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Alfabética    [«  »]
ilusão 1
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ilustrativo 1
imagem 38
imagen 2
imagens 12
imaginação 2
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40 amor
40 si
39 poder
38 imagem
38 também
37 essa
37 processo
Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

imagem

   Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 Int 3 | sobrante para emergir a obra, a imagem desejada — aqui a expressão 2 II, 3, 21| poder de um conceito ou imagem que pode mostrar um campo 3 II, 3, 22| tomado o cenário como uma imagem de grande poder de significação, 4 II, 3, 22| esse amor. O poeta indica a imagem do Taj Mahal como o ponto 5 II, 3, 22| para quem quiser deixar a imagem do palácio proclamar o seu 6 II, 3, 22| não foi diferente. Ante a imagem do palácio a vida em profundidade 7 II, 3, 23| manifestou-se pela imagem do palácio como um hino 8 II, 3, 23| príncipe. ~Para o poeta a imagem do palácio também qualificou 9 II, 3, 23| loucura, assim revela a imagem ao poeta.~Continua o dizer 10 II, 3, 23| poeta.~Continua o dizer da imagem ao poeta: “Ali a dor se 11 II, 3, 23| hino eterno que surge da imagem do cenário, em hinos de 12 II, 3, 23| imorredouro; esse é o dizer da imagem, um dizer eterno como eterno 13 II, 3, 24| inundação de revelações. A imagem de um jardim especial em 14 II, 3, 24| contemplação foi o meio em que uma imagem pôde comunicar algumas de 15 II, 3, 24| poder de arrebatamento da imagem em relação à pessoa que 16 II, 3, 24| pela beleza.~ ~2) A outra imagem que a linguagem do poeta 17 II, 3, 25| contemplação.~ ~3) Outra imagem mostra a força oculta desse 18 II, 3, 25| provocar, pela força desta imagem, a percepção da placidez, 19 II, 3, 25| sofrimentos da alma. A força da imagem proporciona uma comunicação 20 II, 3, 25| da alma. Ali a força da imagem tem poder de curar.~ ~5) 21 II, 3, 25| tem dentro de si.~ ~7) A imagem do jardim passa a ser “labirinto 22 II, 3, 26| plurifocal. ./. 8) A próxima imagem que o jardim oferece ao 23 II, 3, 26| diferente e intenso.~ ~9) A imagem do jardim como uma “liturgia 24 II, 3, 26| por mais e mais, que na imagem do jardim encontra a mediação 25 II, 3, 26| A última denominação da imagem do jardim que o poeta encontrou 26 II, 3, 26| os ultrapassar. Aqui, a imagem do jardim não se explica; 27 II, 3, 26| Afinal essa poderosa e rica imagem gerou no poeta a linguagem 28 II, 3, 26| beleza contagiante de uma imagem assumida que, ao encontrar 29 III 27 | duração cronológica. Assim a imagem que irrompe na mente do 30 III 27 | expressar a magnitude de uma imagem que pode ter um alcance 31 III, 3, 35| fonte inspiradora da vida.~A imagem evocada como boa para si, 32 III, 3, 36| compor, num devaneio, a imagem ideal ou próxima para que 33 III, 3, 36| casa para a realidade da imagem devaneada.~Seria muito pedir 34 III, 3, 36| a poeticidade da suprema Imagem, do supremo-amor que buscasse 35 III, 3, 36| assumido em relação à suprema Imagem que assumiu a palavra do 36 III, 3, 36| tornando-o matriz.~O poeta da Imagem Suprema é uma Palavra suprema 37 IV, 1, 40| parte o poeta escolhe uma imagem apropriada para preparação 38 IV, 2, 45| totalidade. Dessa forma a imagem de que a boca do mistério


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