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Pio XII
Haurietis aquas in gaudio

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
1006-consi | conso-gozos | gradu-pes | pesso-ve | vede-xviii

                                                            negrito = Texto principal
     Cap., N.                                               cinza = comentário
1 II, 25(21)| Fide Orth., III, 6; PG 94,1006.~ 2 II, 25(22)| Ibid., III, 20; PG 94,1081.~ 3 I, 12(5) | amplissima collectio, IV,1083, C.; Conc. Const. II, cân. 4 II, 25(20)| rr. Ps. 87, 3; PL 37,1111. ~ 5 | 115 6 | 116 7 | 142 8 | 164 9 | 166 10 IV, 51 | França, a 20 de outubro de 1672. Mas entre todos os promotores 11 | 168 12 IV, 57(37)| Pastor, (19 de novembro de 1687): Bullarium Romanum, Romae 13 IV, 57(37)| Bullarium Romanum, Romae 1734, t. VIII, p. 443.~ 14 | 174 15 | 175 16 IV, 53 | decreto de 25 de janeiro de 1765, aprovado pelo nosso predecessor 17 V, 65(42)| Redemptor; AAS, 20(1928), p.177s; Decr. S.C. Rituum, (29 18 IV, 57(38)| ed. Leon., t. IX,1897, p.180.~ 19 IV, 54 | Ritos de 23 de agosto de 1856, anteriormente mencionado, 20 IV, 53(35)| Gardellini, Decreta authentica, 1857, n. 4579, t. III, p.174. ~ 21 IV, 60(39)| lect. VII, 3; ed. Parmae,1860, t. X, p 541.~ 22 V, 62(40)| ed. Leon. t. IX,1897, p.187.~ 23 IV, 54(36)| Mariae, 5e ed. Innsbruck,1885, t. I, p.167. ~ 24 V, 62(41)| 38, a. 2; ed. Leon. t. N,1888, p. 393.~ 25 II, 22(14)| ed. Leon. t. Xl, 1903, pp.189 e 237.~ 26 V, 72(48)| Borguet, vol. 38, Paris,1890, p. 358. ~ 27 II, 26(23)| 48, a. 4; ed. Leon. t. VI,1891, p. 306. ~ 28 III, 44(32)| Claras Aquas (Quaracchi), 1898, t. VIII, p. 164; cf, s. 29 V, 72(47)| caritatis, (22 de maio de 1902): Acta Leonis, 22(1903), 30 I, 9(4) | Cf.AAS 32(1940), p. 276; 35(1943), p.170; 31 I, 9(4) | AAS 32(1940), p. 276; 35(1943), p.170; 37(1945), pp. 263- 32 I, 9(4) | 276; 35(1943), p.170; 37(1945), pp. 263-264; 40(1948), 33 I, 9(4) | 37(1945), pp. 263-264; 40(1948), p. 501; 41(1949), p. 331. ~ 34 I, 9(4) | 264; 40(1948), p. 501; 41(1949), p. 331. ~ 35 V, 77 | Pedro, no dia 15 de maio de 1956, ano XVIII do nosso pontificado. ~  ~ 36 II, 25(19)| Super Matth., 26, 37; PL 26, 205. ~ 37 II, 22(14)| Leon. t. Xl, 1903, pp.189 e 237.~ 38 II, 25(16)| st. 261, 3; PG 32, 972. ~ 39 I, 9(4) | 1943), p.170; 37(1945), pp. 263-264; 40(1948), p. 501; 41( 40 I, 9(4) | p.170; 37(1945), pp. 263-264; 40(1948), p. 501; 41(1949), 41 V, 68(44)| ed. Leon. t. VIII,1895, p 274. ~ 42 I, 9(4) | Cf.AAS 32(1940), p. 276; 35(1943), p.170; 37(1945), 43 II, 21 | Sedutor, o Anticristo" (2Jo 7); porém ele, o Verbo de 44 V, 73(49)| Acta Leonis, 20(1900), p. 303. ~ 45 II, 26(23)| ed. Leon. t. VI,1891, p. 306. ~ 46 V, 72(47)| Acta Leonis, 22(1903), p. 307s; cf. Enc. Mirae caritatis, ( 47 III, 39(28)| ed. Leon., t. XI,1903, p. 329. ~ 48 I, 9(4) | 1948), p. 501; 41(1949), p. 331. ~ 49 II, 27(25)| ed. Leon. t. XI,1903, pp. 342, 433. ~ 50 V, 74(50)| Cf. AAS 34(1942), p. 345a.~ 51 II, 25(17)| Joann. Homil. 63, 2; PG 59, 350. ~ 52 V, 72(48)| vol. 38, Paris,1890, p. 358. ~ 53 | 36 54 V, 65(42)| in Decr. Auth. III, n. 3712; Pio XI, Enc. Miserentissimus 55 I, 12(5) | cân. 9; cfibid., IX, 382 E. ~ 56 V, 62(41)| ed. Leon. t. N,1888, p. 393.~ 57 III, 37(27)| virginitate, VI; PL 40, 399.~ 58 I, 9(3) | de 1939; AAS 31(1939), p. 415. ~ 59 II, 27(25)| Leon. t. XI,1903, pp. 342, 433. ~ 60 II, 20(10)| ed. Leon., t. XI,1903, p. 436.~ 61 | 44 62 IV, 57(37)| Romae 1734, t. VIII, p. 443.~ 63 II, 21(11)| Patr. de 13 de junho de 449; cf. PL 54, 763. ~ 64 | 45 65 II, 21(12)| Conc. Chaelced. (a. 451); cf. Mansi. Op. cit. VII, 66 IV, 53(35)| Decreta authentica, 1857, n. 4579, t. III, p.174. ~ 67 II, 20(8) | ed. Leon. t. XI,1903, p. 464. ~ 68 II, 25(15)| Apol. 2,13; PG 6, 465. ~ 69 IV, 46(33)| ed. Leon., t. XI,1903, p. 467.~ 70 I, 9(4) | pp. 263-264; 40(1948), p. 501; 41(1949), p. 331. ~ 71 | 51 72 III, 44(32)| ed. Leon., t. XI,1903, p. 513.~ 73 | 52 74 | 53 75 II, 21(13)| usque ad Pelagium II, p. 532. ~ 76 IV, 60(39)| ed. Parmae,1860, t. X, p 541.~ 77 | 55 78 | 57 79 | 58 80 II, 25(18)| Gratianum, II, 7, 56; PL 16, 594.  ~ 81 IV, 54(36)| purissimi Cordis Mariae, 5e ed. Innsbruck,1885, t. I, 82 | 60 83 | 61 84 | 62 85 | 64 86 | 67 87 | 68 88 | 69 89 | 70 90 III, 30(26)| Theodorum medicum: PL 77, 706.~ 91 V, 65(42)| Leonis, vol. 19(1900), p. 71s; Decr. S.C. Rituum, 28 de 92 | 72 93 | 73 94 | 74 95 | 75 96 II, 21(11)| junho de 449; cf. PL 54, 763. ~ 97 | 78 98 | 79 99 | 82 100 | 87 101 II, 25(16)| st. 261, 3; PG 32, 972. ~ 102 II, 27(24)| Summa theol., III, q. 9, aa. l-3; ed. Leon. t. XI,1903, 103 I, 15 | não para os repudiar e os abandonar a si mesmos, mas só com 104 V, 67 | pecadores que em má hora abandonaram a casa paterna têm voltado 105 III, 33 | meu, Deus meu, por que me abandonaste?" (Mt 27,46); "Em verdade 106 I, 16 | Mas Sião disse: O Senhor abandonou-me e esqueceu-se de mim. Pode, 107 IV, 48 | modo especial às feridas abertas no seu corpo pelos tormentos 108 V, 64 | que o motivo principal de abraçá-lo não deve ser a esperança 109 I, 6 | seu corpo místico, ainda abrigam preconceitos para com ele, 110 IV, 57 | imagens, todos vêem que é absolutamente falsa, porque lhes coarcta 111 V, 69 | justiça, o manancial mais abundante da paz e das castas delícias? 112 V, 62 | haver mais grata e mais aceita a Deus do que o serviço 113 I, 9 | predecessores, aprovamos e aceitamos essa sublime verdade; e, 114 II, 25 | humana, do mesmo modo que aceitou a fragilidade da nossa carne 115 INT, 4 | caridade divina, que deve acender-se cada vez mais na alma dos 116 IV, 57 | estas as relíquias da sua acerba paixão, seja a imagem que 117 II, 28 | textos e pelos símbolos da acerca da perfeita consonância 118 I, 11 | todo gênero humano. Pois achamos que, uma vez considerados 119 IV, 52 | principalmente ao fato de se achar ele em tudo conforme com 120 V, 70 | nações e o orbe inteiro, onde acharmos, veneráveis irmãos, um remédio 121 INT, 1 | cristãos haveriam de trazer, acodem-nos espontaneamente ao espírito 122 I, 10 | tributeis louvores e profundas ações de graças ao dispensador 123 IV, 54 | IX, de imortal memória, acolhendo as súplicas dos bispos da 124 I, 15 | estendeu as suas asas e acolheu (Israel) e carregou-o nos 125 I, 8 | ousará chamar inútil ou menos acomodada aos nossos tempos esta devoção 126 I, 9 | iniciativas múltiplas e muito acomodadas às necessidades dos nossos 127 IV, 52 | favorecida s. Margarida Maria não acrescentaram nada de novo à doutrina 128 I, 8 | todos será de proveito". E acrescentava estes avisos e exortações 129 I, 6 | prescreve, o tem como um acréscimo que cada um pode praticar 130 II, 20 | paraíso terrestre por culpa de Adão e depois, inúmeras vezes, 131 I, 6 | chegam até a reputá-lo menos adaptado, para não dizer nocivo, 132 II, 27 | da divindade" (Cl 2,9). Ademais, o coração de Cristo é símbolo 133 IV, 58 | como não é, representar adequadamente por qualquer imagem criada 134 I, 9 | menos dignos de aprovação e adequado para fomentar a piedade 135 III, 39 | nasceu a Igreja, verdadeira administradora do sangue da redenção, e 136 IV, 51 | zelo, conseguiu, não sem admiração dos féis, que este culto 137 III, 41 | excitou a levarem a cabo obras admiráveis e úteis, para a própria 138 I, 6 | entregou à sua Igreja, para admoestar todos aqueles dos nossos 139 IV, 58 | venerando o coração de Jesus, adora juntamente com a Igreja 140 IV, 56 | nele, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito 141 IV, 58 | coração de Jesus se deva ver e adorar a chamada imagem formal, 142 IV, 56 | os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade" ( 143 I, 12 | também aos demais membros adoráveis do corpo de Jesus Cristo, 144 III, 42 | Nada, portanto, proíbe que adoremos o coração sacratíssimo de 145 IV, 51 | dos féis, que este culto adquirisse um grande desenvolvimento 146 I, 14 | não julgamos necessário aduzir muitos textos do Antigo 147 I, 11 | suficientemente; depois aduziremos o comentário que sobre ela 148 II, 24 | verazes da doutrina revelada, advertiram muito oportunamente o que 149 V, 68 | peio ódio a Deus o homem se afasta o mais possível do sumo 150 I, 15 | limpar, de purificar a esposa afastada e infiel e os filhos ingratos, 151 I, 8 | único que tem poder para os afastar. E quem pode ser este senão 152 I, 15 | generosamente, pois minha ira não se afastou deles. Serei como o orvalho 153 II, 22 | a sua natural atividade afetiva. Por conseguinte, o coração 154 II, 21 | igualmente das potências afetivas, sensitivas e das suas correspondentes 155 II | coração de Jesus Cristo~afirmado veladamente na Sagrada Escritura 156 IV, 60 | conforme o que ele mesmo afirmou: "Eu sou o caminho, a verdade 157 I, 8 | aguda e com mais extensão, afligem os indivíduos e a sociedade? " 158 I, 7 | falso no modo de pensar e de agir, e, assim, se vêem lamentavelmente 159 III, 35 | aliança, sentiu o seu coração agitado de intensa emoção, que ele 160 IV, 54 | Congregação dos Ritos de 23 de agosto de 1856, anteriormente mencionado, 161 III, 30 | holocaustos pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis que venho: 162 V, 74 | de piedade, de amor, de agradecimento e de reparação. Em harmonia 163 I, 9 | nossa parte, com não menor agrado do que os nossos predecessores, 164 I, 8 | nossos dias de maneira mais aguda e com mais extensão, afligem 165 I, 15 | e imagens: "Assim como a águia provoca seus filhotes a 166 IV, 51 | especial s. Margarida Maria Alacoque, que, com a ajuda do seu 167 IV | 1) Albores do culto ao sagrado coração 168 INT, 2 | sobrenaturais, e excitando-os a alcançar toda sorte de virtudes. 169 V, 67 | sociedade civil, ainda não alcançaram o grau de perfeição que 170 I, 15 | provoca seus filhotes a alçarem o vôo e acima deles revoluteia, 171 III, 41 | as virgens a espontânea e alegremente renunciarem aos gozos dos 172 II, 25 | assim como um coro fica alerta à voz que lhe o tom, 173 | alguém 174 I, 7 | se vêem lamentavelmente alheados pelos princípios do materialismo 175 I, 8 | veneráveis irmãos, quão alheias são essas opiniões do sentir 176 V, 73 | o não violar os direitos alheios, o considerar os bens naturais 177 I, 10 | e a todos os amadíssimos alhos da Igreja, a uma mais atenta 178 II, 18 | pai e filhos, sendo ela alimentada e consolidada por uma mais 179 III, 41 | católica; foi ela que alimentou as virtudes nos confessores 180 INT, 2 | Jesus pôs-se em pé, e em voz alta dizia: Se alguém tem sede, 181 V, 72 | augustíssimo sacramento do altar. E, em realidade - como 182 II, 21 | diminuição, sem nenhuma alteração, tanto nos elementos constitutivos 183 I, 6 | sensível não enformada em altos pensamentos e afetos, e, 184 I, 9 | maior eficácia as mova a amá-lo mais apaixonadamente e a 185 I, 15 | Sanar-lhes-ei as rebeldias, amá-los-ei generosamente, pois minha 186 I, 16 | espinhos, assim é minha amada entre as donzelas... Eu 187 III, 37 | Mãe excelsa de Deus e Mãe amadíssima de todos nós, era justo 188 I, 10 | exortar-vos, a vós e a todos os amadíssimos alhos da Igreja, a uma mais 189 IV, 46 | o Pai e o Espírito Santo amam os homens pecadores. Porque, 190 II, 25 | Justino escreve o seguinte: "Amamos e adoramos o Verbo nascido 191 I, 15 | linguagem, Deus é descrito amando o seu povo escolhido com 192 III, 44 | Igreja, Cristo continua amando-a intensamente, com aquele 193 II, 20 | cruz, oferecido com coração amante e obediente, apresenta uma 194 V, 67 | se bem que nos encha de amarga dor o ver a definhar 195 III, 32 | amor invicto e com suma amargura quando, ao receber o beijo 196 II, 21 | espiritual, com que Deus amava o gênero humano; ao contrário, 197 III, 41 | e o Filho ama o Pai, por ambos é enviado, e, sob forma 198 I, 15 | Quando Israel era criança amei-o; e do Egito chamei meu filho... 199 I, 17 | Jeremias com estas palavras: "Amei-te com amor eterno; por isso 200 I, 10 | nos séculos dos séculos. Amém" (Ef 3,20-21). Mas, depois 201 III, 38 | aquele que sua vida pelos amigos" (Jo 15,13). Pelo que o 202 III, 38 | expressão do Apóstolo: "Amou-me e entregou-se por mim" ( 203 III, 39 | cruenta no Calvário: "Cristo amou-nos e ofereceu-se a Deus em 204 INT, 2 | a Igreja manifestar mais amplamente o seu amor ao divino Fundador, 205 II, 28 | mística escada para subir ao amplexo "de Deus nosso Salvador" ( 206 I, 12(5) | Mansi, Sacrorum Conciliorum amplissima collectio, IV,1083, C.; 207 IV, 58 | quais são uma representação analógica daquele. Com isso não pretendemos 208 I, 15 | filho... Ensinei Efraim a andar, tomei-o nos meus braços, 209 V, 67 | Lc 15,22) e pôr no dedo o anel, símbolo de fidelidade para 210 I, 17 | do nosso amor e a pedra angular da nova aliança. Porque, 211 III, 41 | Cristo? A tribulação? Ou a angústia? Ou a fome? Ou a nudez? 212 I, 9 | não só de calamidades e angústias, como também de inefáveis 213 V, 76 | 76. Entrementes, animado de doce esperança, e já 214 I, 5 | mesmo aqueles que se dizem animados de zelo sincero pela religião 215 II, 18 | sacrossanto daquele que esses animais pacíficos e privados de 216 I, 14 | vinganças suscitado nos ânimos pelos trovões e relâmpagos 217 III, 41 | morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem 218 I, 9 | encíclica. 3 Através dos anos do nosso pontificado - cheios 219 V, 71 | exemplo do nosso imediato antecessor, queremos lembrar de novo 220 V, 73 | inferiores aos sobrenaturais, e o antepor o amor de Deus a todas as 221 IV, 54 | de 23 de agosto de 1856, anteriormente mencionado, com o qual o 222 II, 21 | mundo. Este é o Sedutor, o Anticristo" (2Jo 7); porém ele, o Verbo 223 III, 39 | símbolo, que nem mesmo dos antigos Padres, escritores e eclesiásticos 224 II, 25 | Crisóstomo, luminar da Igreja antioquena, confessa que as emoções 225 II, 23 | chamá-los irmãos, dizendo: 'Anunciarei teu nome a meus irmãos...' 226 IV, 56 | verdadeira que o próprio Salvador anunciou à samaritana: "Já chega 227 V, 67 | nas almas e aos poucos se apaga o fogo da caridade divina, 228 I, 9 | eficácia as mova a amá-lo mais apaixonadamente e a imitá-lo mais de perto?" 2 229 IV, 55 | expusemos, veneráveis irmãos, aparece evidente que é nos textos 230 IV, 52 | revelações privadas, nem que apareceu de improviso na Igreja, 231 I, 16 | meu amado é meu: o que se apascenta entre os lírios... Põe-me 232 III, 31 | que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados: 233 INT, 4 | nosso amor de tal maneira se apega à divina vontade, que vem 234 II, 20 | Cristo pode restabelecer e aperfeiçoar aquele pacto de amizade 235 | apesar 236 I, 16 | pequenino de sorte que não se apiede do filho de suas entranhas? 237 III, 39 | aberto pelo soldado, cumpre aplicá-lo ao seu coração, ao qual, 238 IV, 50 | Zacarias que o evangelista João aplicou a Jesus crucificado: "Verão 239 II, 21 | apóstolos e das páginas do Apocalipse, onde se descreve o amor 240 II, 18 | não fundado no temor, mas apoiado na amizade que deve reinar 241 II, 25(15)| Apol. 2,13; PG 6, 465. ~ 242 II, 26 | fisicamente considerado, apontando nele o símbolo do seu amor 243 | após 244 V, 72(47)| Carta Apost. quibus Archisodalitas a 245 I, 9 | piedade que têm promovido o Apostolado da oração, a cujo zelo e 246 III, 30 | suas contínuas excursões apostólicas, quando realizava aqueles 247 V, 61 | nós, cônscios do ofício apostólico confiado em primeiro lugar 248 III, 34 | aos homens os seus mais apreciados dons, isto é, a si mesmo 249 V, 62 | Digna é, pois, de sumo apreço uma forma de culto mediante 250 INT, 4 | profundo, que este culto aprofunda a correspondência do nosso 251 III, 30 | sacrifício nem oferenda, mas me apropriaste um corpo; holocaustos pelo 252 I, 6 | de devoção que a Igreja aprova e favorece, mas não prescreve, 253 IV, 53 | de 25 de janeiro de 1765, aprovado pelo nosso predecessor Clemente 254 I, 9 | os nossos predecessores, aprovamos e aceitamos essa sublime 255 I, 8 | de verdade publicamente aprovaram o culto do sacratíssimo 256 V, 62 | prática religiosa sumamente apta para conseguir a perfeição 257 III, 44(32)| Opera Omnia, Ad Claras Aquas (Quaracchi), 1898, t. VIII, 258 V, 77 | pastoral, e em especial àqueles que de propósito fomentam 259 IV, 57 | latria, culto reservado só àquilo que é essencialmente divino. 260 IV, 60 | porque, como diz s. Tomás de Aquino: "Pouca diferença há entre 261 IV, 47 | para seus mensageiros e arautos. ~ 262 III, 40 | coração, como em preciosa arca aqueles imensos tesouros 263 V, 72 | se não for penetrando nos arcanos do seu coração: Nem será 264 V, 72(47)| Carta Apost. quibus Archisodalitas a Corde Eucharístico lesu 265 III, 42 | ainda hoje o divino Redentor arde para com os homens. Mesmo 266 III, 33 | cruz, sentiu o seu coração arder dos mais vários e veementes 267 III, 30 | Deus, para que com mais ardor suspires pelas coisas eternas".26 ~ 268 II, 25 | s. Jerônimo o principal argumento para provar que Cristo assumiu 269 V, 62 | ponderam devidamente os argumentos em que se funda o culto 270 I, 17 | regasse copiosamente a terra árida da humanidade, transformando-a 271 IV, 53 | aos bispos da Polônia e à arquiconfraria romana do sagrado coração 272 V, 65 | um culto desde há tempos arraigado na Igreja, e que se apóia 273 V, 69 | estranharmos que em muitas almas se arrefeça a caridade, que é a suprema 274 V, 69 | Pela inundação dos vícios, arrefecer-se-á a caridade de muitos" (Mt 275 III, 32 | pois, se assim tratam a árvore verde, que se não fará à 276 III, 40 | desceu, esse mesmo foi o que ascendeu sobre todos os céus, para 277 V, 67 | ensinar àquele que, na sua ascensão ao céu, ele nos deixava 278 I, 9 | publicações de caráter histórico, ascético e místico encaminhadas a 279 II, 23 | com as divinas Escrituras, asseguram-nos que o Filho unigênito de 280 II, 23 | que, em tudo teve de se assemelhar a seus irmãos, afim de ser 281 IV, 55 | mediante esta meditação assídua, a alma fiel não poderá 282 I, 11 | obter frutos espirituais que assinalarão uma salutar renovação nos 283 I, 9 | este culto: referimo-nos às associações destinadas à cultura intelectual 284 III, 37 | do nosso Redentor, a ele associada na obra de regeneração dos 285 V, 74 | quais foram intimamente associados o amor e as dores de sua 286 II, 21 | faltou à natureza humana assumida pelo Verbo de Deus; em verdade, 287 II, 23 | de haver o Verbo de Deus assumido a verdadeira e perfeita 288 IV, 59 | 59. Portanto, neste assunto tão importante como delicado, 289 I, 8 | qual devamos salvar-nos" (At 4,12). "Cumpre recorrer 290 V, 65 | dúvida. Considerem esses com atenção tratar-se, como já dissemos, 291 V, 76 | auxílio da sua graça, queira atender estes nossos vivos desejos, 292 IV, 46 | coração sacratíssimo de Jesus, atendo-nos à doutrina da revelação 293 I, 10 | alhos da Igreja, a uma mais atenta consideração dos princípios 294 I, 7 | princípios do materialismo ateu e do laicismo.~ 295 III | III ~PARTICIPAÇÃO ATIVA E PROFUNDA ~QUE TEVE O SAGRADO 296 V, 72 | nome de cristãos e lutam ativamente por estabelecer o reino 297 V, 67 | caridade divina, muito mais nos atormentam as maquinações dos ímpios, 298 I, 15 | deles. Com vínculos humanos atraí-los-ei, com laços de amor... Sanar-lhes-ei 299 I, 17 | com amor eterno; por isso atrai-te a mim cheio de misericórdia... 300 IV, 52 | extraordinário e singular quis atrair a consideração dos homens 301 II, 21 | afirmar alguns hereges, que atraíram a severa condenação do apóstolo 302 V, 67 | contemplar como, pelo falaz atrativo dos bens terrenos, lhes 303 II, 26 | eterna salvação, contudo não atribuem concretamente ditos afetos 304 INT, 3 | palavras de Jesus Cristo, atribui a esse Espírito de amor 305 IV, 47 | humano, através do símbolo augusto do coração transfixado do 306 I, 9 | eficácia, nem em beleza, antes aumentaram. Com efeito, iniciativas 307 V, 76 | as celebrações deste ano aumentem cada vez mais a devoção 308 IV, 47 | nunca esteve completamente ausente da piedade dos fiéis, embora 309 V, 61 | fazendo sobre a natureza autêntica deste culto e a sua cristã 310 V, 65(42)| de jun. de 1899, in Decr. Auth. III, n. 3712; Pio XI, Enc. 311 IV, 53(35)| A. Gardellini, Decreta authentica, 1857, n. 4579, t. III, 312 V, 76 | suplicamos que, com o poderoso auxílio da sua graça, queira atender 313 V, 70 | encontrar alguma devoção que se avantaje ao culto augustíssimo do 314 I, 8 | proveito". E acrescentava estes avisos e exortações que também 315 III, 31 | Mc 8,2), e quando, ao avistar Jerusalém, a sua cidade 316 II, 21(12)| Mansi. Op. cit. VII,115 B. ~ 317 III, 41 | dado pelo Pai celestial, baixou sobre eles, reunidos no 318 V, 72 | ao coração de Jesus como bandeira e manancial de unidade, 319 V, 73 | ardentemente opor segura barreira as ímpias maquinações dos 320 II, 25 | proporcionasse-nos o seu remédio",15 E s. Basílio, o primeiro dos três Padres 321 IV, 52 | 52. Basta essa evocação daquela época 322 I, 14 | reveladas por Deus, mas cremos bastará recordar o pacto estabelecido 323 II, 28 | coração parou e deixou de bater, e o seu amor sensível permaneceu 324 III, 32 | 32. Pois o seu coração bateu particularmente de amor 325 IV, 46 | um batismo tenho de ser batizado, e como me sinto oprimido 326 II, 27 | dupla e perfeita ciência, a beatífica e a infusa. 24 Finalmente, 327 INT, 2 | tem sede, venha a mim, e beba quem crê em mim. Do seu 328 III, 39 | qual os filhos da Igreja bebem a vida sobrenatural, como 329 V, 65 | tanto os que já costumam beber as águas salutares que manam 330 V, 61 | terminarmos as considerações tão belas e tão consoladoras que vos 331 I, 9 | promoção da religião e da beneficência; às publicações de caráter 332 V, 62 | tivesse em pouco esse insigne benefício que Jesus Cristo deu à sua 333 V, 64 | deve ser a esperança dos benefícios que Cristo nosso Senhor 334 IV, 51 | pela primeira vez, com o beneplácito de muitos bispos de França, 335 II, 28 | dolorosa paixão e morte, a benigna doação de sua santíssima 336 IV, 55 | Salvador manifestou a sua benignidade e amor para com os homens" ( 337 I, 10 | princípios doutrinais contidos na Bíblia, nos santos padres, e nos 338 III, 29 | abundantes e salutares frutos, bom é meditarmos e contemplarmos 339 V, 67 | o ver a definhar nos bons, e contemplar como, pelo 340 V, 72(48)| c. l: Opera Omnia, ed. Borguet, vol. 38, Paris,1890, p. 341 I, 16 | coração, como selo sobre teu braço, pois forte como a morte 342 I, 15 | andar, tomei-o nos meus braços, mas eles não reconheceram 343 III, 29 | meditarmos e contemplarmos brevemente os múltiplos afetos humanos 344 V, 71 | coração de Jesus..., que brilha com refulgente esplendor 345 V, 67 | refletem; nem todos os cristãos brilham por santidade de costumes, 346 I, 10 | do supremo amor, que têm brotado do sagrado coração do nosso 347 III, 44 | Hb 7,25). As preces que brotam do seu inesgotável amor, 348 IV, 57(37)| 19 de novembro de 1687): Bullarium Romanum, Romae 1734, t. 349 I, 8 | que reclamam urgentemente busquemos a ajuda do único que tem 350 III, 41 | e os excitou a levarem a cabo obras admiráveis e úteis, 351 II, 18 | sancionada com sangue de cabritos e novilhos, mas com o sangue 352 I, 9 | pontificado - cheios não só de calamidades e angústias, como também 353 III, 39 | imolou como hóstia cruenta no Calvário: "Cristo amou-nos e ofereceu-se 354 II, 22 | próprios, entre os quais campeia o amor, do mesmo modo é 355 IV, 51 | Henrique Suso, s. Pedro Canísio e s. Francisco de Sales. 356 III, 31 | quando, ao ver as turbas cansadas e famintas, ele disse: " 357 II, 27 | perfeição, e portanto em capacidade perceptiva, qualquer outro 358 II, 25 | primeiro dos três Padres da Capadócia, afirma que os afetos sensíveis 359 II, 23 | menos do que o nosso, fosse capaz de sofrer e de ser ferido, 360 IV, 51 | desenvolvimento e, revestido das características do amor e da reparação, 361 III, 41 | caridade divina e dos demais carismas celestes. Esta infusão da 362 V, 61 | intermédio exortar todos os caríssimos filhos que em Cristo temos, 363 V, 72(47)| p. 307s; cf. Enc. Mirae caritatis, (22 de maio de 1902): Acta 364 III, 30 | colaborava no fatigante ofício de carpinteiro. Esse mesmo tríplice amor 365 I, 15 | asas e acolheu (Israel) e carregou-o nos seus ombros" (Dt 32, 366 V, 69 | mais abundante da paz e das castas delícias? Já o advertiu 367 I, 15 | infidelidades e pérfidas traições, castiga-os, sim, como eles merecem, 368 IV, 51 | Magno, s. Gertrudes, s. Catarina de Sena, o Beato Henrique 369 I, 8 | predecessores, que desta cátedra de verdade publicamente 370 III, 40 | para o alto, levou consigo cativa uma grande multidão de cativos 371 III, 40 | cativa uma grande multidão de cativos e derramou seus dons sobre 372 IV, 57 | e o ensino dos teólogos católicos, e entre eles s. Tomás assim 373 I, 15 | 15. Não nos deve, pois, causar estranheza que Moisés e 374 III, 35 | cálice, depois de haver ceado, dizendo: 'Este cálice é 375 I, 15 | Assim, por exemplo, no seu celebérrimo cântico pela libertação 376 IV, 54 | Jesus, e prescreveu a sua celebração litúrgica. 36 Esse fato 377 V, 76 | com a ajuda divina, as celebrações deste ano aumentem cada 378 V, 75 | fervor serão, sem dúvida, celebradas estas solenes manifestações 379 INT, 1 | católico, ordenou que se celebrasse na Igreja universal a festa 380 V, 75 | irmãos, que o povo cristão celebre este centenário solenemente 381 IV, 51 | de Jesus, cuja festa se celebrou pela primeira vez, com o 382 III, 41 | divina e dos demais carismas celestes. Esta infusão da caridade 383 III, 41 | sobre eles, reunidos no cenáculo, segundo a promessa que 384 INT, 1 | completar-se a primeira centúria desde que o nosso predecessor 385 V, 63 | 22,37). Além disso, têm a certeza de que honrar a Deus não 386 III, 40 | direita de Deus Pai, não tem cessado de amar sua esposa, a Igreja, 387 I, 15 | que, longe de decair e de cessar à vista de monstruosas infidelidades 388 II, 28 | plácida pulsação, nem tampouco cessará de demonstrar o tríplice 389 III, 40 | ascendeu sobre todos os céus, para dar cumprimento a 390 II, 21(12)| Conc. Chaelced. (a. 451); cf. Mansi. Op. 391 IV, 49 | amor, que da humanidade chagada do Salvador se elevava até 392 IV | sagrado coração na devoção ~às chagas sacrossantas da paixão ~ 393 I, 15 | quais o Doutor angélico chama com razão os "maiorais" 394 II, 23 | ele não tem escrúpulos de chamá-los irmãos, dizendo: 'Anunciarei 395 V, 67 | qual por vocação divina são chamados; nem todos os pecadores 396 I, 7 | virtudes, sobretudo as que se chamam "passivas", por não produzirem 397 I, 8 | coração de Jesus? Quem ousará chamar inútil ou menos acomodada 398 I, 15 | criança amei-o; e do Egito chamei meu filho... Ensinei Efraim 399 I, 8 | imperecível memória Leão XIII chamou de "estimadíssima prática 400 I, 6 | preconceitos para com ele, e chegam até a reputá-lo menos adaptado, 401 II, 18 | Mas somente pelo Evangelho chegamos a conhecer com perfeita 402 V, 72 | podemos afirmar que ninguém chegará a sentir devidamente a respeito 403 I, 11 | cristãos será mais fácil chegarem-se "com gáudio às águas das 404 II, 26 | ondas que se entrechocam, chegavam ao seu coração santíssimo 405 III, 32 | Jerusalém, não choreis por mim; chorai por vós mesmas e por vossos 406 III, 32 | às piedosas mulheres que choravam a sua imerecida condenação 407 III, 32 | Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai por vós 408 II, 21(13)| Necessarium" De duabus naturis in Christo, cf. A. Thiel, Epist. rom. 409 III, 31 | avistar Jerusalém, a sua cidade predileta, destinada a uma 410 II, 21(12)| a. 451); cf. Mansi. Op. cit. VII,115 B. ~ 411 II, 26 | os Padres da Igreja que citamos, e outros semelhantes, embora 412 I, 16 | duros como o inferno os ciúmes: seus ardores são ardores 413 II, 28 | atestam os evangelistas, "clamando com grande voz, disse: Tudo 414 III, 44(32)| III, n. 5: Opera Omnia, Ad Claras Aquas (Quaracchi), 1898, 415 II, 18 | a conhecer com perfeita clareza que a nova aliança estipulada 416 V, 66 | se tem propagado em toda classe de fiéis, sentimo-nos cheios 417 IV, 51 | diretor espiritual, o beato Cláudio de la Colombière, e com 418 IV, 53 | aprovado pelo nosso predecessor Clemente XIII, a 6 de fevereiro do 419 II, 25 | desta, não por necessária coação, mas sim pelo estímulo da 420 IV, 57 | absolutamente falsa, porque lhes coarcta injustamente o significado. 421 IV, 57(37)| Inocêncio XI, Const. Ap. Coelestis Pastor, (19 de novembro 422 IV, 58 | considerados simplesmente como coexistentes na adorável pessoa do Redentor 423 II, 21 | vontade e demais faculdades cognoscitivas internas e externas; dotada 424 III, 30 | quem obedecia e com quem colaborava no fatigante ofício de carpinteiro. 425 I, 9 | deve o se haverem famílias, colégios, instituições, e mesmo algumas 426 V, 65 | consoladores que a Igreja tem colhido desta devoção: inúmeras 427 I, 12(5) | Sacrorum Conciliorum amplissima collectio, IV,1083, C.; Conc. Const. 428 IV, 51 | espiritual, o beato Cláudio de la Colombière, e com o seu ardente zelo, 429 III, 30 | mantinha aqueles celestiais colóquios com sua dulcíssima Mãe e 430 I, 11 | suficientemente; depois aduziremos o comentário que sobre ela nos deixaram 431 III, 35 | palavras: "Ardentemente desejei comer convosco este cordeiro pascal 432 III, 31 | indignação, quando ele viu o comércio sacrílego que se fazia no 433 V, 68 | maior crime que o homem pode cometer, criado como foi este à 434 | comigo 435 IV, 60(39)| Comment. in Evang, s. Joannis, c. 436 IV, 52 | amor imenso que intimamente comovem os corações. Evidente é, 437 II, 26 | fidelíssimo dos afetos que, comovendo-lhe de vários modos a alma, 438 III, 43 | de vida, a fim de fazê-la comparecer perante si cheia de glória, 439 II, 20 | maior do que o exigia a compensação por todas as ofensas feitas 440 I, 9 | expressado a nossa paternal complacência. 4~ 441 II, 23 | que é, por assim dizer, o complemento daquela, a alguns poderia 442 IV, 60 | considerado como a mais completa profissão da religião cristã. 443 V, 75 | 75. Completando-se felizmente este ano, como 444 INT, 1 | espontaneamente ao espírito ao completar-se a primeira centúria desde 445 II, 21 | do coração de Jesus, não compreende somente a caridade divina, 446 I, 15 | maiorais" do povo eleito,7 compreendendo bem que o fundamento de 447 II, 20 | conciliando as obrigações e compromissos do gênero humano com os 448 V, 75 | em união de caridade e em comunhão de orações com todos os 449 II, 23 | por isso que os filhos têm comuns a carne e o sangue, ele 450 IV, 58 | natureza divina, podemos conceber os estreitíssimos vínculos 451 II, 21 | indivídua, íntegra e perfeita, concebida no seio imaculado de Maria 452 IV, 55 | riquezas de sua glória, vos conceda por meio do seu Espírito 453 V, 77 | destes dons celestiais, concedemo-vos de todo o coração a bênção 454 V, 62 | perfeição cristã. Se segundo o conceito teológico tradicional, expresso 455 I, 15 | sobressai pela profundeza de conceitos e pela concisão da linguagem, 456 I, 12 | Constantinopla.5 O outro motivo concerne de maneira especial ao coração 457 I, 17 | este será o pacto que eu concertarei com a casa de Israel depois 458 II, 20 | energética para conosco, conciliando as obrigações e compromissos 459 I, 12 | solenemente definida no concílio ecumênico de Éfeso e no 460 I, 12(5) | 8; cf. Mansi, Sacrorum Conciliorum amplissima collectio, IV, 461 II, 21 | romanos pontífices e pelos concílios ecumênicos: "Inteiro nas 462 II, 23 | símbolos da , perfeitamente concordes com as divinas Escrituras, 463 II, 26 | salvação, contudo não atribuem concretamente ditos afetos ao seu coração 464 IV, 59 | renovaria erros mais de uma vez condenados pela Igreja, por contrários 465 IV, 55 | seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas sim para que, 466 IV, 57 | Inocêncio XI, de feliz memória, condenou a doutrina dos que divulgavam 467 II, 20 | oferecer a Deus uma satisfação condigna pelos seus próprios delitos,9 468 V, 68 | une com Deus, tudo quanto conduz a gozar de Deus, ou seja 469 I, 11 | procuraremos esclarecer a íntima conexão que existe entre a forma 470 I, 12 | Redentor, e, pela mesma razão, confere-lhe um título inteiramente próprio 471 II, 25 | luminar da Igreja antioquena, confessa que as emoções sensíveis 472 II, 21 | muitos sedutores que não confessam a Jesus Cristo encarnado 473 III, 41 | alimentou as virtudes nos confessores e os excitou a levarem a 474 V, 61 | cônscios do ofício apostólico confiado em primeiro lugar a s. Pedro 475 V, 77 | clero e a todos os fiéis confiados à vossa solicitude pastoral, 476 V, 61 | suavíssima devoção, pois confiamos que dela hão de brotar grandes 477 V, 71 | devemos pôr toda a nossa confiança; a ele devemos suplicar 478 II, 25 | possuiu os afetos naturais em confirmação da sua verdadeira, e não 479 II, 21 | sancionado e solenemente confirmado pelos romanos pontífices 480 I, 15 | consigo uma vez renovados e confirmados os vínculos de amor: "Quando 481 III, 35 | sangue, com cuja efusão devia confirmar-se a nova aliança, sentiu o 482 V, 62 | que os sumos pontífices confirmaram com memoráveis documentos 483 II, 22 | esses sentimentos eram tão conformes e estavam tão em harmonia 484 I, 6 | Porque não falta quem, confundindo ou equiparando a índole 485 V, 66 | não podemos deixar de nos congratular paternalmente com todos 486 III, 30 | próprio coração de Deus. "Conhece o coração de Deus nas palavras 487 III, 38 | do próprio Deus: "Nisto conhecemos a caridade de Deus: em haver 488 I, 6 | 6. "Se conhecesses o dom de Deus" (Jo 4,10). 489 V, 67 | com os homens, consoante a conhecidíssima frase do doutor de Milão, "( 490 III, 39 | humana, como que instrumento conjunto da Divindade na realização 491 V, 62 | e honra mais a Deus e se consagra com maior facilidade e liberdade 492 INT, 4 | inteira vontade de entrega e consagração ao amor do divino Redentor, 493 IV, 48 | houve almas especialmente consagradas a Deus que, inspirando-se 494 I, 9 | e mesmo algumas nações, consagrado ao sacratíssimo coração 495 V, 63 | Deus, e que justamente se consagram a si mesmos e todas as suas 496 V, 74 | ato solene, dedicamos e consagramos a santa Igreja e o mundo 497 III, 41 | gozos dos sentidos e se consagrarem inteiramente ao amor do 498 V, 61 | cristã excelência, nós, cônscios do ofício apostólico confiado 499 V, 62 | religiosa sumamente apta para conseguir a perfeição cristã. Se segundo 500 IV, 57 | tributa-se culto religioso, não consideradas em si mesmas, quer dizer, 501 I, 6 | e alguns há também que consideram oneroso este culto, e mesmo 502 I, 13 | homem, podem essas imagens considerar-se como um presságio daquilo 503 I, 7 | Outros, finalmente, ao considerarem que esta devoção pede penitência, 504 INT, 4 | Cristo. Com efeito, se lhe considerarmos a natureza particular, manifesto 505 IV, 52 | católica. A importância delas consiste em que - ao mostrar o Senhor


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