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Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja
A função pastoral dos museus eclesiásticos

IntraText - Concordâncias

obras

    Parte, Capitulo,  Paragrafo
1 Int (5)| por fim, neste âmbito as obras literárias, teatrais e cinematográficas, 2 1, 1 | caminho da através das obras de diversas gerações. Pelo 3 1, 1 | é indispensável que as obras conservadas nos museus e 4 1, 1 | contacto directo com as obras que ainda se encontram em 5 1, 2 | conserva para as valorizar, obras de arte e objectos de carácter 6 1, 2 | a "contextualização" das obras na vida social, eclesial, 7 1, 2 | devocional;~- a consideração das obras do passado em referência 8 1, 2 | eventual utilização destas obras do passado numa dimensão 9 1, 3 | expressa-se tanto no mecenato de obras de arte, destinadas principalmente 10 1, 3 | as maiores colecções de obras clássicas que se formaram 11 1, 3 | primeiro destino público de obras de arte por iniciativa de 12 1, 3 | Obra, para guardar e exibir obras de arte e objectos cultuais ( 13 1, 4 | conservação das antiguidades e das obras de arte, confirma as disposições 14 1, 4 | romana e a dispersão das obras clássicas. Além disso, esta 15 1, 4 | os Monumentos, e as belas obras da Antiguidade [...] se 16 1, 4 | grande parte das demais obras de arte, o conceito da sua 17 1 (13) | conservação e de circulação das obras de arte antigas e modernas, 18 1, 4 | instituições é a conservação das obras que, de outro modo, seriam 19 1, 4 | interdiocesano daquelas "obras de arte e tesouros" que 20 1 (17) | relativas ao empréstimo de obras de arte de propriedade de 21 2, 1,1 | diocesanos, regionais e de obras literárias, musicais, teatrais 22 2, 1,2 | memória concretiza-se nas obras humanas que modelaram o 23 2, 1,2 | através do descobrimento das obras de arte voltadas para a 24 2, 1,2 | turístico-cultural, porque muitas das obras expostas são expressão da 25 2, 1,2 | fidei da comunidade. Estas obras devem, por isso, ser interpretadas, 26 2, 2,1 | porque reúne todas aquelas obras que, por dificuldade de 27 2, 2,2 | da verdade encarnada nas obras sensíveis e de reconhecer 28 2, 2,2 | eclesiásticos. Todas estas obras, apesar da sua diversidade, 29 2, 2,2 | formação dos fiéis e as obras de caridade não se transformam 30 2, 2,2 | diversamente impressa nas obras antigas e modernas, de modo 31 2, 2,2 | achados insuficientes ou de obras insignes, como as épocas 32 2, 3,1 | finalidade de conservar e exibir obras de arte e outros achados 33 2, 3,2 | categorias principais: ~- obras de arte (pinturas, esculturas, 34 2, 3,2 | etc.~A estas categorias de obras, que normalmente constituem 35 2, 3,2 | livros de memória sobre obras, documentos sobre as colecções, 36 2, 3,2 | Apostólica, às Confrarias e às Obras Pias.~Além disso, seria 37 2, 3,2 | em que a conservação das obras e dos documentos ainda não 38 2, 3,2 | espírito" de cada uma das obras que conserva e expõe. Não 39 2, 4 | histórico-artístico. De facto "quando tais obras já não são consideradas 40 2 (35) | gerais para a aquisição das obras; 2. Registro de obras; 3. 41 2 (35) | das obras; 2. Registro de obras; 3. Exposição de obras; 42 2 (35) | de obras; 3. Exposição de obras; 4. Regulamento das fotoreproduções; 43 3, 1,1 | ambiente indiferenciado; as obras não podem ser colocadas 44 3, 1,1 | arquitectura e o valor próprio das obras expostas.~A sede do museu 45 3, 1,3 | coordenada com a exposição das obras.41 A estrutura das salas, 46 3, 1,3 | facilitar a contemplação das obras expostas, especialmente 47 3, 1,4 | fundamental na  exposição  das  obras.  Se  é  possível,  deveriam 48 3, 1,4 | relação de cada uma das obras com as restantes presentes 49 3, 1,5 | permite a exposição de obras em depósito, através de 50 3, 1,9 | história de cada uma das obras existentes no museu. Demasiadas 51 3, 1,13 | espaços servem para colocar obras que não estão expostas.~ 52 3, 1,13 | estas salas recolherão obras igualmente importantes e 53 3, 1,13 | conservação.~Se actualmetne tais obras não se podem enquadrar no 54 3, 1,13 | importância da "circulação das obras", com as devidas precauções, 55 3, 1,13 | intercâmbios e aquisições de obras.~Portanto, as peças que 56 3, 1,13 | institucionais.~Algumas obras são colocadas no depósito 57 3, 2,1 | se refere à segurança das obras, deve-se garantir em primeiro 58 3, 2,1 | respeito à conservação das obras, convém realizar uma adequada 59 3, 2,1 | Em relação à tutela das obras, serão necessárias medidas 60 3 (43) | específicas sobre a exposição de obras de arte, que visam facilitar 61 3, 2,2 | ambiente do museu em geral, das obras existentes quer na exposição 62 3, 2,2 | também da circulação das obras dentro e fora do próprio 63 3, 2,2 | concretas de cada uma das obras.~Uma vigilância ordinária 64 3, 2,2 | evitar possíveis danos às obras e às estruturas. Pode ser 65 3, 2,2 | durante a circulação das obras, necessita-se, sobretudo, 66 3, 2,2 | dedicada ao empréstimo de obras, certificando-se que está 67 3, 5 | regulamentar os empréstimos das obras, fazendo referência às normas 68 3, 5 | direitos de reprodução das obras, tendo em conta as disposições 69 3, 5 | orientações sobre o transporte de obras abandonadas, em desuso ou 70 3, 6 | tutelar a propriedade das obras, respeitar as normas sobre 71 4, 1 | anunciar a . Também as obras reunidas nos museus estão 72 4, 2,1 | museu oferecem ao público obras estimulantes para uma nova 73 4, 2,1 | , ao culto divino, às obras de caridade e à cultura 74 4, 2,1 | realidades que expressam as obras reunidas nos museus conduzem 75 4, 2,1 | sobretudo, que se expressa nas obras de misericórdia espirituais 76 4, 2,2 | histórico-artístico. Outras obras confiadas aos museus colocam 77 4, 2,3 | estruturada onde se colocam obras, capazes de delinear e de 78 4, 2,3 | apresentação de livros ou de obras de arte novas ou restauradas;~- 79 4, 2,3 | compreender o valor das obras de arte e, portanto, o sentido 80 4, 3 | a produção das múltiplas obras fazem referência a contextos 81 4, 3 | artistas e os que encomendam as obras estão intimamente ligados 82 4, 3 | lugar; os conteúdos das obras inspiram-se e correspondem 83 4, 3 | Imponentes monumentos, obras de arte, arquivos e bibliotecas 84 4, 3 | eclesiástico. A exposição das obras deve ser organizada de tal 85 4, 3 | conjunto de monumentos, com as obras que o compõem; e os eventuais 86 4, 3 | museu-tesouro, estruturas e obras funcionais para as múltiplas 87 4, 3 | são lugares que possuem obras que guardam no seu interior 88 4, 3 | dependerá do museu diocesano. As obras de arte, as decorações, 89 4, 3 | depósito ou de reunião de obras fora de circulação, mas 90 4, 3 | leva à tutela tanto das obras nos lugares de procedência 91 4, 3 | desvalorização das próprias obras que, juntamente com muitas 92 4, 3 | região de procedência das obras e de todo o território; 93 5, 1,1 | orientado para a valorização das obras do passado e a promoção 94 5, 1,2 | perigos para a integridade das obras de arte, destruição de afrescos, 95 5, 1,2 | o melhor êxito das suas obras. É importante contar com 96 5, 1,4 | bens, a conservação das obras e a legislação vigente ( 97 5, 2,2 | introduzi-lo na fruição das obras expostas mediante percursos 98 5, 2,2 | em grupos homogéneos de obras.~- Animadores internos. 99 5, 2,2 | íntima relação entre as obras expostas no museu e o território, 100 5, 2,4 | expressar a conexão das obras oferecendo uma perspectiva 101 5, 2,4 | lugares de procedência das obras que neles se conservam;~- 102 5, 2,4 | estudantes, não só pelas obras expostas nos museus eclesiásticos 103 6 | regulamento do movimento das obras, na projecção de percursos 104 6 | religioso, para extrair das obras de arte de cada época as 105 6 | a mensagem expressa nas obras pelo cunho criador dos artistas


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