Bispo diocesano na comunhão hierárquica 340 VI,56 | coordenação da responsabilidade do Bispo diocesano com a da suprema 341 VI,56 | efeito, se por um lado o Bispo, para exprimir cabalmente 342 VI,56 | comunhão eclesial, tal como o Bispo não está só mas faz contínua 343 VI,56 | ordinário, próprio e imediato do Bispo na sua Igreja particular.~ 344 VI,57 | celebrada em comunhão com o Bispo próprio, com o Romano Pontífice 345 VI,59 | as Igrejas.~Cada acção do Bispo realizada no exercício do 346 VI,59 | deriva do facto de cada Bispo estar inserido e unido num 347 VI,59 | Colégio. De facto, cada Bispo é responsável simultaneamente, 348 VI,59 | comunhão episcopal, cada Bispo sinta como próprias as dificuldades 349 VI,61 | também do múnus de cada Bispo, sem invadir o campo da 350 VI,61 | Patriarca, que por sua vez é o Bispo da eparquia patriarcal, 351 VI,61 | legítima autonomia de cada Bispo no governo da sua Igreja; 352 VI,63 | relativamente àquela que cada Bispo desempenha, por direito 353 VI,63 | a nível da sua Igreja, o Bispo diocesano apascenta em nome 354 VI,64 | 21) constitui, para cada Bispo, um veemente apelo para 355 VI,64 | vocação específica que cada Bispo tem de promover na própria 356 VI,65 | evidência o facto de que todo o Bispo deve estar consciente da 357 VI,65 | do Evangelho. Por isso, o Bispo deve suscitar, promover 358 VI,65 | os fiéis.~No seu zelo, o Bispo apresente-se como servo 359 VII | CAPÍTULO VII~O BISPO~PERANTE OS DESAFIOS ACTUAIS~ 360 VII,66 | as suas pegadas, também o Bispo sai para O anunciar ao mundo 361 VII,66 | 4, 10).~Assim a acção do Bispo há-de caracterizar-se por 362 VII,67 | O Bispo, obreiro de justiça e de 363 VII,67 | padres sinodais viram o Bispo como um profeta de justiça. 364 VII,67 | aos conflitos e à morte, o Bispo é o defensor dos direitos 365 VII,67 | género humano,278  também o Bispo é defensor e pai dos pobres, 366 VII,67 | eclesiais, cujo pastor é o Bispo. A exemplo de Jesus, que 367 VII,67 | não raras infelizmente, o Bispo, ao mesmo tempo que exorta 368 VII,69 | 69. Na acção pastoral do Bispo, não pode faltar uma particular 369 VII,71 | O ministério do Bispo em prol da saúde~71. A solicitude 370 VII,71 | solicitude pelo homem leva o Bispo a imitar Jesus, o verdadeiro «  371 VII,71 | da própria diocese, cada Bispo, com a ajuda de pessoas 372 VII,71 | prioridade no coração dum Bispo.~De modo particular, os 373 VII,72 | O cuidado pastoral do Bispo pelos migrantes~72. Os movimentos 374 Conclu,73 | confiou o seu rebanho a cada Bispo, para que o alimente com 375 Conclu,73 | imediato recurso para o Bispo à procura do «  pão  » para 376 Conclu,73 | imediatamente a precederam. É que um Bispo nunca está só: não está 377 Conclu,74 | 74. O compromisso do Bispo, ao início dum novo milénio, 378 Conclu,74 | componentes do Povo de Deus. O Bispo há-de poder contar com os


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