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Pio XII
Haurietis aquas in gaudio

IntraText - Concordâncias

amor

    Cap., N.
1 INT, 2 | manifestar mais amplamente o seu amor ao divino Fundador, e cumprir 2 INT, 3 | Espírito Santo, que é o amor pessoal, assim do Pai como 3 INT, 3 | atribui a esse Espírito de amor a efusão da caridade nas 4 INT, 4 | o Espírito Santo, que é amor por essência, e a caridade 5 INT, 4 | entrega e consagração ao amor do divino Redentor, do qual 6 INT, 4 | correspondência do nosso amor ao amor divino. Pois só 7 INT, 4 | correspondência do nosso amor ao amor divino. Pois só em virtude 8 INT, 4 | de Deus, já que o nosso amor de tal maneira se apega 9 I, 10| dons celestiais do supremo amor, que têm brotado do sagrado 10 I, 11| estão obrigados a render ao amor, que ele e as outras pessoas 11 I | 3) O amor de Deus, motivo dominante 12 I, 12| incita a retribuir-lhe o amor por amor".6~ 13 I, 12| retribuir-lhe o amor por amor".6~ 14 I, 13| de especial veneração e amor tributado ao coração físico 15 I, 13| símbolo e índice mais nobre do amor divino, a saber: o coração 16 I, 14| os mais nobres motivos do amor. Porque também para o povo 17 I, 14| do Sinai, mas, antes, o amor devido a Deus: "Escuta, 18 I, 15| baseava neste mandamento do amor, descrevessem as relações 19 I, 15| a semelhanças tiradas do amor recíproco entre pai e filhos, 20 I, 15| entre pai e filhos, ou do amor dos esposos, em vez de representá-ias 21 I, 15| ardentemente, quanto Oséias, o amor constante de Deus para com 22 I, 15| seu povo escolhido com um amor justo e cheio de santa solicitude, 23 I, 15| santa solicitude, qual é o amor de um pai cheio de misericórdia 24 I, 15| cheio de misericórdia e de amor, ou de um esposo ferido 25 I, 15| ferido na sua honra. É um amor que, longe de decair e de 26 I, 15| confirmados os vínculos de amor: "Quando Israel era criança 27 I, 15| atraí-los-ei, com laços de amor... Sanar-lhes-ei as rebeldias, 28 I, 16| servindo-se do simbolismo do amor conjugal, o autor do Cântico 29 I, 16| vivas cores os laços de amor mútuo que unem entre si, 30 I, 16| pois forte como a morte é o amor, duros como o inferno os 31 I, 17| 17. Com todo esse amor, terníssimo, indulgente 32 I, 17| ia ser o modelo do nosso amor e a pedra angular da nova 33 I, 17| essa obra admirável que o amor misericordioso e eterno 34 I, 17| estas palavras: "Amei-te com amor eterno; por isso atrai-te 35 II | 1) O amor de Deus no mistério da encarnação 36 II, 19| mistério, e conhecer também o amor de Cristo a nós, o qual 37 II, 20| natureza, um mistério de amor: isto é, um mistério de 38 II, 20| isto é, um mistério de amor justo da parte de Cristo 39 II, 20| redenção é um mistério de amor misericordioso da augusta 40 II, 20| misericórdia, movido pelo excessivo amor com que nos amou quando 41 II | 2) Tríplice amor do Redentor para com o gênero 42 II, 21| convém ter bem presente que o amor não foi unicamente espiritual, 43 II, 21| puramente espiritual foi o amor nutrido por Deus para com 44 II, 21| por isso, as expressões de amor humano, quer conjugal, quer 45 II, 21| indícios e símbolos de um amor verdadeiros mas totalmente 46 II, 21| humano; ao contrário, o amor que se exala do Evangelho, 47 II, 21| Apocalipse, onde se descreve o amor do coração de Jesus, não 48 II, 22| entre os quais campeia o amor, do mesmo modo é muito verdade 49 II, 22| dúvida deve ter palpitado de amor e de qualquer outro afeto 50 II, 22| divina, e com o próprio amor infinito que o Filho tem 51 II, 24| significara, a saber: que o amor divino é como o princípio 52 II, 24| sensível o seu infinito amor a nós. ~ 53 II, 26| apontando nele o símbolo do seu amor infinito. Embora os evangelistas 54 II, 26| põem em relevo o seu divino amor e as emoções sensíveis com 55 II, 27| índice e símbolo do tríplice amor com que o divino Redentor 56 II, 27| tudo, símbolo do divino amor, que nele é comum com o 57 II, 27| de Jesus é símbolo do seu amor sensível, já que o corpo 58 II, 28| manifestações do seu tríplice amor, com toda segurança podemos 59 II, 28| mais esplendorosas do seu amor para conosco, como a instituição 60 II, 28| testemunhos do seu tríplice amor, e meditar as pulsações 61 II, 28| deixou de bater, e o seu amor sensível permaneceu como 62 II, 28| de demonstrar o tríplice amor com que o Filho de Deus 63 III | coração de Jesus, símbolo de amor perfeito: sensíuel, espiritual, 64 III, 29| bondade usada conosco por amor de Jesus Cristo" (Ef 2,7). ~ 65 III, 30| de Jesus Cristo pulsa de amor ao mesmo tempo humano e 66 III, 30| semelhante palpitava de amor o seu coração, em perfeita 67 III, 30| vontade humana e com o seu amor divino, quando, na casa 68 III, 30| carpinteiro. Esse mesmo tríplice amor movia o seu coração nas 69 III, 31| 31. De amor ainda maior pulsava o coração 70 III, 31| palavras que inspiravam amor ardente. Assim, para dar 71 III, 31| coração também palpitou de amor para com seu Pai, e de santa 72 III, 32| bateu particularmente de amor e de pavor quando ele viu 73 III, 32| Mt 26,39); palpitou com amor invicto e com suma amargura 74 III, 32| palpitou de compaixão e de amor íntimo quando disse às piedosas 75 III, 33| afetos, isto é, de afetos de amor ardente, de consternação, 76 III, 34| índices do seu infinito amor, naqueles momentos em que 77 III, 38| discípulos como meta suprema de amor: "Ninguém tem amor maior 78 III, 38| suprema de amor: "Ninguém tem amor maior do que aquele que 79 III, 38| Jo 15,13). Pelo que o amor de Jesus Cristo, Filho de 80 III, 38| modo o mais eloqüente, o amor do próprio Deus: "Nisto 81 III, 38| crucificado mais pela força do amor do que pela violência dos 82 III, 39| Igreja: "Sofreu a paixão por amor à Igreja que ele devia unir 83 III, 39| sido a imagem viva daquele amor espontâneo com que Deus 84 III | símbolo do seu tríplice amor a humanidade~na vida gloriosa 85 III, 40| esposa, a Igreja, com aquele amor inflamado que palpita no 86 III, 41| esplêndido sinal do seu amor munificente, depois da sua 87 III, 41| Paráclito, sendo, como é, o amor mútuo pessoal com que o 88 III, 41| consagrarem inteiramente ao amor do esposo celeste. A essa 89 III, 41| estabelecimento do reino divino de amor entre os homens: "Quem poderá 90 III, 41| Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação? 91 III, 41| poderá jamais separar-nos do amor de Deus que se funda em 92 III, 42| sumamente expressivo daquele amor inexaurível em que ainda 93 III, 42| Superabundando o coração do Cristo de amor divino e humano, e sendo 94 III, 43| por ele adoramos tanto o amor incriado do Verbo divino 95 III, 43| do Verbo divino como seu amor humano e os seus demais 96 III, 43| virtudes, já que um e outro amor moveu o nosso Redentor a 97 III, 44| intensamente, com aquele tríplice amor de que falamos (cf. 1Jo 98 III, 44| falamos (cf. 1Jo 2,1); e esse amor é que o impele a fazer-se 99 III, 44| brotam do seu inesgotável amor, dirigidas ao Pai, não sofrem 100 III, 44| ferido e inflamado de um amor mais ardente do que quando, 101 III, 44| víssemos a ferida invisível do amor".32 ~ 102 III, 45| feitas com tão veemente amor, o Pai celestial, "que não 103 IV, 46| outra coisa senão o culto ao amor divino e humano do Verbo 104 IV, 46| e também o culto àquele amor com que o Pai e o Espírito 105 IV, 47| que o culto tributado ao amor de Deus e de Jesus Cristo 106 IV, 48| de ação de graças e de amor à humanidade santíssima 107 IV, 49| de , de adoração e de amor, que da humanidade chagada 108 IV, 50| venerarem o seu infinito amor a tempos sempre tiveram 109 IV, 50| especial, como imagem do amor humano e divino do Verbo 110 IV, 51| revestido das características do amor e da reparação, se distinguisse 111 IV, 52| cristã, que é religião de amor. Por conseguinte, não se 112 IV, 52| feridas, testemunhos do seu amor imenso que intimamente comovem 113 IV, 52| contemplação e a veneração do amor misericordioso de Deus para 114 IV, 52| conhecimento e à estima do seu amor; e ao mesmo tempo constituiu-o 115 IV, 53| simbolicamente a lembrança do amor divino" 35 que levara o 116 IV, 55| possais conhecer também aquele amor de Cristo que sobrepuja 117 IV, 55| manifestou a sua benignidade e amor para com os homens" (Tt 118 IV, 56| quer dizer, os atos de amor e de reparação tributados 119 IV, 56| reparação tributados ao amor infinito de Deus para com 120 IV, 57| Jesus impede de chegar ao amor íntimo de Deus e retarda 121 IV, 57| interior) fazer atos de amor à santíssima Virgem, aos 122 IV, 57| sensíveis estes objetos, o amor que a eles se dirige também 123 IV, 57| estende a mais do que ao seu amor sensível, e que, por conseguinte, 124 IV, 58| só à contemplação do seu amor sensível, porém a mais alto, 125 IV, 58| adoração do seu excelentíssimo amor infuso, e, finalmente, num 126 IV, 58| meditação e adoração do amor divino do Verbo encarnado; 127 IV, 58| vínculos que existem entre o amor sensível do coração físico 128 IV, 58| físico de Jesus e o seu duplo amor espiritual, o humano e o 129 IV, 58| vínculo natural, nisto que ao amor divino estão subordinados 130 IV, 58| perfeita e absoluta do seu amor divino, não sendo possível, 131 IV, 58| a íntima essência desse amor; mas a alma fiel, venerando 132 IV, 60| põe ante os olhos todo o amor que ele nos teve e ainda 133 IV, 60| coração de Jesus é o culto ao amor com que Deus nos amou por 134 IV, 60| mesmo tempo, o exercício do amor que nos leva a Deus e aos 135 IV, 60| este culto dirige-se ao amor de Deus para conosco, propondo-o 136 IV, 60| fim a perfeição do nosso amor a Deus e aos homens mediante 137 IV, 60| impulsos de um santo temor e amor, isto pertencia ao Novo 138 V, 61| três vezes professou o seu amor a Jesus Cristo nosso Senhor, 139 V, 62| daquele que se presta ao seu amor? Que coisa pode haver mais 140 V, 62| divina, e que se faz por amor, sendo, como é, todo serviço 141 V, 62| um dom, e constituindo o amor "o dom primeiro e origem 142 V, 63| obsequiar com correspondência de amor, com atos de adoração e 143 V, 63| honraria principalmente o amor divino; e não sem motivo, 144 V, 63| poder-se-ia increpar de excessivo amor e solicitude de si mesmos 145 V, 64| católica, a saber: o dever do amor e o da expiação, e assim 146 V, 67| deixava como vigário do seu amor".43 ~ 147 V, 72| cruz, não menos do que o amor ao augustíssimo sacramento 148 V, 72| fácil entender o ímpeto do amor com que Jesus Cristo se 149 V, 72| nos recorda "aquele ato de amor supremo com que, entornando 150 V, 72| coração, sendo tão grande o amor do seu coração com que ele 151 V, 73| e as nações voltarem ao amor de Deus e do próximo, não 152 V, 73| sobrenaturais, e o antepor o amor de Deus a todas as coisas".49 ~ 153 V, 74| intimamente associados o amor e as dores de sua Mãe. Por 154 V, 74| obséquios de piedade, de amor, de agradecimento e de reparação. 155 V, 76| graça, reino de justiça, de amor e de paz".51 ~


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