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Capítulo,Parágrafo
1 Intro,1 | com Cristo na santidade de vida, se dedica generosamente 2 Intro,4 | glorificada, abriu o horizonte da vida eterna a todos os homens 3 Intro,4 | ministério, os sinais da vida capazes de derrotar os germes 4 Intro,5 | e conduz à plenitude da vida. Duc in regendo! Como pastores 5 Intro,5 | é mistério de morte e de vida. A Cruz tornou-se para a 6 Intro,5 | para a Igreja « árvore da vida ». Por isso, anunciamos 7 Intro,5 | Por isso, anunciamos que a vida venceu a morte.~Precederam-nos 8 Intro,5 | fortalecem-nos com o exemplo da sua vida, instruem-nos com a sua 9 Intro,5 | desde os primórdios da vida da Igreja até aos nossos 10 Intro,5 | de todas as pessoas de vida consagrada e de todos os 11 I,6 | encargo de transmitir é a vida para a Igreja de todos os 12 I,6 | participação ontológica na sua vida e missão, desempenhando 13 I,7 | fundamento trinitário do mesmo. A vida de Cristo é trinitária: 14 I,7 | padres sinodais ilustrar a vida e o ministério do Bispo 15 I,7 | amoroso, dispensador de vida.~Cristo é o ícone original 16 I,7 | do Espírito Santo que dá vida à Igreja e com a sua força 17 I,9 | condução do Povo santo para a vida eterna. Trata-se efectivamente 18 I,10 | Mãe, recebeu ele o dom da vida divina no sacramento do 19 I,10 | estrutura harmoniosamente a vida da Igreja, como lugar de 20 I,10 | magisteriais; circularidade entre a vida santa dos fiéis e os meios 21 II | CAPÍTULO II~A VIDA ESPIRITUAL DO BISPO~ 22 II,11 | compartilhar a sua própria vida. Também esta partilha, que 23 II,11 | sobre o que comporta, na vida pessoal do Bispo e no exercício 24 II,11 | Cristo, requer um estilo de vida que manifeste o « andar 25 II,11 | eclesial, porque tudo na sua vida está orientado para a amorosa 26 II,11 | por assumir um estilo de vida em que imite a kénosis de 27 II,11 | humildade e na simplicidade de vida, acaba por se reduzir a 28 II,12 | do empenho espiritual na vida, no ministério e no caminho 29 II,12 | sintonia com as exigências da vida da Igreja e o apelo do Espírito 30 II,12 | o início o projecto duma vida santa, que eu mesmo indiquei 31 II,12 | facto, é precisamente a vida espiritual do Bispo que 32 II,12 | na imitação generosa da vida do Bom Pastor que se encontra 33 II,12 | mostrar, com o exemplo da sua vida, que é preciso restabelecer 34 II,12 | a perspectiva cristã da vida, é também princípio essencial 35 II,13 | ser homem de Deus; a sua vida e o seu ministério estão 36 II,13 | à semelhança da própria vida da Igreja. Mas neste caminho, 37 II,13 | humildade e simplicidade de vida, esforce-se com todo o empenho 38 II,13 | chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da 39 II,13 | através do próprio coração e vida, a caridade de Deus.~Os 40 II,13 | também a nível humano, a vida espiritual.58 Em virtude 41 II,13 | Consequentemente deve cultivar uma vida de oração e fé profunda, 42 II,13 | que é mestra perfeita de vida espiritual.59 ~Deste modo, 43 II,13 | necessidade de nutrir a sua vida espiritual com a palavra 44 II,13 | Eucaristia, alimento de vida eterna. Devido à sua fragilidade 45 II,13 | pro-existentia, isto é, de uma vida que se inspira no modelo 46 II,14 | da esperança e mestra de vida espiritual~14. Há-de servir 47 II,14 | servir de sustentáculo à vida espiritual do Bispo também 48 II,14 | dos factos salvíficos da vida de Cristo, a que esteve 49 II,15 | fazer crescer a própria vida espiritual.66 Entre eles, 50 II,15 | meditatio da Palavra de Deus na vida dos Pastores e no seu ministério 51 II,15 | conversão dos pensamentos e da vida a Ele, acompanhada pela 52 II,16 | pascal está no centro da vida e missão do Bom Pastor, 53 II,16 | Eucaristia constitui o centro da vida e missão do Bispo, e também 54 II,16 | seu sangue e deu a própria vida. A Ele ergue também a sua 55 II,17 | tiveram o dom da vocação a uma vida de especial consagração: 56 II,17 | declaração que é um programa de vida: « Quanto a nós, entregar-nos-emos 57 II,17 | ministério ordenado e à vida consagrada, para que na 58 II,17 | sacerdotes, diáconos, pessoas de vida consagrada e leigos de todas 59 II,18 | àqueles que já durante a sua vida terrena quiserem segui-Lo 60 II,18 | constituem um reflexo da vida trinitária no crente; 80 61 II,18 | consagrado como Jesus. A sua vida é dependência radical d' 62 II,18 | da Igreja e do mundo. Na vida do Bispo deve resplandecer 63 II,18 | Bispo deve resplandecer a vida de Jesus e, consequentemente, 64 II,18 | chamados a seguir Cristo na vida consagrada, mas também os 65 II,18 | virtude da íntima comunhão de vida com Ele operada pelo Espírito ».81 ~ 66 II,20 | bens, um teor austero de vida, uma conversão pessoal permanente. 67 II,20 | eficazmente este serviço, se a sua vida for simples, sóbria e ao 68 II,20 | de Deus podem esperar uma vida mais digna e um futuro melhor. 69 II,21 | aqueles que abraçaram a vida religiosa com a profissão 70 II,21 | exigências duma santidade de vida exemplar no exercício do 71 II,21 | o Esposo, que deu a sua vida por nós e deixou a todos 72 II,23 | situação é constante na vida dos pastores, como dá testemunho 73 II,23 | analisar muitas vezes a vida e a actuação de cada pessoa 74 II,23 | deve portanto, pela sua vida, situar-se bem alto para 75 II,23 | precisa de cultivar um teor de vida sereno, que favoreça o equilíbrio 76 II,23 | por estes auxílios à sua vida espiritual, achará a paz 77 II,24 | sacerdotes e as pessoas de vida consagrada, a formação permanente, 78 II,24 | segue-Me” que acompanha a vida e a missão do apóstolo. 79 II,24 | resultantes do facto que a própria vida é um caminhar incessante 80 II,24 | evidente que, como acontece na vida da Igreja, também o estilo 81 II,24 | sucedidas na Igreja e na vida pastoral.97 ~ 82 II,25 | Santos Bispos~25. Na sua vida e no seu ministério, no 83 II,25 | de perseguição, deram a vida por Cristo, permanecem como 84 II,25 | também os pastores que, pela vida santa e cheia de luminosos 85 II,25 | canonização.99 ~O testemunho duma vida espiritual e apostólica 86 III,26 | esta dinâmica geradora de vida nova segundo o Espírito, 87 III,26 | palavras e do testemunho da vida. Ele deve estar consciente 88 III,27 | imitar, para n'Ele viver a vida trinitária e com Ele transformar 89 III,28 | e, por outro, que a sua vida deve estar inteiramente 90 III,28 | conscientemente palavra de vida, enquanto a tarefa do seu 91 III,28 | nos Apóstolos, progride na vida da Igreja, como ensinou 92 III,28 | costumes ».111 ~Por isso, a vida da Igreja e a vida na Igreja 93 III,28 | isso, a vida da Igreja e a vida na Igreja é, para cada Bispo, 94 III,28 | Senhor, onde recebeu o dom da vida divina e a primeira instrução 95 III,28 | coração de cada um; depois, a vida das várias Igrejas particulares, 96 III,29 | que deve crer e aplicar na vida moral. Isto significa que 97 III,29 | aplica-a mais totalmente na vida ».114 Deste modo, esta 98 III,29 | mistério de Deus e gera a vida.~Os fiéis têm necessidade 99 III,29 | e diáconos, nos fiéis de vida consagrada, nos pais e mães 100 III,29 | sereis felizes e tereis longa vida na terra que ides possuir » ( 101 III,29 | de modo particular para a vida humana, que há-de ser defendida 102 III,30 | plenitude de verdade e de vida que se realizou em Cristo 103 III,30 | delicado e precioso sector da vida social se torne mais qualificada.124 ~ 104 III,31 | do exemplo duma autêntica vida de fé. Se o Bispo, que ensina 105 III,31 | Poder-se-ia dizer que missão e vida estão de tal forma unidas 106 III,31 | testemunho da fé que a nossa vida se torna sinal visível da 107 III,31 | comunidades.~O testemunho de vida torna-se para o Bispo como 108 III,31 | um lado, um ministro de vida irrepreensível, se não é 109 III,31 | provém da cultura, se a sua vida não for irrepreensível ».126 ~ 110 IV,32 | santificação, que se propaga na vida da Igreja, é o Bispo, sobretudo 111 IV,32 | afirma-se que é meta e fonte da vida da Igreja.128 De certo 112 IV,32 | claramente a importância da vida litúrgica na Igreja particular, 113 IV,32 | ordena-se para a participação da vida divina, que se obtém à dupla 114 IV,32 | da Eucaristia. A referida vida divina desenvolve-se e manifesta-se 115 IV,32 | dos fiéis a plenitude de vida na caridade, a glória da 116 IV,33 | Fonte e meta da vida da Igreja particular~33. 117 IV,33 | também através da promoção da vida litúrgica e da piedade popular 118 IV,33 | ritos importantes para a vida da Igreja particular. Nestas 119 IV,33 | divina que permeia toda a vida dos filhos de Deus ao longo 120 IV,34 | dar a maior importância à vida litúrgica da diocese que 121 IV,34 | realiza o momento mais alto da vida da Igreja, que tem lugar 122 IV,34 | sacramental de salvação e de vida perfeita para todos os que 123 IV,35 | se transmita fielmente a vida divina, se exprima sem ambiguidades 124 IV,35 | católica. A verdade da fé e da vida cristã transmite-se não 125 IV,35 | possua também uma profunda vida teologal, que inspire o 126 IV,36 | e do ano litúrgico~36. A vida e o ministério do Bispo 127 IV,36 | programação pastoral da vida da diocese à volta do mistério 128 IV,37 | o princípio essencial da vida não só de cada um dos fiéis, 129 IV,37 | outros, pelo testemunho da vida, o mistério vivido na fé.~ 130 IV,37(146)| sobre o ministério e a vida sacerdotal Presbyterorum 131 IV,38 | crescimento e sustento da vida natural. Tendo renascido 132 IV,38 | nutridos com o alimento da vida eterna e plenamente inseridos 133 IV,38 | cada vez mais riquezas da vida divina e avançam para a 134 IV,38 | catequética e gradual empenho na vida da comunidade. Deverá também 135 IV,38 | fiéis que se afastaram da vida de fé normal e comunitária, 136 IV,38 | em plena sintonia com a vida das comunidades paroquiais 137 IV,39 | ruinosa presença do pecado na vida dos homens e na história 138 IV,40 | tesouro de espiritualidade na vida da comunidade cristã.~Também 139 IV,40 | os princípios da fé e da vida cristã. Através da piedade 140 IV,40 | oração, da participação na vida sacramental, do testemunho 141 IV,40 | ajudar os fiéis na própria vida cristã, purificá-las no 142 IV,41 | manifestação do primado de Deus na vida da Igreja. Por isso, no 143 V,42 | para servir e dar a sua vida pelas ovelhas (cf. Mt 20, 144 V,42 | ser e a sua missão, a sua vida e a sua morte. Contemplemos 145 V,43 | entre as quais se contam a vida exemplar, a capacidade de 146 V,43 | deriva da sua santidade de vida. Tal credibilidade predisporá 147 V,43 | afastada dos tumultos, uma vida austera e uma singular credibilidade ».167 ~ 148 V,43 | credibilidade da santidade de vida do Bispo, isto é, o seu 149 V,43 | mas também na forma de vida apostólica, nos sofrimentos 150 V,43 | mas para servir e dar a vida em resgate por todos » ( 151 V,43 | Bispo pela sua santidade de vida. É esta precisamente que 152 V,44 | coração da Igreja através duma vida autenticamente espiritual.~ 153 V,45 | vários aspectos e momentos da vida da diocese. Assim, foi justamente 154 V,45 | o núcleo fundamental na vida quotidiana da diocese.~ 155 V,47 | etapas fundamentais da sua vida sacerdotal, a partir dos 156 V,48 | âmbito tão fundamental para a vida da comunidade cristã. O 157 V,48 | teologicamente preparadas, fortes na vida espiritual, amantes da Igreja. 158 V,49 | exortá-los-á também a uma vida familiar exemplar.~ 159 V,50 | do Bispo pelas pessoas de vida consagrada~50. A Exortação 160 V,50 | a importância que tem a vida consagrada no ministério 161 V,50 | vocação e missão específica da vida consagrada, que pertence 162 V,50 | pertence estável e firmemente à vida e à santidade da Igreja.196 163 V,50 | na Igreja particular, a vida consagrada tem o dever duma 164 V,50 | atenção por todas as formas de vida consagrada – atenção essa 165 V,50 | reservar um lugar especial à vida contemplativa. Os consagrados, 166 V,50 | uma plena comunhão com a vida e a missão da Igreja particular 167 V,51 | cristã da ordem social e da vida pública nacional e internacional. 168 V,51 | como estão por sua opção de vida nas realidades temporais, 169 V,51 | o ministério ordenado, a vida consagrada e o serviço missionário.200 ~ 170 V,52 | Senhor Jesus, santuário da vida. Fundada sobre o sacramento 171 V,53 | especial apelo às pessoas de vida consagrada de tantos Institutos 172 V,53 | sendo educados para uma vida generosa e aberta ao serviço 173 V,53 | chegarão a compreender que uma vida é « bela » quando é doada, 174 V,53 | ao ministério sagrado e à vida consagrada.~ 175 V,54 | para descobrirem a própria vida como vocação. Por isso, 176 V,54 | projecto de Deus para a sua vida, acolhendo a chamada à santidade 177 V,54 | entusiasmo e o exemplo da sua vida, o amor a Jesus. A sua missão 178 V,54 | graça dos sacramentos e na vida de oração, que é primariamente 179 VI,56 | aplicar tal princípio à vida da Igreja, sempre salvaguardando 180 VI,58 | problemas que preocupam a vida da Igreja.236 ~Como é sabido, 181 VI,60 | através da oração e da vida cristã exemplar; depois, 182 VI,61 | estreito de caridade na vida sacramental e no mútuo respeito 183 VI,61 | glória a Deus Trino.~Na vida sinodal das Igrejas Patriarcais, 184 VI,64 | existe um ecumenismo da vida quotidiana, feito de acolhimento, 185 VI,64 | estruturas eclesiais. A própria vida interna da Igreja deve dar 186 VI,65 | receber das congregações de vida consagrada para manter viva 187 VI,65 | os tempos é levado a uma vida nova, animada pela esperança. 188 VII,67 | em defesa do direito da vida, desde a concepção até ao 189 VII,67 | mil e um actos humildes da vida de cada dia. Ela aguarda 190 VII,68 | nos lugares de trabalho da vida quotidiana convivem pessoas 191 VII,68 | interreligioso é exigido pela vida quotidiana de muitas famílias 192 VII,69 | A vida civil, social e económica~ 193 VII,70 | pela falta de respeito pela vida, como se pode verificar 194 VII,70 | proteja o bem radical da vida em todas as suas manifestações 195 VII,71 | anunciado o « Evangelho da vida ». O empenho em humanizar 196 VII,71 | autêntica « cultura da vida » na sociedade contemporânea: « 197 VII,71 | pastores sejam o desprezo pela vida, desde a concepção até ao 198 VII,71 | e à eutanásia é um sim à vida, um sim à bondade originária 199 VII,72 | graves consequências na vida concreta – da emigração 200 Conclu,73 | sobrar ainda hoje aparece na vida da Igreja!~Pede-se aos Bispos 201 Conclu,74 | eloquentes do primado de Deus na vida cristã e da força do seu 202 Conclu,74 | Testemunha da verdadeira vida, Maria « brilha como sinal