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| Alfabética [« »] beatitude 1 beija 1 beijos 2 beleza 54 belezas 1 belíssimos 1 bellísimos 1 | Freqüência [« »] 64 no 63 ele 63 palavra 54 beleza 54 eu 54 instante 54 lhe | Prof. Afonso de Castro Los muchos nombres que la vida tiene IntraText - Concordâncias beleza |
Capítulo, Parágrafo, Pag.
1 I, 1, 5 | o máximo em linguagem, a beleza aí registrada torna-se matriz.~ 2 I, 2, 6 | 2 - A beleza e sua expressão~ ~Afirma-se 3 I, 2, 6 | atinge o nível de expressar a beleza, ou ainda, para ser considerada 4 I, 2, 6 | traz em si a expressão da beleza. Como a beleza é um arquétipo, 5 I, 2, 6 | expressão da beleza. Como a beleza é um arquétipo, seu campo 6 I, 2, 6 | sua manifestação. Aliás, a beleza carece de linguagens renovadoras 7 I, 2, 7 | quer comunicar. Assim a beleza torna-se generosa e abundante 8 I, 2, 7 | pelas expressões máximas de beleza em seu dizer. Os atuais 9 I, 2, 7 | poética ou de arte. Neles a beleza está em forma de excesso 10 I, 2, 7 | manifestam esses versos a beleza da vida do poeta em estado 11 I, 2, 8 | dinamizados pela força dinâmica da beleza de que eles são portadores.~ 12 I, 2, 8 | capacidade de indicar a beleza expressa independe da abrangência. 13 I, 2, 8 | mesmo tempo inauguram a beleza transformada em sabedoria 14 I, 2, 8 | suas palavras concretizam a beleza que obedece ao preceito 15 I, 2, 9 | simplicidade não impede que a beleza se concretize em palavras 16 II, 1, 14 | linguagem a novidade da beleza que a vida, a partir de 17 II, 1, 14 | ser do poeta. A relação da beleza passa pela ./. coerência 18 II, 1, 15 | ele sabe que a novidade da beleza, do poema, somente se alcança 19 II, 1, 15 | acesso ao mais íntimo, à beleza incontida e esperada. Confessa 20 II, 1, 15 | perde a sua segurança.~A beleza da linguagem lhe pede que 21 II, 1, 16 | sua revelação real de uma beleza que se encerra som simplicidade 22 II, 1, 17 | da linguagem que capta a beleza revelada nesses intervalos 23 II, 1, 17 | oferecer para se registrar na beleza de uma linguagem poética 24 II, 1, 17 | oferta e da gratuidade da beleza de uma linguagem também 25 II, 2, 19 | características que tornam a beleza da linguagem poética mais 26 II, 3, 23 | memória da princesa por sua beleza e sua grandiosidade. O palácio 27 II, 3, 23 | que, pela sua imponência e beleza,.cantam, proclamam e gritam 28 II, 3, 23 | tamanho ou a grandeza ou a beleza do amor do príncipe pela 29 II, 3, 24 | pois está carregado de beleza que arrebata e proclama 30 II, 3, 24 | sedutora as virtualidades da beleza de que é portadora. Traz 31 II, 3, 24 | universo, um mundo sagrado pela beleza.~ ~2) A outra imagem que 32 II, 3, 25 | para oferecer a grandeza da beleza no tempo reinventado da 33 II, 3, 25 | ser do jardim. A força da beleza, da exuberância do ser do 34 II, 3, 25 | íntimo sem temer nada. A beleza que dele emana afasta os 35 II, 3, 25 | temores e os horrores. Sua beleza proporciona e capacita o ‘ 36 II, 3, 25 | de seu íntimo. Pode ver a beleza que tem dentro de si.~ ~ 37 II, 3, 26 | para Deus, para a suprema beleza e grandeza, não tomada em 38 II, 3, 26 | linguagem que expressou a beleza contagiante de uma imagem 39 III 28 | palavra ou frase.~Descobrir a beleza e a força de sentido de 40 III, 2, 32 | amizade deverá suscitar a beleza interior que existe em cada 41 III, 3, 36 | e espírito para trazer a beleza do meu ser no corpo e na 42 IV, 2, 43 | como “janelas” para que a beleza e a realidade cambiante 43 IV, 2, 45 | sublime, o totalizante, a Beleza, a pureza, as expressões 44 IV, 2, 46 | Compara sua trajetória à beleza de um cristal genuíno onde 45 IV, 2, 46 | se viu habitado por uma beleza ímpar ainda permanece esse 46 IV, 2, 47 | percorrido, mas indica a beleza da novidade. Sabe ela agora 47 IV, 2, 47 | sabe que a gratuidade da beleza requer somente a abertura 48 IV, 2, 47 | ele se incendeia dessa beleza, generosidade ofertada no 49 IV, 2, 47 | jato da irrupção do ser/beleza quando encontra a casa apropriada 50 IV, 2, 47 | acessa a imensidão do ser, a beleza que procura uma casa, a 51 IV, 2, 47 | materialização desse processo, da beleza cristalizada, o poema. Esse 52 PALFIN 47| muito bem expresso pela beleza de seus versos. Nem todos 53 PALFIN 48| sobressaem e ./. gritam sua beleza de forma despudorada. Talvez 54 PALFIN 48| instauram para inaugurar a beleza na vida de quem tiver a