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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

poema

   Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 I, 1, 5| Esses versos concluem um poema que se reporta ao próprio 2 I, 1, 5| expressam e dizem que o poema tem esse processo composicional 3 I, 1, 5| versos têm como início de poema a afirmação: “TANTAS PALABRAS 4 I, 1, 5| pode iluminá-las. Nesse poema, o poeta poetiza o processo 5 I, 1, 6| a cadência e a força do poema.~ ~ 6 I, 3, 9| frecuentado!”(p.26)~Nesse poema aparece bem nítida a interpelação 7 I, 3, 10| alma. ~Assim neste outro poema, apresenta-se a interpelação 8 I, 3, 10| en su cabeza.”(.44)~Nesse poema a forma de interlocução 9 I, 3, 10| interlocução aparece no início do poema onde o travessão indica 10 I, 3, 10| líricotorna a linguagem e o poema apaixonantes.~ ~ ~ 11 II 10 | poeta que individualiza o poema conferindo-lhe uma espécie 12 II 10 | seqüências que desde o menor ao poema mais extenso, esse vigor 13 II 11 | um fluxo derramado pelo poema todo ou por uma estrofe. 14 II, 1, 11| pressupostos incluindo-os no poema de abertura. Os contornos 15 II, 1, 11| novidade do real que cada poema oferece ao leitor.~Esse 16 II, 1, 11| está na segunda parte do poema introdutório:~ ~YA HACE 17 II, 1, 15| a novidade da beleza, do poema, somente se alcança atravessando 18 II, 2, 18| vezes a primeira parte do poema apresenta-se na forma de 19 II, 2, 19| como sueño.”(p.41)~ ~Nesse poema, talvez o menor do texto 20 II, 2, 20| de versos dessa parte do poema mostra as diversas e variadas 21 II, 3, 22| conjunto todo do cenário do poema tem um grande poder de significar, 22 II, 3, 23| ele retratado.~ ~O segundo poema a ser considerado como uma 23 II, 3, 24| tantas possibilidades que o poema registrou como um momento 24 II, 3, 24| algumas pela ordem que o poema apresenta:~ ~1) O jardim 25 II, 3, 26| inaugurado nos versos desse poema, tem a mesma potência em 26 III, 2, 31| p.32)~A sugestão que este poema oferece ao ‘eu lírico’ do 27 III, 2, 31| existem; a grande sugestão do poema é que se deve aprender a 28 III, 2, 31| contemplado.~A conclusão do poema confirma o ensinamento: 29 III, 2, 32| ser reinventando-o .~Esse poema sugere uma postura para 30 III, 2, 32| sugestão oferecida por esse poema — elas serão concretizadas 31 III, 2, 32| soube contemplar.~Em outro poema, o poeta sugere ao leitor: “ 32 IV 37 | por outro lado como um poema se identifica com a sua 33 IV, 1, 38| mi alma.”(p. 60)~ ~Esse poema é a síntese de todos os 34 IV, 1, 39| cantado e celebrado neste poema, é a força que sustenta 35 IV, 1, 40| desejada.~ ~ ~ ./. II PARTE DO POEMA~ ~Nessa segunda parte o 36 IV, 1, 41| estado de gratuidade. ~Esse poema, de fato, é a poetização 37 IV, 1, 41| pátria para ele, o amor. O poema é um grito lancinante de 38 IV, 2, 42| un detalle.”(p.65)~ ~Esse poema coroa toda a teoria que 39 IV, 2, 42| eu lírico’ do poeta. Esse poema pode ser visto de várias 40 IV, 2, 42| poucas palavras a fonte do poema se concentra para depois 41 IV, 2, 46| Esta primeira parte do poema poderia ter o título de “ 42 IV, 2, 47| resultado da iluminação. Esse poema é o resultado de um percurso 43 IV, 2, 47| da beleza cristalizada, o poema. Esse é o dizer do poeta, 44 IV, 2, 47| do poeta, por sua vez o poema confessa o ser do poeta.~ 45 IV, 2, 47| poeta.~Conclui-se que esse poema é a voz retumbante do Eu 46 IV, 2, 47| emocionada e vibrante do poema:~“Aún arde aquel fuego con


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