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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

ser

    Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 I, 1, 4| força de seu dizer. Além de ser um texto intencional, se 2 I, 1, 5| particular é que se expressa o ser poético do texto. É realmente 3 I, 1, 5| que algumas palavras devem ser malhadas e enfeitadas no 4 I, 1, 6| do poeta que não consegue ser suporte para os clamores 5 I, 1, 6| momento. É impelido para ser o mediador desta vida que 6 I, 2, 6| a beleza, ou ainda, para ser considerada linguagem poética, 7 I, 2, 8| expressividade singular que merece ser destacada independentemente 8 I, 2, 8| bom interlocutor, possam ser assumidos pelo poeta com 9 I, 3, 9| hipótese de um interlocutor ser o poeta consigo mesmo incluindo 10 II 11 | outra característica pode ser constatada na forte tendência 11 II, 1, 12| palavra comum ou para não ser presa fácil da vidainventada, 12 II, 1, 13| proximidade que se apresenta a ser examinada, assumida e talvez 13 II, 1, 13| somente após o percurso poderá ser constatado. Porém há a certeza 14 II, 1, 14| habitação no mais profundo do ser do poeta causará uma sensação 15 II, 1, 14| vida certa, enraizada no ser do poeta. A relação da beleza 16 II, 1, 15| base de sustentação, em seu ser. Ante esse pavor que a liberdade 17 II, 1, 17| presentes em seu dizer. Pode ser até uma voz ou um dizer 18 II, 2, 17| ou número de versos para ser intercalado. Sua posição 19 II, 2, 18| apresentação do quadro a ser considerado para uma ulterior 20 II, 2, 18| Essa segunda parte pode ser a discussão ou conclusão 21 II, 3, 20| Também o arquétipo pode ser visto como referencial de 22 II, 3, 23| retratado.~ ~O segundo poema a ser considerado como uma expressão 23 II, 3, 24| Kyoto possui, em relação ao ser entreaberto do poeta, uma 24 II, 3, 25| não exerce a função de seu ser, para se reinventar na contemplação, 25 II, 3, 25| entre os visitantes e o ser do jardim. A força da beleza, 26 II, 3, 25| beleza, da exuberância do ser do jardim torna-se presente 27 II, 3, 25| imagem do jardim passa a ser “labirinto de formas, um 28 II, 3, 26| intensidade e fidelidade do ser em estado de plenitude. 29 II, 3, 26| define um germe dentro do ser do poeta que lhe traz a 30 II, 3, 26| imaginadas? O jardim passa a ser então o “mistério do encontro”.~ ~ 31 III 27 | Precisamente o momento que não pode ser dominado ou retido torna-se 32 III 27 | irrupção não tem o poder de ser apreendido em toda a sua 33 III 28 | intencionalidade pretendida. Podem ser instantes cronológicos, 34 III 28 | instantes cronológicos, podem ser o momento de um encontro, 35 III 28 | momento de um encontro, podem ser o instante de um olhar, 36 III, 1, 28| presente. Qualquer verso pode ser tomado como interpretação 37 III, 1, 28| postura, quando para ele o ser necessita da palavra para 38 III, 1, 28| que se dispõe haverá de ser casa para dar linguagem 39 III, 1, 28| poética a tanta revelação do ser que se lança ao mundo.~Assim 40 III, 1, 29| poético como uma massa a ser moldada, assim , pois 41 III, 1, 29| poética. ~O instante poderia ser também uma presença difícil 42 III, 1, 30| o poeta.~O instante pode ser intenso e agradável, muito 43 III, 1, 30| a dor de que a vida pode ser portadora. Mas não deixa 44 III, 1, 30| portadora. Mas não deixa de ser revelador:~“Quieres que 45 III, 1, 30| seu ‘eu lírico’ ou de seu ser querido. Perante a vida 46 III, 2, 30| outras reentrâncias do ser apresentam-se como complementaridade 47 III, 2, 31| revelador de profundidade do ser que se oferece pela linguagem. 48 III, 2, 31| riqueza da linguagem que deve ser uma conseqüência do poder 49 III, 2, 32| atualiza as virtualidades do ser reinventando-o .~Esse poema 50 III, 2, 32| caminho e o caminho pode ser a sugestão oferecida por 51 III, 2, 32| linguagens, reinventando o ser de quem as lançou ao mundo 52 III, 2, 32| repetem. Tudo não deixa de ser expressões da mesma vida 53 III, 2, 32| expressões da mesma vida que pode ser reinventada e renovada.~ 54 III, 2, 32| recursos latentes que podem ser acessados pela entrega e 55 III, 3, 34| apresentada terá em seu ser a casa de sua palavra, de 56 III, 3, 34| poético não podia deixar de ser a palavra; a palavra expressiva 57 III, 3, 34| doação e entrega, espera ser acolhida. O poeta exorta:~“ 58 III, 3, 34| aguarda o instante para ser proferida e concretizada 59 III, 3, 35| única palabra?~ ~Tal vez a ser y a gozar, como a morir, 60 III, 3, 35| nostalgia posible”. Essa deve ser para o poeta o máximo de 61 III, 3, 35| possibilidade remota que deve ser nomeada como uma saudade 62 III, 3, 36| para trazer a beleza do meu ser no corpo e na alma pela 63 III, 3, 37| imperfeição inserida no ser permite sua invenção e renovação; 64 III, 3, 37| metáforas do instante”, devem ser apontadas aqui duas imagens: 65 IV 37 | próprio da obra de arte ser geradora de vida e, aqui, 66 IV 37 | um. Os desvelamentos do ser que eles inauguraram e fixaram 67 IV 37 | outras leituras da vida a ser reinventada.~ ~ 68 IV, 1, 38| que a palavra é casa do ser e a chancela dos sentimentos, 69 IV, 1, 38| pode instaurar, sustentar e ser sugestão para novos mundos, 70 IV, 1, 38| leituras da realidade. O ser ganha história e sentido, 71 IV, 1, 38| A palavra é a morada do ser, onde o ser possível concretiza-se 72 IV, 1, 38| a morada do ser, onde o ser possível concretiza-se ou 73 IV, 1, 38| palavra para a clareira do ser para sustentar um desvelamento. ./. 74 IV, 1, 39| pátria para a latência do ser. Ele resgata a possibilidade 75 IV, 1, 39| resgata a possibilidade do ser.~ ~¬     O amor, cantado 76 IV, 1, 39| inaugurais. Ele dinamiza o ser do poeta para abrir a palavra 77 IV, 1, 39| realidades, os instantes, o ser em seu peregrinar, o poeta 78 IV, 1, 40| tomado na totalidade de seu ser para momentos não preparados, 79 IV, 1, 40| nada é determinado a não ser a novidade própria dele, 80 IV, 1, 40| tudo que se avizinha para ser nomeado e aguarda no silêncio. 81 IV, 1, 40| possibilidade, fecha todo o seu ser na fala, repete o seu mundo 82 IV, 1, 40| encontra espaço/palavra pode ser proclamado e exultado. A 83 IV, 1, 40| palabra, a exultação do ser em seu estado generoso de ‘ 84 IV, 1, 41| Comungando o silêncio de seu seral tuyo – ele acede a 85 IV, 1, 41| íntimo e profundo em seu ser. O ser do poeta geme e espera 86 IV, 1, 41| e profundo em seu ser. O ser do poeta geme e espera a 87 IV, 1, 41| espera a exultação deste ser que acontecerá a cada momento 88 IV, 2, 42| do poeta. Esse poema pode ser visto de várias maneiras. 89 IV, 2, 42| de revelar e explicitar o ser.~O centro de todos os sentidos 90 IV, 2, 43| enquanto ele se constrói ao ser percorrido, ele é e será 91 IV, 2, 43| tinha permanecido em seu ser até aquele momento. Cumpre 92 IV, 2, 43| tornaram-se a expressão de seu ser, de sua morada, pois os 93 IV, 2, 43| que se apresentava a seu ser impregnava-lhe todos os 94 IV, 2, 44| instante. É um caminho a ser percorrido e o poeta confessa 95 IV, 2, 44| para apreender o objeto ou ser possuído pela força do objeto. 96 IV, 2, 44| normal da virgindade de seu ser ante uma revelação que lhe 97 IV, 2, 44| daquela expansão de seu ser, de seu Self. Os sentidos 98 IV, 2, 44| poucos sinais, todo o seu ser está tomado por outro modo 99 IV, 2, 44| totalidade daquele instante. Seu ser, o do poeta, estava se expandindo 100 IV, 2, 44| sua revelação/entrega ao ser entreaberto do poeta que 101 IV, 2, 45| expressa a proximidade do ser do poeta com a potencialidade 102 IV, 2, 45| guardou expansão de seu ser como casa que suportava 103 IV, 2, 45| O que foi visto por seu ser em estado de vigília ou 104 IV, 2, 45| estado de vigília ou como ser entreaberto somente foi 105 IV, 2, 45| sonhada e antevista. Seu ser em estado de abertura e 106 IV, 2, 45| original do todo que pode ser o supremo, o sublime, o 107 IV, 2, 45| as expressões máximas do ser em estado de exuberância – 108 IV, 2, 46| absorção, de plenitude – o ser preenchido gemeu de gozo, 109 IV, 2, 46| e beatitude. O vagido do ser apreendido pela oferta total, 110 IV, 2, 46| inaugurada com o coração/ser repleto de gozo e felicidade.~ 111 IV, 2, 47| embevecimento pela revelação. Seu ser todo, o seu íntimo mais 112 IV, 2, 47| novidade. Sabe ela agora que ser poeta é deixar o ser vibrar 113 IV, 2, 47| que ser poeta é deixar o ser vibrar e palpitar para lhe 114 IV, 2, 47| encontro com o objeto a ser revelado, ele se incendeia 115 IV, 2, 47| ofertada no jato da irrupção do ser/beleza quando encontra a 116 IV, 2, 47| ele acessa a imensidão do ser, a beleza que procura uma 117 IV, 2, 47| devaneio para aprofundar seu ser e encontrar na linguagem 118 IV, 2, 47| sua vez o poema confessa o ser do poeta.~Conclui-se que


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