Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
Alfabética    [«  »]
ambos 1
amistad 2
amizade 3
amor 40
amparo 1
ampla 1
amplas 1
Freqüência    [«  »]
44 sentido
43 caminho
43 todo
40 amor
40 si
39 poder
38 imagem
Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

amor

   Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 I, 3, 9| CUESTAS~las huellas de un amor recién cumplido.~Y en esa 2 II, 1, 11| PERDÍ EL RESPETO~Desde un amor intenso cuanto loco.~.......................................................~...., 3 II, 1, 13| PERDÍ EL RESPETO~Desde un amor intenso cuanto loco.”(p. 4 II, 1, 13| o caminho será sempre um amor intenso e louco para quem 5 II, 1, 13| linguagem inventada e com ela um amor para percorrer a novidade 6 II, 3, 22| fonte. O primeiro é:~ “EL AMOR ARÓ ROSTRO Y MEMORIA~de 7 II, 3, 22| lado do rio que eterniza o amor do príncipe a uma princesa, 8 II, 3, 22| príncipe a uma princesa, ou o amor do príncipe para com a princesa 9 II, 3, 22| cenário, a amplitude mostra o amor do príncipe que está eternizado 10 II, 3, 22| palácio memoriza e indica esse amor. O poeta indica a imagem 11 II, 3, 22| partida para que o mistério de amor continue vivo e significativo 12 II, 3, 23| palácio como um hino de amor, na metáfora da afirmação: ~ “ 13 II, 3, 23| metáfora da afirmação: ~ “O amor esculpiu a face e a memória~ 14 II, 3, 23| fachada de Taj Mahal revela o amor e o cultivo da memória da 15 II, 3, 23| cantam, proclamam e gritam o amor do príncipe. ~Para o poeta 16 II, 3, 23| palácio também qualificou o amor do príncipe para com a princesa 17 II, 3, 23| Taj Mahal”; a medida do amor, para o poeta, ali retratado 18 II, 3, 23| grandeza ou a beleza do amor do príncipe pela princesa. 19 II, 3, 23| marmórea. Dói, mas uma dor de amor tão límpido e transparente 20 II, 3, 23| intimidade e ali o universo ama o amor do príncipe para com sua 21 II, 3, 23| sol beija intensamente o amor no mármore com a intensidade 22 II, 3, 23| incendeia a brancura do amor e do mármore, ao passo que 23 II, 3, 23| voz do palácio consagra o amor e a cor branca do mármore 24 II, 3, 23| do cenário, em hinos de amor, consolidado pela eternidade 25 II, 3, 23| celebrante como num grito do amor ali acontecido. Assim as 26 II, 3, 23| eterna vida constituída em um amor eterno, imorredouro; esse 27 II, 3, 23| eterno como eterno foi o amor por ele retratado.~ ~O segundo 28 III, 3, 37| inventividade e do mistério do amor e a do “Jardin de arena 29 IV, 1, 37| declarada~y esperaban tu amor para el rescate.~ ~Hasta 30 IV, 1, 39| possibilidade do ser.~ ~¬     O amor, cantado e celebrado neste 31 IV, 1, 39| brota a vida. A força do amor motiva o poeta a dizer, 32 IV, 1, 39| existência.~O poeta vive do amor de nomear e instaurar novos 33 IV, 1, 39| inaugurar o indizível.~O amor resgata o poder da verdade 34 IV, 1, 39| verdade de cada um. Então o amor dinamiza o poeta para transcender, 35 IV, 1, 39| para o próprio processo. O amor o auxilia a entender-se 36 IV, 1, 39| caminho lhe oferece. É o amor que o impele a pôr-se a 37 IV, 1, 41| pátria do seu desejo: o amor.~O íntimo do poeta fica 38 IV, 1, 41| ter a compreensão de um amor que leve a abrir-se para 39 IV, 1, 41| palavra/pátria para ele, o amor. O poema é um grito lancinante 40 IV, 1, 41| uma força consagrante, o amor.~ ~ ~


IntraText® (V89) Copyright 1996-2007 EuloTech SRL