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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
corte-hiper | hipot-posse | possi-zarza

     Capítulo,  Parágrafo, Pag.
504 II, 2, 18 | granito, herida por cincel la corteza,~lo repite, en su nombre, 505 IV 39(2)| Barros, poeta brasileiro, corumbaense.~ 506 III, 1, 29 | tiene por oficio la maldita~costumbre de llegar y marcharse~sin 507 III, 3, 35 | de múltiples momentos y costumbres,~sin nostalgia posible. 508 II, 2, 20 | uma linguagem de termos crescentes para revelar a potência 509 III, 1, 29 | entrega do poeta ao momento criador, ele se renovará em seu ‘ 510 II, 1, 14 | maneira que esses referenciais criam obstáculos. ~Em primeiro 511 IV, 2, 44 | que a sensibilidade de uma criança lhe aflorou como linguagem 512 II, 2, 20 | liberdade ante a sugestão criativa, ante à solicitação da dínamis 513 IV, 2, 47 | desse processo, da beleza cristalizada, o poema. Esse é o dizer 514 III, 3, 36 | do desejo do Pai; assim Cristo é a invenção, a poesia suprema 515 II, 1, 14 | pois estará sempre como critério questionador e suscita muitas 516 II, 2, 19 | liberdade e de vida nem sempre crível pela maioria das pessoas: ( 517 III 27 | independentemente de sua duração cronológica. Assim a imagem que irrompe 518 III 28 | pretendida. Podem ser instantes cronológicos, podem ser o momento de 519 I, 3, 10 | deseo.~ ~No es que todas las cruces tengan forma~de cruz, con 520 I, 3, 9 | como un trofeo~aunque te cruja el alma insatisfecha.~ ~! 521 I, 2, 7 | unas palabras”(p.8)~-“Mas cuando otro buen día jugamos al 522 III, 1, 30 | con su estremecimiento por cuchillo~de fuego y humo y acero 523 II, 2, 20 | en árbol de palabras sin cuento.~Que si fuera posible revivir~ 524 I, 3, 9 | esa transparencia de tu cuerpo ~exhibes tu vivir como un 525 I, 3, 9 | TUS OJOS LLEVAN TODAVÍA A CUESTAS~las huellas de un amor recién 526 | cujas 527 IV, 2, 44 | instante que se preparava para culminar em sua revelação/entrega 528 II, 3, 23 | Mahal revela o amor e o cultivo da memória da princesa por 529 II, 3, 21 | as linguagens, atualizam culturalmente as afirmações, mas conservam, 530 IV, 1, 38 | expectativa, a força, a cumplicidade para criar, para suscitar 531 II, 1, 13 | seu roteiro interior, suas cumplicidades com seu íntimo em relação 532 I, 3, 9 | huellas de un amor recién cumplido.~Y en esa transparencia 533 II, 3, 25 | presente no íntimo das pessoas curando-lhes as feridas e chagas; a suavidade 534 II, 3, 25 | força da imagem tem poder de curar.~ ~5) O jardim torna-se 535 II, 1, 15 | peregrinar na incerteza.~ ~d) Desde la propia alcoba 536 IV, 1, 38 | como substrato ao texto dando-lhe sustentação e força de significação. 537 | daquela 538 | daquilo 539 II, 1, 16 | expresse em uma linguagem que sentido ao viver, à comunicação. ./. 540 III, 3, 33 | Decidirse a mirar hacia adelante~es 541 IV, 1, 37 | MIRAR DE OJOS~expectantes, a decir lo indecible,~a cifrar en 542 II, 2, 17 | sem rodeio e ex abrupto, decisivo.~Uma característica composicional 543 III, 3, 34 | Frente al café que nos declara ./. su aroma en espirales,~ 544 III, 1, 30 | Dessa forma o instante pode decretar a qualidade da vida revelada 545 II, 2, 17 | três têm uma epígrafe ou dedicatória. Todos não têm título realçado 546 II, 1, 15 | sobre eles. Não existem deduções ou segurança, mas entrega 547 Int 2 | rio; margens de um lago definem-se mais sutilmente sem a precisão 548 Int 2 | está muito bem contido e definido, mas em relação a ele o 549 II, 1, 14 | primeira maneira para ./. deixá-las para trás, para que não 550 III, 1, 30 | causar esta abertura cruel de deixá-lo à mercê de um vazio sem 551 III, 1, 28 | cómo salir al paso/ por no dejar a solas nuestra casa.”(p. 552 | delas 553 II, 2, 18 | Por eso le tratamos muy delicadamente,~con el confort que da tenerlo 554 II, 1, 14 | ambiguamente; elas afirmam mas delimitam e podem apequenar as visões 555 II, 3, 24 | los dolores~más íntimos. Delirio horizontal~por el que el 556 | demais 557 IV, 1, 38 | se reinventa; o poeta é o demiurgo que chama a palavra para 558 III 27 | referencial dessa unidade do tempo denominada instante. Em linguagem poética 559 I, 3, 9 | do poeta a um tu, a que denominamos de seu “eu lírico” com receptáculo 560 Int 2 | indicar-lhe a precariedade e denunciar sua auto-suficiência ao 561 II, 1, 15 | verdade.~Quando o poeta se depara com o percurso da liberdade, 562 II 10 | atenção os poemas deste texto, depara-se com uma constante que os 563 I, 1, 5 | trabalho do poeta é duro, pois depende de fogo e malho para fazer 564 III, 1, 30 | versos que proclamam sua dependência do interlocutor ou de seu ‘ 565 IV, 1, 41 | O íntimo do poeta fica dependente deste estado de sugestão – 566 II 11 | versos constituindo um fluxo derramado pelo poema todo ou por uma 567 I, 3, 10 | sendo próximo, escuta o desabafo ou a confissão. Aliás, uma 568 III 27 | pretende reinventá-lo. Esse desafio que o poeta assume tem a 569 II, 1, 15 | lhe exige justamente esse desapego, esse sofrimento de não 570 I, 2, 8 | se aproximarem dele desarmados terão seus estados dinamizados 571 Int 3 | esculpido, exigiu um trabalho de desbastar com as ferramentas do carpinteiro 572 Int 2 | texto mostra, “Y a mano”, descobre-se a natureza do espaço que 573 IV, 1, 40 | novidade própria dele, o descompromisso, ali o tempo não corre conforme 574 IV, 2, 42 | situações e proximidades desconhecidas e inimaginadas. Tenta retratar 575 IV, 2, 44 | tempo para seu suceder. O desconhecido já não lhe traz o pavor 576 IV, 2, 42 | su viaje primero ./. a lo desconocido. Era la boca grande~del 577 III, 3, 35 | o poeta deve peregrinar desconsolado em busca de suas raízes 578 II, 1, 13 | íntimo em relação à vida descortinada. Melhor, em alguns casos 579 Int 3 | do texto permite que se descortine o momento do autor e desta 580 IV, 2, 44 | obedece a outro ritmo. O poeta descreve muito bem o desfecho do 581 II, 2, 18 | apresenta-se na forma de uma descrição/apresentação do quadro a 582 IV, 2, 44 | Nesses versos estão descritas as passagens que preparam 583 III 27 | que viabiliza processosdescritos. Trata-se da contemplação 584 IV, 1, 39 | enamorando-se desse caminho descubram também que são capazes de 585 III, 2, 32 | em sua novidade, mas não descuida de exigir abertura e entrega 586 I, 1, 6 | oferecer essa possibilidade, desculpar-se para viver com o sentido 587 III, 3, 34 | adquiram a força e a energia desejadas pela aceitação de alguém 588 I, 1, 5 | sentido e o significado desejados. Quando esse processo obtém 589 I, 3, 10 | nervuras e emoções, com desejos e vitalidades latentes prestes 590 III, 3, 35 | consolação para seu ‘eu lírico’, desencadeia um processo de desestabilização, 591 III, 3, 35 | que uma palavra original desencadeie um processo de vida que 592 II, 2, 20 | categoría de envidiable~el desencanto negaría a los pies aquello~ 593 II, 2, 18 | vivências mascaradas que desenham superficialidades e são 594 III, 3, 35 | desencadeia um processo de desestabilização, pois nada se propõe como 595 IV, 2, 44 | poeta descreve muito bem o desfecho do caminho ou do processo 596 III, 3, 34 | íntimo de um leitor, vão desfilando em estado de oferta e de 597 IV, 2, 46 | comporta e pode sustentar sem desintegrar-se – a plenitude dos sentidos ( 598 IV, 2, 46 | intensa vibração e não quer se desligar desse mundo revelado. Para 599 IV, 2, 47 | poderá mostrar a força e o deslumbramento do processo percorrido, 600 Int 3 | Afirmações sobre o autor são desnecessárias, o poeta e o “eu lírico 601 III 27 | que facilita a entrega e o despojamento do poeta para que possa 602 II, 1, 15 | ver com o coração e com o desprendimento de tudo que a razão lhe 603 PALFIN 48 | gritam sua beleza de forma despudorada. Talvez valesse afirmar 604 I, 2, 8 | singular que merece ser destacada independentemente da temática 605 II, 2, 17 | versos; iniciam com um verso destacado como título. Um início sem 606 I, 2, 7 | a arte desde que consiga destacar na linguagem a referência 607 I, 2, 7 | diversos poemas que mereceriam destaque por terem atingido um grau 608 | destas 609 III, 1, 30 | da tragédia, do poder de destruição do homem, que não aprendeu 610 IV, 1, 39 | seu peregrinar, o poeta desvenda a si mesmo, também tomando 611 II, 3, 21 | estudos realizados para desvendar os possíveis caminhos ou 612 I, 1, 6 | sentido que a linguagem lhe desvendou. As forças vitais aglutinam-se 613 II, 3, 24 | de manifestar o todo, sem detalhar as partes (as estátuas). 614 PALFIN 48 | as veredas marcadas pelos detalhes que orientam e abrem os 615 II, 1, 14 | dessas palavras mestras é detectada com a simpatia das sutilezas. 616 I, 2, 7 | vive. Alguns escolhidos ou detectados podem ilustrar todas as 617 II, 1, 14 | mais íntimas de sua vida e detectar a força vital que aí reside. 618 III, 3, 36 | próxima para que uma palavra o detenha.~Infelizmente tudo está 619 IV, 1, 40 | agradáveis. No parque nada é determinado a não ser a novidade própria 620 II, 1, 14 | o seu limite como fator determinante, pois quer fazer um percurso 621 II, 3, 26 | para o transcendente, para Deus, para a suprema beleza e 622 III, 3, 36 | para a realidade da imagem devaneada.~Seria muito pedir a poeticidade 623 III, 2, 32 | que a verdadeira amizade deverá suscitar a beleza interior 624 II, 3, 20 | simplesmente os registros devidamente codificados. De uma cultura 625 II, 3, 23 | bíblica, cantam salmos de devoção e serenidade em sua eterna 626 I, 1, 5 | imposible, ~hasta hacer de cada dia um excusa~para andar adelante...”( 627 III, 2, 32 | a seu propósito, o poeta dialoga com o seu ‘eu líricotentando 628 II, 1, 12 | poeta e seu “Eu líricodialogam com abertura para o mundo, 629 I, 3, 9 | valendo-se de uma postura dialógica essencial antes que um constatar 630 II, 1, 13 | novidade da vida que flui diariamente ante si mesmo. Acusa que 631 Int 3 | homem e seu universo nos dias iniciais do século XXI. 632 IV, 2, 44 | tempos e os horizontes não se diferenciam e o todo está em toda parte 633 IV, 1, 38 | manifestos todos os anseios e dificuldades, todos os parâmetros e limites 634 I, 2, 8 | Santo Tomás: “Bonum est difusivum sui” A simplicidade não 635 I 4 | alguma expressão que se diga, intencionalmente poética 636 III, 2, 32 | renomeando-a: ~“La amistad solo es digna de su nombre~de pila si, 637 Int 3 | todo, consignando-lhe a dignidade máxima perante ele e seus 638 II, 2, 18 | sobre estados de alma:~“LO DIJO TANTAS VECES CON SU VOZ 639 II, 3, 24 | sua contemplação; o espaço diminuto toma amplitudes grandiosas 640 I, 2, 8 | estados dinamizados pela força dinâmica da beleza de que eles são 641 I, 2, 7 | entrega aos movimentos das dinâmicas que o impelem. Cada verso 642 III, 2, 30 | descobertas por força de sua dinamicidade perante a vida. Quando o 643 I, 2, 8 | olhar contraposto com uma dinamização transformadora, “queimar 644 II, 3, 26 | plenitude. O poeta se sente dinamizado por vivências de plenitude 645 I, 2, 8 | desarmados terão seus estados dinamizados pela força dinâmica da beleza 646 III, 2, 33 | perante um possível desejo que dinamize as aberturas necessárias 647 III, 3, 34 | alumbradas nunca~por tu boca, en dique seco ancladas.~...............................~ 648 I, 3, 9 | que admite e expressa seu direcionamento e sua perspectiva, valendo-se 649 II, 1, 15 | mas não tem o poder de direcionar nada sobre eles. Não existem 650 Int 2 | as margens estabelecem direções e orientações; margens de 651 III, 1, 28 | vale de uma expressão mais direta e no tempo presente. Qualquer 652 IV, 2, 44 | aproximava. O medo não mais se dirigia às áreas normais do pavor 653 Int 3 | serão objetos de estudo e de discernimento provenientes do texto.~A 654 III, 2, 32 | de su nombre~de pila si, discreta, se asoma a vuestras vidas~ 655 II, 2, 18 | esse assunto:~“-¡MAGNÍFICO DISCURSO!~-¿Qué ha dicho?~- No me 656 II, 2, 18 | segunda parte pode ser a discussão ou conclusão da novidade 657 III, 3, 35 | buena imagen y consuelo~si disipó de ti irremediablemente.~ 658 II, 1, 16 | as diversões, os estados dispersivos não auxiliam a olhar em 659 IV, 2, 44 | organizam as sensações aqui dispõem de poucos sinais, todo o 660 III, 3, 34 | passado; exige que a pessoa se disponha a aceder ao significado 661 II, 3, 26 | ao encontrar no poeta a disponibilidade, um bom interlocutor, pôde “ 662 III, 1, 29 | e não está completamente disponível ao poeta. Mesmo assim ele 663 II, 2, 17 | linguagem que necessita das disposições também para produzir o sentido.~ 664 III, 3, 35 | raízes antevistas ou mesmo dissipadas, permanecendo uma possibilidade 665 II, 2, 20 | momentos que el truco de la distancia eleva~a la categoría de 666 IV, 2, 44 | retesar da corda de um arco, distendida por uma força para ganhar 667 III, 3, 35 | emoción como mejor, como distinta,~para tu buena imagen y 668 II, 1, 15 | presença de ‘idéias claras e distintasfruto de uma luz racional, 669 III, 3, 35 | propõe como definitivo, distinto ou acabado. Não há consolação, 670 II, 3, 24 | estátuas que possam provocar distração. Afirmação que indica o 671 III, 1, 30 | revelador:~“Quieres que me distraiga de tu ausencia~sin pensarte.............~ 672 II, 3, 24 | AUSENTE ./. de estatuas que distraigan. Reloj mudo~de un tiempo 673 II, 1, 17 | dinamismo interior da vida lhe ditar. Assim escreve essas anotações 674 IV, 1, 38 | palavra segura e retém o dito do poeta, mas ele não pode 675 II, 1, 16 | a agitação da vida, as diversões, os estados dispersivos 676 IV, 1, 38 | pode mais que simplesmente dizê-la. Sabe-se que a palavra é 677 II, 1, 14 | nada enganar a si mesmo dizendo que não tem limites. Essa 678 III, 3, 34 | traz a vida em estado de doação e entrega, espera ser acolhida. 679 II, 3, 23 | cor da limpidez marmórea. Dói, mas uma dor de amor tão 680 II, 3, 22 | vida~en Taj Mahal. Allí el dolor se viste ~de intenso color 681 II, 3, 24 | surcos donde mueren los dolores~más íntimos. Delirio horizontal~ 682 IV, 1, 41 | de um processo generoso e doloroso, que fez o poeta gritar 683 III 28 | oferece na linguagem o seu dom maior: a reinvenção da vida 684 III 27 | momento que não pode ser dominado ou retido torna-se a recorrência 685 II, 1, 14 | perder o território em que dominam e determinam a freqüência 686 III, 1, 29 | O poeta nem sempre pode dominar o processo poético como 687 IV, 2, 44 | sempre o poeta possui o domínio de suas faculdades, aqui 688 III, 2, 32 | Me pregunto si sabéis dónde estamos.~Me pregunto si 689 Int 3 | poder ocupar um espaço sem dono, ganhar e estabelecer uma 690 II, 3, 25 | poderosa para aplacar as dores da alma. Ali a força da 691 II, 3, 24 | relógio mudo’ de um tempo que dorme acalentado nesse berço magnífico. 692 II, 3, 24 | mudo~de un tiempo que se duerme acunado,~contemplándolo. 693 III 27 | independentemente de sua duração cronológica. Assim a imagem 694 I, 2, 8 | da temática abordada. Sem dúvida que o campo da significação 695 IV, 2, 41 | luz escasa.~Era la tierna edad en su viaje primero ./. 696 IV, 2, 47 | entrega proporciona a mútua edificação. O “eu lírico”, unido e 697 IV, 2, 47 | líricoestá pronto, está edificado também como sujeito. A relação 698 I, 1, 6 | Outro exemplo de linguagem eficiente do poeta:~“Clamores infinitos 699 II, 3, 21 | imagens, correlacionam os eixos principais da significação 700 I, 3, 10 | que sua verdade tenha um élan tão forte que possamorder 701 II, 2, 20 | Um pouco rude, mas com elegância, o poeta canta sua aversão 702 II, 3, 21 | constituindo-se como base elementar de todas as expressões do 703 II 11 | pela quebra do verso de seu elemento gerador; nessa estrofe todos 704 II, 1, 16 | conduzida pelo dinamismo de elementos exteriores para encontrar 705 II 10 | feição própria. Pode-se elencar alguns desses traços que 706 II, 2, 20 | el truco de la distancia eleva~a la categoría de envidiable~ 707 II, 3, 25 | de lhe proporcionar uma elevação para que obtenha uma visão 708 II, 3, 25 | nada. A beleza que dele emana afasta os temores e os horrores. 709 IV, 2, 47 | que lhe proporciona um embevecimento pela revelação. Seu ser 710 II, 1, 13 | Nessa confissão existe embutida a vontade de se entregar 711 Int 3 | o material sobrante para emergir a obra, a imagem desejada — 712 IV, 2, 46 | O poeta somente pôde ter emitido um oh! de completa intelecção, 713 IV, 1, 40 | clareira para o seu dizer, emitir a sua voz com a palavra 714 IV, 2, 46 | estado de estarrecimento de emoção” é um resultado de uma entrega ./. 715 IV, 2, 47 | se não fosse a confissão emocionada e vibrante do poema:~“Aún 716 IV, 1, 40 | medo, ao esforço físico, emocional e mesmo ao desespero, pois 717 I, 3, 10 | encarnada, com nervuras e emoções, com desejos e vitalidades 718 IV, 2, 42 | olvido, hasta el presente,~a empañar el cristal de aquel preciso 719 IV, 1, 39 | homem não se aprisione e se empobreça.~Ao nomear, ao suscitar 720 I, 1, 5 | que palavras são palavras empobrecidas e que somente o processo 721 IV, 2, 46 | estado de inanição e de empobrecimento. Compara sua trajetória 722 Int 3 | poderia até ajudar nesse empreendimento, mas o autor prefere que 723 III, 2, 30 | imagens ou das metáforas empregadas. Também pode-se afirmar 724 IV, 1, 39 | linguagens em que outras pessoas, enamorando-se desse caminho descubram 725 II, 3, 20 | dentro de um contexto que se encaminha para essa maneira de significar 726 I, 2, 7 | Tornam-se expressões únicas que encantam por sua manifestação vital. 727 IV, 2, 42 | presta-se a essas modalidades de encará-lo desde que não se perca de 728 III, 3, 35 | que talvez seja possível encarar a vida e suas alegrias, 729 I, 3, 10 | NI LA PASIÓN CON EL FUEGO ENCENDIDO,~conseguía atrapar y fijar 730 II, 1, 16 | real de uma beleza que se encerra som simplicidade na linguagem. 731 III, 3, 36 | Segundo Heidegger, a palavra encerrará a construção, convocará 732 II, 3, 23 | mármore, ao passo que a lua enche-o de meia-luz para que continue 733 III, 2, 31 | UNO PIENSA QUE YA ENCIERRAN SUS OJOS~el arte del porqué 734 IV, 1, 38 | o auxilia a pronunciar o encoberto, o indizível.~ ~¬     A 735 III, 2, 32 | oferece. Essas virtualidades encontram-se em estado de espera — se 736 Int 2 | as margens para que possa encontrar-se como sentido para si e para 737 IV, 2, 43 | forma e modalidade em que se encontrava. Seus olhos tornaram-se 738 II, 3, 24 | del límite, misterio del encuentro.”(p.62)~A contemplação do 739 I, 1, 5 | palavras devem ser malhadas e enfeitadas no silêncio. O que se pode 740 I, 1, 5 | que as palavras possam se enfeitar a partir da intencionalidade 741 I, 1, 5 | deixe o seu sentido e se enfeite para outro significado. 742 II, 1, 14 | honestidade e não valeria nada enganar a si mesmo dizendo que não 743 II, 1, 17 | de uma autenticidade que engloba a presença de todos esses 744 II, 3, 26 | transcendente, capaz de engrandecer também o poeta que lhe está 745 III, 3, 37 | elas vê-se mais ampliada e engrandecida.~ ~ 746 I, 3, 9 | afirmações e da linguagem. Engrandecido, o poeta homenageia o belo 747 III, 1, 30 | la cima de aquel orgullo enhiesto~que exhibía el poder como 748 II, 1, 13 | da vida, pois deve estar enojado da mediocridade e de pequenez 749 IV, 1, 41 | invenção. O estado poético de enomoramento é fecundo e produtivo, o 750 II, 1, 14 | convencional sem a vida certa, enraizada no ser do poeta. A relação 751 IV, 1, 41 | e produtivo, o mundo se enriquece com as palavras que nomeiam, 752 III, 3, 34 | organizando sua linguagem, enriquecendo o seu lastro vital , nas 753 II, 2, 20 | imposible~son serpiente enroscada a la garganta~con cientos 754 III, 2, 31 | conclusão do poema confirma o ensinamento: pelo modo sereno de se 755 I, 1, 5 | das pedras preciosas. No entanto o poeta cria o seu modo 756 IV, 2, 43 | estrada, mas diferente das que entendemos por essa palavra. Oferece 757 IV, 1, 39 | processo. O amor o auxilia a entender-se capaz de ir além e dizer, 758 IV, 2, 42 | uma descoberta ou de uma entrada no mundo do instante revelador. 759 II, 1, 14 | de seu horizonte de forma entranhada. Os limites, se considerados 760 II, 1, 12 | do processo criativo e as entranhas deste percurso penoso e 761 III, 1, 28 | arte da generosidade, de entregar-se sem reserva ao que é pedido, 762 IV, 2, 47 | CARLOS GARULO ENA que se entregou à palavra. Jamais alguém 763 III, 1, 30 | proporcione uma “animação ou entusiasmo” a partir de dentro, do 764 I, 3, 9 | ater-se ao processo que ao enunciado. Para que o processo finalize 765 II, 2, 20 | eleva~a la categoría de envidiable~el desencanto negaría a 766 II, 2, 17 | Não mais que três têm uma epígrafe ou dedicatória. Todos não 767 II, 2, 18 | PROFESIÓN DE RESISTIR~ligeros de equipaje, con la alforja~al hombro 768 II, 1, 14 | que auxiliam o poeta a não errar o caminho, assim como a 769 III, 1, 29 | Quiero medir tu vida y se me escapa./ Siempre ya es más, que 770 IV, 2, 41 | en la tarde, hora de luz escasa.~Era la tierna edad en su 771 IV, 1, 40 | Nessa segunda parte o poeta escolhe uma imagem apropriada para 772 IV, 1, 40 | a sua fala; aqui o poeta escolheu o parque como lugar de sua “ 773 I, 1, 6 | vários poemas têm a estrutura escolhida para indicar a cadência 774 III 28 | partir daquele instante escolhido.~ ~ 775 I, 2, 7 | lírico” que os vive. Alguns escolhidos ou detectados podem ilustrar 776 II, 1, 17 | da vida lhe ditar. Assim escreve essas anotações que são 777 II, 1, 17 | a sua vida, persiste em escrever o que o dinamismo interior 778 Int 2 | coerente até da comunicação do escritor ante seu pensamento ou intuição.~ 779 II, 2, 18 | TANTAS VECES CON SU VOZ ESCULPIDA~- pareciera que a golpe 780 Int 3 | também que seu texto foi esculpido, exigiu um trabalho de desbastar 781 II, 3, 23 | da afirmação: ~ “O amor esculpiu a face e a memória~da princesa 782 II, 3, 23 | para que continue branco na escuridão, mas com muita ternura e 783 I, 3, 10 | tu’ que, sendo próximo, escuta o desabafo ou a confissão. 784 I, 1, 6 | um horizonte maior que se esforça por encontrar o caminho 785 IV, 1, 40 | deve abrir-se ao medo, ao esforço físico, emocional e mesmo 786 II, 1, 11 | proposto. Não se cria a esmo sem um quadro ou um horizonte 787 IV, 2, 45 | fenomenal da vida apresentou-se espantosamente à sua percepção: ~“Era la 788 III, 1, 28 | ele tem as características especiais para tal denominação; então 789 II, 3, 21 | podem gerar linguagens e especificações em relação à vida e ao mundo 790 II, 3, 21 | diversas culturas atestam essa especificidade da capacidade comunicacional 791 III, 2, 32 | asoma a vuestras vidas~y espeja sin retoques la sugestiva 792 II, 3, 22 | El río se ha cansado de espejar el misterio:~Shah Jahan 793 II, 3, 24 | alma asoma las alturas.~Espejo que, hablándote al oído~ 794 III, 3, 35 | horizontes melhores que espelhem a vida em plenitude ou a 795 II, 3, 25 | 6) O jardim torna-se um “espelho” que permite acessar o seu 796 IV, 1, 37 | residen sin patria declarada~y esperaban tu amor para el rescate.~ ~ 797 II, 1, 15 | íntimo, à beleza incontida e esperada. Confessa a sua dificuldade 798 IV, 1, 39 | aí, dependem de quem as esperam ou de quem delas se acerca 799 II, 2, 19 | como “firme argumento de esperança.”~Em algumas partes conclusivas 800 II, 2, 18 | en la ignorancia,~con la esperanza de que muera en ella.”(p. 801 III, 3, 35 | declara ./. su aroma en espirales,~aquella parte de ti que 802 III, 3, 37 | palácio de Taj Mahal como esplendor da inventividade e do mistério 803 I, 2, 7 | vida do poeta em estado de espreita e de entrega aos movimentos 804 IV, 2, 46 | tremens” para não mais se esquecer. Ele foi reconstruído pela 805 IV, 2, 46 | tinha certo receio de que se esquecesse de toda a voragem de percepção 806 IV, 2, 46 | em estado de expansão. O esquecimento seria a volta a um estado 807 Int 3 | permanência ou mesmo de uma essencialidade imposta e venerada; quem 808 I, 2, 8 | por Santo Tomás: “Bonum est difusivum sui” A simplicidade 809 Int 3 | espaço sem dono, ganhar e estabelecer uma presença que não suscite 810 II, 2, 20 | dificuldade da entrega para o estágio da liberdade ante a sugestão 811 II, 1, 14 | poeta pode aquilatar, pois estará sempre como critério questionador 812 II, 1, 17 | nova.~Esses pressupostos estarão presentes de uma forma ou 813 IV, 2, 46 | ele “estar em estado de estarrecimento de emoção” é um resultado 814 III, 3, 34 | deixar aprisionar pelo já estatuído, pelo já pensado e sabido, 815 IV, 2, 43 | seu “eu”, seus sentidos estavam modificados também.~Mas 816 II, 1, 13 | mesmo, que seu ‘eu líricoesteja preparado, pois vai iniciar 817 I, 2, 6 | profundidade que os interlocutores estejam aptos a captar o sentido. ./. 818 III, 3, 34 | intensidades dos silêncios não estéreis, mas fecundos que adornam 819 | estes 820 II, 2, 18 | diante os versos seguem outro estilo de significado, conclusivo 821 IV, 2, 43 | dizer que percorreu uma estrada, mas diferente das que entendemos 822 III, 1, 30 | vibrar súbitamente~con su estremecimiento por cuchillo~de fuego y 823 I 4 | regras rígidas dos gêneros ou estruturas apropriadas aos versos, 824 II, 3, 22 | clássico dos arquétipos estudados e codificados por K. Jung.~ ~ 825 II, 3, 20 | vário. Existem filósofos que estudaram os arquétipos e arquitetaram 826 Int 3 | texto” serão objetos de estudo e de discernimento provenientes 827 II, 3, 21 | pessoas deles dependem e dos estudos realizados para desvendar 828 IV, 2, 46 | ele tocou o “ fascinans et tremens” para não mais se 829 III, 3, 36 | como definitivo, eterno e eternamente generoso e vário para os 830 II, 3, 22 | Salmos de mármol cantan~su eternidad serena.~ ~El río se ha cansado 831 II, 3, 23 | de amor, consolidado pela eternidade do mármore branco cantante 832 II, 3, 22 | palácio ao lado do rio que eterniza o amor do príncipe a uma 833 III, 3, 36 | nossos, os “Eus” que não se eternizam. Enquanto peregrinos, constroem 834 I, 3, 9 | do poeta em relação ao ‘eu-lírico’.~Assim esse processo acontece 835 III, 3, 36 | outros mundos, os nossos, os “Eus” que não se eternizam. Enquanto 836 III, 3, 36 | as palavras para as suas evocações, para que elas não se percam. 837 III, 3, 35 | inspiradora da vida.~A imagem evocada como boa para si, como consolação 838 III, 3, 35 | aquella parte de ti que ahora evocas~con emoción como mejor, 839 II, 2, 17 | Um início sem rodeio e ex abrupto, decisivo.~Uma característica 840 II, 1, 13 | proximidade que se apresenta a ser examinada, assumida e talvez proclamada, 841 II 10 | fontes? Seus parâmetros.~ ~Ao examinar com atenção os poemas deste 842 II, 3, 24 | entreaberto do poeta, uma força excepcional de significar ou de sugerir 843 I, 2, 7 | momento.~Existem muitos excertos dos diversos poemas que 844 I, 2, 7 | beleza está em forma de excesso de sentido e de simplicidade. 845 Int 3 | tempo do todo reservado exclusivamente pela categoria da ‘utilidade’, 846 Int 2 | intervenção. A mão como exercício subalterno em tempo de espaços 847 I, 3, 9 | transparencia de tu cuerpo ~exhibes tu vivir como un trofeo~ 848 III, 1, 30 | aquel orgullo enhiesto~que exhibía el poder como un símbolo.~...............~ 849 I, 1, 6 | contextualizada em verso livre exibe seu aspecto de invenção 850 Int 3 | seu texto foi esculpido, exigiu um trabalho de desbastar 851 IV, 2, 43 | alejados de casa.” Não existia pista ou seqüência normal, 852 III, 3, 34 | espera ser acolhida. O poeta exorta:~“Tantas palabras no alumbradas 853 III, 2, 32 | sugestão tem a finalidade de exortar o leitor a abrir espaços 854 IV, 2, 44 | ser, o do poeta, estava se expandindo e se unificando para poder 855 IV, 1, 37 | AYÚDAME, CON TU MIRAR DE OJOS~expectantes, a decir lo indecible,~a 856 II, 3, 26 | imagem do jardim não se explica; simplesmente podedizer” 857 IV 37 | obra de arte cuja teoria ou explicação está em seu próprio corpo 858 III, 1, 28 | filosofia de Heidegger para explicar tal postura, quando para 859 II, 1, 15 | salvem o dizer ainda não explicitado, os calafrios e a vertigem, 860 IV, 1, 39 | aguardam as palavras que as explicitem, que as coloquem na existência.~ 861 II, 2, 20 | realização. Trata-se de expor o assunto através de uma 862 IV, 2, 42 | se concentra para depois expor-se em vários canais que comunicam 863 II, 1, 13 | ante si mesmo. Acusa que exporá seu roteiro interior, suas 864 III, 1, 30 | indigência do poeta fica muito exposta nestes versos que proclamam 865 II, 1, 12 | proximidades do poeta são expostas como revelação e força do 866 IV, 2, 46 | encontre a linguagem adequada a expressá-lo em sua eterna renovação, 867 II, 1, 16 | encontrar a vida que se expresse em uma linguagem que dê 868 I, 2, 9 | maior, mais harmônico e expressivo. O texto possui momentos 869 PALFIN 47 | texto poético está muito bem expresso pela beleza de seus versos. 870 IV, 1, 38 | e confessa. Também estão expressos os ideais que alimentaram 871 II, 1, 16 | pelo dinamismo de elementos exteriores para encontrar uma voz que 872 II, 2, 17 | sobre a maneira de o poeta externar os poemas valem como características 873 Int 2 | Pressupõem o incluído e o espaço externo a seus limites, configuram 874 IV, 1, 40 | palavra pode ser proclamado e exultado. A voz do poeta torna-se, 875 II, 3, 23 | afirmação: ~ “O amor esculpiu a face e a memória~da princesa 876 IV, 2, 43 | objeto atingia todas as faces ou mediações de seu conhecer, 877 II, 2, 20 | mostra as diversas e variadas facetas, até com muita arte, de 878 II, 3, 23 | na margem do rio.” Toda a fachada de Taj Mahal revela o amor 879 III 27 | contemplação como caminho que facilita a entrega e o despojamento 880 II, 1, 16 | de liberdade não aceita facilmente esses pressupostos. Assim 881 IV, 2, 44 | possui o domínio de suas faculdades, aqui ele é impelido e conduzido 882 IV, 1, 39 | que levam a inaugurações fantásticas, é susceptível às descobertas 883 IV, 2, 42 | o percurso de um caminho fantástico, pois confessa com muita ./. 884 IV, 2, 46 | que o mistério lhe faz e o fascina para que encontre a linguagem 885 IV, 2, 46 | palavra original. Ele sente a fascinação deste eterno renovo, deste 886 IV, 2, 46 | esplendoroso que ele tocou o “ fascinans et tremens” para não mais 887 IV, 2, 45 | pessoa, foi tocado pelo fascínio do inominável, do indizível.~“ 888 II, 1, 14 | aponta o seu limite como fator determinante, pois quer 889 II, 1, 17 | presença de todos esses fatores que interferem na produção 890 IV, 1, 40 | haver ruídos. O silêncio favorece a entrega para que o ouvir 891 II, 1, 16 | ou anoite, situações que favoreceriam, agora nada dizem. Por outro 892 III, 2, 32 | deve dinamizar a vida e fazê-la florescer. Uma amizade real 893 II, 1, 14 | diz que não pode negá-los, fazem parte da configuração de 894 IV, 1, 40 | palavra ou possibilidade, fecha todo o seu ser na fala, 895 II, 1, 16 | obstáculo e referência. Sente-se fechado em si mesmo sem capacidade 896 II, 2, 19 | têm a segunda parte como fecho conclusivo de um processo 897 IV, 1, 41 | poético de enomoramento é fecundo e produtivo, o mundo se 898 III, 3, 34 | silêncios não estéreis, mas fecundos que adornam a linguagem 899 I, 1, 5 | um caminho mesmo que seja feito de impossibilidade aparente 900 IV, 2, 45 | dos espaços uma abertura fenomenal da vida apresentou-se espantosamente 901 II, 3, 25 | pessoas curando-lhes as feridas e chagas; a suavidade balsâmica 902 II, 3, 25 | anima a vida.~ ~4) Um horto ferido por sulcos que acolhe os 903 IV 39(1)| FP - Fernando Pessoa, poeta português.~ 904 Int 3 | trabalho de desbastar com as ferramentas do carpinteiro o material 905 IV, 1, 41 | generoso e doloroso, que fez o poeta gritar em seu auxílio 906 II, 2, 19 | mayoría de las cosas~Son ficticias y las vimos un día como 907 Int 3 | textual. Nada aqui é puramente fictício, como tudo é poético e informa 908 II, 3, 26 | marcada pela intensidade e fidelidade do ser em estado de plenitude. 909 II, 3, 22 | a princesa eternizado na figura do palácio. De qualquer 910 I, 3, 10 | ENCENDIDO,~conseguía atrapar y fijar aquella imagen,~aquel fruto 911 III, 1, 28 | Temos nesse particular a filosofia de Heidegger para explicar 912 II, 3, 20 | significado amplo e vário. Existem filósofos que estudaram os arquétipos 913 II 11 | nessa estrofe todos os finais de versos marcam essa separação. 914 I, 3, 9 | enunciado. Para que o processo finalize em expressões reveladoras, 915 II, 1, 15 | com seu íntimo. Pode-se fingir, mas para confessar a verdade.~ 916 III, 3, 36 | mundo instaurado por ela se firma como definitivo, eterno 917 II, 2, 19 | mais adiante afirmada como “firme argumento de esperança.”~ 918 IV, 1, 40 | abrir-se ao medo, ao esforço físico, emocional e mesmo ao desespero, 919 III, 1, 29 | expectativa do instante, mas não fixá-lo: “que a la espera del alba 920 IV 37 | ser que eles inauguraram e fixaram na linguagem poética podem 921 II, 2, 18 | olivo~de su tumba en Iria Flavia: “El que resiste, gana.””( 922 III, 2, 32 | dinamizar a vida e fazê-la florescer. Uma amizade real levará 923 II 10 | poeta. Em todos eles, os fluxos das palavras mostram a intensidade 924 III, 1, 29 | Siempre ya es más, que fluye siempre.”(p.16) Assim a 925 II, 2, 20 | desse processo de abertura focal da temática proposta:~ “! 926 I, 1, 6 | linguagem lhe desvendou. As forças vitais aglutinam-se na linguagem 927 II 11 | pende da seqüência que se fortalece com a ruptura. Aqui essa 928 IV, 1, 40 | momentos não preparados, fortuitos e agradáveis. No parque 929 III, 3, 35 | recuerdos, como ausentes~fragancias en bellísimos frascos de 930 II, 1, 16 | possibilidades de uma vida fragmentada e conduzida pelo dinamismo 931 III, 3, 36 | e da reinvenção, como a fragrância da mulher que Lhe ungiu 932 II, 1, 17 | relação à vida e em relação ao franco diálogo que quer iniciar 933 III, 3, 35 | fragancias en bellísimos frascos de cristal.~¿Es por eso 934 III 28 | focalizado, uma palavra ou frase.~Descobrir a beleza e a 935 I, 3, 9 | de un sueño tantas veces~frecuentado!”(p.26)~Nesse poema aparece 936 IV, 2, 47 | palavra, a linguagem. E o frenesi criativo conclama toda a 937 II, 1, 14 | que dominam e determinam a freqüência da vida. Essa habitação 938 PALFIN 48 | Assim esses comentários são frutos dessa construção. Os poemas 939 II, 2, 20 | palabras sin cuento.~Que si fuera posible revivir~momentos 940 II, 1, 15 | liberdade lhe oferece, a fuga de si, da busca ou do aprofundamento 941 III, 1, 29 | do instante que se mostra fugidio e não está completamente 942 II 10 | em quase todos os poemas, funcionam como o substrato do poeta 943 II, 3, 21 | sugerir ou correlacionar, funcionar à maneira de um verdadeiro 944 II, 3, 24 | contemplándolo. Domador de las furias~de un océano. Huerto herido~ 945 II, 3, 25 | expressa como “domador de fúrias do oceano”, pois a contemplação 946 III, 2, 30 | proporciona ao poeta uma gama de sugestões oriundas da 947 II, 2, 18 | Flavia: “El que resiste, gana.””(p.40)~Quando espelham 948 IV, 1, 38 | leituras da realidade. O ser ganha história e sentido, volta 949 II, 2, 20 | serpiente enroscada a la garganta~con cientos de manzanas 950 IV, 1, 41 | seu ser. O ser do poeta geme e espera a exultação deste 951 IV, 2, 46 | plenitude – o ser preenchido gemeu de gozo, dor, felicidade, 952 I 4 | texto com características genéricas do lirismo se a natureza 953 I 4 | dentro das regras rígidas dos gêneros ou estruturas apropriadas 954 II, 1, 11 | deste texto poético, teve a gentileza de cantar claramente os 955 IV, 2, 46 | trajetória à beleza de um cristal genuíno onde tudo é transparente. 956 II 11 | do verso de seu elemento gerador; nessa estrofe todos os 957 II, 3, 22 | como matrizes ou fontes geradoras de uma margem muito grande 958 II, 3, 21 | veicular os significados mais gerais e elementares da vida.~Afirmam 959 III, 1, 29 | de vida e de significado, gerando assim a angústia da palavra 960 II, 3, 26 | jardim. A busca define um germe dentro do ser do poeta que 961 II, 3, 26 | essa poderosa e rica imagem gerou no poeta a linguagem que 962 I, 2, 7 | Eu lírico’:~-“caricias y gestos son mi modo de hablar”(p. 963 II, 2, 18 | ESCULPIDA~- pareciera que a golpe de cazalla y de tabaco –~ 964 III, 3, 35 | palabra?~ ~Tal vez a ser y a gozar, como a morir, se aprenda ~ 965 III, 3, 36 | cultura, dos limites e das grandezas, da ambigüidade e da reinvenção, 966 II, 3, 24 | diminuto toma amplitudes grandiosas e imensas com capacidade 967 II, 3, 23 | princesa por sua beleza e sua grandiosidade. O palácio torna-se um hino 968 II, 3, 26 | percepção do sublime e do grandioso. O ritual da vida do jardim 969 II, 2, 18 | de tabaco –~que hasta el granito, herida por cincel la corteza,~ 970 II, 3, 26 | dizer” de si. Esse dizer, gravado e inaugurado nos versos 971 IV, 2, 41 | 2 – “ERA A LA GRUPA DE UN CABALLO DE TIRO. ERAN~ 972 IV, 1, 39 | aumentar o rebanho (FP1), ou o guardador das águas (MB2) de onde 973 IV, 2, 45 | possível ele registrou e guardou expansão de seu ser como 974 IV, 1, 40 | palavra que vem oferecer a guarida ao real.~Se o silêncio permite 975 III, 2, 31 | periódicos e historias sin haber~alcanzado a dar con el secreto~ 976 IV, 1, 40 | adereços necessários para sua habilitação em relação às percepções 977 III, 1, 29 | renovará em seu ‘eu lírico’, habilitando-se para uma legitimação da 978 IV, 2, 44 | objeto. Nesse estado o que habita o interior do poeta aflora, 979 II, 1, 14 | freqüência da vida. Essa habitação no mais profundo do ser 980 IV, 2, 46 | Justamente porque se viu habitado por uma beleza ímpar ainda 981 III, 2, 32 | fuerza~y el aliento que habitan en vosotros.”(p.35)~Canta 982 III, 3, 36 | para uma realidade que a habitará para sempre, pois então 983 III, 3, 35 | verbo?~¿qué se haga carne y habite entre nosotros?,~¿y que 984 II, 1, 15 | percurso, não existe. Ele tão habituado a essa luz que lhe traz 985 II, 3, 24 | las alturas.~Espejo que, hablándote al oído~de ti mismo, aniquila 986 I, 2, 7 | y gestos son mi modo de hablar”(p.8)~-“Desde mi propio 987 III, 3, 33 | Decidirse a mirar hacia adelante~es privilegio sólo 988 III, 3, 35 | alumbrarla en un verbo?~¿qué se haga carne y habite entre nosotros?,~¿ 989 | haja 990 II, 2, 18 | interpeladas. ~ “LOS MÉDICOS HAN DICHO QUE LE QUEDAN~unos 991 I, 1, 6 | suficiente para lhe conferir harmonia e sonoridade. As estrofes 992 I, 2, 9 | horizonte vital maior, mais harmônico e expressivo. O texto possui 993 III, 1, 30 | vacío es cruel,~pues tú has ido sin mediar palabra.”( 994 | haver 995 | haverá 996 | havido 997 II, 3, 22 | Sobre el blanco del mármol~hay besos de la luna y del sol 998 II, 2, 18 | que hasta el granito, herida por cincel la corteza,~lo 999 II, 3, 24 | furias~de un océano. Huerto herido~de surcos donde mueren los 1000 II, 2, 17 | todos é a presença de um hiato/espaço entre uma parte e 1001 II, 2, 18 | estado interior do poeta:~ “HICIMOS PROFESIÓN DE RESISTIR~ligeros 1002 II, 3, 23 | da imagem do cenário, em hinos de amor, consolidado pela 1003 II, 3, 22 | idéias que vagueiam pelo hiperurânio platônico nem no sentido


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