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João Paulo II
Pastores gregis

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
101-basil | basta-destr | desve-gerad | gerai-nisto | no-lo-refer | refle-videi | vigen-zonas

                                                             negrito = Texto principal
     Capítulo,Parágrafo                                      cinza = comentário
1 | 101 2 | 102 3 VI,61(250) | de 1990): AAS 82 (1990), 1037.~ 4 | 104 5 V,48(192) | de Direito Canónico, cân. 1051.~ 6 VI,61(256) | ibid., cân(s). 101-§ 2 e 1062.~ 7 | 108 8 | 112 9 | 115 10 | 116 11 II,23(93) | Mediolanensis (Milão 1599), 1178.~ 12 | 118 13 | 119 14 | 123 15 | 126 16 | 128 17 III,29(116) | N. 63: AAS 71 (1979), 1329.~ 18 | 137 19 | 140 20 | 143 21 | 149 22 | 151 23 III,29(120) | 1990), 19: AAS 82 (1990), 1558; Código de Direito Canónico, 24 | 156 25 V,46(180) | Stimulus Pastorum (Romæ 1572), 52v.~ 26 | 159 27 II,23(93) | Ecclesiæ Mediolanensis (Milão 1599), 1178.~ 28 III,28(112) | Psalmos, 126, 3: PL 37, 1669.~ 29 IV,35(136) | Galliarum episcopos: PL 45, 1759.~ 30 V,43(162) | Igrejas Orientais, cân. 177-§ 1.~ 31 II,15(71) | Santo Agostinho, Sermo 179, 1: PL 38, 966.~ 32 II,13(58) | Catecismo da Igreja Católica, 1804 e 1839.~ 33 IV,34(133) | Preliminares, nn. 21, 108 e 182.~ 34 II,13(58) | Igreja Católica, 1804 e 1839.~ 35 I,8(33) | perveniat  »: CCSL 159/C, rubr. 1851; Catecismo da Igreja Católica, 36 II,13(53) | 28: Ed. F. X. Funk, II, 191.~ 37 III,29(120) | Igrejas Orientais, cân. 196-§ 2.~ 38 Intro,2(5) | Dezembro de 1965): AAS 58 (1966), 68.~ 39 II,13(55) | Igrejas Orientais, cân. 197.~ 40 II,17(79) | canticum (1 de Novembro de 1970): AAS 63 (1971), 532.~ 41 II,24 | Bispos em 22 de Fevereiro de 1973, adaptando-o às novas exigências 42 I,8(29) | Bispos (29 de Outubro de 1987), 4: AAS 80 (1988), 610; 43 VII,70(289) | 1990 (8 de Dezembro de 1989), 7: AAS 82 (1990), 150.~ 44 VI,65(276) | Dezembro de 1990), 11: AAS 83 (1991), 259-260.~ 45 VI,56(211) | de 1931): AAS 23 (1931), 203.~ 46 VI,57(235) | Igrejas Orientais, cân. 206.~ 47 V,44(170) | Canónico, cân(s). 204-§ 1; 208; 212-§§ 2 e 3; Código dos Cânones 48 III,29(117) | 15 de Agosto de 1997), n. 233.~ 49 V,44(174) | de que tratam os cânones 235-242 do Código dos Cânones 50 III,31(126) | Trinitate, VIII, 1: PL 10, 236.~ 51 V,44(174) | que tratam os cânones 235-242 do Código dos Cânones das 52 VI,65(276) | 1990), 11: AAS 83 (1991), 259-260.~ 53 VI,65(276) | 11: AAS 83 (1991), 259-260.~ 54 II,12(51) | 15 e 31: AAS 93 (2001), 276 e 288.~ 55 III,27(103) | 29: AAS 93 (2001), 285-286.~ 56 II,12(49) | 2001), 30: AAS 93 (2001), 287.~ 57 II,12(51) | 31: AAS 93 (2001), 276 e 288.~ 58 II,17(75) | 2001), 34: AAS 93 (2001), 290.~ 59 IV,36(138) | 2001), 35: AAS 93 (2001), 291.~ 60 II,15(73) | N. 39: AAS 93 (2001), 294.~ 61 IV,41(159) | 29-41: AAS 93 (2001), 285-295.~ 62 VI,59(242) | 2001), 44: AAS 93 (2001), 298.~ 63 II,20(89) | 2001), 49: AAS 93 (2001), 302.~ 64 VI,63(262) | Cân. 322.~ 65 I,8(24) | de Direito Canónico, cân. 330; Código dos Cânones das 66 VI,56(215) | Direito Canónico, cân(s). 331 e 333; Código dos Cânones 67 VI,58(241) | Cân. 343.~ 68 V,43(162) | de Direito Canónico, cân. 369; Código dos Cânones das 69 III,29(120) | de Direito Canónico, cân. 386-§ 2; Código dos Cânones 70 II,13(55) | de Direito Canónico, cân. 387; cf. Código dos Cânones 71 II,18(80) | 20-21: AAS 88 (1996), 393-395.~ 72 II,18(80) | 20-21: AAS 88 (1996), 393-395.~ 73 I,9(43) | 1979), 3: AAS 71 (1979), 397.~ 74 VI,57(235) | de Direito Canónico, cân. 399; Código dos Cânones das 75 VI,57(227) | de Direito Canónico, cân. 400-§ 1; Código dos Cânones 76 Intro,4(8) | 1971), 41: AAS 63 (1971), 429-430.~ 77 Intro,4(8) | 41: AAS 63 (1971), 429-430.~ 78 VI,62(258) | de Direito Canónico, cân. 437-§ 1; Código dos Cânones 79 VI,62(260) | Direito Canónico, cân(s). 441 e 443.~ 80 VI,62(260) | Canónico, cân(s). 441 e 443.~ 81 IV,32(127) | 22-24: AAS 95 (2003) 448-449.~ 82 VI,63(265) | de Direito Canónico, cân. 450.~ 83 IV,39(152) | 2002), 1: AAS 94 (2002), 453-454.~ 84 IV,39(152) | 1: AAS 94 (2002), 453-454.~ 85 VI,63(267) | cân(s). 381-§ 1, 447 e 455-§ 1.~ 86 Intro,4(7) | ed. port. de 15/IX/2001), 456.~ 87 VI,63(271) | de Direito Canónico, cân. 459-§ 1.~ 88 IV,37(147) | 41-42: AAS 95 (2003), 460-461.~ 89 V,44 | estabelecido nos cânones 460-468 do Código de Direito Canónico 90 II,15(72) | sobre o Levítico, VI: PG 12, 474/C.~ 91 II,12(50) | Discurso II, 71: PG 35, 479.~ 92 V,47(184) | ed. port. de 5/X/2002), 498.~ 93 II,16(74) | Eclesiástica, III: PG 3, 512; S. Tomás de Aquino, Summa 94 V,46(180) | Stimulus Pastorum (Romæ 1572), 52v.~ 95 II,17(79) | de 1970): AAS 63 (1971), 532.~ 96 V,47(185) | Nepotianum presb., LII, 7: PL 22, 534.~ 97 II,13(60) | oratione dominica, 23: PL 4, 535; cf. Conc. Ecum. Vat. II, 98 IV,39(154) | ed. port. de 2/XII/2000), 558-559.564.~ 99 IV,39(154) | port. de 2/XII/2000), 558-559.564.~ 100 IV,39(154) | de 2/XII/2000), 558-559.564.~ 101 VI,61(253) | 34: Ed. F. X. Funk, I, 572-574.~ 102 VI,61(253) | Ed. F. X. Funk, I, 572-574.~ 103 III,28(107) | Igrejas Orientais, cân. 595-§ 1.~ 104 VI,55(208) | Igrejas Orientais, cân(s). 50; 597-§ 2.~ 105 VI,56(219) | Igrejas Orientais, cân. 600.~ 106 I,8(29) | 1987), 4: AAS 80 (1988), 610; Const. ap. Pastor Bonus ( 107 VI,56(213) | ed. port. de 10/XI/2001), 623; Propositio 20.~ 108 VI,63(261) | Cf. AAS 90 (1998), 641-658.~ 109 Intro,5(14) | Sermo 340/A, 9: PLS 2, 644.~ 110 VI,63(264) | 1998), 6: AAS 90 (1998), 645-646.~ 111 VI,63(264) | 6: AAS 90 (1998), 645-646.~ 112 I,8(32) | 1998), 8: AAS 90 (1998), 647.~ 113 VI,63(266) | 10 e 12: AAS 90 (1998), 648.650.~ 114 VI,63(267) | e 19: o.c., 649-651.653-654; Código de Direito Canónico, 115 IV,38(150) | de 1971): AAS 63 (1971), 657.~ 116 VI,63(261) | Cf. AAS 90 (1998), 641-658.~ 117 V,47(182) | nn. 16-17: AAS 84 (1992), 681-684.~ 118 V,47(182) | 16-17: AAS 84 (1992), 681-684.~ 119 | 69 120 II,15(68) | aos Filadélfios, 5: PG 5, 700.~ 121 II,19(82) | 28: AAS 84 (1992), 701-703.~ 122 V,44(174) | Cf. AAS 89 (1997), 706-727. Idêntico discurso vale 123 II,19(86) | Carta a Policarpo, IV: PG 5, 721.~ 124 V,44(174) | Cf. AAS 89 (1997), 706-727. Idêntico discurso vale 125 | 73 126 | 74 127 III,28(107) | de Direito Canónico, cân. 747-§ 1; Código dos Cânones 128 VI,55(208) | Direito Canónico, cân(s). 337; 749-§ 2; Código dos Cânones 129 VI,56(219) | de Direito Canónico, cân. 753; Código dos Cânones das 130 I,8(33) | Catecismo da Igreja Católica, 758-760; Congr. para a Doutrina 131 I,8(33) | da Igreja Católica, 758-760; Congr. para a Doutrina 132 V,48(190) | 60-63: AAS 84 (1992), 762-769.~ 133 VII,68(284) | 2000), 22: AAS 92 (2000), 763.~ 134 I,7(18) | Esmirnenses, 8, 1: PG 5, 764; 780; 852.~ 135 V,48(190) | 60-63: AAS 84 (1992), 762-769.~ 136 V,48(191) | 1992), 65: AAS 84 (1992), 771-772.~ 137 V,48(191) | 65: AAS 84 (1992), 771-772.~ 138 VI,58(237) | de 1965): AAS 57 (1965), 775-780; Conc. Ecum. Vat. II, 139 VI,58(238) | 1965), II: AAS 57 (1965), 776-777; Alocução aos Padres 140 VI,58(238) | II: AAS 57 (1965), 776-777; Alocução aos Padres Sinodais ( 141 | 78 142 II,24(94) | 1992), 70: AAS 84 (1992), 781.~ 143 II,24(95) | Ibid., 72: o.c., 787.~ 144 VII,69(287) | 1999), 55: AAS 91 (1999), 790-791.~ 145 VII,69(287) | 55: AAS 91 (1999), 790-791.~ 146 V,47(186) | 1992), 77: AAS 84 (1992), 795.~ 147 | 83 148 I,6(16) | III, 2, 2; 3, 1: PG 7, 847 e 848; Propositio 2.~ 149 I,7(18) | Esmirnenses, 8, 1: PG 5, 764; 780; 852.~ 150 VI,57(227) | Apêndice I, 6: AAS 80 (1988), 868 e 916-917; Código de Direito 151 IV,37(148) | art. 7: AAS 89 (1997), 869-870.~ 152 IV,37(148) | art. 7: AAS 89 (1997), 869-870.~ 153 | 88 154 Conclu,73(296)| 1986), 67: AAS 78 (1986), 898.~ 155 II,23(92) | Ezechielem, I, 11: PL 76, 908.~ 156 | 91 157 VI,57(229) | I, 2 e 5: AAS 80 (1988), 913 e 915.~ 158 I,8(28) | Apêndice I, 4: AAS 80 (1988), 914-915; Conc. Ecum. Vat. II, 159 VI,57(227) | AAS 80 (1988), 868 e 916-917; Código de Direito Canónico, 160 | 92 161 V,49(195) | 1998): AAS 90 (1998), 879-926.~ 162 Intro,5(11) | Parmenianum donat., 2, 2: PL 11, 947; Santo Inácio de Antioquia, 163 II,15(71) | Agostinho, Sermo 179, 1: PL 38, 966.~ 164 VI,58(238) | de 1967): AAS 59 (1967), 970-971.~ 165 VI,58(238) | 1967): AAS 59 (1967), 970-971.~ 166 V,47 | relação que havia entre Aarão e os seus filhos, decorre 167 I,6 | eterna. O Bom Pastor não abandona o seu rebanho, mas guarda-o 168 VII,69 | das pessoas mais pobres, abandonadas, maltratadas, em cada uma 169 VII,67 | numerosas crianças e jovens abandonados na rua, a exploração das 170 VII,67 | económica, são obrigados a abandonar a sua terra e partir em 171 II,11 | coragem apostólica e confiante abandono à acção interior do Espírito. 172 V,44 | Bispo presidirá sem nunca abdicar da sua específica responsabilidade.~ 173 IV,39 | no Banquete eucarístico, abeirando-se em estado de graça.153 ~ 174 IV,39 | fiéis a oportunidade de se abeirarem da confissão individual.152   175 Intro,4 | procuram, mais ou menos abertamente, minar a esperança cristã, 176 VII,68 | respectivas dioceses. Podem ser abertas novas estradas para a paz, 177 Intro,4 | homens voltassem a estar abertos à reconciliação, à solidariedade 178 VII,71 | família. O não da Igreja ao aborto e à eutanásia é um sim à 179 II,22 | quando é vivida na pobreza abraçada por amor, que é a capacidade 180 III,31 | da (cf. Rom 1, 5) e a abraçar integralmente a doutrina 181 II,21 | afecto paterno aqueles que abraçaram a vida religiosa com a profissão 182 II,15 | acolheu a Palavra de Deus, abre-se à contemplação do agir de 183 VII,67 | situações de injustiça que abrem inevitavelmente a porta 184 Intro,4 | sendas de salvação e de abri-las à liberdade de cada homem. 185 IV,35 | sentimento religioso dos fiéis e abri-lo à transcendência.~Certo 186 III,30 | promovê-la, purificando-a e abrindo-a à plenitude de verdade e 187 Intro,4 | ocasiões de crescimento, abrindo-os à reconciliação. Será ainda 188 VI,56 | O Papa Paulo VI, ao abrir o terceiro período do Concílio 189 Intro,4 | humanidade glorificada, abriu o horizonte da vida eterna 190 V,44 | ministério do Bispo não se pode absolutamente reduzir à tarefa de um simples 191 Conclu,73 | fragmentos  » (Lc 9, 17). Aquela abundância até sobrar ainda hoje aparece 192 Intro,2 | concentrado a sua reflexão sobre a abundante riqueza eclesial que representam 193 IV,35 | correcção firme e tempestiva dos abusos e a eliminação de qualquer 194 V,48 | a analisá-lo com atenção acabando por reiterar a necessidade 195 III,29 | instituições escolásticas e académicas onde trabalham, estímulo 196 II,14 | spes nostra. Assim, o Bispo acalentará uma devoção autêntica e 197 III,26 | desafios que a hora presente acarreta e ter a coragem de enfrentá-los. 198 III,29 | magistério que fielmente acata, já não recebe simples palavra 199 III,29 | aderindo a ele com religioso acatamento  ».113  Neste serviço à 200 VI,63 | unidade de acção, ajudar as acções comuns, promover mais rapidamente 201 IV,37 | tenham a possibilidade de aceder à mesa do Senhor, sobretudo 202 V,42 | nas mãos dos homens, deles aceitando tudo o que haveriam de fazer-Lhe 203 VII,67 | perdão. Embora difícil de aceitar, a seguinte afirmação aparece 204 V,49 | ministros, e à Santa Igreja, que aceitaram servir; aos que forem casados, 205 V,43 | tornar melhor compreendido, aceite e cumprido o serviço necessário 206 VII,67 | discrepâncias estruturais muito acentuadas, os marginalizados sentem 207 III,29 | profundamente com juízo acertado e aplica-a mais totalmente 208 VI,57 | com eles, os Bispos têm acesso directo aos problemas de 209 II,23 | auxílios à sua vida espiritual, achará a paz do coração experimentando 210 V,45 | paróquia que os padres sinodais acharam conveniente deter a sua 211 V,48 | termos do direito é que acolherá na própria diocese candidatos 212 V,43 | predisporá as mentes para acolherem o Evangelho anunciado por 213 II,15 | lectio, o coração, que já acolheu a Palavra de Deus, abre-se 214 III,30 | é uma não plenamente acolhida, nem integralmente pensada, 215 VI,64 | litúrgicas e disciplinares sejam acolhidas e desenvolvam as suas grandes 216 II,15 | pensamentos e da vida a Ele, acompanhada pela súplica do seu perdão 217 V,51 | Por seu lado, os Bispos acompanhem de perto os fiéis leigos 218 Intro,1 | primitiva iconografia cristã, acompanhou sempre os Bispos que, chegados 219 III,28 | Igreja é e aquilo em que ela acredita.109 ~Esta Tradição, que 220 II,13 | teologais, torna capaz de acreditar em Deus, esperar n'Ele e 221 Intro,3 | Virgem Maria, Mater spei, que acreditou no cumprimento das palavras 222 VII,66 | turve o vosso coração  » e acrescentou: «  Eu sou o Caminho [...]. 223 II,23(93) | Acta Ecclesiæ Mediolanensis ( 224 VI,63 | dos ofícios e comissões activas no período entre as reuniões 225 I,9 | que conservam toda a sua actualidade: «  Foi-Me dado todo o poder 226 II,24 | com que Deus especifica e actualiza o chamamento inicial. Também 227 II,24 | uma formação permanente actualizada, juntam-se motivações antropológicas, 228 II,25 | figura por meio de biografias actualizadas e, se for o caso, examinem 229 II,14 | assumir o seu fiat, a viver e actualizar em cada dia a entrega que 230 VI,55 | com o Romano Pontífice, actuam como Colégio. Reunidos solenemente 231 VI,56 | um e, consequentemente, actuando uma maior descentralização. 232 V,44 | ministerial de cada um, pode actuar eficazmente a comunhão. 233 VII,72 | ser de esperança  ».~Com a acumulação dos desafios a que está 234 IV,38 | pastoral da iniciação cristã, adaptada às necessidades dos nossos 235 II,24 | 22 de Fevereiro de 1973, adaptando-o às novas exigências dos 236 II,25 | espiritual e no esforço por adaptar a sua acção apostólica, 237 Conclu,73 | impossibilitadas de intervir adequadamente sobre problemas de maior 238 Conclu,73 | inventar as formas mais adequadas e nobres do amor. Chamados 239 III,29 | Deus (cf. 1 Tes 2, 13), adere indefectivelmente à uma 240 III,29 | matéria de ou costumes, aderindo a ele com religioso acatamento  ».113   241 IV,38 | ele próprio normalmente a administrá-la. A sua presença no meio 242 V,48 | chama.~Chegado o momento de administrar as Ordens sacras, cada Bispo 243 V,46 | das questões de carácter administrativo, privilegie o encontro com 244 II,25 | deixaram especial herança de admiração e afecto no povo; constituem 245 I,8 | pontifícias, também hoje admite, nos termos do direito, 246 V,43 | Por isso, Santo Ambrósio admoestava: «  Nos sacerdotes, não 247 II,14 | devoção mariana do Bispo adoptará como referência constante 248 IV,35 | que os ministros e o povo adquiram uma autêntica compreensão 249 II,11 | torna-se sinal de Cristo e adquire aquela credibilidade moral 250 V,47 | mais jovens, da experiência adquirida. E aos sacerdotes que se 251 V,43 | valorização da autoridade do Bispo advém, não das suas exterioridades, 252 Intro,4(8) | VI, Carta ap. Octogesima adveniens (14 de Maio de 1971), 41: 253 III,31 | irrepreensível, para que os nossos adversários sejam confundidos, por não 254 I,7 | vice-versa os fiéis, como adverte um texto antigo, devem amar 255 VII,67 | seus direitos, não cesse de advertir que, para um cristão, é 256 VII,68 | Declaração conciliar Nostra ætate, «  os homens constituem 257 VII,66 | com o Apóstolo: «  Se nos afadigamos e recebemos ultrajes, é 258 V,43 | ponderação que se mantém afastada dos tumultos, uma vida austera 259 II,23 | plenamente à pregação e não se afastar do ministério da palavra? (...) 260 IV,38 | aproximação aos fiéis que se afastaram da vida de normal e comunitária, 261 II,23 | equilíbrio mental, psicológico e afectivo, permitindo-lhe abrir-se 262 V,43 | servo humilde e do pastor afectuoso, que guia o seu rebanho 263 I,8 | afectiva (collegialitas affectiva) vigora sempre entre os 264 VI,60 | Oriente, em virtude da sua afinidade espiritual, histórica, teológica, 265 IV,32 | celebração eucarística, afirma-se que é meta e fonte da vida 266 I,8 | mistério essencial, segundo afirmações de antigos Padres e da liturgia, 267 V,45 | paróquia – como várias vozes afirmarampermanece ainda o núcleo 268 II,17 | predecessor de veneranda memória, afirmava que é «  oração da Igreja 269 II,13 | homilia da abertura do Sínodo, afirmei: «  O Pastor deve ser homem 270 VII,67 | apoia-os: «  Por causa da aflição dos humildes e dos gemidos 271 VII,66 | discípulos: «  No mundo tereis aflições, mas tende confiança! Eu 272 Conclu,73 | particular, quando nela aflora a espiritualidade da comunhão 273 Intro,2 | diversos continentes, da África à América, à Ásia, à Oceânia 274 Intro,3 | Apoiando-se na Palavra de Deus e agarrando-se solidamente à esperança, 275 VII,70 | espasmo de morte que tende a agarrar o próprio homem para o destruir.~ 276 I,6 | mestre, pastor e sacerdote, agem em sua vez. No exercício 277 II,12 | contínuo movimento e frequente agitação, com o risco de cair-se 278 | agora 279 II,21 | sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (cf. Rom 12, 1), 280 Intro,5 | Também por eles, louvamos e agradecemos sem cessar a Deus omnipotente 281 VI,59 | Colégio Episcopal, e está-lhes agradecida pelo serviço pastoral que 282 IV,37 | devida normalidade. Isto agrava o dever do Bispo, enquanto 283 VII,67 | marginalizados sentem a sua situação agravar-se de dia para dia. Em muitas 284 III,28 | e nas diversas formas de agregação, tem grande importância 285 V,51 | procurará ainda fazer com que as agregações laicais apoiem a pastoral 286 V,51 | Todas estas realidades agregativas enriquecem a Igreja, mas 287 Conclu,73 | primícias do Espírito” e “aguardam a redenção do seu corpo”  ».296 ~ 288 II,21 | isso é forçoso viver «  aguardando a bem-aventurada esperança  » 289 III,26 | imposta essa obrigação: Ai de mim se não evangelizar!  » ( 290 IV,40 | valores, estar disposto a ajudá-la a superar os seus perigos 291 V,54 | direcção espiritual, para ajudá-los a identificarem os sinais 292 Intro,4 | impulso do Espírito Santo ajudam o homem a apoiar as próprias 293 V,47 | solidariedade fraterna, ajudando-os a manterem viva a convicção 294 V,48 | oração, tanto mais esta ajudará o escolhido a escutar a 295 VII,71 | procura de novas soluções ou ajude a enfrentá-las melhor, aparecem 296 V,54 | institutos educacionais para que ajudem os adolescentes e os jovens 297 IV,36 | Deus atingido a perfeição e alcançado a salvação eterna, cantam 298 IV,35 | para permitir que os fiéis alcancem aquela participação plena, 299 IV,41 | com a santidade humilde e alegre do quotidiano. Mesmo no 300 I,10 | aos fiéis; e estes dêem alegremente a sua colaboração aos pastores 301 II,23 | com as diversas situações, alegres ou tristes. Também o cuidado 302 V,46 | angústias e preocupações, as alegrias e as expectativas do povo, 303 II,23 | internas, fraquezas próprias e alheias, imprevistos quotidianos, 304 III,30 | também com uma apresentação aliciante, capaz de estimular a sua 305 II,17 | privilegiado, onde se manifesta e alimenta a esperança, porque aquela, 306 Intro,3 | esperança (cf. Rom 15, 4) e alimentá-la em todos os que estão confiados 307 IV,32 | Confirmação e da Reconciliação e alimentada pela Eucaristia, o bem mais 308 VII,66 | humanos, são contudo guiadas e alimentadas sem cessar pelo próprio 309 II,16 | Alimentar-se da Eucaristia~16. Da mesma 310 II,14 | este princípio, o Bispo alimentará a sua piedade mariana, pessoal 311 Conclu,73 | a cada Bispo, para que o alimente com a palavra e o eduque 312 Conclu,73 | procura do «  pão  » para aliviar a fome dos seus irmãos é 313 II,13 | uma graça incessantemente almejada, para dar novo impulso ao 314 Intro,5 | Igreja, repetimos em voz alta diante dos nossos presbíteros 315 V,47 | recém-ordenado, quer se trate duma alteração no serviço ministerial ou 316 VI,57 | importância geral; nessa altura, poder-se-ia além disso 317 VII,70 | das criaturas  », a que alude o Apóstolo (cf. Rom 8, 22), 318 II,12 | temos de nos tornar luz para alumiar, de nos aproximar de Deus 319 V,47 | como pai e irmão que os ama, escuta, acolhe, corrige, 320 II,13 | em Deus, esperar n'Ele e amá-Lo. O Espírito Santo, por sua 321 V,43 | desenvolver a cooperação, a amabilidade e a paciência, a compreensão 322 II,14 | Discípulo e do Discípulo amado a Maria (cf. Jo 19, 26-27). 323 II,21 | exortação do apóstolo Pedro: «  Amai-vos uns aos outros ardentemente 324 V,48 | fortes na vida espiritual, amantes da Igreja. Esforçar-se-á 325 V,42 | mundo para o Pai, Ele que amara os seus que estavam no mundo, 326 VII,68 | Afirmar com desassombro e sem ambiguidade que a salvação do homem 327 IV,35 | vida divina, se exprima sem ambiguidades a genuína natureza da Igreja. 328 VI,56 | autoridade episcopal resulta ambíguo e insistiram para que seja 329 V,47 | este gesto compromete a ambos: o sacerdote e o Bispo. 330 V,43(167) | Epistulæ lib. I, ep. VI: Sancti Ambrosii episcopi Mediolanensis opera ( 331 V,43 | de Deus. Por isso, Santo Ambrósio admoestava: «  Nos sacerdotes, 332 VII,69(287) | pós-sinodal Ecclesia in America (22 de Janeiro de 1999), 333 Intro,2 | continentes, da África à América, à Ásia, à Oceânia e à Europa; 334 V,44 | directrizes de acção este amor-comunhão, o Bispo deve esforçar-se 335 I,9 | ministério episcopal como amoris officium.44  Isto cria a 336 I,7 | tem a obrigação de vigiar amorosamente por todo o rebanho, no meio 337 Conclu,73 | O amor com que Deus nos amou é tal que nos pode sustentar 338 V,42 | depositara todas as coisas, amou-nos até ao extremo, chegando 339 I,7 | Igreja e com a sua força ampara a debilidade humana.22 ~ 340 VI,65 | empenhamento missionário, mas antes ampliá-lo numa cooperação missionária 341 V,51 | no ambiente circundante, ampliando as perspectivas e os horizontes 342 VII,67 | malária, o aumento da SIDA, o analfabetismo, a falta de um futuro para 343 V,48 | sinodais detiveram-se a analisá-lo com atenção acabando por 344 VII,69 | economia globalizada deve ser analisada à luz dos princípios da 345 II,23 | igrejas, ora dos mosteiros e a analisar muitas vezes a vida e a 346 IV,38 | e da Igreja, numa certa analogia com a origem, crescimento 347 Intro,3 | esperança, que é como uma âncora firme e segura que penetra 348 II,25 | contar, impregnada de ancorada firmemente à Cruz; pastores 349 V,51 | esperança inabalável, firmemente ancorados na certeza de que o Senhor 350 II,11 | vida que manifeste o «  andar com Ele  ». Por isso, na 351 I,8(33) | Cf. Sacramentário de Angoulême, In dedicatione basilicæ 352 VII,66 | do nosso tempo. Por isso, animado pela radicalidade evangélica, 353 V,51 | teológica e espiritual dos seus animadores, sobre o inserimento das 354 II,11 | serviço marcada por força de ânimo, coragem apostólica e confiante 355 II,17 | vínculo de união com os anjos e os santos que glorificam 356 VI,56(211) | Carta enc. Quadragesimo anno (15 de Maio de 1931): AAS 357 V,51 | particularmente expostos à ansiedade e ao sofrimento, e apoiem-nos 358 | ante 359 I,8 | Padres e da liturgia, ela antecede a própria criação.33  À 360 II,17 | aquele laus perennis que é antecipação e prefiguração da Liturgia 361 IV,33 | futura, faz-lhe saborear antecipadamente o seu destino final em comunhão 362 I,8 | aquele é uma realidade anterior da qual participam os Bispos, 363 I,8 | essencial, segundo afirmações de antigos Padres e da liturgia, ela 364 VI,61 | base estabelecida já na antiguidade na obra Cânones dos Apóstolos: «  365 VI,62 | Igrejas é revitalizar a antiquíssima instituição das Províncias 366 VII,66 | de desmascarar as falsas antropologias, resgatar os valores espezinhados 367 II,24 | actualizada, juntam-se motivações antropológicas, resultantes do facto que 368 II,24 | formação, como os encontros anuais promovidos pela Congregação 369 IV,34 | estas, lembro a liturgia anual da Missa Crismal, que deve 370 II,16 | mistérios do altar, que anuncia e explica através da pregação.74 ~ 371 III,26 | Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova  »~(Mc 16, 15)~ 372 Intro,5 | árvore da vida  ». Por isso, anunciamos que a vida venceu a morte.~ 373 IV,35 | no modo de a celebrar, se anuncie com clareza a verdade revelada, 374 III,26 | palavras bem conhecidas: «  Se anuncio o Evangelho, não tenho de 375 I,6 | sua peregrinação na terra, anunciou o Evangelho do Reino e inaugurou-o 376 Conclu,73 | eduque com o exemplo.~Mas aonde poderemos nós, Bispos, ir 377 II,12 | Cristo, na contemplação apaixonada do seu Rosto, na imitação 378 Conclu,73 | ficaram saciados; e ainda apanharam o que lhes tinha sobrado: 379 VII,71 | ajude a enfrentá-las melhor, aparecem sempre novas situações onde 380 Intro,4 | inumeráveis vítimas inocentes e o aparecimento no mundo de novas e gravíssimas 381 II,21 | recorda a todos que «  a aparência deste mundo passa  » (1 382 V,52 | católicas, promovendo a sua aparição, onde não existam, e solicitando, 383 VI,63 | Igreja, o Bispo diocesano apascenta em nome do Senhor o rebanho 384 Intro,1 | eleito para o Episcopado, que apascente o vosso povo santo, exerça 385 V,50 | no ministério do Bispo. Apelando-se a este documento durante 386 IV,40 | em relação a ela, saber aperceber-se das suas dimensões interiores 387 II,13 | graça de Deus, que reforça e aperfeiçoa a sua natureza humana. Ele 388 VI,58 | embora possa ser sempre aperfeiçoada nas modalidades dos seus 389 V,52 | nela a própria vocação e aperfeiçoam-se na caridade. A família cristã, 390 II,13 | caridade  ».56  Aqui se aplica de modo especial a afirmação 391 III,29 | profundamente com juízo acertado e aplica-a mais totalmente na vida  ».114   392 VI,56 | a dar os seus frutos na aplicação concreta à comunhão eclesial 393 VI,56 | conceito de subsidiariedade aplicado ao exercício da autoridade 394 II,21 | serviço à Igreja. Além disso, apoia e encoraja os sacerdotes 395 VII,67 | Senhor olha para eles e apoia-os: «  Por causa da aflição 396 VI,59 | na qual os mais fortes apoiam os mais débeis para o bem 397 Intro,3 | do Senhor (cf. Lc 1, 45). Apoiando-se na Palavra de Deus e agarrando-se 398 Intro,4 | Espírito Santo ajudam o homem a apoiar as próprias expectativas 399 V,52 | é necessário que o Bispo apoie e qualifique a obra das 400 V,51 | ansiedade e ao sofrimento, e apoiem-nos a fim de que sejam cristãos 401 Conclu,73(297)| Cf. Tertulliano, Apologeticum, 39, 9: CCL 1, 151.~ 402 III,28 | 28. Prosseguindo na senda apontada pela tradição da Igreja, 403 | após 404 III,29 | hoje são consultados com apreço, leva-me a sublinhar que 405 II,15 | actividades do Pontífice: ou aprender de Deus, lendo as Escrituras 406 II,15 | ensine aquilo que ele mesmo aprendeu de Deus  ».72 ~O Sínodo 407 III,30 | ortodoxia, também com uma apresentação aliciante, capaz de estimular 408 II,17 | apostólica  », isto é, apresentada ao Pai como intercessão 409 Intro,5 | Propositiones que me foram apresentadas na conclusão dos trabalhos 410 III,31 | no Povo de Deus não seria apresentado exaustivamente, se não fosse 411 VI,65 | ressuscitado, os cristãos apresentam Aquele que inaugura uma 412 VII,72 | hoje proporções inéditas, apresentando-se como movimentos de massa 413 VI,57 | resposta às questões que apresentaram aos dicastérios e, por outro, 414 VI,65 | fiéis.~No seu zelo, o Bispo apresente-se como servo e testemunha 415 VI,56 | insistiram para que seja aprofundada teologicamente a natureza 416 V,43 | suas exterioridades, mas do aprofundamento do significado teológico, 417 V,50 | Enfim, no caminho para aprovação de novos Institutos nascidos 418 IV,38 | iniciação cristã, ou então de aproximação aos fiéis que se afastaram 419 II,11 | Servo de Deus, e o leve a aproximar-se como Ele de todos, do maior 420 III | CAPÍTULO III~MESTRE DA E ARAUTO DA PALAVRA~ 421 Conclu,74 | desempenho do nosso ministério de arautos da esperança. Como Ele devemos, 422 IV,35 | a eliminação de qualquer arbitrariedade no campo litúrgico. O Bispo 423 Intro,2(5) | Discurso aos Cardeais, Arcebispos e Bispos da Itália (6 de 424 II,17 | a consagrar e orientar o arco inteiro da jornada por meio 425 II,14 | esperança jubilosa e na ardente caridade. À semelhança de 426 II,21 | Amai-vos uns aos outros ardentemente e do fundo do coração, pois 427 Intro,5 | Embora seja uma missão árdua e extenuante, ninguém perca 428 V,43 | se revelou frequentemente árduo. Apesar de parecerem superadas 429 II,16(74) | Cf. Pseudo-Dionísio Areopagita, Sobre a Hierarquia Eclesiástica, 430 III,30 | do Evangelho nos «  novos areópagos  » e para a transmissão 431 VII,67 | de situações de conflito armado, não raras infelizmente, 432 VII,72 | país por causa de conflitos armados, de precárias condições 433 VII,67 | de drogas e o comércio de armamentos... O catálogo não é completo! 434 VI,58 | Paulo VI, também eu quis arrecadar o tesouro das propostas 435 IV,35 | cada Bispo seja exemplar na arte de presidir, ciente de tractare 436 V,45 | As articulações da Igreja particular~45. 437 I,9 | pode ser visto como que articulado segundo a tríplice função 438 VII,70 | de uma visão redutiva e artificial que, algumas vezes, denota 439 III,30 | do património cultural, artístico e histórico da diocese: 440 Intro,5 | tornou-se para a Igreja «  árvore da vida  ». Por isso, anunciamos 441 II,21 | atento às suas dificuldades ascéticas e espirituais, prestando-lhes 442 Intro,2 | da África à América, à Ásia, à Oceânia e à Europa; e 443 II,20 | desta profecia ao mundo, assediado pelos problemas da fome 444 VI,56 | pelo contrário, é por ela assegurado, fortificado e defendido, 445 VI,59 | colocar todo o empenho para assegurar-lhes condições de serenidade 446 II,11 | se o múnus episcopal não assenta sobre o testemunho da santidade 447 V,43 | sagrado  », cujas raízes assentam na credibilidade moral de 448 II,15 | frequente e do estudo atento e assíduo da Sagrada Escritura. Um 449 II,13 | Bispo, como diversas vezes assinalaram os padres sinodais, fica 450 II,12 | caminho do Bispo. Eu próprio assinalei esta prioridade em sintonia 451 I,6 | e dos presbíteros que os assistem, o Senhor Jesus Cristo, 452 II,22 | cristão: na paróquia, nas associações católicas, nos movimentos 453 V,51 | importância do apostolado laical associado, seja o de mais antiga tradição, 454 II,25 | individuar as aspirações humanas, assumi-las, purificá-las e interpretá-las 455 V,54 | promessas e compromissos assumidos no dia da sua Ordenação 456 II,19 | tentação individualista e assumindo, no conjunto da missão do 457 V,44 | última análise há-de saber assumir-se a responsabilidade das decisões 458 VII,72 | com particular urgência. A assunção de responsabilidades que 459 IV,40 | reflexão mais ampla sobre o assunto, podendo contar aí com uma 460 II,13 | sabedoria sobrenatural: «  Atemoriza-me o que sou para vós; consola-me 461 Intro,4 | Não podemos deixar-nos atemorizar pelas várias formas de negação 462 II,13 | íntima comunhão com Cristo e atenta docilidade ao Espírito, 463 V,44 | Março de 1997.174  E deverão ater-se à substância de tais normas 464 I,6 | sucessores, para que, como atesta S. Ireneu, a tradição apostólica 465 IV,36 | graça multiforme de Deus atingido a perfeição e alcançado 466 II,12 | vocação à santidade foi a atmosfera em que se desenrolaram os 467 IV,32 | dogmática Lumen gentium se atribui ao Bispo um título expressivo, 468 IV,39 | minha, isto é, que deve ser atribuída a máxima atenção pastoral 469 VI,63 | competências que lhes foram atribuídas pelo direito ou por um mandato 470 II,18 | compaixão de Cristo pelos atribulados e às vezes, como sucedeu 471 II,15 | Virgem Maria que foi Virgo audiens,70  comporta pôr em prática 472 V,47 | que ele conserva, antes aumentada, a possibilidade de contribuir 473 VII,67 | causados pela malária, o aumento da SIDA, o analfabetismo, 474 V,53 | os jovens esperam a aurora dum mundo novo. A experiência 475 IV,37 | assembleias dominicais na ausência do presbítero.148 ~ 476 V,43 | afastada dos tumultos, uma vida austera e uma singular credibilidade  ».167 ~ 477 II,20 | comunhão de bens, um teor austero de vida, uma conversão pessoal 478 V,44 | Igreja através duma vida autenticamente espiritual.~Se a comunhão 479 II,18 | bem-aventuranças constituem quase o auto-retrato de Cristo: o rosto da pobreza, 480 VI,61 | destrói nem diminui a legítima autonomia de cada Bispo no governo 481 VI,56 | âmbito próprio de exercício autónomo de tal autoridade, âmbito 482 III,29 | O serviço autêntico e autorizado da Palavra~29. Com a Ordenação 483 II,17 | ele é também edificado e auxiliado pela oração dos seus fiéis: 484 V,44 | testemunhar a , mas também a avaliar e a disciplinar as suas 485 V,47 | sacerdote, por causa da idade avançada, deixa a guia pastoral efectiva 486 IV,38 | riquezas da vida divina e avançam para a perfeição da caridade  ».150 ~ 487 II,24 | compromisso que o Bispo tem de avançar incansavelmente pelo caminho 488 VII,71 | embora a ciência humana avance de modo vertiginoso na procura 489 Intro,5 | esperança que brota da Cruz.~Ave Crux spes unica! Esta saudação, 490 IV,35 | bem conhecido um antigo axioma, a este respeito, que vincula 491 V,42 | Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés 492 IV,39 | digna e frutuosamente no Banquete eucarístico, abeirando-se 493 I,10 | Bispo, que é e permanece um baptizado mas constituído no sumo 494 II,13 | sintonia com todos os outros baptizados, filhos juntamente com ele 495 I,9 | ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho 496 V,46 | com os fiéis.179  O Bispo Bartolomeu dos Mártires – que beatifiquei 497 Intro,4 | esperanças humanas que, baseando-se em ideologias materialistas, 498 II,13 | da espiritualidade que se baseia na incorporação em Cristo 499 Conclu,73 | da caridade, chamada «  basilíade  » em homenagem ao seu nome; 500 I,8(33) | Angoulême, In dedicatione basilicæ novæ: «  Dirige, Domine, 501 Conclu,73 | até hoje. Por exemplo, S. Basílio quis construir, mesmo às


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