Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
Alfabética    [«  »]
museen 1
museográficos 1
museologia 2
museu 178
museu-tesouro 1
museum 3
museums 2
Freqüência    [«  »]
198 um
185 as
183 das
178 museu
178 uma
166 se
157 no
Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja
A função pastoral dos museus eclesiásticos

IntraText - Concordâncias

museu

    Parte, Capitulo,  Paragrafo
1 Int | Neste sentido, também um museu eclesiástico, com tudo o 2 Int | cultura e à caridade. O museu eclesiástico é, por conseguinte, 3 Int | cada nação e cultura. O museu eclesiástico deve estar 4 Int | cultural.~Segundo esta visão, o museu eclesiástico pode converter-se 5 1, 1 | adequada de "depósito do museu". De qualquer modo, é indispensável 6 1, 2 | expressão e testemunho.~O museu eclesiástico radica-se sobre 7 1, 2 | de carácter religioso. O museu eclesiástico não é sequer 8 1, 3 | produzirá a abertura do Museu Capitolino e dos Museus 9 1, 4 | existe, e organizar bem um Museu diocesano no Paço episcopal 10 1, 4 | recomendando a conservação num museu diocesano ou interdiocesano 11 1, 4 | tem vindo a considerar o museu como um instituição cultural 12 2 | finalidade e tipologia do museu eclesiástico ~~ 13 2, 1,1 | compreender a natureza do museu eclesiástico, é necessário 14 2, 1,1 | Como consequência, o museu eclesiástico não é uma simples 15 2, 1,1 | território.~Por isso, o museu eclesiástico deve ser considerado 16 2, 1,1 | destino de uso.~Portanto, o museu eclesiástico não é uma estrutura 17 2, 1,2 | contexto eclesial ~Em torno ao museu eclesiástico, que reúne 18 2, 1,2 | A partir desta óptica o museu eclesiástico transforma-se, 19 2, 1,2 | eclesial, cultural e social.~O museu eclesiástico, por conseguinte, 20 2, 1,2 | religioso. Portanto, ao museu estão ligadas a tutela e 21 2, 1,2 | Nesta óptica, o acesso ao museu eclesiástico exige uma particular 22 2, 1,2 | compreender o sagrado.~A visita ao museu eclesiástico, por conseguinte, 23 2, 2,1 | memória~A finalidade do museu eclesiástico está relacionada 24 2, 2,1 | Deus. Por este motivo, o museu eclesiástico assume uma 25 2, 2,1 | local.~Em particular, o museu eclesiástico tem diversas 26 2, 2,1 | já que na ordenação do museu, na escolha das "peças" 27 2, 2,1 | comunidade histórica, dado que o museu histórico deve representar, 28 2, 2,2 | pastoral através da memória ~O museu eclesiástico entra no âmbito 29 2, 2,2 | encorajamento e intercâmbio".26 O museu eclesiástico tem como prerrogativa 30 2, 2,2 | pastoral.~Neste contexto, o museu eclesiástico testemunha 31 2, 2,2 | instrumento pastoral, o museu eclesiástico serve para 32 2, 3,1 | tipologias segundo as quais o museu eclesiástico pode ser constituído. 33 2, 3,1 | ao património do próprio museu.~Na introdução histórica,28 34 2, 3,2 | seria para desejar que o museu eclesiástico incentivasse 35 2, 3,2 | subdivisões tipológicas, o museu eclesiástico caracteriza-se 36 2, 4 | também, de instituir o museu diocesano e outros museus 37 2, 4 | lugar idóneo, isto é, num museu diocesano ou interdiocesano, 38 2, 4 | livre acesso a todos"34~O museu deve ser constituído com 39 2, 4 | modalidades práticas. Nenhum museu eclesiástico novo poderá 40 2, 4 | competente.~Na organização de um museu, onde for possível, será 41 2 (35)| Elementos para o Estatuto de um museu diocesano (e analogamente 42 2 (35)| diocesano (e analogamente de um museu eclesiástico):  1. Data 43 2 (35)| competências; 5. Comissão do museunomeação dos membros e 44 2, 4 | fundado e onde subsiste o museu. As normas indicadas para 45 2, 4 | instituição encarregada do museu.~Conforme as indicações 46 2, 4 | diocesano.~Enfim, caso o museu diocesano esteja entregue 47 3 | III ~Organização do museu eclesiástico ~~ 48 3, 1,1 | 3.1.1 Estrutura~O museu eclesiástico deve contar, 49 3, 1,1 | individualiza e representa o museu eclesiástico.~A organização 50 3, 1,1 | definidos. O apetrechamento do museu deve corresponder a um projecto 51 3, 1,1 | histórico-artísticas).~O projecto do museu eclesiástico deve ser elaborado 52 3, 1,1 | carácter "eclesial" do próprio museu. De facto, a sede do museu 53 3, 1,1 | museu. De facto, a sede do museu eclesiástico não pode ser 54 3, 1,1 | obras expostas.~A sede do museu eclesiástico articula-se 55 3, 1,1 | público como nos empregados do museu. Igualmente, será preciso 56 3, 1,1 | esquema distributivo de museu eclesiástico.~ 57 3, 1,2 | 2 Entrada ~A entrada do museu tem grande importância como 58 3, 1,2 | entre os visitantes e o museu. Antes de tudo, deve evidenciar 59 3, 1,2 | evidenciar a mens que gerou o museu e que caracteriza a sua 60 3, 1,2 | identificar claramente o museu. As suas linhas podem ser 61 3, 1,2 | para a leitura global do museu. Por conseguinte, deve inspirar-se 62 3, 1,2 | visitantes e a realidade do museu. O visitante não deveria 63 3, 1,2 | deveria iniciar o percurso do museu entusiasmado apenas pela 64 3, 1,3 | propostos pela estrutura do museu.~A disposição dos objectos 65 3, 1,4 | as restantes presentes no museu ou com outras que se encontram 66 3, 1,5 | temporárias ~Dado que o museu eclesiástico deve ser pensado 67 3, 1,5 | reforça a relação entre o museu eclesiástico e o território; 68 3, 1,6 | temporárias, é oportuno que o museu eclesiástico esteja equipado 69 3, 1,7 | sala de aula vida ao museu e demonstra que na mens 70 3, 1,8 | conjunto dos serviços do museu, não se pode esquecer a 71 3, 1,8 | oportuno constituir dentro do museu uma biblioteca actualizada 72 3, 1,8 | proprietária ou promotora do museu.~A biblioteca assume a função 73 3, 1,9 | necessário que a organização do museu preveja a criação de um 74 3, 1,9 | das obras existentes no museu. Demasiadas vezes, infelizmente, 75 3, 1,11 | prolongamento da permanência no museu tanto dos visitantes como 76 3, 1,12 | Junto da área pública do museu eclesiástico devem prever-se 77 3, 1,12 | para os funcionários do museu. De facto, é importante 78 3, 1,12 | importante que os funcionários do museu possam dispor dos espaços 79 3, 1,12 | maior eficiência ao próprio museu.~Concretamente, deve-se 80 3, 1,12 | uma pessoa da direcção do museu é necessária e, se possível, 81 3, 1,13 | depósito ~A própria vida do museu exige habitualmente outros 82 3, 1,13 | entendido. O depósito de um museu não é, pela sua própria 83 3, 1,13 | exposições, quer no âmbito do museu quer fora dele. A este propósito 84 3, 1,13 | tanto dentro como fora do museu, pelo que se torna necessário 85 3, 1,13 | registadas no inventário geral do museu ou, inclusive, num catálogo 86 3, 1,14 | das salas de depósito do museu, de um pequeno laboratório 87 3, 1,14 | particular degradação.~Se o museu não dispõe de um laboratório 88 3, 1,14 | materiais existentes no museu a restauradores de confiança. 89 3, 2,1 | para o bom funcionamento do museu. A este respeito, dever-se-á 90 3, 2,2 | Vigilância~A vigilância do museu também desempenha um papel 91 3, 2,2 | trata apenas do ambiente do museu em geral, das obras existentes 92 3, 2,2 | dentro e fora do próprio museu.~A atenção e a vigilância 93 3, 2,2 | público como o tempo em que o museu está fechado. Durante os 94 3, 2,2 | Durante o tempo em que o museu se encontra fechado seria 95 3, 2,3 | 3.3 Gestão~Para que o museu eclesiástico possa desenvolver 96 3, 2,3 | conservação e de valorização do museu;~- elaborar, com base num 97 3, 2,3 | intervenções;~- dotar o museu de uma regular fisionomia 98 3, 2,3 | promover a imagem do museu através dos canais de comunicação 99 3, 4 | cultural e administrativa do museu;~- quando for útil, pode-se 100 3, 5 | funcionamento das actividades de um museu no contexto dos bens culturais 101 3, 6 | organização da gestão do museu eclesiástico deve-se prever 102 4 | IV ~Fruição do museu eclesiástico ~ 103 4, 1 | 4.1 Fruição pública~O museu eclesiástico é um lugar 104 4, 1 | comunidade cristã. A visita a um museu eclesiástico está intimamente 105 4, 1 | possuir a instituição do museu. Distinguir para unir o 106 4, 1 | contemplar.~Por este motivo o museu eclesiástico, prioritariamente 107 4, 1 | mediante os funcionários do museu, acolherá os que se interessam 108 4, 1 | também aos funcionários. Cada museu deverá preocupar-se  em   109 4, 2,1 | secularização generalizada, o museu eclesiástico é chamado a 110 4, 2,1 | se vestiu como eles".46~O museu eclesiástico assume, portanto, 111 4, 2,1 | cultura. As instalações do museu oferecem ao público obras 112 4, 2,1 | publicações (catálogos do museu, catálogos de exposições 113 4, 2,2 | associações e confrarias.~O museu eclesiástico realiza uma 114 4, 2,3 | mentalidade comum, a palavra museu parece recordar um lugar 115 4, 2,3 | estático, frio e silencioso. O museu eclesiástico, pelo contrário, 116 4, 2,3 | Igreja. A peculiaridade do museu eclesiástico está em conservar 117 4, 2,3 | primárias da estrutura do museu eclesiástico:  a conservação 118 4, 2,3 | Além disso, a didáctica do museu deve dar vida a um circuito 119 4, 2,3 | histórica e documentária do museu. Por isso, seria conveniente 120 4, 2,3 | possam ler também fora do museu.~O museu eclesiástico transforma-se 121 4, 2,3 | também fora do museu.~O museu eclesiástico transforma-se 122 4, 2,3 | portanto, o sentido do museu eclesiástico, é ensinar 123 4, 2,3 | alma viva e presente. O museu eclesiástico, deste modo, 124 4, 3 | do território~Através do museu eclesiástico podem-se tomar 125 4, 3 | sua própria natureza, o museu eclesiástico encontra-se 126 4, 3 | e da fruição estética. O museu eclesiástico, para além 127 4, 3 | se referem. Além disso, o museu eclesiástico não é um lugar 128 4, 3 | circunstante.~Por conseguinte, o museu eclesiástico não é uma instituição 129 4, 3 | diversidade. Por sua vez, o museu reúne e ordena os bens histórico-artísticos, 130 4, 3 | à estrutura eclesial.~O museu eclesiástico, no que se 131 4, 3 | realização de um projecto de museu eclesiástico. A exposição 132 4, 3 | da Igreja. A estrutura do museu deve referir-se a todo o 133 4, 3 | passado e o presente, o museu eclesiástico deve ser a 134 4, 3 | visualmente a íntima relação do museu com o território de que 135 4, 3 | Neste sentido, o conceito de museu eclesiástico é definido 136 4, 3 | eclesiástico é definido como um museu integrado e difuso. Tais 137 4, 3 | estruturas policêntricas em que o museu diocesano desempenha a sua 138 4, 3 | que une dinamicamente o museu diocesano aos demais centros 139 4, 3 | conjunto do território.~O museu diocesano, em particular, 140 4, 3 | cristã.~Neste sentido, o museu diocesano, assemelha-se 141 4, 3 | guardam no seu interior ou num museu central (com garantia de 142 4, 3 | valorização, que dependerá do museu diocesano. As obras de arte, 143 4, 3 | território.~A noção de sistema de museu integrado alarga-se notavelmente 144 4, 3 | desta perspectiva, cada museu ou colecção já não é um 145 4, 3 | fossem concentrados num único museu, empobreceriam os lugares 146 4, 3 | preferível a criação de um museu central.~O museu diocesano 147 4, 3 | criação de um museu central.~O museu diocesano pode converter-se 148 4, 3 | guiadas que, partindo do museu, incluam outros conjuntos 149 5, 1,1 | do projecto pastoral, o museu pode assumir uma função 150 5, 1,1 | artistas, dos agentes de museu, dos guias, dos vigilantes 151 5, 1,2 | contemporâneos.48 Nesta tarefa, o museu pode desenvolver a função 152 5, 1,3 | Critérios formativos ~O museu eclesiástico pode assumir 153 5, 1,3 | espiritual.~Para que um museu eclesiástico cumpra esta 154 5, 1,4 | funcionários e os responsáveis do museu eclesiástico impõe-se uma 155 5, 1,6 | interinstitucional~A planificação de um museu eclesiástico integrado no   156 5, 2,2 | implicados na organização do museu (ou de comprovar a sua preparação), 157 5, 2,2 | internos da estrutura do museu, seria bom pensar em formar 158 5, 2,2 | entre as obras expostas no museu e o território, através 159 5, 2,3 | organização e valorização do museu diocesano; constituição 160 5, 2,3 | ou local; integração do museu diocesano no território; 161 5, 2,4 | valorizar as colecções do museu num contexto religioso, 162 5, 3 | aspectos da organização de um museu. De facto, em muitos casos 163 5, 3 | adequados às actividades do museu e pretendem dedicar-lhe 164 5, 3 | âmbitos da organização do museu. É oportuno considerar que, 165 5, 3 | exigências concretas do museu.~- Estudantes. Também os 166 5, 3 | utilmente na organização do museu em forma de voluntariado 167 5, 3 | fundações, pelas receitas do museu ou por financiamentos eclesiásticos. 168 5, 3 | conveniente à organização do museu. Sobretudo nos sectores 169 5, 3 | comissão de consultores do museu, cujos membros, nomeados 170 6 | desenvolvimento cultural;~- o museu eclesiástico, neste contexto, 171 6 | adequados para acolher no museu diocesano o que não se pode 172 6 | organizar adequadamente o museu diocesano no cuidado do 173 6 | leva ao "caminhar-para" o museu eclesiástico e o que lhe 174 6 | tudo quanto se expõe no museu eclesiástico, fazendo compreender 175 6 | conduz-para-dentro" do museu eclesiástico, considerando 176 6 | exemplar numa visita ao museu:  é a terceira dinâmica 177 6 | que "conduz-para-fora" do museu, reintroduzindo o indivíduo 178 6 | circundado.~Neste sentido, o museu eclesiástico converte-se


IntraText® (V89) Copyright 1996-2007 EuloTech SRL