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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
10-corre | corte-hiper | hipot-posse | possi-zarza

     Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1 | 10 2 | 13 3 | 14 4 | 16 5 | 17 6 | 20 7 PALFIN 48 | Campo Grande, 22 de abril de 2003~Afonso de Castro~ ~ 8 | 26 9 | 35 10 | 4 11 | 41 12 | 5 13 | 53 14 | 55 15 | 6 16 | 60 17 | 61 18 | 62 19 | 65 20 | 7 21 I, 3, 10 | atinge a exortação como abandono de uma posição para maiores 22 IV, 2, 46 | do ./. Um, do que tudo abarca, sentido e contém. Ao 23 IV, 2, 45 | linguagem nunca será capaz de abarcar. A sensação do todo confere 24 III, 2, 30 | dentro daquele horizonte aberto.~Dessa forma o poeta proclama 25 III, 2, 31 | basta estar com os olhos abertos para poder ver. Um olhar 26 II, 1, 15 | vertigem dos extremos, os abismos e as alturas, a falta da 27 I, 2, 8 | independentemente da temática abordada. Sem dúvida que o campo 28 II 11 | ruptura. Aqui essa seqüência abrange a estrofe toda:~“Del invernizo 29 III, 3, 35 | questiona a vida em suas amplas abrangências, a ponto de confundirem-se 30 Int 2 | limites, configuram o que foi abrangido e a parte não inclusa. Da 31 PALFIN 48 | detalhes que orientam e abrem os horizontes.~ ~Campo Grande, 32 IV, 2, 42 | grande~del misterio que abría lentamente su puerta~con 33 PALFIN 48 | horizontes.~ ~Campo Grande, 22 de abril de 2003~Afonso de Castro~ ~ 34 III, 3, 36 | total da palavra que se abriu para uma realidade que a 35 II, 2, 17 | Um início sem rodeio e ex abrupto, decisivo.~Uma característica 36 Int 3 | espaços e seus anseios. Não se absolutiza o autor por este texto; 37 IV, 2, 46 | inserção no processo e completa absorção, de plenitude – o ser preenchido 38 II, 3, 21 | elementares de conhecimento e de abstração capazes de veicular os significados 39 I, 2, 7 | beleza torna-se generosa e abundante para quem se dispuser a 40 II, 2, 20 | estatuas ~de sal! A mi me aburren sesiones de revival lacrimógenas~ 41 III, 3, 35 | definitivo, distinto ou acabado. Não há consolação, o poeta 42 III, 3, 36 | somente pela morte, como acabamento e entrega total da palavra 43 II, 3, 24 | mudo’ de um tempo que dorme acalentado nesse berço magnífico. O ‘ 44 II, 2, 18 | como humildes pastores~-¿acaso peregrinos o nómadas? (p. 45 IV, 1, 38 | junto al tuyo por el que accedo a mi alma.”(p. 60)~ ~Esse 46 IV, 1, 40 | seu estado generoso de ‘acedência’, revelação e gratuidade. 47 I, 2, 7 | novo nome da vida que ele acedeu e traz a seu interlocutor. 48 II, 1, 16 | caminho de liberdade não aceita facilmente esses pressupostos. 49 I, 3, 9 | presente e próximo. Sempre acenou-se aqui ao “Eu lírico do poeta 50 III, 1, 30 | cuchillo~de fuego y humo y acero y horror”(p.22)~Este instante 51 II, 2, 18 | mostrar a verdade concluída acertadamente a partir da primeira parte. 52 IV, 2, 47 | torna-se a porta pela qual ele acessa a imensidão do ser, a beleza 53 III, 2, 32 | recursos latentes que podem ser acessados pela entrega e capacidade 54 IV, 2, 43 | como revelação e voz que se acessava a seu espírito, à sua alma: “ 55 I, 2, 7 | como aporte ao belo que acessou e quer comunicar. Assim 56 III, 1, 29 | marcharse~sin que nadie acierte a poseerlo.”(p.49)~Essa 57 I, 2, 7 | afirmações teóricas referendadas acima.~Em relação ao ‘Eu lírico’:~-“ 58 II, 1, 15 | de não se ver protegido, acolhido; porém, ele sabe que a novidade 59 I, 1, 6 | clamores. Mesmo que isso não aconteça, revela a presença da força 60 II, 3, 23 | Sobre o branco do mármore/ acontecem os beijos da lua e do sol 61 IV, 1, 40 | não se viveu e tudo deve acontecer com prazer mesmo quando 62 IV, 1, 41 | exultação deste ser que acontecerá a cada momento em que seu 63 II, 3, 24 | Para que essa comunhão acontecesse, a contemplação foi o meio 64 IV, 2, 44 | A percepção do poeta aconteceu de tal maneira intensa, 65 IV, 2, 43 | espírito, sua alma? Aí sim acontecia a intensidade do momento 66 II, 3, 23 | música de proclamação da vida acontecida ali. As vozes das pedras 67 II, 3, 23 | como num grito do amor ali acontecido. Assim as vozes das pedras 68 IV, 2, 44 | linguagem expressiva do acontecimento; o renascer lhe traz o estado 69 II, 1, 13 | louco para quem estiver acostumado ao tradicional ou à mesmice 70 II, 3, 24 | ausente, sem estátuas. E acrescenta o poeta, estátuas que possam 71 III 27 | anteriormente. Aqui somente acrescenta-se um outro meio que viabiliza 72 II, 2, 18 | Qué ha dicho?~- No me acuerdo.”(p.14)~Outras vezes a primeira 73 II, 3, 24 | un tiempo que se duerme acunado,~contemplándolo. Domador 74 II, 1, 13 | diariamente ante si mesmo. Acusa que exporá seu roteiro interior, 75 I, 3, 10 | valer”; parece como uma acusação diante de uma falta de decisão, 76 IV, 2, 46 | que encontre a linguagem adequada a expressá-lo em sua eterna 77 IV, 1, 40 | de sua “investigação” de adereços necessários para sua habilitação 78 I 4 | seu gênero. Porém de nada adiantaria ter a intenção e até apresentar 79 II 11 | a sua correspondente, o adjetivo ou o pronome são isolados 80 IV, 2, 45 | registrá-lo, mas somente em admirá-lo; aquilo que se ofereceu 81 I, 3, 9 | pressuposto do poeta que admite e expressa seu direcionamento 82 III, 3, 34 | estéreis, mas fecundos que adornam a linguagem ao conferir-lhe 83 I, 2, 6 | potencial contextualize e adquira a força da comunicação ou 84 III, 3, 34 | para que, segundo o poeta, adquiram a força e a energia desejadas 85 II, 1, 13 | de uma irrupção forte que advêm da origem de seu mundo interior 86 II, 3, 25 | A beleza que dele emana afasta os temores e os horrores. 87 II, 3, 26 | mistério do encontro”.~ ~Afinal essa poderosa e rica imagem 88 I, 2, 6 | beleza e sua expressão~ ~Afirma-se que a linguagem poética 89 II, 2, 19 | liberdade, mais adiante afirmada como “firme argumento de 90 IV 37 | complemento de tudo do que já se afirmou desse texto de linguagem 91 IV, 2, 44 | habita o interior do poeta aflora, o medo se faz presente, 92 IV, 2, 44 | sensibilidade de uma criança lhe aflorou como linguagem expressiva 93 PALFIN 48 | Grande, 22 de abril de 2003~Afonso de Castro~ ~ 94 II, 3, 25 | força de uma quietude que age e anima a vida.~ ~4) Um 95 II, 1, 16 | dizem. Por outro lado, a agitação da vida, as diversões, os 96 III, 3, 33 | ou imagens como metáforas aglutinadoras dos significados e do sentido 97 I, 1, 6 | desvendou. As forças vitais aglutinam-se na linguagem como caminho 98 IV, 1, 40 | preparados, fortuitos e agradáveis. No parque nada é determinado 99 III, 1, 30 | instante pode ser intenso e agradável, muito significativo ou 100 II, 2, 20 | lacrimejar ou suspirar pela água que não mais moverá a vida 101 IV, 1, 39 | FP1), ou o guardador das águas (MB2) de onde brota a vida. 102 III, 1, 30 | muito significativo ou agudo por mostrar a dor de que 103 III, 3, 35 | aquella parte de ti que ahora evocas~con emoción como 104 IV, 1, 38 | suplica para serem atingidos: “ajuda-me a dizer o indizível e a 105 Int 3 | A tecnologia poderia até ajudar nesse empreendimento, mas 106 Int 3 | inexistentes, tem a função de alargá-las além de seus contornos, 107 IV, 2, 44 | comum de comando da psique. Alarga-se e prepara-se para o que 108 IV, 2, 47 | provocado pela gratuidade alcançada e pela renovação do instante. 109 III, 3, 35 | o estado definitivo não alcançado propõe a questão da perfeição 110 IV, 2, 43 | Um olhar e percepção com alcances inimagináveis permitiam-lhe 111 III, 2, 31 | periódicos e historias sin haber~alcanzado a dar con el secreto~de 112 III, 3, 35 | possível encarar a vida e suas alegrias, seus percalços e momentos 113 II, 2, 18 | ligeros de equipaje, con la alforja~al hombro como humildes 114 | algum 115 II, 1, 14 | delimitação de um processo, são aliados que auxiliam o poeta a não 116 II, 3, 21 | arquétipo tem poder de se alimentar dos significados mais elementares 117 IV, 1, 38 | expressos os ideais que alimentaram o fazer poético em todo 118 I, 2, 8 | se aprendeu somente como alimento da memória e não modalidades 119 II, 3, 22 | y la vida~en Taj Mahal. Allí el dolor se viste ~de intenso 120 III, 1, 29 | resultar numa linguagem muito alta poeticamente e no poeta 121 IV, 2, 43 | referência, a vertigem da altura captada pelo olhar que lhe 122 III, 3, 35 | Es por eso que quieres alumbrarla en un verbo?~¿qué se haga 123 II, 3, 23 | intimidade e ali o universo ama o amor do príncipe para 124 II, 1, 16 | pressupostos. Assim a aurora, o amanhecer ou anoite, situações que 125 II, 1, 16 | a partir de todos esses ambientes e de todos esses microambientes, 126 II, 1, 14 | que lhe cerram o horizonte ambiguamente; elas afirmam mas delimitam 127 II, 3, 21 | um verdadeiro arquétipo. ~Ambos, os arquétipos e as imagens, 128 II, 3, 22 | en vela continuada.~A su amparo Muntaz Mahal muda de vestimenta~ 129 II, 3, 25 | uma visão diferente, mais ampla. Essa possibilidade de ver 130 III, 3, 35 | questiona a vida em suas amplas abrangências, a ponto de 131 III, 3, 37 | perante elas vê-se mais ampliada e engrandecida.~ ~ 132 II, 3, 21 | permitiram que alguns arquétipos ampliassem seus poderes de significação 133 II, 3, 24 | o espaço diminuto toma amplitudes grandiosas e imensas com 134 II, 3, 20 | de poder de significado amplo e vário. Existem filósofos 135 II, 3, 21 | significação ./. são muito amplos e podem gerar linguagens 136 IV 37 | Esta última parte dessas análises tem por finalidade apresentar 137 III, 3, 34 | por tu boca, en dique seco ancladas.~...............................~ 138 II, 2, 20 | aquello~que quedó en la vereda anclado para siempre.”(p.51)~O conjunto 139 IV, 2, 45 | partir do alto para que seu ângulo de visão tivesse a maior 140 III, 1, 29 | totalidade, o que sempre será angustiante para o poeta. Mas a intimidade 141 III, 1, 30 | que lhe proporcione uma “animação ou entusiasmo” a partir 142 III, 3, 35 | parte para um estado de ânimo que questiona a vida em 143 II, 3, 24 | hablándote al oído~de ti mismo, aniquila el miedo~que te tienes. 144 II, 1, 16 | a aurora, o amanhecer ou anoite, situações que favoreceriam, 145 II, 1, 17 | ditar. Assim escreve essas anotações que são palavras nas margens 146 II, 1, 17 | já estabelecido, mas que anseia por uma linguagem nova.~ 147 Int 3 | principal pede e suplica na ânsia de maior significado de 148 IV, 2, 42 | Há uma espécie de ansiedade por parte do poeta em explicitar 149 III, 1, 29 | desejo tem a capacidade de antecipar o instante, mas o que importa 150 II, 2, 19 | SOLAMENTE~aquello que sabemos de antemano.~ ~La inmensa mayoría de 151 III 27 | que já foram apresentados anteriormente. Aqui somente acrescenta-se 152 Int 3 | que ele tem capacidade de antever.~A tecnologia poderia até 153 I, 1, 6 | suporte para os clamores antevistos e pressentidos. A linguagem 154 III, 1, 30 | aprendeu ainda as lições antigas, concluiu o poeta.~O instante 155 I, 3, 10 | posição para maiores aberturas anunciadas, e aqui para uma unidade 156 I, 3, 10 | torna a linguagem e o poema apaixonantes.~ ~ ~ 157 IV, 2, 44 | pavor ou do receio, mas apareceu pela grandeza inesperada 158 I, 1, 5 | feito de impossibilidade aparente ou impossibilidade de um 159 Int 3 | todo que exerce seu poder apaziguador perante a individualidade 160 II, 1, 14 | afirmam mas delimitam e podem apequenar as visões e cercear as possibilidades. 161 I, 2, 7 | versos que atingem um ponto ápice no conjunto de todos os 162 II, 3, 25 | jardim torna-se poderosa para aplacar as dores da alma. Ali a 163 II, 3, 21 | primordial, mas já em situação de aplicação de sentido ou significado.~ 164 III, 3, 37 | do instante”, devem ser apontadas aqui duas imagens: a do 165 III, 3, 33 | percorrer o caminho por ela apontado. Também o texto usa de expressões, 166 II, 3, 22 | grande poder de significação, apontam-se o palácio, o rio, a princesa 167 II, 2, 18 | para conclusões ou possa apontar conseqüências ou mostrar 168 I, 2, 7 | linguagens que o sustenta como aporte ao belo que acessou e quer 169 I, 3, 9 | trazidas pela linguagem. A apóstrofe é forte e veemente em relação 170 IV, 2, 44 | potência de energia quando apreende ou quando se solta. Assim 171 IV, 2, 44 | estado de expansão para apreender o objeto ou ser possuído 172 IV, 2, 43 | poeta torna-se uma confissão apreendida pela sua percepção: “Era 173 IV, 2, 44 | passagens que preparam a apreensão do instante. É um caminho 174 II, 2, 19 | conhecer a vida:~ ~ “- NOSOTROS APRENDEMOS SOLAMENTE~aquello que sabemos 175 III, 1, 28 | então as classificações aqui apresentadas valem mais para a interpretação 176 III, 3, 33 | inteire do mundo por ele apresentado é:~“!Limpia de tu camino 177 III 27 | de recursos que já foram apresentados anteriormente. Aqui somente 178 III, 2, 30 | outras reentrâncias do ser apresentam-se como complementaridade das 179 IV, 2, 46 | voragem de percepção que lhe apresentara como viagem ao mundo em 180 II, 1, 14 | exige uma liberdade que se apresente quase incondicionada para 181 IV, 2, 45 | abertura fenomenal da vida apresentou-se espantosamente à sua percepção: ~“ 182 IV, 1, 39 | para que o homem não se aprisione e se empobreça.~Ao nomear, 183 I, 2, 8 | transformar-se em expressão de vida aprofundada. A suspeita como tática 184 III, 2, 33 | para que a arte revele e aprofunde a vida que se quer palpitante. 185 I, 1, 4 | lugar, circunstâncias, apropriações) – busca uma forma original 186 I 4 | dos gêneros ou estruturas apropriadas aos versos, estrofes, cantos 187 IV, 1, 39 | para descobrir processos e aproximações. Para resgatar a vida ainda 188 II, 1, 12 | mundo, para os que deles se aproximam e consigo mesmo. Devido 189 I, 2, 8 | interlocutores que ./. se aproximarem dele desarmados terão seus 190 IV, 2, 44 | entreaberto do poeta que se aproximava. O medo não mais se dirigia 191 III 27 | define como um contemplativo apto a receber o dizer daquele 192 I, 2, 6 | os interlocutores estejam aptos a captar o sentido. ./. 193 | aquela 194 II, 1, 14 | mais cruel que o poeta pode aquilatar, pois estará sempre como 195 II, 3, 25 | a suavidade balsâmica do ar do jardim torna-se poderosa 196 II, 2, 20 | de manzanas tentadoras~en árbol de palabras sin cuento.~ 197 II, 3, 26 | lâmpada de azeite e sarça ardente”. São expressões bíblicas 198 II, 3, 24 | Lámpara de aceite,~zarza ardiendo sin presentirse el fin.~ 199 II, 2, 19 | adiante afirmada como “firme argumento de esperança.”~Em algumas 200 IV, 1, 40 | mesmo para um universo cujas armas são diferentes para se atingir 201 II, 3, 22 | O primeiro é:~ “EL AMOR ARÓ ROSTRO Y MEMORIA~de la princesa 202 III, 3, 35 | café que nos declara ./. su aroma en espirales,~aquella parte 203 II, 3, 21 | inserção de significados arquetípicos para o desvelamento da vida 204 III, 2, 30 | explicitação do todo que se arquiteta para a composição de um 205 II, 3, 20 | estudaram os arquétipos e arquitetaram teorias do conhecimento 206 II, 3, 24 | carregado de beleza que arrebata e proclama com voz sedutora 207 II, 3, 24 | Afirmação que indica o poder de arrebatamento da imagem em relação à pessoa 208 IV, 2, 46 | pela força fascinante que o arrebatou. Cada palavra que ele conseguir 209 II, 3, 21 | pela linguagem manifestaram artisticamente as riquezas da vida. Nem 210 I, 2, 8 | pouco com as expressões artístico-poéticas. Da mesma forma, os últimos 211 IV, 2, 43 | Era la vez primera/ que ascendia a la cumbre.” Para sentir-se 212 IV, 2, 41 | Era la vez primera~que ascendía a la cumbre. Eran los ojos 213 III, 3, 35 | nostalgia posible. Tal vez así morir~non sea mucho más 214 I, 1, 6 | em verso livre exibe seu aspecto de invenção da vida na liberdade 215 I, 3, 10 | intensidade das interpelações que assumem a intensidade de uma descoberta 216 Int 2 | orientações; margens de um rio assumem-se à direita e à esquerda conforme 217 I, 2, 8 | interlocutor, possam ser assumidos pelo poeta com simplicidade. 218 III, 3, 36 | relação à suprema Imagem que assumiu a palavra do Corpo, uma 219 II 10 | parâmetros.~ ~Ao examinar com atenção os poemas deste texto, depara-se 220 IV, 1, 40 | repete o seu mundo e não está atento para a novidade. O silêncio 221 I, 3, 9 | raciocínio. Tende mais a ater-se ao processo que ao enunciado. 222 II, 3, 21 | codificadas das diversas culturas atestam essa especificidade da capacidade 223 I, 2, 7 | expressões e versos que atingem um ponto ápice no conjunto 224 IV, 2, 43 | seu íntimo. Esse objeto atingia todas as faces ou mediações 225 I, 2, 7 | inaugurados, as profundidades atingidas são, no texto, as referências 226 IV, 1, 38 | e que suplica para serem atingidos: “ajuda-me a dizer o indizível 227 III, 2, 31 | mera materialidade, mas atingindo a finalidade revelada em 228 IV, 1, 40 | armas são diferentes para se atingir a sua fala; aqui o poeta 229 II, 3, 21 | capacidade de os homens atingirem os seus mais profundos níveis 230 I, 2, 8 | versos a força composicional atingiu uma expressividade singular 231 IV, 1, 41 | momento em que seu desejo for ativado por uma força consagrante, 232 Int 3 | outros sentidos ou ./. atividades; a mão pode indicar também 233 I, 2, 7 | lírico’, cuja simplicidade atrai e engrandece os momentos 234 I, 3, 10 | FUEGO ENCENDIDO,~conseguía atrapar y fijar aquella imagen,~ 235 II, 1, 15 | poema, somente se alcança atravessando esses parâmetros.~Outro 236 II, 1, 17 | vida, mesmo quando tem que atravessar tantos pressupostos para 237 I 4 | prerrogativas próprias que se atribuem como sustentação de sua 238 I, 2, 7 | beleza em seu dizer. Os atuais parâmetros da arte poética, 239 I, 1, 6 | percepção individualizadora atual.~Essa linguagem poética 240 III, 2, 32 | em ato. Para ele, o poeta atualiza as virtualidades do ser 241 II, 3, 21 | afirmações pressupõem que a atualização das expressões arquetípicas 242 II, 3, 21 | arquetípicas mudam as linguagens, atualizam culturalmente as afirmações, 243 III, 2, 32 | para que o seu leitor possa atualizar as virtualidades que a vida 244 Int 3 | as considerações textuais aumentam a confiabilidade textual. 245 IV, 1, 39 | palavra que busca outras para aumentar o rebanho (FP1), ou o guardador 246 I, 3, 9 | tu vivir como un trofeo~aunque te cruja el alma insatisfecha.~ ~! 247 II, 1, 16 | esses pressupostos. Assim a aurora, o amanhecer ou anoite, 248 III, 3, 35 | sólo quedan recuerdos, como ausentes~fragancias en bellísimos 249 II, 1, 17 | marginal, mas vem de uma autenticidade que engloba a presença de 250 Int 2 | precariedade e denunciar sua auto-suficiência ao interdependência com 251 II, 1, 13 | a confissão já de per si auxiliou o poeta a vencer uma das 252 II, 1, 13 | alguns casos verdadeiras avalanches de uma irrupção forte que 253 III, 3, 33 | vida os leitores que se aventurarem a percorrer o caminho por 254 II, 2, 20 | elegância, o poeta canta sua aversão a atitudes piegas perante 255 III, 1, 29 | perfume:~memoria y deseo se avivan y se mezclan.”(p.49)~Conclui-se 256 IV, 1, 40 | perceber a voz, de tudo que se avizinha para ser nomeado e aguarda 257 IV, 1, 37 | 1 – “AYÚDAME, CON TU MIRAR DE OJOS~expectantes, 258 II, 3, 26 | poeta é a de “lâmpada de azeite e sarça ardente”. São expressões 259 II, 1, 13 | fonte original de desejo.~ ~b) ...., si no les digo claramente~ 260 II, 2, 18 | lo repite, en su nombre, bajo el inmenso olivo~de su tumba 261 II, 1, 15 | vertigem, próprios de quem está balançando em sua base de sustentação, 262 II, 3, 25 | feridas e chagas; a suavidade balsâmica do ar do jardim torna-se 263 IV 39(2)| MB - Manoel de Barros, poeta brasileiro, corumbaense.~ 264 II, 3, 20 | uma cultura para outra, as bases arquetípicas podem se correlacionar, 265 III, 1, 29 | poseerlo.”(p.49)~Essa é a batalha do poeta em relação à sua 266 IV, 2, 46 | dor, felicidade,alegria e beatitude. O vagido do ser apreendido 267 II, 3, 23 | admiração, ao passo que o sol beija intensamente o amor no mármore 268 I, 1, 5 | possui a força do fogo nem as belezas do fogo ou das pedras preciosas. 269 I 4 | estruturais; existem poemas belíssimos e consagrados que foram 270 III, 3, 35 | como ausentes~fragancias en bellísimos frascos de cristal.~¿Es 271 II, 3, 24 | que dorme acalentado nesse berço magnífico. O ‘relógio mudo’ 272 II, 3, 22 | el blanco del mármol~hay besos de la luna y del sol en 273 II, 3, 23 | de mármore, numa assunção bíblica, cantam salmos de devoção 274 II, 3, 26 | ardente”. São expressões bíblicas que indicam possibilidades 275 III, 3, 35 | vida.~A imagem evocada como boa para si, como consolação 276 I, 2, 8 | assumido por Santo Tomás: “Bonum est difusivum sui” A simplicidade 277 IV, 2, 42 | vida que se manifestou aos borbotões para o ‘eu lírico’ do poeta. 278 Int 3 | para tocar a consciência brandamente e desse modo poder ocupar 279 IV 39(2)| Manoel de Barros, poeta brasileiro, corumbaense.~ 280 II, 1, 17 | tantos pressupostos para brilhar numa clareira de liberdade 281 II, 3, 23 | mas com muita ternura e brilho.~A voz do palácio consagra 282 III, 2, 31 | pode “incendiar o que nunca brilhou”; o que se ./. encontra 283 I, 2, 7 | p.8)~-“Mas cuando otro buen día jugamos al regreso,~ 284 III, 3, 35 | como distinta,~para tu buena imagen y consuelo~si disipó 285 III, 2, 32 | casa para encontrar cuanto buscamos.~Leo, en el fulgor de la 286 III, 3, 36 | Imagem, do supremo-amor que buscasse sua casa terrestre, o seu 287 II, 3, 24 | presentirse el fin.~Liturgia de la búsqueda. Misterio~del límite, misterio 288 II, 1, 14 | pressente em si mesmo.~ ~c) Desde mi propio límite, 289 IV, 2, 41 | ERA A LA GRUPA DE UN CABALLO DE TIRO. ERAN~quebrados 290 I, 3, 10 | con un inri clavado en su cabeza.”(.44)~Nesse poema a forma 291 I, 1, 6 | escolhida para indicar a cadência e a força do poema.~ ~ 292 III, 3, 34 | da palavra:~ ~“Frente al café que nos declara ./. su aroma 293 II, 1, 15 | ainda não explicitado, os calafrios e a vertigem, próprios de 294 II, 3, 25 | labirinto de formas, um caleidoscópio” porque a força que dele 295 II, 3, 24 | tienes. Laberinto de formas,~calidoscopio. Lámpara de aceite,~zarza 296 II, 3, 25 | fim de um horizonte vivo, calmo e belo. Nele não existem 297 IV, 2, 43 | que a beleza e a realidade cambiante da revelação pudesse entrar 298 III, 2, 31 | porqué porque los abre.~En cambio sólo mira y remira~ los 299 III, 3, 33 | apresentado é:~“!Limpia de tu camino las estatuas~de sal!~...............................~ 300 I 4 | as línguas que compõem o cânone da nossa cultura ocidental 301 II, 3, 22 | eternidad serena.~ ~El río se ha cansado de espejar el misterio:~ 302 IV, 1, 39 | do ser.~ ~¬     O amor, cantado e celebrado neste poema, 303 II, 3, 22 | horas. Salmos de mármol cantan~su eternidad serena.~ ~El 304 I, 2, 7 | jugamos al regreso,~vienen cantando en nuestros ojos~los muchos 305 II, 3, 23 | eternidade do mármore branco cantante e celebrante como num grito 306 II, 1, 11 | poético, teve a gentileza de cantar claramente os seus pressupostos 307 II, 1, 13 | pois vai iniciar o seu canto de desvelamento e de invenção 308 II, 1, 17 | produção da linguagem que capta a beleza revelada nesses 309 IV, 2, 43 | referência, a vertigem da altura captada pelo olhar que lhe oferece 310 I, 2, 7 | texto, as referências que caracterizam o texto como poético, ou 311 IV, 1, 38 | relação de ‘eu/tu’ como caráter de ressonância de sua voz 312 I, 2, 7 | relação ao ‘Eu lírico’:~-“caricias y gestos son mi modo de 313 Int 3 | desbastar com as ferramentas do carpinteiro o material sobrante para 314 II, 1, 13 | descortinada. Melhor, em alguns casos verdadeiras avalanches de 315 PALFIN 48 | abril de 2003~Afonso de Castro~ ~ 316 II, 2, 20 | la distancia eleva~a la categoría de envidiable~el desencanto 317 III, 1, 30 | Perante a vida todos podem lhe causar esta abertura cruel de deixá-lo 318 II, 1, 14 | profundo do ser do poeta causará uma sensação confessa de 319 II, 2, 18 | pareciera que a golpe de cazalla y de tabaco –~que hasta 320 II, 3, 26 | para realizar mediante a cedência de sua dínamis intrínseca, 321 IV, 1, 39 | O amor, cantado e celebrado neste poema, é a força que 322 II, 3, 23 | mármore branco cantante e celebrante como num grito do amor ali 323 III, 2, 32 | vida flui e nem sempre os cenários se repetem. Tudo não deixa 324 II, 1, 14 | podem apequenar as visões e cercear as possibilidades. A presença 325 II, 1, 14 | fácil de palavras que lhe cerram o horizonte ambiguamente; 326 II, 1, 14 | convencional sem a vida certa, enraizada no ser do poeta. 327 II, 1, 15 | ofusca o olhar — que lhe traz certezas e seguranças. A luz é a 328 IV, 2, 46 | se consola porque tinha certo receio de que se esquecesse 329 II, 3, 25 | curando-lhes as feridas e chagas; a suavidade balsâmica do 330 IV, 1, 38 | o poeta é o demiurgo que chama a palavra para a clareira 331 III, 1, 28 | nuestra casa.”(p.28) Sentir-se chamado a um potencial latente e 332 IV, 1, 38 | palavra é casa do ser e a chancela dos sentimentos, sensações 333 IV, 2, 45 | palabra.”~Este é o ponto de chegada da grande viagem do poeta 334 III, 3, 34 | restaurada pela palavra que chegou e foi assumida.~A palavra 335 II, 3, 24 | contemplação do jardim na cidade de Kyoto trouxe ao poeta 336 II, 2, 20 | enroscada a la garganta~con cientos de manzanas tentadoras~en 337 IV, 1, 37 | a decir lo indecible,~a cifrar en palabras sentimientos~ 338 II, 2, 18 | hasta el granito, herida por cincel la corteza,~lo repite, en 339 I, 1, 4 | e contexto (som, lugar, circunstâncias, apropriações) – busca uma 340 II, 3, 24 | possibilidades de significar e dizer, citam-se algumas pela ordem que o 341 II, 2, 19 | mais intensa e vibrante. Cito apenas um processo que aparece 342 II, 3, 26 | indicam possibilidades novas e clamam para um tempo que não tem 343 II, 1, 15 | sua confissão é a falta de clareza provocada pela ausência 344 II, 3, 23 | intensidade e a limpidez de sua claridade incandescente da brancura 345 I 4 | com poesia em sua forma clássica, tradicional. Não se trata 346 II, 3, 22 | platônico nem no sentido clássico dos arquétipos estudados 347 III, 1, 28 | tal denominação; então as classificações aqui apresentadas valem 348 I, 3, 10 | forma~de cruz, con un inri clavado en su cabeza.”(.44)~Nesse 349 Int 3 | presença que não suscite cobranças ou grandes responsabilidades. 350 III, 3, 34 | pretendida pelo poeta e codificada pela linguagem. A palavra 351 II, 3, 21 | significação. As linguagens codificadas das diversas culturas atestam 352 IV, 2, 44 | tudo se reduzia a pouca coisa. Esse instante tornava-se “ 353 IV, 1, 39 | instala-se na palavra com a colaboração de quem a nomeia; de quem 354 III, 3, 33 | viver. Também o poeta se coloca como intérprete mediante 355 IV, 1, 38 | a dizer o indizível e a colocar em palavras os sentimentos 356 IV, 1, 39 | que as explicitem, que as coloquem na existência.~O poeta vive 357 II, 3, 22 | dolor se viste ~de intenso color blanco. Sobre el blanco 358 IV, 2, 44 | foge de um estado comum de comando da psique. Alarga-se e prepara-se 359 I, 2, 8 | primeiro conjunto, aparece a combinação da serenidade e do olhar 360 II, 1, 16 | simples imaginação; porém não combinaria com o propósito do poeta 361 PALFIN 48 | seus leitores. Assim esses comentários são frutos dessa construção. 362 III, 1, 28 | la presencia. No sabemos cómo salir al paso/ por no dejar 363 III, 2, 30 | do ser apresentam-se como complementaridade das expressões, como explicitação 364 IV 37 | análise de dois poemas como complemento de tudo do que já se afirmou 365 III, 1, 29 | mostra fugidio e não está completamente disponível ao poeta. Mesmo 366 III, 2, 30 | composição de um sentido também completo dentro daquele horizonte 367 III 27 | em toda a sua extensão e complexidade num átimo de tempo, pede 368 III, 2, 31 | reveladora da arte é mais complexo e intenso do que o simples 369 IV, 1, 37 | Hasta el rincón del parque compone su postura ./. para vestirse 370 IV, 2, 46 | tanto quanto o sujeito comporta e pode sustentar sem desintegrar-se – 371 II, 1, 17 | outra em todos os poemas. Comportam-se como testemunhas de uma 372 III, 2, 30 | que se arquiteta para a composição de um sentido também completo 373 I 4 | e consagrados que foram compostos dentro das regras rígidas 374 I, 2, 8 | lhe permitir a realidade comprovada transformar-se em expressão 375 IV, 1, 41 | revelação e gratuidade. Comungando o silêncio de seu ser – 376 II, 3, 24 | generosidade. Para que essa comunhão acontecesse, a contemplação 377 II, 3, 26 | superior à sua percepção se comunica e o capacita a estes estados 378 II, 3, 21 | especificidade da capacidade comunicacional dos arquétipos.~Também os 379 IV, 2, 42 | instante devido à intensidade comunicada. Impossível abranger e reter 380 IV, 2, 46 | de perder o que lhe foi comunicado e confessa-se em estado 381 IV, 2, 42 | expor-se em vários canais que comunicam sua potência e suas nuanças.~ ~¬     382 II, 3, 26 | deixar dinamizar pela força comunicativa do jardim. A busca define 383 I, 1, 5 | contrários aos significados comuns desses termos. Então o trabalho 384 I, 2, 6 | força da linguagem, ela concede uma expressividade concernente 385 IV, 2, 42 | palavras a fonte do poema se concentra para depois expor-se em 386 I, 2, 6 | concede uma expressividade concernente à abrangência que foi capaz 387 IV, 2, 47 | linguagem. E o frenesi criativo conclama toda a história do poeta 388 IV, 1, 41 | grito a seu “eu lírico”, conclamando-o também a encontrar a palavra/ 389 I, 1, 4 | para o qual a linguagem conclamou-o a estar presente e conviver 390 I, 1, 5 | silencios”(p.48)~Esses versos concluem um poema que se reporta 391 I, 1, 5 | dicionário; de outra forma conclui que o silêncio é bom para 392 II, 2, 18 | conseqüências ou mostrar a verdade concluída acertadamente a partir da 393 III, 1, 30 | ainda as lições antigas, concluiu o poeta.~O instante pode 394 II, 2, 19 | esperança.”~Em algumas partes conclusivas dos poemas, sempre a segunda 395 II, 2, 18 | encontre um suporte para conclusões ou possa apontar conseqüências 396 I, 2, 8 | possibilidades são propostas concretamente para o ‘eu lírico’ como 397 III, 3, 37 | e renovação; a linguagem concretiza essas possibilidades e mostra 398 IV, 1, 38 | ser, onde o ser possível concretiza-se ou se reinventa; o poeta 399 III, 2, 32 | esse poema — elas serão concretizadas em linguagens, reinventando 400 I, 3, 9 | o Self como receptáculo concretizado no ‘eu lírico’. Dessa forma 401 II, 1, 15 | medos, os temores. Esses são concretizados em vertigem dos extremos, 402 III, 3, 37 | significação. Essas duas imagens concretizaram o sentido inaugurado pela 403 I, 2, 9 | não impede que a beleza se concretize em palavras reveladoras 404 IV, 1, 39 | desvelamento. ./. A pátria condiciona a vida, a explicitação do 405 II, 1, 14 | Confessa também que está condicionado, o seu íntimo vital como 406 I, 1, 6 | preme por uma linguagem condizente. Nem sempre ele, seu “Eu 407 II, 1, 16 | de uma vida fragmentada e conduzida pelo dinamismo de elementos 408 IV, 2, 44 | faculdades, aqui ele é impelido e conduzido pala vertigem daquela expansão 409 PALFIN 48 | bom leitor que se deixar conduzir pelo percurso que eles instauram 410 IV, 2, 45 | abarcar. A sensação do todo confere ao poeta a dimensão do infinito. 411 IV 37 | mostrar o poder de dizer conferido ao texto pelo poeta, por 412 II 10 | que individualiza o poema conferindo-lhe uma espécie de feição própria. 413 III, 3, 34 | que adornam a linguagem ao conferir-lhe também a renovação da vida. 414 II, 1, 13 | aceitar as distâncias e confessá-las é a primeira maneira para ./. 415 IV, 2, 46 | que lhe foi comunicado e confessa-se em estado de “asombro emocionado”. 416 II, 1, 16 | proclamar a vida, mas termina confessando que a partir de todos esses 417 II, 1, 16 | linguagem. Esse é um estado confesso em que se encontra o poeta.~ ~ 418 Int 3 | considerações textuais aumentam a confiabilidade textual. Nada aqui é puramente 419 II, 1, 14 | negá-los, fazem parte da configuração de seu horizonte de forma 420 Int 2 | externo a seus limites, configuram o que foi abrangido e a 421 Int 2 | a natureza do espaço que confina o todo em si como unidade 422 II, 1, 15 | luz é a metáfora de sua confirmação de entendimento sobre a 423 I, 2, 7 | conjuntos estão claras algumas confissões do poeta ou de seu ‘eu lírico’, 424 II, 2, 18 | muy delicadamente,~con el confort que da tenerlo en la ignorancia,~ 425 II, 1, 13 | interior que se melhor no confronto e no diálogo. Nesse percurso 426 III, 3, 35 | abrangências, a ponto de confundirem-se os extremos, o viver e o 427 I 4 | características próprias e não se confundo normalmente com poesia em 428 III, 3, 37 | profundidade que a vida tem conhecido tão poucas vezes. Esses 429 IV, 1, 38 | palavra poética é portadora de conhecimentos que, por sua vez, têm o 430 III, 3, 36 | poeta que sempre deve estar conivente com a linguagem. A cada 431 I, 2, 7 | tiene”(p.13)~Nesses três conjuntos estão claras algumas confissões 432 I, 3, 10 | entrega verdadeira para uma conquista que se considere “pra valer”; 433 III, 3, 35 | recordações e não se iludir com as conquistas que ocorreram e lhe tragam 434 IV, 1, 40 | repatriado, o que já se conquistou. Aqui o silêncio é a condição 435 II, 3, 23 | brilho.~A voz do palácio consagra o amor e a cor branca do 436 III, 1, 28 | instante, o mistério da vida consagrado pela palavra. ./. O poeta 437 IV, 1, 41 | for ativado por uma força consagrante, o amor.~ ~ ~ 438 III, 1, 28 | mantém em si consistente e consciente, confessa simplesmente que 439 I, 3, 10 | CON EL FUEGO ENCENDIDO,~conseguía atrapar y fijar aquella 440 IV, 2, 46 | arrebatou. Cada palavra que ele conseguir fazer dizer o mistério, 441 I, 2, 7 | o “Eu lírico” do poeta conseguiu aprofundar a vida pelas 442 II, 3, 21 | culturalmente as afirmações, mas conservam, ou têm a capacidade de 443 II, 1, 16 | a olhar em profundidade. Considera as possibilidades de uma 444 Int 3 | linguagem; as imagens e as considerações textuais aumentam a confiabilidade 445 I, 2, 6 | beleza, ou ainda, para ser considerada linguagem poética, traz 446 II, 1, 14 | entranhada. Os limites, se considerados como delimitação de um processo, 447 Int 3 | contexto inerente; não se consideram informações que não tenham 448 I, 3, 10 | para uma conquista que se considere “pra valer”; parece como 449 I, 2, 7 | expressar a arte desde que consiga destacar na linguagem a 450 Int 3 | individualidade do todo, consignando-lhe a dignidade máxima perante 451 IV, 2, 46 | segunda parte o poeta se consola porque tinha certo receio 452 II, 3, 23 | cenário, em hinos de amor, consolidado pela eternidade do mármore 453 II 11 | característica pode ser constatada na forte tendência seqüencial 454 II, 1, 13 | após o percurso poderá ser constatado. Porém há a certeza de que 455 IV, 1, 39 | a palavra, a função e constituição de pátria para a latência 456 II, 3, 23 | testemunham essa eterna vida constituída em um amor eterno, imorredouro; 457 I, 2, 7 | Um “Eu poético” é constituído pelo conjunto de linguagens 458 II 11 | das afirmações dos versos constituindo um fluxo derramado pelo 459 II, 3, 21 | ao conhecimento do homem, constituindo-se como base elementar de todas 460 IV, 2, 46 | o seu porta-voz, ele foi construído para expressar em linguagem 461 III, 2, 33 | impulsos, da dínamis vital construindo o mundo possível, ou mesmo 462 IV, 2, 43 | estado de estar no topo vai construir o olhar do poeta.~Então 463 III, 3, 35 | para tu buena imagen y consuelo~si disipó de ti irremediablemente.~ 464 II, 3, 26 | linguagem que expressou a beleza contagiante de uma imagem assumida que, 465 IV, 2, 46 | tudo abarca, sentido e contém. Ao entrar em contato com 466 Int 2 | INTRODUÇÃO~ ~As margens contêm e estabelecem territórios 467 I, 2, 8 | vitais. A outra afirmação contempla o ‘eu lírico do poeta’ em 468 I, 2, 7 | e engrandece os momentos contemplados. Tornam-se expressões únicas 469 II, 3, 24 | tiempo que se duerme acunado,~contemplándolo. Domador de las furias~de 470 III 27 | nada, ele se define como um contemplativo apto a receber o dizer daquele 471 II, 3, 20 | dimensões e em diferentes contextos. A teoria dos arquétipos 472 I, 1, 6 | que o poeta lhe conferiu; contextualizada em verso livre exibe seu 473 I, 2, 9 | propõem um sentido intenso e contextualizam a vida indicada ou situações 474 I, 2, 6 | renovadoras para que seu potencial contextualize e adquira a força da comunicação 475 Int 3 | do texto referencia e contexturas da realidade como tal em 476 IV, 1, 38 | outros poemas, nele estão contidos todo o processo criativo 477 II, 3, 22 | la luna y del sol en vela continuada.~A su amparo Muntaz Mahal 478 IV, 1, 38 | rejeitar como condição para continuar suas tentativas. Para que 479 II, 3, 23 | lua e do sol em vigílias contínuas.” Impossível não pressentir 480 I, 1, 5 | sentido. Aqui se manifesta a contraditoriedade do linguajar poético, o 481 I, 2, 8 | para a vida em expectativa.~Contrapõe o segundo conjunto o que 482 I, 2, 8 | da serenidade e do olhar contraposto com uma dinamização transformadora, “ 483 IV, 1, 40 | silêncio permite o ouvir; o contrário, quando se fala, diz o que 484 I, 1, 5 | um sentido e significado contrários aos significados comuns 485 II 11 | quebra dentro do todo, o contraste mostra a força da unidade 486 II, 2, 17 | todos, mas simplesmente contribuem com o processo enquanto 487 IV, 2, 44 | revelação que lhe foge do controle normal; sempre o poeta possui 488 I 4 | própria da linguagem não convencesse de que sua natureza é poética 489 IV, 1, 40 | ao desespero, pois tudo converge para o inesperado. Quem 490 II, 1, 16 | maior; surge o mar como convite ao infinito. Torna-se um 491 I, 1, 4 | conclamou-o a estar presente e conviver com essa palavra convocada 492 III, 3, 36 | ocorrer, o poeta peregrina e convoca as palavras para as suas 493 I, 1, 4 | conviver com essa palavra convocada para aquele sentido e para 494 III, 1, 30 | seu íntimo, é, no mínimo convocar a dor para gritar sua intensidade 495 III, 3, 36 | encerrará a construção, convocará a realidade como definitiva 496 PALFIN 48 | na vida de quem tiver a coragem de percorrer as veredas 497 IV, 2, 44 | expectativa a um retesar da corda de um arco, distendida por 498 IV, 2, 43 | espaço ao entendimento, as cores aos olhos, os aromas ao 499 IV, 2, 42 | detalle.”(p.65)~ ~Esse poema coroa toda a teoria que se propôs 500 IV, 1, 40 | descompromisso, ali o tempo não corre conforme o relógio, vive-se 501 II, 3, 21 | sentido ou significado.~Correlacionado ao mundo de significação 502 II, 3, 21 | arquétipos e as imagens, correlacionam os eixos principais da significação 503 II 11 | ligações das palavras com a sua correspondente, o adjetivo ou o pronome


10-corre | corte-hiper | hipot-posse | possi-zarza

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