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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

poeta

    Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 Int 3 | autor são desnecessárias, o poeta e o “eu lírico do texto” 2 Int 3 | Carlos Garulo Ena, mas do poeta e de seu “eu lírico”. A 3 I, 1, 5 | concluir que o trabalho do poeta é duro, pois depende de 4 I, 1, 5 | partir da intencionalidade do poeta ou de como elas se oferecem 5 I, 1, 5 | preciosas. No entanto o poeta cria o seu modo de produzir 6 I, 1, 5 | termos. Então o trabalho do poeta é segurar a linguagem no 7 I, 1, 5 | ALUMBRADAS NUNCA”. Constata o poeta que palavras são palavras 8 I, 1, 5 | iluminá-las. Nesse poema, o poeta poetiza o processo e traz 9 I, 1, 5 | 40)~A intervenção do poeta traz o impossível para a 10 I, 1, 6 | de linguagem eficiente do poeta:~“Clamores infinitos e insistentes~ 11 I, 1, 6 | pequenez do “Eu lírico” do poeta que não consegue ser suporte 12 I, 1, 6 | exato de sua linguagem. O poeta somente retrata a sua presença 13 I, 1, 6 | poética tem a forma que o poeta lhe conferiu; contextualizada 14 I, 2, 7 | do belo; o “Eu lírico” do poeta conseguiu aprofundar a vida 15 I, 2, 7 | profundidade com que o dizer do poeta seja capaz de expressar 16 I, 2, 7 | corpo de todo o texto, do poeta e da expressividade do “ 17 I, 2, 7 | claras algumas confissões do poeta ou de seu ‘eu lírico’, cuja 18 I, 2, 7 | manifestação vital. A exposição do poeta constitui-se em momentos 19 I, 2, 7 | versos a beleza da vida do poeta em estado de espreita e 20 I, 2, 8 | contempla o ‘eu lírico do poeta’ em estado de indigência, 21 I, 2, 8 | para uma consistência do poeta perante si mesmo. Ele, promotor 22 I, 2, 8 | possam ser assumidos pelo poeta com simplicidade. Esses 23 I, 2, 9 | percebeu o “eu lírico do poeta”.~ ~ 24 I, 3, 9 | entende-se aqui um pressuposto do poeta que admite e expressa seu 25 I, 3, 9 | acenou-se aqui ao “Eu lírico do poeta” com interveniente do diálogo; 26 I, 3, 9 | de um interlocutor ser o poeta consigo mesmo incluindo 27 I, 3, 9 | eu lírico’. Dessa forma o poeta pode interpelar constantemente 28 I, 3, 9 | linguagem. Engrandecido, o poeta homenageia o belo retratado 29 I, 3, 9 | retratam esse procedimento do poeta em relação ao ‘eu-lírico’.~ 30 I, 3, 9 | nítida a interpelação do poeta a um tu, a que denominamos 31 I, 3, 9 | ao ‘tu’ interlocutor do poeta para uma tomada de posição 32 I, 3, 10 | travessão indica a fala do poeta para o seu ‘tu’ que, sendo 33 I, 3, 10 | tu” ou do ‘eu lírico’ do poeta como metodologia de expressão 34 I, 3, 10 | estados vibrantes. A força do poeta acontece na intensidade 35 II 10 | expressão e identidade do poeta. Existem traços que se tornam 36 II 10 | funcionam como o substrato do poeta que individualiza o poema 37 II 10 | que definem o perfil do poeta. Em todos eles, os fluxos 38 II, 1, 11 | O processo criativo do poeta – Seus pressupostos~ ~Por 39 II, 1, 11 | horizonte referencial. O poeta, na introdução deste texto 40 II, 1, 12 | dos motivos dos cantos do poeta. Aparecem suas características 41 II, 1, 12 | interlocutores e a si mesmo. O poeta e seu “Eu lírico” dialogam 42 II, 1, 12 | Devido a essa postura do poeta, sua confissão tem a força 43 II, 1, 12 | distâncias ou proximidades do poeta são expostas como revelação 44 II, 1, 13 | se inicia a confissão do poeta com a declaração de que 45 II, 1, 13 | dos poemas oferecidos pelo poeta ao seu ‘eu lírico’ com diálogo 46 II, 1, 13 | conquistado pelo percurso do poeta. Nesse sentido, a confissão 47 II, 1, 13 | já de per si auxiliou o poeta a vencer uma das principais 48 II, 1, 14 | cultura e da história do poeta, diz que não pode negá-los, 49 II, 1, 14 | são aliados que auxiliam o poeta a não errar o caminho, assim 50 II, 1, 14 | limite é mais cruel que o poeta pode aquilatar, pois estará 51 II, 1, 14 | mais profundo do ser do poeta causará uma sensação confessa 52 II, 1, 14 | certa, enraizada no ser do poeta. A relação da beleza passa 53 II, 1, 15 | passa pela ./. coerência do poeta com a vida e com seu íntimo. 54 II, 1, 15 | confessar a verdade.~Quando o poeta se depara com o percurso 55 II, 1, 15 | referencial da confissão do poeta perpassa por todos os poemas 56 II, 1, 16 | liberdade para dizer a partir do poeta a voz da vida.~Aparece o 57 II, 1, 16 | tão válida apresenta-se ao poeta como um grande obstáculo 58 II, 1, 16 | combinaria com o propósito do poeta de ir ao encontro da vida 59 II, 1, 16 | confesso em que se encontra o poeta.~ ~e) Desde el alba aún 60 II, 1, 16 | a mano. (p.9)~Continua o poeta a confessar os seus estados 61 II, 1, 17 | interior que impele o íntimo do poeta a não fugir de sua possibilidade 62 II, 2, 17 | Observações sobre a maneira de o poeta externar os poemas valem 63 II, 2, 18 | revelação do estado interior do poeta:~ “HICIMOS PROFESIÓN DE 64 II, 2, 18 | sirva de suporte ao que o poeta quer dizer na segunda parte.~ 65 II, 2, 18 | interior, ao ponto de vista do poeta que oferece ao seu ‘eu lírico’ 66 II, 2, 19 | metodologia composicional do poeta. Dois versos que inserem 67 II, 2, 19 | adelante...”(p.40)~Aqui o poeta interroga também o seu ‘ 68 II, 2, 19 | sempre a segunda parte, o poeta oferece ao seu ‘eu lírico’ 69 II, 2, 20 | dínamis que se apresenta ao poeta. Apenas um exemplo desse 70 II, 2, 20 | rude, mas com elegância, o poeta canta sua aversão a atitudes 71 II, 3, 21 | desvelamento da vida para o poeta. Quanto mais o poeta soube 72 II, 3, 21 | para o poeta. Quanto mais o poeta soube apresentar o arquétipo, 73 II, 3, 21 | significação arquetípica, o poeta valeu-se de imagens como 74 II, 3, 22 | memoriza e indica esse amor. O poeta indica a imagem do Taj Mahal 75 II, 3, 22 | o seu sentido; e para o poeta não foi diferente. Ante 76 II, 3, 22 | proporcionou um dizer especial ao poeta que o registrou em linguagem 77 II, 3, 22 | linguagem muito sugestiva. O poeta proclama o sentido e a vida 78 II, 3, 23 | amor do príncipe. ~Para o poeta a imagem do palácio também 79 II, 3, 23 | a medida do amor, para o poeta, ali retratado ultrapassa 80 II, 3, 23 | assim revela a imagem ao poeta.~Continua o dizer da imagem 81 II, 3, 23 | Continua o dizer da imagem ao poeta: “Ali a dor se veste/ de 82 II, 3, 24 | cidade de Kyoto trouxe ao poeta uma verdadeira inundação 83 II, 3, 24 | relação ao ser entreaberto do poeta, uma força excepcional de 84 II, 3, 24 | estátuas. E acrescenta o poeta, estátuas que possam provocar 85 II, 3, 24 | imagem que a linguagem do poeta oferece é a do ‘relógio 86 II, 3, 25 | oculta desse lugar, que o poeta expressa como “domador de 87 II, 3, 25 | O jardim torna-se para o poeta “um delírio horizontal” 88 II, 3, 25 | força que dele chega até o poeta pode lhe proporcionar uma 89 II, 3, 26 | que o jardim oferece ao poeta é a de “lâmpada de azeite 90 II, 3, 26 | em estado de plenitude. O poeta se sente dinamizado por 91 II, 3, 26 | um germe dentro do ser do poeta que lhe traz a insatisfação, 92 II, 3, 26 | de engrandecer também o poeta que lhe está muito próximo.~ ~ 93 II, 3, 26 | da imagem do jardim que o poeta encontrou foi a de maior 94 II, 3, 26 | preencher a angústia do poeta pelos limites que encontra 95 II, 3, 26 | poderosa e rica imagem gerou no poeta a linguagem que expressou 96 II, 3, 26 | assumida que, ao encontrar no poeta a disponibilidade, um bom 97 III 27 | instante foi a chave que o poeta encontrou para fixar a sua 98 III 27 | reinventá-lo. Esse desafio que o poeta assume tem a feição de se 99 III 27 | concretizada na linguagem que ele poeta consegue produzir.~Intervém 100 III 27 | possa retratar o instante, o poeta valeu-se de uma série de 101 III 27 | entrega e o despojamento do poeta para que possa captar o 102 III 27 | que irrompe na mente do poeta chega num instante, mas 103 III 27 | o tempo da percepção do poeta para transformar uma amplitude 104 III 27 | unidade mediante a qual o poeta pode expressar a magnitude 105 III 27 | ele expressa o dizer do poeta com a ./. intencionalidade 106 III 28 | é percorrer o caminho do poeta que oferece na linguagem 107 III, 1, 28 | processos utilizados pelo poeta para expressar e compor 108 III, 1, 28 | momento.~Em primeiro lugar o poeta se julga perante a existência: “ 109 III, 1, 28 | dizer é a constatação do poeta ao voltar-se para si. Ao 110 III, 1, 28 | encontrar sua casa e somente o poeta tem o poder da palavra. 111 III, 1, 28 | ao mundo.~Assim quando o poeta acede à linguagem, ele pode 112 III, 1, 28 | a relação processual do poeta com o momento para torná-lo 113 III, 1, 28 | caminho percorrido pelo poeta para poder expressar a vitalidade 114 III, 1, 29 | consagrado pela palavra. ./. O poeta nem sempre pode dominar 115 III, 1, 29 | exata para revelá-lo. Para o poeta:~“Sospecho que es un huésped 116 III, 1, 29 | p.49)~Essa é a batalha do poeta em relação à sua perspectiva 117 III, 1, 29 | será angustiante para o poeta. Mas a intimidade do poeta 118 III, 1, 29 | poeta. Mas a intimidade do poeta com seu vigor e sua presença 119 III, 1, 29 | muito alta poeticamente e no poeta a vida se renova:~“Ya presente 120 III, 1, 29 | havido uma real entrega do poeta ao momento criador, ele 121 III, 1, 29 | acontece a confissão do poeta quanto à força e à fugacidade 122 III, 1, 29 | completamente disponível ao poeta. Mesmo assim ele suscita 123 III, 1, 29 | sempre fugaz como afirma o poeta: “Quiero medir tu vida y 124 III, 1, 29 | permanece idêntica, quando o poeta quer retê-la, o momento, 125 III, 1, 30 | instante proporcionou ao poeta a contemplação da tragédia, 126 III, 1, 30 | lições antigas, concluiu o poeta.~O instante pode ser intenso 127 III, 1, 30 | p.34)~A indigência do poeta fica muito exposta nestes 128 III, 1, 30 | oferecer ao ‘eu lírico’ do poeta a realização de seus anseios 129 III, 2, 30 | linguagem poética proporciona ao poeta uma gama de sugestões oriundas 130 III, 2, 30 | perante a vida. Quando o poeta se entrega à sugestão da 131 III, 2, 30 | horizonte aberto.~Dessa forma o poeta proclama com toda a simplicidade 132 III, 2, 31 | oferece ao ‘eu lírico’ do poeta é que o aprendizado da contemplação 133 III, 2, 31 | desse detalhe, permanece ao poeta a oportunidade de a surpresa 134 III, 2, 32 | aguarda a mão ou a entrega do poeta para lhe dar, mediante a 135 III, 2, 32 | pôr em ato. Para ele, o poeta atualiza as virtualidades 136 III, 2, 32 | estado de espera — se o poeta encontra o caminho e o caminho 137 III, 2, 32 | contemplar.~Em outro poema, o poeta sugere ao leitor: “Va llegando 138 III, 2, 32 | renovada.~Da mesma forma, o poeta sugere uma vivência tão 139 III, 2, 32 | vosotros.”(p.35)~Canta o poeta para seu interlocutor que 140 III, 2, 32 | levará sempre, no dizer do poeta, a descobertas de recursos 141 III, 2, 32 | Pertinente a seu propósito, o poeta dialoga com o seu ‘eu lírico’ 142 III, 2, 33 | estas as condições que o poeta pede como caminho para que 143 III, 2, 33 | renovada. A linguagem do poeta testemunha essa possibilidade 144 III, 3, 33 | reinterpretação do viver. Também o poeta se coloca como intérprete 145 III, 3, 33 | A primeira exortação do poeta para que seu leitor se inteire 146 III, 3, 34 | condição essencial que o poeta indica para quem quer aceitar 147 III, 3, 34 | novidade instaurada pelo poeta. Ela instaura e apresenta 148 III, 3, 34 | da vida pretendida pelo poeta e codificada pela linguagem. 149 III, 3, 34 | espera ser acolhida. O poeta exorta:~“Tantas palabras 150 III, 3, 34 | acolhida para que, segundo o poeta, adquiram a força e a energia 151 III, 3, 34 | potencialidade. Assim o poeta expressa esse poder da palavra:~ ~“ 152 III, 3, 35 | referencial.~Confessa o poeta que é necessário ultrapassar 153 III, 3, 35 | até os sonhos. A luta do poeta é para que uma palavra original 154 III, 3, 35 | inaugural. A confissão do poeta a seu ‘eu líricoparte 155 III, 3, 35 | posible”. Essa deve ser para o poeta o máximo de ilusão, a saudade 156 III, 3, 35 | acabado. Não há consolação, o poeta deve peregrinar desconsolado 157 III, 3, 35 | de um encontro pleno. O poeta deve aceder ao sonho de 158 III, 3, 36 | ausência é o caminho do poeta, ele é o peregrino para 159 III, 3, 36 | possível e acessível em si. O poeta caminha e peregrina para 160 III, 3, 36 | luta ou o peregrinar do poeta tem por objetivo encontrar 161 III, 3, 36 | encontro, tornando-o matriz.~O poeta da Imagem Suprema é uma 162 III, 3, 36 | tal fato não ocorrer, o poeta peregrina e convoca as palavras 163 III, 3, 36 | e morrer é a condição do poeta que sempre deve estar conivente 164 III, 3, 36 | passou. O viver/morrer do poeta traz a cruz do limite e 165 IV 37 | conferido ao texto pelo poeta, por outro lado como um 166 IV, 1, 38 | todo o processo criativo do poeta e toda a sua técnica composicional. 167 IV, 1, 38 | parâmetros e limites que o poeta encontra e confessa. Também 168 IV, 1, 38 | Trata-se do diálogo do poeta com o seu ‘eu lírico’. O 169 IV, 1, 38 | com o seu ‘eu lírico’. O poeta encontra nos olhares a expectativa, 170 IV, 1, 38 | suas tentativas. Para que o poeta possa dizer “o não-dito”, 171 IV, 1, 38 | segura e retém o dito do poeta, mas ele não pode mais que 172 IV, 1, 38 | concretiza-se ou se reinventa; o poeta é o demiurgo que chama a 173 IV, 1, 39 | perceptível sem pátria, pelo poeta instala-se na palavra com 174 IV, 1, 39 | é a força que sustenta o poeta para que, em sua peregrinação 175 IV, 1, 39 | inaugurais. Ele dinamiza o ser do poeta para abrir a palavra à realidade 176 IV 39(1)| FP - Fernando Pessoa, poeta português.~ 177 IV, 1, 39 | A força do amor motiva o poeta a dizer, a nomear as vivências 178 IV, 1, 39 | ser em seu peregrinar, o poeta desvenda a si mesmo, também 179 IV, 1, 39 | horizontes. À proporção que o poeta se abre à linguagem, ele 180 IV, 1, 39 | coloquem na existência.~O poeta vive do amor de nomear e 181 IV, 1, 39 | Então o amor dinamiza o poeta para transcender, pois ele 182 IV 39(2)| MB - Manoel de Barros, poeta brasileiro, corumbaense.~ 183 IV, 1, 40 | Nessa segunda parte o poeta escolhe uma imagem apropriada 184 IV, 1, 40 | atingir a sua fala; aqui o poeta escolheu o parque como lugar 185 IV, 1, 40 | de trabalho assume; aí o poeta é tomado na totalidade de 186 IV, 1, 40 | silêncio é a condição do poeta para viver a novidade do 187 IV, 1, 40 | palavra que sai do íntimo do poeta. Somente quem chega ao silêncio 188 IV, 1, 40 | proclamado e exultado. A voz do poeta torna-se, mediante a palabra, 189 IV, 1, 41 | alma. O estado criativo do poeta em diálogo com seu ‘eu lírico190 IV, 1, 41 | desejo: o amor.~O íntimo do poeta fica dependente deste estado 191 IV, 1, 41 | mistério da existência.~O poeta, por sua vez, somente produz 192 IV, 1, 41 | generoso e doloroso, que fez o poeta gritar em seu auxílio por 193 IV, 1, 41 | voz que sai do íntimo do poeta e sai como um grito a seu “ 194 IV, 1, 41 | profundo em seu ser. O ser do poeta geme e espera a exultação 195 IV, 2, 42 | borbotões para o ‘eu lírico’ do poeta. Esse poema pode ser visto 196 IV, 2, 42 | de ansiedade por parte do poeta em explicitar todas as partes 197 IV, 2, 43 | longe de suas referências. O poeta sente-se seguro perante 198 IV, 2, 43 | são outras. Em especial o poeta somente vai poder falar 199 IV, 2, 43 | Mais adiante a fala do poeta torna-se uma confissão apreendida 200 IV, 2, 43 | vai construir o olhar do poeta.~Então ele pode e deve afirmar 201 IV, 2, 44 | caminho a ser percorrido e o poeta confessa todos os seus sobressaltos 202 IV, 2, 44 | que habita o interior do poeta aflora, o medo se faz presente, 203 IV, 2, 44 | controle normal; sempre o poeta possui o domínio de suas 204 IV, 2, 44 | obedece a outro ritmo. O poeta descreve muito bem o desfecho 205 IV, 2, 44 | instante. Seu ser, o do poeta, estava se expandindo e 206 IV, 2, 44 | entrega ao ser entreaberto do poeta que se aproximava. O medo 207 IV, 2, 44 | único”! ~A percepção do poeta aconteceu de tal maneira 208 IV, 2, 45 | sentidos.”~ ~As palavras do poeta concretizam o momento uma 209 IV, 2, 45 | a proximidade do ser do poeta com a potencialidade pura 210 IV, 2, 45 | conferiu a impotência do poeta em registrá-lo, mas somente 211 IV, 2, 45 | dimensão: o mistério. O poeta sabe de sua existência e 212 IV, 2, 45 | chegada da grande viagem do poeta ao mundo da potencialidade 213 IV, 2, 45 | sensação do todo confere ao poeta a dimensão do infinito. 214 IV, 2, 46 | contato com o mistério o poeta é o seu porta-voz, ele foi 215 IV, 2, 46 | invadido pela imensidão.~O poeta somente pôde ter emitido 216 IV, 2, 46 | principalmente quando ele, o poeta, deixar seu interior abrir-se 217 IV, 2, 46 | de indizível espera pelo poeta.~Esta primeira parte do 218 IV, 2, 46 | A vertiginosa viagem do poeta à profundidade do instante.”~ ~ 219 IV, 2, 46 | PARTE~ ~Na segunda parte o poeta se consola porque tinha 220 IV, 2, 47 | Sabe ela agora que ser poeta é deixar o ser vibrar e 221 IV, 2, 47 | Após essa inauguração, o poeta somente poderá soltar um “ 222 IV, 2, 47 | vagido original!”~Para o poeta, o detalhe continua sendo 223 IV, 2, 47 | conclama toda a história do poeta que se entrega à viagem 224 IV, 2, 47 | resultado de um percurso do poeta, então o seu “eu lírico” 225 IV, 2, 47 | poema. Esse é o dizer do poeta, por sua vez o poema confessa 226 IV, 2, 47 | poema confessa o ser do poeta.~Conclui-se que esse poema 227 IV, 2, 47 | voz retumbante do Eu do Poeta CARLOS GARULO ENA que se


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