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68 ser
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Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja
A função pastoral dos museus eclesiásticos

IntraText - Concordâncias

ser

   Parte, Capitulo,  Paragrafo
1 Int | Igreja",5 pelo que devem ser organizados de modo a poderem 2 Int | na sua organização deve ser acolhido o dinamismo social, 3 Int | dos bens culturais deve ser, sobretudo, competência 4 Int | do seu próprio passado, ser consciente do sentido de 5 Int (5)| da Igreja. A estes devem ser depois acrescentados os 6 1, 1 | eclesial, pelo que não pode ser retirado de tal contexto. 7 1, 2 | um valor básico que deve ser cultivado com dedicação.~ 8 1, 4 | mas, por analogia, podem ser consideradas válidas para 9 2, 1,1 | muitas peças passassem a ser obsoletas, impondo-se assim 10 2, 1,1 | museu eclesiástico deve ser considerado como uma parte 11 2, 1,2 | eclesiástico, por conseguinte, deve ser interpretado em estreita 12 2, 1,2 | Estas obras devem, por isso, ser interpretadas, compreendidas 13 2, 2,2 | como prerrogativa própria ser instrumento de crescimento 14 2, 3,1 | museu eclesiástico pode ser constituído. Tais formas 15 2, 3,1 | circunstâncias, ainda podem ser utilizados para o culto. 16 2, 3,1 | circunstâncias fortuitas passaram a ser de propriedade eclesiástica, 17 2, 4 | para o culto, nunca deverão ser destinadas para um uso profano 18 2, 4 | pelo contrário, hão-de ser colocadas num lugar idóneo, 19 2, 4 | a todos"34~O museu deve ser constituído com um decreto 20 2, 4 | eclesiástico novo poderá ser criado por entidades eclesiásticas 21 2, 4 | museus em geral deverão ser aplicadas também aos museus 22 3, 1,1 | especialistas. Estes deverão ser competentes tanto no campo 23 3, 1,1 | museu eclesiástico deve ser elaborado tendo em conta 24 3, 1,1 | museu eclesiástico não pode ser entendida como um ambiente 25 3, 1,1 | indiferenciado; as obras não podem ser colocadas fora do contexto, 26 3, 1,1 | em muitos casos estão a ser utilizados como sedes de 27 3, 1,1 | oportuna, de modo a poder ser facilmente visitada, sem 28 3, 1,2 | reconhecível. A sua estrutura há-de ser tal, que se possa identificar 29 3, 1,2 | museu. As suas linhas podem ser sóbrias, simples e evidentes, 30 3, 1,2 | museográficos. Em particular, deverá ser rico de informações estimulantes, 31 3, 1,3 | apresentação ao público deverá ser pensada segundo um critério 32 3, 1,5 | museu eclesiástico deve ser pensado como uma instituição 33 3, 1,5 | Manifestações deste tipo poderão ser organizadas para realçar 34 3, 1,6 | estudo didáctico poderá ser ajudado por meios gráficos, 35 3, 1,10 | como a entrada, não deve ser subestimada. Na medida do 36 3, 1,13 | Este conceito não pode ser mal entendido. O depósito 37 3, 1,13 | por isso, necessitam de ser restauradas. Assim, torna-se 38 3, 2,2 | atenção e a vigilância devem ser "personalizadas" com referência 39 3, 2,2 | conservação, mas elas devem ser analisadas e adaptadas às 40 3, 2,2 | obras e às estruturas. Pode ser muito útil a presença de 41 3, 2,2 | Particular atenção deve ser dedicada ao empréstimo de 42 3, 2,3 | este  respeito,  poderão  ser  úteis  as  seguintes sugestões: ~- 43 3, 5 | vigentes. Desta forma, poderão ser realçados os seguintes aspectos: ~- 44 3, 5 | próprio depósito.~Deverão ser igualmente regulamentados 45 4, 1 | comunidade cristã, deverá ser frequentado também por um 46 4, 1 | longinquus est".45~O público pode ser dividido em diversas categorias:  47 4, 2,1 | museus eclesiásticos possam ser desfrutados adequadamente 48 4, 2,3 | território foram e continuam a ser a alma viva e presente. 49 4, 3 | eclesiástico, para além de ser um "lugar eclesial" é, também, 50 4, 3 | outras funções deverão ser tomadas em consideração, 51 4, 3 | exposição das obras deve ser organizada de tal forma 52 4, 3 | museu eclesiástico deve ser a memória estável da história 53 4, 3 | instrumentos científicos, deveria ser possível aceder ao inventário 54 4, 3 | o centro diocesano, para ser introduzidas no conjunto 55 5, 2,1 | e a vida religiosa devem ser educados a apreciar o valor 56 5, 2,1 | os sacerdotes não possam ser sempre os directores responsáveis 57 5, 2,2 | especificamente eclesial. Estes têm de ser capazes de contextualizar 58 5, 2,2 | agentes internos poderá ser o de animar os visitantes, 59 5, 2,3 | cursos  de  formação  podem  ser  distribuídos do seguinte 60 5, 2,4 | utentes ~Também o público deve ser formado, com iniciativas 61 5, 2,4 | território, etc. O público pode ser dividido em duas categorias:  62 5, 3 | adequados de formação e ser preparados para actuar em 63 5, 3 | sua disponibilidade podem ser utilizadas segundo as suas 64 5, 3 | primeiro emprego, podem ser empregados utilmente na 65 5, 3 | que pode, nalguns casos, ser remunerado (tendo sempre 66 6 | culturais;~- este projecto deve ser elaborado em união com o 67 6 | neste contexto, não deve ser considerado simplesmente 68 6 | reflexões propostas possam ser um ponto de referência útil


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