Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
Alfabética    [«  »]
linguajar 2
línguas 1
linhas 1
lírico 47
lirismo 1
liturgia 2
livre 2
Freqüência    [«  »]
50 na
49 esse
48 en
47 lírico
46 mais
46 poema
45 das
Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

lírico

   Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 Int 3 | desnecessárias, o poeta e o “eu lírico do texto” serão objetos 2 Int 3 | mas do poeta e de seu “eu lírico”. A historicidade do texto 3 I, 1, 5| linguagem apresenta o “Eu lírico” em ./. estado de completa 4 I, 1, 6| insiste na pequenez do “Eu lírico” do poeta que não consegue 5 I, 1, 6| Nem sempre ele, seu “Eu lírico” saberá encontrar a palavra 6 I, 2, 7| expressão do belo; o “Eu lírico” do poeta conseguiu aprofundar 7 I, 2, 7| da expressividade do “Eu lírico” que os vive. Alguns escolhidos 8 I, 2, 7| acima.~Em relação ao ‘Eu lírico’:~-“caricias y gestos son 9 I, 2, 7| confissões do poeta ou de seu ‘eu lírico’, cuja simplicidade atrai 10 I, 2, 8| concretamente para o ‘eu lírico’ como aprofundamento e consistência. 11 I, 2, 8| afirmação contempla o ‘eu lírico do poeta’ em estado de indigência, 12 I, 2, 9| reinterpretadas como percebeu o “eu lírico do poeta”.~ ~ 13 I, 3, 9| Sempre acenou-se aqui ao “Eu lírico do poeta” com interveniente 14 I, 3, 9| receptáculo concretizado no ‘eu lírico’. Dessa forma o poeta pode 15 I, 3, 9| linguagem interpelando o ‘eu lírico, ou melhor, incitando-o, 16 I, 3, 9| que denominamos de seu “eu lírico” com receptáculo de suas 17 I, 3, 10| interpelação do “tu” ou do ‘eu lírico’ do poeta como metodologia 18 I, 3, 10| de negação para o seu ‘eu líricotorna a linguagem e o poema 19 II, 1, 12| mesmo. O poeta e seu “Eu lírico” dialogam com abertura para 20 II, 1, 12| linguagem oferece ao seu “eu lírico” e a seus possíveis leitores. 21 II, 1, 13| a si mesmo, que seu ‘eu lírico’ esteja preparado, pois 22 II, 1, 13| oferecidos pelo poeta ao seu ‘eu lírico’ com diálogo ou como perspectiva 23 II, 1, 13| primeiro lugar para o seu ‘eu lírico’ como incapacidade normal 24 II, 1, 15| seu Self, com o seu ‘eu lírico’, inquirindo porque a vida 25 II, 1, 17| quer iniciar com seu ‘eu lírico’, tendo em vista a grande 26 II, 2, 18| interpelação de seu ‘eu lírico’ sobre estados de alma:~“ 27 II, 2, 18| poeta que oferece ao seu ‘eu lírico’ como vida ou possibilidade 28 II, 2, 19| interroga também o seu ‘eu lírico’ ante a proposta um pouco 29 II, 2, 19| poeta oferece ao seu ‘eu lírico’ ou a seus interlocutores 30 II, 2, 20| deseja isso para seu ‘eu lírico’.~ ~ 31 II, 3, 25| proporciona e capacita o ‘eu lírico’ a ter um outro olhar sobre 32 III, 1, 29| ele se renovará em seu ‘eu lírico’, habilitando-se para uma 33 III, 1, 30| interlocutor ou de seu ‘eu lírico’ ou de seu ser querido. 34 III, 1, 30| palavra e oferecer ao ‘eu lírico’ do poeta a realização de 35 III, 2, 31| este poema oferece ao ‘eu lírico’ do poeta é que o aprendizado 36 III, 2, 31| revela para a vida do “Eu lírico”. Esse caminho pede um tempo 37 III, 2, 32| poeta dialoga com o seu ‘eu líricotentando mostrar o que 38 III, 3, 35| confissão do poeta a seu ‘eu líricoparte para um estado de 39 III, 3, 35| consolação para seu ‘eu lírico’, desencadeia um processo 40 IV, 1, 38| diálogo do poeta com o seu ‘eu lírico’. O poeta encontra nos olhares 41 IV, 1, 38| auxílio é para que seu ‘eu lírico’ permaneça como receptáculo, 42 IV, 1, 41| poeta em diálogo com seu ‘eu líricoinstaura mundos e descobre 43 IV, 1, 41| como um grito a seu “eu lírico”, conclamando-o também a 44 IV, 2, 42| aos borbotões para o ‘eu lírico’ do poeta. Esse poema pode 45 IV, 2, 47| vida, na alma de seu “eu lírico”; ali arde o fogo provocado 46 IV, 2, 47| do poeta, então o seu “eu líricoestá pronto, está edificado 47 IV, 2, 47| mútua edificação. O “eu lírico”, unido e sustentado pelo


IntraText® (V89) Copyright 1996-2007 EuloTech SRL