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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

vida

    Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 ---- | LOS MUCHOS NOMBRES QUE LA VIDA TIENE~ ~ ./. 2 I, 1, 6 | sentido do instante, da vida.~Outro exemplo de linguagem 3 I, 1, 6 | para ser o mediador desta vida que preme por uma linguagem 4 I, 1, 6 | seu aspecto de invenção da vida na liberdade e na força 5 I, 2, 7 | poeta conseguiu aprofundar a vida pelas expressões máximas 6 I, 2, 7 | seja capaz de expressar a vida como objeto de entendimento 7 I, 2, 7 | dizer capaz de reinventar a vida ou o momento.~Existem muitos 8 I, 2, 7 | los muchos nombres que la vida tiene”(p.13)~Nesses três 9 I, 2, 7 | esses versos a beleza da vida do poeta em estado de espreita 10 I, 2, 7 | torna-se um novo nome da vida que ele acedeu e traz a 11 I, 2, 8 | todos esses versos aparece a vida em sua simplicidade e aprofundamentos, 12 I, 2, 8 | liberdade perante a oferta da vida que se posiciona para a 13 I, 2, 8 | pensada. Assim apontam para a vida em expectativa.~Contrapõe 14 I, 2, 8 | desenvolvimento das possibilidades da vida, o saber poético inaugura 15 I, 2, 8 | transformar-se em expressão de vida aprofundada. A suspeita 16 I, 2, 8 | promotor de seu estado de vida e de compreensão do mundo 17 I, 2, 8 | que se apresenta para sua vida. Ou dependendo do contexto, 18 I, 2, 9 | intenso e contextualizam a vida indicada ou situações vitais 19 II, 1, 12 | diálogo para a reinvenção da vida, para fugir da palavra comum 20 II, 1, 12 | para não ser presa fácil da vidainventada, sem nada de 21 II, 1, 13 | desvelamento e de invenção da vida, pois deve estar enojado 22 II, 1, 13 | percorrer a novidade da vida que está aí em seu interior, 23 II, 1, 13 | perspectiva de uma novidade da vida que flui diariamente ante 24 II, 1, 13 | seu íntimo em relação à vida descortinada. Melhor, em 25 II, 1, 13 | incapacidade normal para aceder à vida. Nessa confissão existe 26 II, 1, 13 | proximidade da fonte de sua vida, ou da vida que se oferece 27 II, 1, 13 | fonte de sua vida, ou da vida que se oferece à linguagem 28 II, 1, 14 | força para significar a sua vida. Um caminho de liberdade 29 II, 1, 14 | fontes mais íntimas de sua vida e detectar a força vital 30 II, 1, 14 | proclamar a valiosa força da vida que pressente em si mesmo.~ ~ 31 II, 1, 14 | sustentação de valores e da vida não carece de negação, mas 32 II, 1, 14 | determinam a freqüência da vida. Essa habitação no mais 33 II, 1, 14 | novidade da beleza que a vida, a partir de seu íntimo 34 II, 1, 14 | expressar o convencional sem a vida certa, enraizada no ser 35 II, 1, 15 | coerência do poeta com a vida e com seu íntimo. Pode-se 36 II, 1, 15 | lírico’, inquirindo porque a vida lhe exige justamente esse 37 II, 1, 15 | de entendimento sobre a vida. Esta presença de ‘idéias 38 II, 1, 15 | sobre si mesmo e sobre a vida, aqui lhe traz o desespero 39 II, 1, 15 | razão, não permite que a vida seja vista dessa forma, 40 II, 1, 15 | linguagem capaz de reinventar a vida passa pelo peregrinar na 41 II, 1, 16 | partir do poeta a voz da vida.~Aparece o enclausuramento 42 II, 1, 16 | poeta de ir ao encontro da vida em sua revelação real de 43 II, 1, 16 | outro lado, a agitação da vida, as diversões, os estados 44 II, 1, 16 | as possibilidades de uma vida fragmentada e conduzida 45 II, 1, 16 | voz que possa proclamar a vida, mas termina confessando 46 II, 1, 16 | microambientes, tentará encontrar a vida que se expresse em uma linguagem 47 II, 1, 17 | estão aí e que seu todo, sua vida está marcada por um anseio 48 II, 1, 17 | qualificam e marcam a sua vida, persiste em escrever o 49 II, 1, 17 | o dinamismo interior da vida lhe ditar. Assim escreve 50 II, 1, 17 | possibilidade em relação à vida e em relação ao franco diálogo 51 II, 1, 17 | e significar a força da vida, mesmo quando tem que atravessar 52 II, 2, 18 | LE QUEDAN~unos meses de vida como mucho.~Por eso le tratamos 53 II, 2, 18 | ao seu ‘eu lírico’ como vida ou possibilidade vital. ./. 54 II, 2, 19 | aprofundar e conhecer a vida:~ ~ “- NOSOTROS APRENDEMOS 55 II, 2, 19 | interrogativa perante a vida aparecem muitos poemas que 56 II, 2, 19 | novidade e o aprofundamento da vida numa linguagem especial, 57 II, 2, 19 | caminho de liberdade e de vida nem sempre crível pela maioria 58 II, 2, 19 | primores de revelação da vida e da linguagem, mas depois 59 II, 2, 20 | água que não mais moverá a vida de ninguém. Um pouco rude, 60 II, 2, 20 | atitudes piegas perante a vida e muito menos deseja isso 61 II, 3, 20 | espelham e manifestam a vida em suas diversas dimensões 62 II, 3, 21 | especificações em relação à vida e ao mundo muito semelhantes 63 II, 3, 21 | gerais e elementares da vida.~Afirmam os estudiosos que 64 II, 3, 21 | e poder de significar a vida ou o todo da vida. Os arquétipos 65 II, 3, 21 | significar a vida ou o todo da vida. Os arquétipos dependem 66 II, 3, 21 | arquetípicos para o desvelamento da vida para o poeta. Quanto mais 67 II, 3, 21 | artisticamente as riquezas da vida. Nem sempre os arquétipos 68 II, 3, 21 | principais da significação da vida ou da reinvenção da vida. 69 II, 3, 21 | vida ou da reinvenção da vida. Assim, esse texto poético 70 II, 3, 22 | locura que la muerte y la vida~en Taj Mahal. Allí el dolor 71 II, 3, 22 | Ante a imagem do palácio a vida em profundidade anunciada 72 II, 3, 22 | poeta proclama o sentido e a vida que ele soube deixar-se 73 II, 3, 22 | linguagem. Em primeiro lugar a vida ./. manifestou-se pela 74 II, 3, 23 | loucura que a morte e a vida/ em Taj Mahal”; a medida 75 II, 3, 23 | música de proclamação da vida acontecida ali. As vozes 76 II, 3, 23 | testemunham essa eterna vida constituída em um amor eterno, 77 II, 3, 25 | quietude que age e anima a vida.~ ~4) Um horto ferido por 78 II, 3, 25 | si mesmo, a reinventar a vida a partir de seu íntimo. 79 II, 3, 25 | proporcionar uma visão renovada da vida com mil possibilidades de 80 II, 3, 26 | do grandioso. O ritual da vida do jardim oferece um percurso, 81 III 27 | referência de sentido para que a vida possa ter uma expressividade 82 III 28 | dom maior: a reinvenção da vida a partir daquele instante 83 III, 1, 28 | instante como um percurso da vida: “...yo me quedo con toda/ 84 III, 1, 28 | instante, o mistério da vida consagrado pela palavra. ./. 85 III, 1, 29 | rápido, mas muito intenso de vida e de significado, gerando 86 III, 1, 29 | poeticamente e no poeta a vida se renova:~“Ya presente 87 III, 1, 29 | para uma legitimação da vida que se expressou em sua 88 III, 1, 29 | poeta: “Quiero medir tu vida y se me escapa./ Siempre 89 III, 1, 29 | siempre.”(p.16) Assim a vida em seu eterno fluir não 90 III, 1, 29 | instante, mas o que importa é a vida presente: “-los que estamos/ 91 III, 1, 29 | O instante revelador da vida pode também mostrar sua 92 III, 1, 30 | por mostrar a dor de que a vida pode ser portadora. Mas 93 III, 1, 30 | seu ser querido. Perante a vida todos podem lhe causar esta 94 III, 1, 30 | decretar a qualidade da vida revelada pela palavra e 95 III, 2, 30 | sua dinamicidade perante a vida. Quando o poeta se entrega 96 III, 2, 31 | uma novidade da e para a vida, é seguida por uma oferta 97 III, 2, 31 | se aceder ao segredo da vida do todo. Aprender a ver 98 III, 2, 31 | que a arte revela para a vida do “Eu lírico”. Esse caminho 99 III, 2, 31 | lhe tornar mais feliz a vida. E nese processo está em 100 III, 2, 32 | espera para nascer para a vida aguarda a mão ou a entrega 101 III, 2, 32 | passar para a concretude da vida, para se pôr em ato. Para 102 III, 2, 32 | atualizar as virtualidades que a vida lhe oferece. Essas virtualidades 103 III, 2, 32 | teve no passado, pois a vida flui e nem sempre os cenários 104 III, 2, 32 | ser expressões da mesma vida que pode ser reinventada 105 III, 2, 32 | pessoa deve dinamizar a vida e fazê-la florescer. Uma 106 III, 2, 32 | como oferta de renovação da vida. A inquirição acontece com 107 III, 2, 32 | finalidade de revelar e mostrar a vida em sua novidade, mas não 108 III, 2, 32 | poder receber a novidade da vida oferecida:~“Me pregunto 109 III, 2, 33 | A identidade perante a vida pressupõe o mínimo de consciência 110 III, 2, 33 | aberturas necessárias para que a vida possa se reinventar pela 111 III, 2, 33 | arte revele e aprofunde a vida que se quer palpitante. 112 III, 2, 33 | essas condições ocorrem, a vida se revela e se renova nas 113 III, 2, 33 | bem a satisfação de uma vida renovada. A linguagem do 114 III, 2, 33 | aponta para a reinvenção da vida.~ ~ 115 III, 3, 33 | para um aprofundamento da vida os leitores que se aventurarem 116 III, 3, 33 | como perspectiva de uma vida que se renova, apesar de 117 III, 3, 34 | uma perspectiva de que a vidaapresentada terá em seu 118 III, 3, 34 | a mensagem será para uma vida organizada e apresentada 119 III, 3, 34 | expressiva da intensidade da vida é a ponte entre o vivido 120 III, 3, 34 | leitor a transfiguração da vida pretendida pelo poeta e 121 III, 3, 34 | linguagem. A palavra traz a vida em estado de doação e entrega, 122 III, 3, 34 | conferir-lhe também a renovação da vida. Esse silêncio se torna 123 III, 3, 34 | reflexão, da assunção da vida restaurada pela palavra 124 III, 3, 34 | palavra enquanto expressa a vida, indica também todos os 125 III, 3, 35 | melhores que espelhem a vida em plenitude ou a partir 126 III, 3, 35 | desencadeie um processo de vida que seja inaugural. A confissão 127 III, 3, 35 | de ânimo que questiona a vida em suas amplas abrangências, 128 III, 3, 35 | seja possível encarar a vida e suas alegrias, seus percalços 129 III, 3, 35 | como fonte inspiradora da vida.~A imagem evocada como boa 130 III, 3, 35 | atingido ou engrandece a vida e a intensidade de um encontro 131 III, 3, 36 | invenção a palavra traz a vida. É preciso saber morrer 132 III, 3, 37 | um novo mundo para que a vida se reinvente na imperfeição.~ ~ 133 III, 3, 37 | níveis de profundidade que a vida tem conhecido tão poucas 134 III, 3, 37 | imagens ou das metáforas. A vida perante elas vê-se mais 135 IV 37 | de arte ser geradora de vida e, aqui, poderão os dois 136 IV 37 | gerar outras reinvenções da vida a partir da originalidade 137 IV 37 | desvelamentos, outras leituras da vida a ser reinventada.~ ~ 138 IV, 1, 39 | A pátria condiciona a vida, a explicitação do viver, 139 IV, 1, 39 | águas (MB2) de onde brota a vida. A força do amor motiva 140 IV, 1, 39 | aproximações. Para resgatar a vida ainda não plenificada, embora 141 IV, 1, 40 | novidade daquele momento; a vida aí se renova a cada instante, 142 IV, 2, 42 | reter em poucas palavras a vida que se manifestou aos borbotões 143 IV, 2, 44 | infante quando a força da vida é quase imediata, sem tempo 144 IV, 2, 45 | uma abertura fenomenal da vida apresentou-se espantosamente 145 IV, 2, 47 | de ora em diante em sua vida, na alma de seu “eu lírico”; 146 PALFIN 48| para inaugurar a beleza na vida de quem tiver a coragem


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