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53 cultural
Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja
A função pastoral dos museus eclesiásticos

IntraText - Concordâncias

eclesial

                                                 negrito = Texto principal
   Parte, Capitulo,  Paragrafo                   cinza = comentário
1 Int | âmbito da sua finalidade eclesial.~Neste sentido, também um 2 Int | intimamente unido à vivência eclesial, visto que documenta de 3 Int | com a totalidade da vida eclesial e com referência ao património 4 Int | intuito de expressar a vida eclesial através de uma aproximação 5 Int | contexto da vida social e eclesial. A originalidade e a eficácia 6 1, 1 | está ordenado para a missão eclesial sob um duplo e coincidente 7 1, 1 | património é devida ao uso eclesial, pelo que não pode ser retirado 8 1, 1 | conservação e fruição no âmbito eclesial. As peças de menor importância 9 1, 2 | não desenvolvam uma função eclesial específica, continuam, no 10 1, 2 | conservação, com um sentido eclesial, do património histórico-artístico. 11 1, 2 | das obras na vida social, eclesial, devocional;~- a consideração 12 1, 2 | referência à experiência eclesial e cultural hodierna;~- a 13 2, 1,1 | conservação no contexto eclesial ~Para compreender a natureza 14 2, 1,1 | património histórico-artístico eclesial não foi constituído em função 15 2, 1,1 | actual fruição no âmbito eclesial. Ao estar intimamente ligado 16 2, 1,2 | valorização no contexto eclesial ~Em torno ao museu eclesiástico, 17 2, 1,2 | num ponto de agregação eclesial, cultural e social.~O museu 18 2, 1,2 | traçar o cursus da vivência eclesial. Por tudo isto, conservam-se 19 2, 1,2 | situações sociais e da vivência eclesial;~- estão destinadas ao desenvolvimento 20 2, 2,2 | passado recente da vivência eclesial, voltada para o desenvolvimento 21 2, 3,2 | histórico-artística da vivência eclesial nas suas diversas manifestações.~ 22 2, 3,2 | costumes próprios da comunidade eclesial e da sociedade civil, especialmente 23 3, 1,1 | das peças e o carácter "eclesial" do próprio museu. De facto, 24 3, 1,13| significativas no contexto eclesial, mas que, por diversos motivos, 25 3, 2,3 | canais de comunicação social eclesial, dos organismos didácticos 26 3, 5 | recomendando o contexto eclesial das peças;~- elaborar normas 27 3, 5 | mesmos, a salvaguarda, o uso eclesial e o carácter temporário 28 4, 2 | 4.2 Fruição em sentido eclesial~ 29 4, 2,1 | 4.2.1 A fruição na mens eclesial~Para que os museus eclesiásticos 30 4, 2,1 | ligação com a actual vivência eclesial.~Particularmente neste momento 31 4, 2,1 | grandes linhas da missão eclesial: ~- o culto, que se concretiza 32 4, 2,2 | 2 A fruição no contexto eclesial ~Através das iniciativas 33 4, 2,2 | conhecimento do novo contexto eclesial, que encontra uma resposta 34 4, 2,3 | 3 A fruição na vivência eclesial~Na mentalidade comum, a 35 4, 2,3 | memória histórica da vivência eclesial, tal como esta se desenvolveu 36 4, 2,3 | objectivo de indicar a vivência eclesial da comunidade cristã do 37 4, 2,3 | visitantes à actual vivência eclesial.~Por outro lado, o tempo 38 4, 2,3 | com o presente na vivência eclesial de uma determinada comunidade 39 4, 3 | para além de ser um "lugar eclesial" é, também, um "lugar territorial", 40 4, 3 | território e à estrutura eclesial.~O museu eclesiástico, no 41 4, 3 | culturais da comunidade eclesial e de toda a comunidade civil 42 4, 3 | e assume uma importância eclesial relevante, em relação às 43 4, 3 | sensibilização da comunidade eclesial e de diálogo entre as diversas 44 5, 1,1 | recordar que a característica eclesial destes bens é o anúncio 45 5, 1,2 | compreender o variado background eclesial para o melhor êxito das 46 5, 1,3 | histórico-artístico segundo a mens eclesial e com referência aos diversos 47 5, 2,1 | histórico-artístico numa lógica eclesial e civil. Neste contexto, 48 5, 2,2 | no que é especificamente eclesial. Estes têm de ser capazes 49 5, 2,4 | que pertencem à comunidade eclesial e os que provêm de outros 50 5, 2,4 | histórico territorial e eclesial;~- realizar exposições temporárias, 51 5, 2,4 | dignidade da comunidade eclesial;~- abrir-se aos visitantes 52 5, 2,4 | museus deve unir-se à função eclesial dos lugares de procedência 53 5, 2,4 | totalidade do património eclesial;~- promover investigações 54 6 | consciencialização directa do valor eclesial e civil do património histórico-artístico 55 6 | revigorar, tanto a nível eclesial, como civil, as estratégias 56 6 | o que é especificamente eclesial.~Para alcançar tais objectivos: ~-


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