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1 II, 3, 24| p.62)~A contemplação do jardim na cidade de Kyoto trouxe 2 II, 3, 24| revelações. A imagem de um jardim especial em Kyoto possui, 3 II, 3, 24| poema apresenta:~ ~1) O jardim é um templo ausente, sem 4 II, 3, 25| os visitantes e o ser do jardim. A força da beleza, da exuberância 5 II, 3, 25| da exuberância do ser do jardim torna-se presente no íntimo 6 II, 3, 25| suavidade balsâmica do ar do jardim torna-se poderosa para aplacar 7 II, 3, 25| tem poder de curar.~ ~5) O jardim torna-se para o poeta “um 8 II, 3, 25| a ela e ao mundo.~ ~6) O jardim torna-se um “espelho” que 9 II, 3, 25| de si.~ ~7) A imagem do jardim passa a ser “labirinto de 10 II, 3, 26| A próxima imagem que o jardim oferece ao poeta é a de “ 11 II, 3, 26| intenso.~ ~9) A imagem do jardim como uma “liturgia da busca” 12 II, 3, 26| grandioso. O ritual da vida do jardim oferece um percurso, uma 13 II, 3, 26| pela força comunicativa do jardim. A busca define um germe 14 II, 3, 26| e mais, que na imagem do jardim encontra a mediação para 15 II, 3, 26| denominação da imagem do jardim que o poeta encontrou foi 16 II, 3, 26| ultrapassar. Aqui, a imagem do jardim não se explica; simplesmente 17 II, 3, 26| apreensões nunca imaginadas? O jardim passa a ser então o “mistério 18 II, 3, 26| qualquer parte do mundo, o JARDIM DE KYOTO, para realizar