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| Prof. Afonso de Castro Los muchos nombres que la vida tiene IntraText - Concordâncias (Hapax Legomena) |
Capítulo, Parágrafo, Pag.
1004 I, 3, 9 | reveladoras, um diálogo hipotético é estabelecido com um “Tu” 1005 III, 2, 31 | y paisajes,~periódicos e historias sin haber~alcanzado a dar 1006 Int 3 | e de seu “eu lírico”. A historicidade do texto referencia e dá 1007 IV, 2, 47 | unido e sustentado pelo Self histórico – sua história, seu contexto 1008 II, 2, 18 | equipaje, con la alforja~al hombro como humildes pastores~-¿ 1009 I, 3, 9 | linguagem. Engrandecido, o poeta homenageia o belo retratado pela linguagem 1010 II, 3, 22 | muda de vestimenta~con las horas. Salmos de mármol cantan~ 1011 III, 1, 30 | de fuego y humo y acero y horror”(p.22)~Este instante proporcionou 1012 II, 3, 25 | emana afasta os temores e os horrores. Sua beleza proporciona 1013 II, 3, 25 | e anima a vida.~ ~4) Um horto ferido por sulcos que acolhe 1014 II, 3, 24 | las furias~de un océano. Huerto herido~de surcos donde mueren 1015 III, 1, 29 | poeta:~“Sospecho que es un huésped pasajero~que tiene por oficio 1016 IV, 2, 45 | maior abertura que um olhar humano fosse capaz de abranger. 1017 II, 2, 18 | la alforja~al hombro como humildes pastores~-¿acaso peregrinos 1018 III, 1, 30 | por cuchillo~de fuego y humo y acero y horror”(p.22)~ 1019 I 4 | I – A POÉTICA DO TEXTO~ ~A 1020 IV, 2, 44 | as sensações de “tenras idades” em que os tempos e os horizontes 1021 IV, 1, 38 | Também estão expressos os ideais que alimentaram o fazer 1022 III, 3, 37 | mostra o instante real ou idealizado, não importa; o que vale 1023 Int 2 | para que o suporte de uma idéia tenha a concretude da linguagem 1024 III, 1, 29 | eterno fluir não permanece idêntica, quando o poeta quer retê-la, 1025 IV 37 | outro lado como um poema se identifica com a sua natureza de obra 1026 I 4 | mesmo oriental para alguns idiomas.~Aqui se entende a poeticidade 1027 III, 1, 30 | vacío es cruel,~pues tú has ido sin mediar palabra.”(p.34)~ 1028 II, 2, 18 | confort que da tenerlo en la ignorancia,~con la esperanza de que 1029 III 27 | III – A TEMÁTICA PRINCIPAL: 1030 Int 2 | interior das margens e o espaço ilimitado não incluído. O interior 1031 III, 3, 35 | das recordações e não se iludir com as conquistas que ocorreram 1032 I, 1, 5 | o processo poético pode iluminá-las. Nesse poema, o poeta poetiza 1033 IV, 2, 47 | o fruto, o resultado da iluminação. Esse poema é o resultado 1034 III, 3, 34 | espera, que nunca foram iluminadas por um Self que as aceite 1035 III, 3, 35 | para o poeta o máximo de ilusão, a saudade do passado como 1036 I, 2, 7 | escolhidos ou detectados podem ilustrar todas as afirmações teóricas 1037 II, 2, 18 | significado, conclusivo ou ilustrativo.~Às vezes a primeira parte 1038 II, 3, 26 | estados de apreensões nunca imaginadas? O jardim passa a ser então 1039 IV, 2, 43 | mais alto que lhe permitia imaginar. Um olhar e percepção com 1040 II, 3, 24 | amplitudes grandiosas e imensas com capacidade de manifestar 1041 III 27 | que pode ter um alcance imenso e exigir muitas palavras 1042 I, 1, 5 | metafórico em que o texto se vê imerso para expressar o sentido 1043 II, 3, 23 | constituída em um amor eterno, imorredouro; esse é o dizer da imagem, 1044 IV, 2, 46 | habitado por uma beleza ímpar ainda permanece esse estado 1045 I, 2, 9 | sui” A simplicidade não impede que a beleza se concretize 1046 I, 2, 7 | movimentos das dinâmicas que o impelem. Cada verso aí torna-se 1047 Int 3 | levá-las para paragens impensadas pelo todo. De tal maneira 1048 Int 3 | indigente perante esse universo impensado; o vigor do autor interfere 1049 IV, 1, 40 | um lugar, o parque, onde impera o lúdico, lá é o lugar da 1050 I 4 | intencionalmente poética por imperativo de uma vontade. Tal expressão 1051 III, 3, 35 | morir~non sea mucho más imperfecto que vivir.”(p.61)~A palavra 1052 II, 1, 13 | convencional, afirma que o ímpeto para iniciar o caminho será 1053 IV, 1, 39 | em sua peregrinação tenha ímpetos e caminhos inaugurais. Ele 1054 III, 1, 28 | potencial latente e presente, implorando por um dizer é a constatação 1055 II, 3, 24 | as estátuas). O todo se impõe com sua linguagem de grandeza 1056 II, 3, 23 | e uma obra que, pela sua imponência e beleza,.cantam, proclamam 1057 Int 2 | indicador de primariedade, de importância, porém o texto vai indicar-lhe 1058 III 27 | focalizado.~Outra observação importante sobre o que se entende por 1059 IV, 2, 42 | das potencialidades mais importantes de um desvelamento: o prolongar-se 1060 Int 3 | mesmo de uma essencialidade imposta e venerada; quem assim exige 1061 IV, 2, 45 | ao se mostrar conferiu a impotência do poeta em registrá-lo, 1062 IV, 2, 43 | se apresentava a seu ser impregnava-lhe todos os canais que têm 1063 II, 1, 14 | referenciais ora de maneira que o impulsionam ora de maneira que esses 1064 IV, 2, 44 | por uma força para ganhar impulso para uma potência de energia 1065 IV, 2, 46 | seria a volta a um estado de inanição e de empobrecimento. Compara 1066 I, 2, 8 | da vida, o saber poético inaugura possibilidades vitais. A 1067 IV, 2, 47 | palavra exata. Após essa inauguração, o poeta somente poderá 1068 IV, 1, 39 | os caminhos que levam a inaugurações fantásticas, é susceptível 1069 I, 2, 7 | intensidades, os novos horizontes inaugurados, as profundidades atingidas 1070 IV, 1, 39 | tenha ímpetos e caminhos inaugurais. Ele dinamiza o ser do poeta 1071 III, 3, 35 | processo de vida que seja inaugural. A confissão do poeta a 1072 I, 2, 8 | aprofundamentos, ao mesmo tempo inauguram a beleza transformada em 1073 IV 37 | desvelamentos do ser que eles inauguraram e fixaram na linguagem poética 1074 II, 3, 23 | limpidez de sua claridade incandescente da brancura do mármore; 1075 II, 1, 13 | para o seu ‘eu lírico’ como incapacidade normal para aceder à vida. 1076 III, 2, 31 | das coisas é que se pode “incendiar o que nunca brilhou”; o 1077 II, 1, 12 | deste percurso penoso e incerto, em que as distâncias ou 1078 I, 3, 9 | o ‘eu lírico, ou melhor, incitando-o, inquirindo-o pelos processos 1079 Int 3 | marginal’ e vigorosa que se inclui sorrateiramente no centro 1080 I, 3, 9 | maiores aberturas propostas e incluídas nas palavras que reinauguram 1081 I, 3, 9 | ser o poeta consigo mesmo incluindo o Self como receptáculo 1082 II, 1, 11 | claramente os seus pressupostos incluindo-os no poema de abertura. Os 1083 Int 2 | abrangido e a parte não inclusa. Da mesma forma, existe 1084 IV, 1, 39 | palavra à realidade ainda incógnita. É o pastor da palavra que 1085 II, 3, 26 | lhe traz a insatisfação, a incompletude e o anseio por mais e mais, 1086 III, 1, 29 | assim ele suscita impulsos incomuns, embora sempre fugaz como 1087 II, 1, 14 | liberdade que se apresente quase incondicionada para que possa receber mediante 1088 II, 1, 15 | ao mais íntimo, à beleza incontida e esperada. Confessa a sua 1089 IV, 1, 37 | expectantes, a decir lo indecible,~a cifrar en palabras sentimientos~ 1090 I, 2, 8 | indicar a beleza expressa independe da abrangência. Assim: ~-“ 1091 II, 2, 17 | não têm título realçado ou independente do conjunto de versos; iniciam 1092 III, 3, 34 | Aquel significado tan suyo e indescifrable~..........................~ 1093 Int 3 | autor por este texto; a indicação do texto permite que se 1094 I, 2, 9 | e contextualizam a vida indicada ou situações vitais reinterpretadas 1095 Int 2 | todo continua com seu forte indicador de primariedade, de importância, 1096 Int 2 | importância, porém o texto vai indicar-lhe a precariedade e denunciar 1097 Int 3 | poder apaziguador perante a individualidade do todo, consignando-lhe 1098 II 10 | o substrato do poeta que individualiza o poema conferindo-lhe uma 1099 II, 1, 13 | distâncias. Essa afirmação individualiza-o em primeiro lugar para o 1100 III 27 | registro do tempo e do tempo individualizado no relógio e marcado por 1101 I, 1, 6 | maior que sua percepção individualizadora atual.~Essa linguagem poética 1102 II, 2, 17 | como características que individualizam e singularizam o processo. 1103 IV, 2, 46 | Ele será então o servo do inefável, do indizível, do inominável 1104 IV, 2, 44 | mas apareceu pela grandeza inesperada que lhe era entregue na 1105 IV, 1, 40 | pois tudo converge para o inesperado. Quem se entrega ao mundo 1106 Int 3 | as margens do todo como inexistentes, tem a função de alargá-las 1107 IV, 2, 44 | renascer lhe traz o estado de infante quando a força da vida é 1108 III, 3, 36 | que uma palavra o detenha.~Infelizmente tudo está vazio e a ausência 1109 Int 3 | fictício, como tudo é poético e informa o homem e seu universo nos 1110 Int 3 | inerente; não se consideram informações que não tenham raízes no 1111 II, 2, 19 | conclusivo de um processo iniciado na primeira parte. Essa 1112 I 4 | entende a poeticidade do texto inicialmente por sua intencionalidade 1113 II, 2, 17 | independente do conjunto de versos; iniciam com um verso destacado como 1114 IV, 2, 42 | proximidades desconhecidas e inimaginadas. Tenta retratar essa experiência 1115 IV, 2, 43 | e percepção com alcances inimagináveis permitiam-lhe descobrir 1116 II, 2, 19 | sabemos de antemano.~ ~La inmensa mayoría de las cosas~Son 1117 II, 2, 18 | repite, en su nombre, bajo el inmenso olivo~de su tumba en Iria 1118 IV, 1, 38 | não-dito”, o indizível, o inominado ainda, ele necessita dessa 1119 III, 2, 32 | de renovação da vida. A inquirição acontece com a finalidade 1120 II, 1, 15 | com o seu ‘eu lírico’, inquirindo porque a vida lhe exige 1121 I, 3, 9 | ou melhor, incitando-o, inquirindo-o pelos processos para maiores 1122 I, 3, 10 | tengan forma~de cruz, con un inri clavado en su cabeza.”(. 1123 II, 3, 26 | do poeta que lhe traz a insatisfação, a incompletude e o anseio 1124 I, 3, 9 | aunque te cruja el alma insatisfecha.~ ~!Despierta ya de un sueño 1125 II, 2, 19 | do poeta. Dois versos que inserem a premissa em seu horizonte, 1126 III, 3, 37 | não-renovável”. A imperfeição inserida no ser permite sua invenção 1127 II, 3, 21 | significação para os seus insights. As imagens, por sua vez, 1128 I, 1, 6 | poeticidade desses versos insiste na pequenez do “Eu lírico” 1129 II, 3, 22 | sus lágrimas ~y las vacas insisten por la yerba~en el lecho 1130 III, 3, 35 | saudade do passado como fonte inspiradora da vida.~A imagem evocada 1131 IV, 1, 39 | perceptível sem pátria, pelo poeta instala-se na palavra com a colaboração 1132 III, 3, 34 | entre o vivido e a novidade instaurada pelo poeta. Ela instaura 1133 PALFIN 48 | conduzir pelo percurso que eles instauram para inaugurar a beleza 1134 I, 3, 10 | maior que possibilite uma integração do corpo e da alma. ~Assim 1135 III, 3, 33 | poeta para que seu leitor se inteire do mundo por ele apresentado 1136 III, 2, 31 | intérprete feliz de um universo inteiro. A contemplação do detalhe 1137 IV, 2, 46 | emitido um oh! de completa intelecção, de inserção no processo 1138 I 4 | alguma expressão que se diga, intencionalmente poética por imperativo de 1139 II, 3, 23 | límpido e transparente que intensifica o branco do mármore. A cor 1140 III, 3, 35 | seus percalços e momentos intensos, mas tudo sem “nostalgia 1141 II, 2, 17 | número de versos para ser intercalado. Sua posição brota de seu 1142 Int 2 | sua auto-suficiência ao interdependência com as margens para que 1143 Int 3 | impensado; o vigor do autor interfere na busca desses horizontes 1144 II, 1, 17 | todos esses fatores que interferem na produção da linguagem 1145 I, 3, 10 | acontece na intensidade das interpelações que assumem a intensidade 1146 II, 2, 18 | superficialidades e são interpeladas. ~ “LOS MÉDICOS HAN DICHO 1147 I, 3, 9 | retratado pela linguagem interpelando o ‘eu lírico, ou melhor, 1148 II, 2, 19 | adelante...”(p.40)~Aqui o poeta interroga também o seu ‘eu lírico’ 1149 II, 2, 19 | conhecimento. ~Como conclusão interrogativa perante a vida aparecem 1150 II, 2, 19 | horizonte, então acontece o intervalo em branco e a segunda parte 1151 II, 1, 17 | a beleza revelada nesses intervalos de um todo já estabelecido, 1152 III 27 | poeta consegue produzir.~Intervém nesse trabalho a tentativa 1153 I, 3, 9 | Eu lírico do poeta” com interveniente do diálogo; pode-se aventar 1154 II, 1, 14 | possa aceder às fontes mais íntimas de sua vida e detectar a 1155 II, 3, 24 | donde mueren los dolores~más íntimos. Delirio horizontal~por 1156 II, 1, 11 | na segunda parte do poema introdutório:~ ~YA HACE TIEMPO QUE LES 1157 II, 1, 14 | caminho, assim como a cultura introjetada como possibilidade vital 1158 II, 1, 12 | exposição e a aceitação de suas intuições que a linguagem oferece 1159 II, 3, 24 | ao poeta uma verdadeira inundação de revelações. A imagem 1160 II, 3, 23 | razoável, somente uma medida inusitada pode medir o tamanho ou 1161 I, 2, 7 | por terem atingido um grau inusitado de expressividade poética 1162 IV, 2, 45 | potencialidades que lhe invadiram o interior em extensão e 1163 IV, 2, 46 | num instante, o mistério o invadiu ou ele foi invadido pela 1164 I, 3, 9 | de suas descobertas e das invenções trazidas pela linguagem. 1165 PALFIN 48 | têm o poder artístico de inventar e preencher os anseios de 1166 II 11 | abrange a estrofe toda:~“Del invernizo sol, de las palabras~tibias, 1167 IV, 1, 40 | parque como lugar de sua “investigação” de adereços necessários 1168 II, 2, 18 | inmenso olivo~de su tumba en Iria Flavia: “El que resiste, 1169 II, 2, 20 | lacrimógenas~en las que lo irreal y lo imposible~son serpiente 1170 III, 3, 35 | consuelo~si disipó de ti irremediablemente.~De ella sólo quedan recuerdos, 1171 II 11 | adjetivo ou o pronome são isolados pela quebra do verso de 1172 | isto 1173 III, 3, 37 | encerrar a apresentação deste item, “As grandes metáforas do 1174 IV 37 | IV – ANÁLISE DE DOIS POEMAS~ ~ 1175 II, 3, 22 | espejar el misterio:~Shah Jahan no vierte ya sus lágrimas ~ 1176 IV, 2, 43 | morada, pois os nomeou como “janelas” para que a beleza e a realidade 1177 II, 3, 25 | outros relógios; aqui o jardim-relógio tem a função de não marcar 1178 III, 3, 37 | mistério do amor e a do “Jardin de arena em Kyoto”, como 1179 II, 3, 23 | expressão arquetípica:~“JARDÍN DE ARENA EM KYOTO. TEMPLO 1180 IV, 2, 47 | generosidade ofertada no jato da irrupção do ser/beleza 1181 III, 2, 31 | E nese processo está em jogo também a felicidade proposta 1182 III, 3, 34 | Self que as aceite e as jogue na luz, através de uma aceitação 1183 I, 2, 7 | Mas cuando otro buen día jugamos al regreso,~vienen cantando 1184 III, 1, 28 | primeiro lugar o poeta se julga perante a existência: “Clamores 1185 II, 3, 22 | estudados e codificados por K. Jung.~ ~Dois poemas oferecem 1186 II, 3, 23 | cor branca do mármore se junta a um hino eterno que surge 1187 IV, 1, 38 | vestirse de oídos y silencio~junto al tuyo por el que accedo 1188 II, 3, 22 | estudados e codificados por K. Jung.~ ~Dois poemas oferecem 1189 | lá 1190 II, 3, 24 | el miedo~que te tienes. Laberinto de formas,~calidoscopio. 1191 II, 3, 25 | imagem do jardim passa a ser “labirinto de formas, um caleidoscópio” 1192 II, 2, 20 | tempo reviver o passado para lacrimejar ou suspirar pela água que 1193 II, 2, 20 | aburren sesiones de revival lacrimógenas~en las que lo irreal y lo 1194 Int 2 | fluxo do rio; margens de um lago definem-se mais sutilmente 1195 II, 3, 22 | Shah Jahan no vierte ya sus lágrimas ~y las vacas insisten por 1196 II, 3, 26 | oferece ao poeta é a de “lâmpada de azeite e sarça ardente”. 1197 II, 3, 24 | de formas,~calidoscopio. Lámpara de aceite,~zarza ardiendo 1198 IV, 1, 41 | amor. O poema é um grito lancinante de desejo e de busca do 1199 III, 2, 32 | reinventando o ser de quem as lançou ao mundo ou de quem as soube 1200 III, 3, 34 | linguagem, vá enriquecendo o seu lastro vital , nas intensidades 1201 IV, 1, 39 | constituição de pátria para a latência do ser. Ele resgata a possibilidade 1202 II, 3, 22 | insisten por la yerba~en el lecho de arena.”(p.53)~O conjunto 1203 II, 1, 11 | todo uma espécie de luz que legitima e confirma a novidade do 1204 III, 1, 29 | habilitando-se para uma legitimação da vida que se expressou 1205 II, 1, 12 | confissão tem a força da legitimidade e da coerência de sua exposição 1206 III, 3, 35 | ocorreram e lhe tragam as lembranças desse estado sonhado “al 1207 IV, 2, 43 | os sons aos ouvidos. Vale lembrar que a realidade que se apresentava 1208 I, 2, 8 | transformadora, “queimar a lenha”, suscitar uma expressão 1209 III, 2, 33 | de quem sabe constatar e ler essa renovação: “Leo, en 1210 III, 3, 33 | da arte da palavra. Essa leva para um aprofundamento da 1211 Int 3 | além de seus contornos, levá-las para paragens impensadas 1212 IV, 1, 39 | Descobre os caminhos que levam a inaugurações fantásticas, 1213 III, 2, 32 | florescer. Uma amizade real levará sempre, no dizer do poeta, 1214 IV, 1, 41 | compreensão de um amor que leve a abrir-se para as palavras, 1215 III, 1, 30 | que não aprendeu ainda as lições antigas, concluiu o poeta.~ 1216 II 11 | peculiaridade de quebrar as ligações das palavras com a sua correspondente, 1217 II, 2, 18 | HICIMOS PROFESIÓN DE RESISTIR~ligeros de equipaje, con la alforja~ 1218 II, 3, 23 | mas uma dor de amor tão límpido e transparente que intensifica 1219 I 4 | afirmações valem para as línguas que compõem o cânone da 1220 II, 1, 11 | pilares que sustentam as linhas das afirmações que, por 1221 I 4 | características genéricas do lirismo se a natureza própria da 1222 III, 1, 29 | la maldita~costumbre de llegar y marcharse~sin que nadie 1223 I, 3, 9 | acontece em: ~“TUS OJOS LLEVAN TODAVÍA A CUESTAS~las huellas 1224 IV, 1, 40 | gratuidade do momento – neste local o momento é a oferta pura 1225 II, 3, 22 | orilla del río.~Pudo más la locura que la muerte y la vida~ 1226 IV, 2, 43 | sempre para cima e para longe de suas referências. O poeta 1227 IV, 1, 40 | o parque, onde impera o lúdico, lá é o lugar da diversão 1228 II, 3, 25 | e belo. Nele não existem lugares para a violência em ato, 1229 II, 3, 22 | del mármol~hay besos de la luna y del sol en vela continuada.~ 1230 III 27 | o poeta pode expressar a magnitude de uma imagem que pode ter 1231 III, 1, 29 | que tiene por oficio la maldita~costumbre de llegar y marcharse~ 1232 I, 1, 5 | algumas palavras devem ser malhadas e enfeitadas no silêncio. 1233 I, 1, 5 | pois depende de fogo e malho para fazer a palavra dizer 1234 IV, 2, 42 | pode ser visto de várias maneiras. Seu poder de falar ou de 1235 I, 1, 5 | para o sentido. Aqui se manifesta a contraditoriedade do linguajar 1236 II, 1, 17 | de se prolongar em outras manifestações. Por isso, afirma que, apesar 1237 II, 1, 11 | caminho para o leitor foram manifestados para que não se perdessem 1238 II, 3, 21 | codificados pela linguagem manifestaram artisticamente as riquezas 1239 IV, 1, 38 | significação. Também aí estão manifestos todos os anseios e dificuldades, 1240 II, 3, 23 | primeiro lugar a vida ./. manifestou-se pela imagem do palácio como 1241 IV 39(2)| MB - Manoel de Barros, poeta brasileiro, 1242 III, 1, 28 | solicitações do tempo em que se mantém em si consistente e consciente, 1243 I 4 | a força dessa vontade se mantiver em seu raio de poder de 1244 II, 2, 20 | garganta~con cientos de manzanas tentadoras~en árbol de palabras 1245 PALFIN 48 | de percorrer as veredas marcadas pelos detalhes que orientam 1246 II, 3, 25 | jardim-relógio tem a função de não marcar o tempo, não exerce a função 1247 III 27 | Aqui o instante também marcará uma unidade poética geradora 1248 III, 1, 29 | maldita~costumbre de llegar y marcharse~sin que nadie acierte a 1249 III 27 | do relógio sempre será o marco originário como base referencial 1250 I, 2, 7 | parâmetros da arte poética, margeiam-se pela amplitude e profundidade 1251 Int 2 | tempo de espaços também marginais, mostrando que o todo e 1252 I, 1, 4 | modalidades~ ~O texto de EN LOS MÁRGINES Y A MANO é poético porque 1253 II, 3, 23 | ali tem a cor da limpidez marmórea. Dói, mas uma dor de amor 1254 II, 3, 23 | para sempre~sobre a pele do mármores, na margem do rio.” Toda 1255 II, 2, 18 | Quando espelham vivências mascaradas que desenham superficialidades 1256 III, 1, 29 | processo poético como uma massa a ser moldada, assim vê, 1257 Int 3 | ferramentas do carpinteiro o material sobrante para emergir a 1258 III, 2, 31 | o olhar ir além da mera materialidade, mas atingindo a finalidade 1259 IV, 2, 47 | encontrar na linguagem a materialização desse processo, da beleza 1260 II, 3, 22 | para que sejam tomadas como matrizes ou fontes geradoras de uma 1261 II, 2, 19 | de antemano.~ ~La inmensa mayoría de las cosas~Son ficticias 1262 IV, 2, 43 | atingia todas as faces ou mediações de seu conhecer, os sentidos 1263 I, 1, 6 | momento. É impelido para ser o mediador desta vida que preme por 1264 III, 1, 30 | cruel,~pues tú has ido sin mediar palabra.”(p.34)~A indigência 1265 II, 2, 18 | são interpeladas. ~ “LOS MÉDICOS HAN DICHO QUE LE QUEDAN~ 1266 II, 1, 13 | pois deve estar enojado da mediocridade e de pequenez ou da superficialidade. 1267 II, 1, 15 | da liberdade, aparecem os medos, os temores. Esses são concretizados 1268 II, 3, 23 | passo que a lua enche-o de meia-luz para que continue branco 1269 III, 3, 35 | evocas~con emoción como mejor, como distinta,~para tu 1270 III, 3, 35 | perfeição ou de horizontes melhores que espelhem a vida em plenitude 1271 II, 3, 22 | palácio, assim o palácio memoriza e indica esse amor. O poeta 1272 | menos 1273 III, 3, 34 | suas atitudes. Enfim, a mensagem será para uma vida organizada 1274 III 27 | a imagem que irrompe na mente do poeta chega num instante, 1275 III, 2, 31 | contemplação, de o olhar ir além da mera materialidade, mas atingindo 1276 III, 1, 30 | abertura cruel de deixá-lo à mercê de um vazio sem sentido, 1277 I, 2, 8 | expressividade singular que merece ser destacada independentemente 1278 I, 2, 7 | dos diversos poemas que mereceriam destaque por terem atingido 1279 II, 2, 18 | DICHO QUE LE QUEDAN~unos meses de vida como mucho.~Por 1280 II, 1, 13 | acostumado ao tradicional ou à mesmice da linguagem. Propõe iniciar 1281 II, 1, 14 | presença dessas palavras mestras é detectada com a simpatia 1282 II, 2, 17 | versos. A maioria ocupa metade de uma página. Não mais 1283 | meu 1284 III, 1, 29 | memoria y deseo se avivan y se mezclan.”(p.49)~Conclui-se que se 1285 II, 1, 16 | ambientes e de todos esses microambientes, tentará encontrar a vida 1286 II, 3, 25 | visão renovada da vida com mil possibilidades de leituras 1287 I, 1, 6 | a estrutura dos versos é mínima, mas suficiente para lhe 1288 IV, 1, 40 | vive-se sem o tempo dos minutos e da funcionalidade deste 1289 III, 2, 31 | los abre.~En cambio sólo mira y remira~ los objetos, personas 1290 II, 1, 16 | antevisto, sonhado, mas ‘mirado com los ojos’ que lhe negam 1291 II, 3, 21 | arquétipos consagrados pela mitologia ou pelas idéias que vagueiam 1292 II, 3, 22 | poemas oferecem imagens modelares para que sejam tomadas como 1293 III, 2, 32 | espaços interiores para modificações, para olhar o passado com 1294 IV, 2, 43 | seus sentidos estavam modificados também.~Mas e seu espírito, 1295 IV, 1, 38 | pátria da realidade, do modus vivendi das pessoas e das 1296 III, 1, 29 | poético como uma massa a ser moldada, assim vê, pois que o momento 1297 I, 1, 5 | silêncio até que ela se deixe moldar, deixe o seu sentido e se 1298 I 4 | se expressa dentro desses moldes estruturais; existem poemas 1299 IV, 1, 39 | ele instaura pátrias ou moradas para as novas realidades 1300 IV, 2, 43 | revelação pudesse entrar e morar em seu íntimo. Esse objeto 1301 III, 3, 36 | linguagem. A cada nomeação morre-se para o passado e a cada 1302 II, 3, 23 | príncipe para com a princesa morta: “Pôde mais a loucura que 1303 III, 3, 36 | Palavra suprema no corpo mortal que se torna supremo. A 1304 Int 3 | poder de dizer que o todo mostra-se indigente perante esse universo 1305 Int 2 | espaços também marginais, mostrando que o todo e o principal 1306 IV, 1, 39 | a vida. A força do amor motiva o poeta a dizer, a nomear 1307 II, 1, 12 | confissão ou declaração dos motivos dos cantos do poeta. Aparecem 1308 II, 2, 20 | suspirar pela água que não mais moverá a vida de ninguém. Um pouco 1309 I, 2, 7 | espreita e de entrega aos movimentos das dinâmicas que o impelem. 1310 II, 3, 22 | A su amparo Muntaz Mahal muda de vestimenta~con las horas. 1311 II, 3, 21 | expressões arquetípicas mudam as linguagens, atualizam 1312 II, 2, 18 | con la esperanza de que muera en ella.”(p.29)~Em todas 1313 II, 3, 24 | Huerto herido~de surcos donde mueren los dolores~más íntimos. 1314 II, 3, 22 | Pudo más la locura que la muerte y la vida~en Taj Mahal. 1315 III, 3, 36 | reinvenção, como a fragrância da mulher que Lhe ungiu os pés e foi 1316 III, 3, 35 | morir, se aprenda ~a base de múltiples momentos y costumbres,~sin 1317 II, 3, 22 | continuada.~A su amparo Muntaz Mahal muda de vestimenta~ 1318 II, 3, 23 | serenidade em sua eterna música de proclamação da vida acontecida 1319 IV, 2, 47 | de entrega proporciona a mútua edificação. O “eu lírico”, 1320 II, 2, 18 | mucho.~Por eso le tratamos muy delicadamente,~con el confort 1321 III, 1, 29 | llegar y marcharse~sin que nadie acierte a poseerlo.”(p.49)~ 1322 III, 3, 36 | retrata o definitivo, o “não-renovável”. A imperfeição inserida 1323 Int 2 | e à esquerda conforme a nascente ou a direção do fluxo do 1324 III, 2, 32 | em estado de espera para nascer para a vida aguarda a mão 1325 III, 3, 34 | silêncio se torna a metáfora do nascimento, da reflexão, da assunção 1326 I, 2, 8 | vivir de lo vivido.(p.33)~-“Navigando indigente en un mar de sospechas.”( 1327 Int 2 | alguma forma a lateralidade é necessária ao todo como possibilidade 1328 II, 1, 11 | uma forte inventividade, necessariamente será referenciado por alguma 1329 III, 2, 33 | que dinamize as aberturas necessárias para que a vida possa se 1330 IV, 1, 40 | investigação” de adereços necessários para sua habilitação em 1331 II, 1, 13 | aparecem alguns vazios que necessitam de um preenchimento vital, 1332 II, 1, 14 | poeta, diz que não pode negá-los, fazem parte da configuração 1333 II, 1, 16 | mirado com los ojos’ que lhe negam o acesso e que de nada lhe 1334 II, 2, 20 | envidiable~el desencanto negaría a los pies aquello~que quedó 1335 | nela 1336 | Neles 1337 I, 3, 10 | linguagem encarnada, com nervuras e emoções, com desejos e 1338 III, 2, 31 | tornar mais feliz a vida. E nese processo está em jogo também 1339 II 10 | a força estão tão claras nestas seqüências que desde o menor 1340 | ninguém 1341 I, 3, 9 | Nesse poema aparece bem nítida a interpelação do poeta 1342 II, 2, 18 | pastores~-¿acaso peregrinos o nómadas? (p.28)~Mais ainda como 1343 III, 3, 36 | com a linguagem. A cada nomeação morre-se para o passado 1344 III, 3, 35 | possibilidade remota que deve ser nomeada como uma saudade que revela 1345 IV, 1, 40 | que se avizinha para ser nomeado e aguarda no silêncio. Quem 1346 IV, 1, 41 | enriquece com as palavras que nomeiam, tornam-se pátria para o “ 1347 IV, 2, 43 | de sua morada, pois os nomeou como “janelas” para que 1348 I 4 | estruturais que determinam por nomes consagrados o que seja um 1349 III, 3, 35 | posible. Tal vez así morir~non sea mucho más imperfecto 1350 II, 2, 17 | espaço não obedece qualquer norma ou número de versos para 1351 IV, 2, 44 | mais se dirigia às áreas normais do pavor ou do receio, mas 1352 I 4 | uma série interminável de normas estruturais que determinam 1353 | nossa 1354 II, 3, 23 | com sua amada. Os beijos noturnos da lua devem ter a ternura 1355 III, 1, 28 | paso/ por no dejar a solas nuestra casa.”(p.28) Sentir-se chamado 1356 III, 3, 36 | peregrinar do poeta tem por objetivo encontrar o nome, a palavra, 1357 II, 1, 13 | as distâncias que podem obstacular seu percurso em direção 1358 II, 1, 14 | esses referenciais criam obstáculos. ~Em primeiro lugar aponta 1359 I, 1, 5 | desejados. Quando esse processo obtém o máximo em linguagem, a 1360 II, 3, 25 | proporcionar uma elevação para que obtenha uma visão diferente, mais 1361 II, 3, 25 | como “domador de fúrias do oceano”, pois a contemplação somente 1362 II, 3, 24 | Domador de las furias~de un océano. Huerto herido~de surcos 1363 I 4 | cânone da nossa cultura ocidental e mesmo oriental para alguns 1364 III, 2, 33 | Quando essas condições ocorrem, a vida se revela e se renova 1365 III, 3, 36 | plenificou-se.~Enquanto tal fato não ocorrer, o poeta peregrina e convoca 1366 III, 3, 35 | iludir com as conquistas que ocorreram e lhe tragam as lembranças 1367 II, 3, 25 | Outra imagem mostra a força oculta desse lugar, que o poeta 1368 II, 2, 17 | poucos versos. Três poemas ocupam mais que uma página; poucos 1369 Int 3 | brandamente e desse modo poder ocupar um espaço sem dono, ganhar 1370 IV, 2, 43 | aos olhos, os aromas ao odor, os sons aos ouvidos. Vale 1371 IV, 2, 45 | admirá-lo; aquilo que se ofereceu como possível ele registrou 1372 II, 1, 13 | fonte original dos poemas oferecidos pelo poeta ao seu ‘eu lírico’ 1373 IV, 2, 47 | dessa beleza, generosidade ofertada no jato da irrupção do ser/ 1374 III, 1, 29 | huésped pasajero~que tiene por oficio la maldita~costumbre de 1375 II, 1, 15 | ausência da luz que lhe ofusca o olhar — que lhe traz certezas 1376 II, 3, 24 | Espejo que, hablándote al oído~de ti mismo, aniquila el 1377 IV, 1, 38 | postura ./. para vestirse de oídos y silencio~junto al tuyo 1378 IV, 1, 38 | lírico’. O poeta encontra nos olhares a expectativa, a força, 1379 II, 2, 18 | nombre, bajo el inmenso olivo~de su tumba en Iria Flavia: “ 1380 III, 2, 31 | detalhe, permanece ao poeta a oportunidade de a surpresa lhe tornar 1381 II, 3, 24 | dizer, citam-se algumas pela ordem que o poema apresenta:~ ~ 1382 III, 3, 34 | mensagem será para uma vida organizada e apresentada com um horizonte 1383 III, 3, 34 | maior que o pequeno mundo já organizado. É necessário uma decisão 1384 IV, 2, 44 | sentidos que normalmente organizam as sensações aqui dispõem 1385 III, 3, 34 | alguém que, em silêncio vá organizando sua linguagem, vá enriquecendo 1386 III, 1, 30 | en la cima de aquel orgullo enhiesto~que exhibía el 1387 IV, 2, 43 | perante um caminho normal e se orienta por sua base de permanência, 1388 IV, 2, 44 | nem paradas ou ritmo de orientação. Tudo nesse percurso obedece 1389 Int 2 | margens estabelecem direções e orientações; margens de um rio assumem-se 1390 I 4 | cultura ocidental e mesmo oriental para alguns idiomas.~Aqui 1391 PALFIN 48 | marcadas pelos detalhes que orientam e abrem os horizontes.~ ~ 1392 II, 1, 13 | irrupção forte que advêm da origem de seu mundo interior que 1393 III 27 | relógio sempre será o marco originário como base referencial dessa 1394 II, 3, 22 | la piel del mármol a la orilla del río.~Pudo más la locura 1395 III, 2, 30 | poeta uma gama de sugestões oriundas da força das imagens ou 1396 II, 3, 22 | muito grande de significados oriundos de uma mesma fonte. O primeiro 1397 III, 1, 29 | Me parecía estar, como otras veces, ./. en la cima de 1398 I, 2, 7 | palabras”(p.8)~-“Mas cuando otro buen día jugamos al regreso,~ 1399 II, 2, 17 | Todos os poemas têm um padrão de poucos versos. Três poemas 1400 III, 3, 36 | a redenção do desejo do Pai; assim Cristo é a invenção, 1401 IV, 1, 38 | sentimentos, sensações que pairam, que aguardam encontrar 1402 III, 2, 31 | los objetos, personas y paisajes,~periódicos e historias 1403 IV, 2, 44 | ele é impelido e conduzido pala vertigem daquela expansão 1404 III, 2, 33 | aprofunde a vida que se quer palpitante. Em primeiro lugar é preciso 1405 IV, 2, 47 | é deixar o ser vibrar e palpitar para lhe revelar uma renovação 1406 IV, 2, 44 | vozes nem raciocínios, nem paradas ou ritmo de orientação. 1407 Int 3 | contornos, levá-las para paragens impensadas pelo todo. De 1408 III, 1, 29 | mostrar sua tragicidade:~“Me parecía estar, como otras veces, ./. 1409 II, 3, 21 | mundo muito semelhantes e parecidas sendo o nível de amplitude 1410 II, 2, 18 | VECES CON SU VOZ ESCULPIDA~- pareciera que a golpe de cazalla y 1411 III, 1, 30 | símbolo.~...............~Me pareció vibrar súbitamente~con su 1412 IV, 2, 46 | em linguagem poética essa participação que o mistério lhe conferiu. 1413 II, 3, 26 | grandeza, não tomada em si, mas partilhada com quem se deixar dinamizar 1414 III, 1, 29 | Sospecho que es un huésped pasajero~que tiene por oficio la 1415 I, 3, 10 | intencional ao ‘tu’: ~“— NI LA PASIÓN CON EL FUEGO ENCENDIDO,~ 1416 IV, 2, 44 | versos estão descritas as passagens que preparam a apreensão 1417 Int 2 | do rio. Quando as margens passam para a metáfora, indicam 1418 III, 2, 32 | seu poder de nomear para passar para a concretude da vida, 1419 I, 3, 10 | vitalidades latentes prestes a passarem para estados vibrantes. 1420 III, 3, 35 | tanta recordação, o passado passe a habitar até os sonhos. 1421 Int 2 | estabelecem territórios passíveis de limites que separam e 1422 IV, 2, 42 | Aqui estão retratados os passos de uma descoberta ou de 1423 III, 3, 36 | novo, pois o instante já passou. O viver/morrer do poeta 1424 IV, 1, 39 | realidade ainda incógnita. É o pastor da palavra que busca outras 1425 II, 2, 18 | al hombro como humildes pastores~-¿acaso peregrinos o nómadas? ( 1426 IV, 1, 37 | sentimientos~que residen sin patria declarada~y esperaban tu 1427 IV, 1, 39 | ou caminhos, ele instaura pátrias ou moradas para as novas 1428 II, 3, 25 | ver de modo diferente é peculiar e tira a pessoa de seu “ 1429 II 11 | Esse seqüenciamento tem a peculiaridade de quebrar as ligações das 1430 III, 1, 28 | entregar-se sem reserva ao que é pedido, ao que quer aceder à linguagem. 1431 III, 3, 36 | imagem devaneada.~Seria muito pedir a poeticidade da suprema 1432 II, 3, 23 | ausente para sempre~sobre a pele do mármores, na margem do 1433 II 11 | apesar das rupturas. O leitor pende da seqüência que se fortalece 1434 II, 1, 12 | entranhas deste percurso penoso e incerto, em que as distâncias 1435 I, 2, 8 | uma expressão vital jamais pensada. Assim apontam para a vida 1436 III, 3, 34 | pelo já estatuído, pelo já pensado e sabido, pelo seguro do 1437 Int 2 | comunicação do escritor ante seu pensamento ou intuição.~Margens no 1438 III, 1, 30 | distraiga de tu ausencia~sin pensarte.............~Que las luces 1439 III, 3, 34 | de alcance maior que o pequeno mundo já organizado. É necessário 1440 II, 1, 13 | sentido, a confissão já de per si auxiliou o poeta a vencer 1441 IV, 2, 42 | encará-lo desde que não se perca de vista a sua capacidade 1442 III, 3, 35 | vida e suas alegrias, seus percalços e momentos intensos, mas 1443 III, 3, 36 | evocações, para que elas não se percam. Assim viver e morrer é 1444 II, 3, 25 | sentido, pois a pessoa vê, percebe, de uma forma diferente, 1445 IV, 2, 43 | que nunca tinha visto ou percebido nada antes daquele momento, 1446 II, 1, 13 | vou dizer somente o que percebo ou sinto. Vale aqui realçar 1447 IV, 1, 39 | viver, assim a realidade perceptível sem pátria, pelo poeta instala-se 1448 IV, 2, 43 | quebrada, tentando dizer que percorreu uma estrada, mas diferente 1449 II, 1, 15 | incerteza nesse momento em que perde a sua segurança.~A beleza 1450 II, 1, 11 | manifestados para que não se perdessem no percurso. Eles são para 1451 II, 3, 21 | ou têm a capacidade de perdurar em seu nível e poder de 1452 I 4 | uma vontade. Tal expressão perdurará enquanto a força dessa vontade 1453 III, 3, 36 | caminho do poeta, ele é o peregrino para o universo futuro de 1454 IV, 2, 42 | sentidos resume-se na afirmação peremptória: “tomado posesión de aquel 1455 II 10 | desses traços que definem o perfil do poeta. Em todos eles, 1456 III, 1, 29 | quedaron huellas, de un raro perfume:~memoria y deseo se avivan 1457 III, 2, 31 | objetos, personas y paisajes,~periódicos e historias sin haber~alcanzado 1458 IV, 1, 38 | para que seu ‘eu lírico’ permaneça como receptáculo, o interlocutor 1459 III, 3, 35 | antevistas ou mesmo dissipadas, permanecendo uma possibilidade remota 1460 IV, 2, 43 | pouco diferente do que tinha permanecido em seu ser até aquele momento. 1461 II 10 | com uma constante que os permeia como expressão e identidade 1462 II, 1, 14 | dúvidas, pois eles não se permitem perder o território em que 1463 IV, 2, 43 | ponto mais alto que lhe permitia imaginar. Um olhar e percepção 1464 IV, 2, 43 | com alcances inimagináveis permitiam-lhe descobrir também como sujeito, 1465 I, 2, 8 | enquanto a suspeita não lhe permitir a realidade comprovada transformar-se 1466 II, 3, 21 | Também os estudiosos do homem permitiram que alguns arquétipos ampliassem 1467 IV, 2, 46 | tenían en vilo los sentidos) permitiu a comunicação máxima da 1468 II, 1, 15 | referencial da confissão do poeta perpassa por todos os poemas onde 1469 I, 1, 5 | como caminho de um sentido perquirido e desejado. Ultrapassar 1470 II, 1, 17 | qualificam e marcam a sua vida, persiste em escrever o que o dinamismo 1471 III, 2, 31 | mira y remira~ los objetos, personas y paisajes,~periódicos e 1472 III, 2, 31 | e a olhar para deixar-se pertencer à verdade que a arte revela 1473 III, 2, 32 | capacidade de contemplação.~Pertinente a seu propósito, o poeta 1474 III, 3, 36 | mulher que Lhe ungiu os pés e foi a palavra que reinventou 1475 I, 3, 10 | intensidade de uma descoberta e do pesar de a não ter visto ou vivido 1476 II, 2, 20 | canta sua aversão a atitudes piegas perante a vida e muito menos 1477 II, 3, 22 | ausente para siempre~sobre la piel del mármol a la orilla del 1478 III, 2, 31 | característica ao afirmar: ./. UNO PIENSA QUE YA ENCIERRAN SUS OJOS~ 1479 II, 2, 20 | desencanto negaría a los pies aquello~que quedó en la 1480 III, 2, 32 | es digna de su nombre~de pila si, discreta, se asoma a 1481 II, 1, 11 | ou por algum conjunto de pilares que sustentam as linhas 1482 IV, 2, 43 | alejados de casa.” Não existia pista ou seqüência normal, a própria 1483 II, 3, 25 | desta imagem, a percepção da placidez, da quietude, da imensidão 1484 II, 1, 17 | linguagem poética também de plena liberdade para retratar 1485 IV, 1, 39 | resgatar a vida ainda não plenificada, embora antevista e desejada.~ ~ ~ ./. 1486 III, 3, 36 | para sempre, pois então plenificou-se.~Enquanto tal fato não ocorrer, 1487 III, 3, 35 | intensidade de um encontro pleno. O poeta deve aceder ao 1488 II, 3, 25 | mesma realidade de forma plurifocal. ./. 8) A próxima imagem 1489 IV 37 | geradora de vida e, aqui, poderão os dois poemas gerar outras 1490 II, 3, 21 | arquétipos ampliassem seus poderes de significação pela proximidade 1491 III, 3, 34 | significação do texto poético não podia deixar de ser a palavra; 1492 II 11 | de la amistad de té, del polvo~del olvido, yo me quedo 1493 III, 1, 29 | vivos hace tiempo si es ponerse/ a vivir ! de uma vez!”( 1494 III, 3, 34 | intensidade da vida é a ponte entre o vivido e a novidade 1495 II, 1, 14 | interiores, proclama seus pontos referenciais ora de maneira 1496 III, 2, 32 | concretude da vida, para se pôr em ato. Para ele, o poeta 1497 IV, 1, 39 | É o amor que o impele a pôr-se a caminho rumo ao indizível, 1498 III, 2, 31 | ENCIERRAN SUS OJOS~el arte del porqué porque los abre.~En cambio 1499 IV, 2, 46 | mistério o poeta é o seu porta-voz, ele foi construído para 1500 IV 39(1)| Fernando Pessoa, poeta português.~ 1501 III, 1, 29 | sin que nadie acierte a poseerlo.”(p.49)~Essa é a batalha 1502 I, 2, 8 | a oferta da vida que se posiciona para a abertura com simplicidade. 1503 III, 2, 31 | um tempo de entrega e de posse para se encontrar o segredo