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Prof. Afonso de Castro
Los muchos nombres que la vida tiene

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
possi-zarza

     Capítulo,  Parágrafo, Pag.
1504 IV, 1, 41 | um interlocutor que lhe possibilitasse o diálogo. O processo se 1505 I, 3, 10 | unidade vital maior que possibilite uma integração do corpo 1506 II, 3, 21 | primitivas, pois estas também possuem níveis elementares de conhecimento 1507 III, 1, 29 | e retorna sem deixar-se possuir em sua totalidade, o que 1508 IV, 2, 42 | todas as palavras, apesar de possuirem significado registrado, 1509 | pouca 1510 I, 3, 10 | conquista que se considere “pra valer”; parece como uma 1511 IV, 1, 40 | tudo deve acontecer com prazer mesmo quando deve abrir-se 1512 Int 2 | texto vai indicar-lhe a precariedade e denunciar sua auto-suficiência 1513 I, 2, 8 | a beleza que obedece ao preceito platônico assumido por Santo 1514 I, 1, 5 | belezas do fogo ou das pedras preciosas. No entanto o poeta cria 1515 Int 3 | expressão ou a linguagem precisa para aquele momento. Margens 1516 Int 2 | definem-se mais sutilmente sem a precisão do fluxo do rio. Quando 1517 IV, 2, 46 | absorção, de plenitude – o ser preenchido gemeu de gozo, dor, felicidade, 1518 Int 2 | todo e o principal estão preenchidos por outros sentidos ou ./. 1519 II, 1, 13 | vazios que necessitam de um preenchimento vital, ao que ele confessa 1520 Int 3 | empreendimento, mas o autor prefere que o sentido venha por 1521 I, 1, 6 | mediador desta vida que preme por uma linguagem condizente. 1522 IV, 2, 44 | comando da psique. Alarga-se e prepara-se para o que será oferecido, 1523 IV, 1, 40 | uma imagem apropriada para preparação do leitor e de si mesmo 1524 II, 1, 13 | que seu ‘eu lírico’ esteja preparado, pois vai iniciar o seu 1525 IV, 1, 40 | seu ser para momentos não preparados, fortuitos e agradáveis. 1526 IV, 2, 44 | descritas as passagens que preparam a apreensão do instante. 1527 IV, 2, 44 | daquele instante que se preparava para culminar em sua revelação/ 1528 I 4 | poeticidade de um texto possui prerrogativas próprias que se atribuem 1529 III, 1, 29 | todavia tentador o desejo de presenciar uma entrega total de um 1530 II, 3, 24 | aceite,~zarza ardiendo sin presentirse el fin.~Liturgia de la búsqueda. 1531 II, 1, 14 | valiosa força da vida que pressente em si mesmo.~ ~c) Desde 1532 I, 1, 6 | os clamores antevistos e pressentidos. A linguagem reveladora 1533 II, 3, 23 | contínuas.” Impossível não pressentir a dor do príncipe pela ausência 1534 IV, 2, 42 | de dizer é muito grande, presta-se a essas modalidades de encará-lo 1535 I, 3, 10 | desejos e vitalidades latentes prestes a passarem para estados 1536 Int 2 | com seu forte indicador de primariedade, de importância, porém o 1537 IV, 2, 41 | tierna edad en su viaje primero ./. a lo desconocido. Era 1538 II, 3, 21 | culturas. Sem renegar as mais primitivas, pois estas também possuem 1539 II, 2, 19 | interlocutores verdadeiros primores de revelação da vida e da 1540 IV, 2, 46 | agora é visto em toda parte, principalmente quando ele, o poeta, deixar 1541 III, 3, 33 | mirar hacia adelante~es privilegio sólo de quien vivió intensamente.”( 1542 I, 3, 9 | os poemas retratam esse procedimento do poeta em relação ao ‘ 1543 III, 1, 28 | confissão oferece a relação processual do poeta com o momento para 1544 II, 3, 23 | em sua eterna música de proclamação da vida acontecida ali. 1545 IV, 1, 40 | espaço/palavra pode ser proclamado e exultado. A voz do poeta 1546 IV, 2, 47 | imensidão do ser, a beleza que procura uma casa, a palavra, a linguagem. 1547 II, 1, 17 | fatores que interferem na produção da linguagem que capta a 1548 IV, 1, 41 | enomoramento é fecundo e produtivo, o mundo se enriquece com 1549 IV, 1, 41 | poeta, por sua vez, somente produz quando está em estado de 1550 Int 3 | tempo em que o texto foi produzido. Afirmações sobre o autor 1551 III, 3, 34 | aguarda o instante para ser proferida e concretizada em sua potencialidade. 1552 II, 2, 18 | interior do poeta:~ “HICIMOS PROFESIÓN DE RESISTIR~ligeros de equipaje, 1553 Int 2 | Y a mano”, expressão de profunda ironia ou de propriedade 1554 I, 2, 7 | horizontes inaugurados, as profundidades atingidas são, no texto, 1555 II, 3, 21 | homens atingirem os seus mais profundos níveis de significação. 1556 II, 1, 17 | marcada por um anseio de se prolongar em outras manifestações. 1557 IV, 2, 42 | importantes de um desvelamento: o prolongar-se do instante devido à intensidade 1558 I, 2, 8 | poeta perante si mesmo. Ele, promotor de seu estado de vida e 1559 II 11 | correspondente, o adjetivo ou o pronome são isolados pela quebra 1560 IV, 1, 38 | expectativa que o auxilia a pronunciar o encoberto, o indizível.~ ~¬     1561 I, 2, 9 | possui momentos altos que propõem um sentido intenso e contextualizam 1562 Int 2 | em relação ao que se quer propor ou falar. As margens definem 1563 IV, 1, 39 | para outros horizontes. À proporção que o poeta se abre à linguagem, 1564 III, 1, 30 | vivendo sem um sentido que lhe proporcione uma “animação ou entusiasmo” 1565 IV, 2, 42 | coroa toda a teoria que se propôs até o presente momento como 1566 II 11 | composicional realça, com a quebra propositada, um significado mediante 1567 II, 1, 15 | calafrios e a vertigem, próprios de quem está balançando 1568 II, 1, 14 | movimiento ansioso de mirar.~Prosseguindo sua quebra de barreiras 1569 II, 1, 16 | mesmo sem capacidade para prosseguir. O oposto desse enclausuramento 1570 II, 1, 15 | sofrimento de não se ver protegido, acolhido; porém, ele sabe 1571 II, 1, 14 | limites. Essa constatação provém da cultura e da história 1572 Int 3 | estudo e de discernimento provenientes do texto.~A referência principal 1573 II, 1, 15 | confissão é a falta de clareza provocada pela ausência da luz que 1574 IV, 2, 47 | lírico”; ali arde o fogo provocado pela gratuidade alcançada 1575 IV, 2, 47 | revelar uma renovação que provocará em sua alma um oh! de alegria 1576 IV, 2, 44 | estado comum de comando da psique. Alarga-se e prepara-se 1577 II, 3, 22 | mármol a la orilla del río.~Pudo más la locura que la muerte 1578 IV, 2, 44 | os seus sobressaltos sem pudor. Em primeiro lugar sente 1579 III, 1, 30 | Pero el vacío es cruel,~pues tú has ido sin mediar palabra.”( 1580 Int 3 | confiabilidade textual. Nada aqui é puramente fictício, como tudo é poético 1581 IV, 2, 45 | totalizante, a Beleza, a pureza, as expressões máximas do 1582 | quais 1583 II, 3, 23 | imagem do palácio também qualificou o amor do príncipe para 1584 | quantas 1585 II, 2, 17 | página; poucos têm entre quatro e seis versos. A maioria 1586 IV, 2, 43 | própria noção de caminho era quebrada, tentando dizer que percorreu 1587 II 11 | seqüenciamento tem a peculiaridade de quebrar as ligações das palavras 1588 III, 1, 29 | su ausencia, de su paso~quedaron huellas, de un raro perfume:~ 1589 II, 2, 20 | negaría a los pies aquello~que quedó en la vereda anclado para 1590 I, 2, 8 | dinamização transformadora, “queimar a lenha”, suscitar uma expressão 1591 III, 2, 33 | saber onde se está e se queremos algo de novo, fruto de um 1592 III, 1, 30 | eu lírico’ ou de seu ser querido. Perante a vida todos podem 1593 III, 3, 35 | definitivo não alcançado propõe a questão da perfeição ou de horizontes 1594 III, 3, 35 | para um estado de ânimo que questiona a vida em suas amplas abrangências, 1595 II, 1, 14 | estará sempre como critério questionador e suscita muitas dúvidas, 1596 III, 1, 29 | fugaz como afirma o poeta: “Quiero medir tu vida y se me escapa./ 1597 II, 3, 22 | significativo para quem quiser deixar a imagem do palácio 1598 I, 3, 9 | antes que um constatar de raciocínio. Tende mais a ater-se ao 1599 IV, 2, 44 | percepção, nem sons ou vozes nem raciocínios, nem paradas ou ritmo de 1600 II, 1, 15 | distintas’ fruto de uma luz racional, aqui, neste percurso, não 1601 I 4 | vontade se mantiver em seu raio de poder de conferir significado, 1602 III, 1, 29 | momento poético é muito fugaz, rápido, mas muito intenso de vida 1603 III, 1, 29 | quedaron huellas, de un raro perfume:~memoria y deseo 1604 II, 3, 23 | ultrapassa qualquer medida razoável, somente uma medida inusitada 1605 II 11 | o processo composicional realça, com a quebra propositada, 1606 II, 2, 17 | dedicatória. Todos não têm título realçado ou independente do conjunto 1607 II, 1, 13 | percebo ou sinto. Vale aqui realçar que confirma essa afirmativa 1608 II, 3, 21 | deles dependem e dos estudos realizados para desvendar os possíveis 1609 II, 3, 26 | o JARDIM DE KYOTO, para realizar mediante a cedência de sua 1610 I, 1, 5 | ser poético do texto. É realmente um processo metafórico em 1611 IV, 1, 39 | busca outras para aumentar o rebanho (FP1), ou o guardador das 1612 I, 3, 9 | CUESTAS~las huellas de un amor recién cumplido.~Y en esa transparencia 1613 IV, 2, 47 | como sujeito. A relação recíproca de entrega proporciona a 1614 IV, 2, 47 | todo, o seu íntimo mais recôndito reverbera pela verdade anunciada 1615 I, 2, 7 | simplicidade. Impossível não reconhecer que eles dão o tom e a qualidade 1616 II, 1, 15 | parâmetros.~Outro estado reconhecido por ele em sua confissão 1617 IV, 2, 46 | mais se esquecer. Ele foi reconstruído pela força fascinante que 1618 III, 3, 35 | sonhadoal revés”, de tanta recordação, o passado passe a habitar 1619 III, 3, 35 | ultrapassar o tempo das recordações e não se iludir com as conquistas 1620 III 27 | dominado ou retido torna-se a recorrência em quase todos os poemas 1621 III, 3, 34 | Una a una, recostando a su lado~Aquel significado 1622 IV, 2, 46 | vagido, no qual tudo se recria. Esse estado de renascer 1623 III, 3, 35 | irremediablemente.~De ella sólo quedan recuerdos, como ausentes~fragancias 1624 II, 2, 19 | diversos poemas, trata-se de um recurso muito forte, mas de difícil ./. 1625 III, 3, 36 | é palavra máxima para a redenção do desejo do Pai; assim 1626 IV, 2, 44 | até aquele momento tudo se reduzia a pouca coisa. Esse instante 1627 III, 2, 30 | sugestão da linguagem, outras reentrâncias do ser apresentam-se como 1628 Int 3 | A historicidade do texto referencia e contexturas da realidade 1629 II, 1, 11 | inventividade, necessariamente será referenciado por alguma base ou por algum 1630 I, 2, 7 | todas as afirmações teóricas referendadas acima.~Em relação ao ‘Eu 1631 III, 3, 34 | metáfora do nascimento, da reflexão, da assunção da vida restaurada 1632 IV, 2, 45 | a impotência do poeta em registrá-lo, mas somente em admirá-lo; 1633 Int 3 | realidade como tal em tempos registrados pela linguagem; as imagens 1634 II, 3, 20 | significados ou simplesmente os registros devidamente codificados. 1635 I 4 | foram compostos dentro das regras rígidas dos gêneros ou estruturas 1636 I, 2, 7 | otro buen día jugamos al regreso,~vienen cantando en nuestros 1637 I, 3, 9 | incluídas nas palavras que reinauguram seu mundo. Em geral os poemas 1638 III, 3, 33 | ou imagens que trazem a reinterpretação do viver. Também o poeta 1639 I, 2, 9 | indicada ou situações vitais reinterpretadas como percebeu o “eu lírico 1640 IV 37 | dois poemas gerar outras reinvenções da vida a partir da originalidade 1641 IV, 1, 38 | possível concretiza-se ou se reinventa; o poeta é o demiurgo que 1642 III 27 | linguagem poética que pretende reinventá-lo. Esse desafio que o poeta 1643 II, 3, 25 | grandeza da beleza no tempo reinventado da contemplação.~ ~3) Outra 1644 III, 2, 32 | concretizadas em linguagens, reinventando o ser de quem as lançou 1645 III, 2, 32 | as virtualidades do ser reinventando-o .~Esse poema sugere uma 1646 II, 3, 26 | as pessoas, os poetas a reinventarem o mundo.~ ~ ./. 1647 III, 3, 37 | mundo para que a vida se reinvente na imperfeição.~ ~Para encerrar 1648 III, 3, 36 | de suas possibilidades, reinventem não só a sua carne, mas 1649 III, 3, 36 | pés e foi a palavra que reinventou aquele encontro, tornando-o 1650 IV, 1, 38 | de sua voz para receber/rejeitar como condição para continuar 1651 Int 3 | máxima perante ele e seus relacionamentos.~Por outro lado, o texto 1652 II, 3, 25 | função normal dos outros relógios; aqui o jardim-relógio tem 1653 II, 3, 24 | estatuas que distraigan. Reloj mudo~de un tiempo que se 1654 III, 2, 31 | abre.~En cambio sólo mira y remira~ los objetos, personas y 1655 III, 3, 35 | permanecendo uma possibilidade remota que deve ser nomeada como 1656 II, 3, 21 | expressividade das culturas. Sem renegar as mais primitivas, pois 1657 III, 2, 32 | quando fala da amizade, renomeando-a: ~“La amistad solo es digna 1658 I, 2, 6 | beleza carece de linguagens renovadoras para que seu potencial contextualize 1659 II, 3, 21 | arquétipos têm a virtualidade de renovar constantemente os estados 1660 III, 1, 29 | momento criador, ele se renovará em seu ‘eu lírico’, habilitando-se 1661 IV, 1, 40 | se fala, diz o que já foi repatriado, o que já se conquistou. 1662 IV, 1, 40 | todo o seu ser na fala, repete o seu mundo e não está atento 1663 III, 2, 32 | nem sempre os cenários se repetem. Tudo não deixa de ser expressões 1664 II, 2, 18 | por cincel la corteza,~lo repite, en su nombre, bajo el inmenso 1665 IV, 2, 46 | inaugurada com o coração/ser repleto de gozo e felicidade.~O 1666 I, 1, 5 | concluem um poema que se reporta ao próprio dizer poético 1667 II, 3, 20 | referencial de significação quando reportado dentro de um contexto que 1668 IV, 1, 37 | esperaban tu amor para el rescate.~ ~Hasta el rincón del parque 1669 III, 1, 28 | generosidade, de entregar-se sem reserva ao que é pedido, ao que 1670 Int 3 | combina com o tempo do todo reservado exclusivamente pela categoria 1671 III, 1, 28 | capacidade de entrega sem reservas. Temos nesse particular 1672 IV, 1, 39 | processos e aproximações. Para resgatar a vida ainda não plenificada, 1673 II, 1, 14 | detectar a força vital que aí reside. Em última análise, quer 1674 IV, 1, 37 | palabras sentimientos~que residen sin patria declarada~y esperaban 1675 II, 2, 18 | en Iria Flavia: “El que resiste, gana.””(p.40)~Quando espelham 1676 II, 2, 18 | HICIMOS PROFESIÓN DE RESISTIR~ligeros de equipaje, con 1677 Int 3 | suscite cobranças ou grandes responsabilidades. O poético, a linguagem 1678 III, 3, 34 | reflexão, da assunção da vida restaurada pela palavra que chegou 1679 III, 1, 29 | presença pode muito bem resultar numa linguagem muito alta 1680 IV, 2, 42 | centro de todos os sentidos resume-se na afirmação peremptória: “ 1681 III, 3, 37 | vezes. Esses dois poemas resumem com simplicidade o poder 1682 III, 1, 29 | idêntica, quando o poeta quer retê-la, o momento, o instante já 1683 IV, 1, 38 | A palavra segura e retém o dito do poeta, mas ele 1684 IV, 2, 42 | comunicada. Impossível abranger e reter em poucas palavras a vida 1685 IV, 2, 47 | processo de onde a linguagem reterá o fruto, o resultado da 1686 IV, 2, 44 | compara essa expectativa a um retesar da corda de um arco, distendida 1687 III 27 | não pode ser dominado ou retido torna-se a recorrência em 1688 III, 2, 32 | vuestras vidas~y espeja sin retoques la sugestiva fuerza~y el 1689 III, 1, 29 | carregado de sentido vem e retorna sem deixar-se possuir em 1690 IV, 2, 42 | de um texto. Aqui estão retratados os passos de uma descoberta 1691 I, 3, 9 | mundo. Em geral os poemas retratam esse procedimento do poeta 1692 IV, 2, 47 | Conclui-se que esse poema é a voz retumbante do Eu do Poeta CARLOS GARULO 1693 III, 1, 29 | angústia da palavra exata para revelá-lo. Para o poeta:~“Sospecho 1694 II, 3, 24 | verdadeira inundação de revelações. A imagem de um jardim especial 1695 IV, 1, 39 | suscitar as palavras que revelam e indicam novas realidades, 1696 III, 2, 33 | caminho para que a arte revele e aprofunde a vida que se 1697 IV, 2, 47 | seu íntimo mais recôndito reverbera pela verdade anunciada que 1698 IV, 2, 45 | como diz Heidegger: a reverência suprema e total do ./. 1699 III, 3, 35 | desse estado sonhadoal revés”, de tanta recordação, o 1700 II, 2, 20 | mi me aburren sesiones de revival lacrimógenas~en las que 1701 II, 2, 20 | de como é perder tempo reviver o passado para lacrimejar 1702 II, 2, 20 | cuento.~Que si fuera posible revivir~momentos que el truco de 1703 II, 3, 26 | Afinal essa poderosa e rica imagem gerou no poeta a 1704 IV 37 | poder de gerar um texto rico em significação. É próprio 1705 I 4 | compostos dentro das regras rígidas dos gêneros ou estruturas 1706 I 4 | versos, estrofes, cantos e rimas, por exemplo. Essas afirmações 1707 IV, 1, 37 | para el rescate.~ ~Hasta el rincón del parque compone su postura ./. 1708 III, 2, 31 | felicidade proposta pela riqueza da linguagem que deve ser 1709 II, 3, 26 | sublime e do grandioso. O ritual da vida do jardim oferece 1710 II, 2, 17 | como título. Um início sem rodeio e ex abrupto, decisivo.~ 1711 II, 1, 16 | ponto máximo de um ideal romântico, próximo pela simples imaginação; 1712 II, 3, 22 | primeiro é:~ “EL AMOR ARÓ ROSTRO Y MEMORIA~de la princesa 1713 II, 2, 20 | vida de ninguém. Um pouco rude, mas com elegância, o poeta 1714 IV, 1, 40 | linguagem: não pode haver ruídos. O silêncio favorece a entrega 1715 IV, 1, 39 | impele a pôr-se a caminho rumo ao indizível, para descobrir 1716 II 11 | seqüência que se fortalece com a ruptura. Aqui essa seqüência abrange 1717 II 11 | unidade do todo apesar das rupturas. O leitor pende da seqüência 1718 IV, 1, 38 | que simplesmente dizê-la. Sabe-se que a palavra é casa do 1719 I, 2, 8 | a beleza transformada em sabedoria para uma liberdade proposta 1720 III, 2, 32 | oferecida:~“Me pregunto si sabéis dónde estamos.~Me pregunto 1721 I, 1, 6 | sempre ele, seu “Eu líricosaberá encontrar a palavra exata 1722 IV, 2, 47 | à palavra. Jamais alguém saberia dele se não fosse a confissão 1723 IV, 1, 39 | acerca para que elas possam sair do estado de velamento. 1724 III, 1, 28 | presencia. No sabemos cómo salir al paso/ por no dejar a 1725 II, 1, 15 | presença das palavras que lhe salvem o dizer ainda não explicitado, 1726 I, 2, 8 | preceito platônico assumido por Santo Tomás: “Bonum est difusivum 1727 II, 3, 26 | de “lâmpada de azeite e sarça ardente”. São expressões 1728 III, 2, 33 | alegria expressa muito bem a satisfação de uma vida renovada. A 1729 III, 3, 34 | nunca~por tu boca, en dique seco ancladas.~...............................~ 1730 Int 3 | universo nos dias iniciais do século XXI. 1731 Int 2 | existe o principal e o secundário, o todo assumido, o interior 1732 II, 3, 24 | arrebata e proclama com voz sedutora as virtualidades da beleza 1733 II, 2, 18 | ora em diante os versos seguem outro estilo de significado, 1734 III, 2, 31 | novidade da e para a vida, é seguida por uma oferta generosa 1735 IV, 1, 38 | indizível.~ ~¬     A palavra segura e retém o dito do poeta, 1736 II, 1, 15 | que lhe traz certezas e seguranças. A luz é a metáfora de sua 1737 I, 1, 5 | Então o trabalho do poeta é segurar a linguagem no silêncio 1738 II, 2, 17 | poucos têm entre quatro e seis versos. A maioria ocupa 1739 | sejam 1740 II, 3, 21 | à vida e ao mundo muito semelhantes e parecidas sendo o nível 1741 IV, 1, 37 | indecible,~a cifrar en palabras sentimientos~que residen sin patria declarada~ 1742 IV, 2, 43 | sentir-se neste lugar, teve que sentir uma referência, a vertigem 1743 II 11 | finais de versos marcam essa separação. Assim o processo composicional 1744 Int 2 | passíveis de limites que separam e definem campos do espaço 1745 II 11 | constatada na forte tendência seqüencial das afirmações dos versos 1746 II 11 | ou por uma estrofe. Esse seqüenciamento tem a peculiaridade de quebrar 1747 II 10 | estão tão claras nestas seqüências que desde o menor ao poema 1748 III, 2, 31 | o ensinamento: pelo modo sereno de se entregar na contemplação 1749 II, 2, 20 | irreal y lo imposible~son serpiente enroscada a la garganta~ 1750 IV, 2, 46 | conferiu. Ele será então o servo do inefável, do indizível, 1751 II, 2, 20 | de sal! A mi me aburren sesiones de revival lacrimógenas~ 1752 Int 2 | margens definem melhor os setores ou áreas a serem tomadas, 1753 II, 3, 22 | de espejar el misterio:~Shah Jahan no vierte ya sus lágrimas ~ 1754 | sido 1755 III, 3, 34 | vital , nas intensidades dos silêncios não estéreis, mas fecundos 1756 II, 2, 18 | ou particular para que o silogismo, próprio, encontre um suporte 1757 | sim 1758 III, 1, 30 | exhibía el poder como un símbolo.~...............~Me pareció 1759 II, 1, 14 | mestras é detectada com a simpatia das sutilezas. Esse limite 1760 IV, 2, 47 | aquel fuego...” esta é a sina de ora em diante em sua 1761 IV, 2, 44 | sensações aqui dispõem de poucos sinais, todo o seu ser está tomado 1762 I, 2, 8 | atingiu uma expressividade singular que merece ser destacada 1763 II, 2, 17 | características que individualizam e singularizam o processo. Assim, existem 1764 IV, 1, 38 | p. 60)~ ~Esse poema é a síntese de todos os outros poemas, 1765 II, 1, 13 | somente o que percebo ou sinto. Vale aqui realçar que confirma 1766 II, 2, 18 | quadro de referência para que sirva de suporte ao que o poeta 1767 II, 3, 21 | ou primordial, mas já em situação de aplicação de sentido 1768 Int 3 | do carpinteiro o material sobrante para emergir a obra, a imagem 1769 PALFIN 47 | têm o mesmo valor, alguns sobressaem e ./. gritam sua beleza 1770 IV, 2, 44 | poeta confessa todos os seus sobressaltos sem pudor. Em primeiro lugar 1771 II, 1, 15 | justamente esse desapego, esse sofrimento de não se ver protegido, 1772 II, 3, 25 | por sulcos que acolhe os sofrimentos da alma. A força da imagem 1773 II, 2, 19 | NOSOTROS APRENDEMOS SOLAMENTE~aquello que sabemos de antemano.~ ~ 1774 III, 1, 28 | al paso/ por no dejar a solas nuestra casa.”(p.28) Sentir-se 1775 II, 2, 20 | sugestão criativa, ante à solicitação da dínamis que se apresenta 1776 III, 1, 28 | sabido ir ao encontro dessas solicitações do tempo em que se mantém 1777 III, 2, 32 | renomeando-a: ~“La amistad solo es digna de su nombre~de 1778 IV, 2, 44 | quando apreende ou quando se solta. Assim estava o seu interior, 1779 IV, 2, 47 | o poeta somente poderá soltar um “vagido original!”~Para 1780 II, 1, 15 | aprofundamento parece que seja a solução.~Esse quadro referencial 1781 III, 3, 35 | passado passe a habitar até os sonhos. A luta do poeta é para 1782 I, 1, 6 | lhe conferir harmonia e sonoridade. As estrofes dos vários 1783 Int 3 | e vigorosa que se inclui sorrateiramente no centro do espaço principal. 1784 I, 2, 8 | Navigando indigente en un mar de sospechas.”(p.29)~-“Que las luces 1785 III, 1, 29 | revelá-lo. Para o poeta:~“Sospecho que es un huésped pasajero~ 1786 Int 2 | intervenção. A mão como exercício subalterno em tempo de espaços também 1787 III, 1, 30 | Me pareció vibrar súbitamente~con su estremecimiento por 1788 Int 3 | preenche o tempo de uma forma subliminar para tocar a consciência 1789 IV, 2, 44 | imediata, sem tempo para seu suceder. O desconhecido já não lhe 1790 I, 1, 6 | dos versos é mínima, mas suficiente para lhe conferir harmonia 1791 III, 2, 30 | 2 - O instante sugestivo~ ~Esta categoria de partida 1792 I, 2, 8 | Tomás: “Bonum est difusivum sui” A simplicidade não impede 1793 I 4 | a linguagem poética está sujeita a uma série interminável 1794 II, 3, 25 | 4) Um horto ferido por sulcos que acolhe os sofrimentos 1795 II, 1, 13 | mediocridade e de pequenez ou da superficialidade. Ante a afirmativa que não 1796 II, 2, 18 | mascaradas que desenham superficialidades e são interpeladas. ~ “LOS 1797 II, 3, 26 | E como é que esse estado superior à sua percepção se comunica 1798 IV, 2, 45 | de seu ser como casa que suportava receber segundo o seu potencial. 1799 III, 3, 36 | poeticidade da suprema Imagem, do supremo-amor que buscasse sua casa terrestre, 1800 II, 3, 24 | océano. Huerto herido~de surcos donde mueren los dolores~ 1801 III, 2, 31 | poeta a oportunidade de a surpresa lhe tornar mais feliz a 1802 IV, 1, 39 | inaugurações fantásticas, é susceptível às descobertas que lhe oferecem, 1803 Int 3 | estabelecer uma presença que não suscite cobranças ou grandes responsabilidades. 1804 II, 1, 13 | íntimo tem muitas dúvidas ou suspeitas, bem como aparecem alguns 1805 II, 3, 25 | acerca um estado de alma e de suspensão capaz de lhe proporcionar 1806 II, 2, 20 | passado para lacrimejar ou suspirar pela água que não mais moverá 1807 IV, 2, 47 | O “eu lírico”, unido e sustentado pelo Self histórico – sua 1808 II, 1, 11 | conjunto de pilares que sustentam as linhas das afirmações 1809 II, 1, 14 | detectada com a simpatia das sutilezas. Esse limite é mais cruel 1810 Int 2 | um lago definem-se mais sutilmente sem a precisão do fluxo 1811 III, 3, 34 | lado~Aquel significado tan suyo e indescifrable~..........................~ 1812 II, 2, 18 | a golpe de cazalla y de tabaco –~que hasta el granito, 1813 II, 3, 23 | medida inusitada pode medir o tamanho ou a grandeza ou a beleza 1814 | tanto 1815 | tantos 1816 IV, 2, 41 | momento~único. Era, en la tarde, hora de luz escasa.~Era 1817 I, 2, 8 | aprofundada. A suspeita como tática combina pouco com as expressões 1818 II 11 | tibias, de la amistad de , del polvo~del olvido, yo 1819 IV, 1, 38 | criativo do poeta e toda a sua técnica composicional. Nele também 1820 Int 3 | capacidade de antever.~A tecnologia poderia até ajudar nesse 1821 II, 3, 25 | acessar o seu íntimo sem temer nada. A beleza que dele 1822 | Temos 1823 III 27 | instante será sempre o instante temporal como registro do tempo e 1824 I, 3, 9 | constatar de raciocínio. Tende mais a ater-se ao processo 1825 II 11 | ser constatada na forte tendência seqüencial das afirmações 1826 II, 2, 18 | delicadamente,~con el confort que da tenerlo en la ignorancia,~con la 1827 I, 3, 10 | es que todas las cruces tengan forma~de cruz, con un inri 1828 IV, 2, 45 | puerta ~con crujidos que teníam em vilo los sentidos.”~ ~ 1829 IV, 2, 44 | medo, mas as sensações de “tenras idades” em que os tempos 1830 IV, 2, 42 | desconhecidas e inimaginadas. Tenta retratar essa experiência 1831 III, 1, 29 | ou definir, sendo todavia tentador o desejo de presenciar uma 1832 II, 2, 20 | con cientos de manzanas tentadoras~en árbol de palabras sin 1833 II, 1, 16 | todos esses microambientes, tentará encontrar a vida que se 1834 IV, 1, 38 | condição para continuar suas tentativas. Para que o poeta possa 1835 II, 3, 20 | arquétipos e arquitetaram teorias do conhecimento tendo como 1836 I, 2, 7 | ilustrar todas as afirmações teóricas referendadas acima.~Em relação 1837 | terem 1838 II, 1, 16 | possa proclamar a vida, mas termina confessando que a partir 1839 II, 3, 20 | Entende-se por arquétipo um termo de poder de significado 1840 III, 3, 36 | supremo-amor que buscasse sua casa terrestre, o seu corpo, carne e espírito 1841 II, 1, 14 | não se permitem perder o território em que dominam e determinam 1842 III, 2, 33 | renovada. A linguagem do poeta testemunha essa possibilidadeconcretizada. ~ 1843 II, 3, 23 | ali. As vozes das pedras testemunham essa eterna vida constituída 1844 II, 1, 17 | poemas. Comportam-se como testemunhas de uma honestidade interior 1845 Int 3 | imagens e as considerações textuais aumentam a confiabilidade 1846 Int 3 | aumentam a confiabilidade textual. Nada aqui é puramente fictício, 1847 II 11 | invernizo sol, de las palabras~tibias, de la amistad de té, del 1848 II, 3, 24 | aniquila el miedo~que te tienes. Laberinto de formas,~calidoscopio. 1849 IV, 2, 41 | hora de luz escasa.~Era la tierna edad en su viaje primero ./. 1850 | tinham 1851 II, 3, 25 | modo diferente é peculiar e tira a pessoa de seu “trilho”, 1852 IV, 2, 41 | LA GRUPA DE UN CABALLO DE TIRO. ERAN~quebrados los caminos, 1853 | tivesse 1854 IV, 2, 45 | diante é outra pessoa, foi tocado pelo fascínio do inominável, 1855 Int 3 | uma forma subliminar para tocar a consciência brandamente 1856 IV, 2, 46 | tão esplendoroso que ele tocou o “ fascinans et tremens” 1857 | todavia 1858 I, 3, 9 | acontece em: ~“TUS OJOS LLEVAN TODAVÍA A CUESTAS~las huellas de 1859 I, 2, 7 | reconhecer que eles dão o tom e a qualidade ao corpo de 1860 II, 3, 24 | contemplação; o espaço diminuto toma amplitudes grandiosas e 1861 IV, 1, 39 | desvenda a si mesmo, também tomando consciência de suas potencialidades. 1862 I, 2, 8 | platônico assumido por Santo Tomás: “Bonum est difusivum sui” 1863 IV, 2, 43 | Esse estado de estar no topo vai construir o olhar do 1864 IV, 2, 46 | eterno renovo, deste primeiro toque do mistério que agora é 1865 III, 1, 28 | poeta com o momento para torná-lo significativo e artístico, 1866 III, 3, 36 | reinventou aquele encontro, tornando-o matriz.~O poeta da Imagem 1867 III, 2, 31 | oportunidade de a surpresa lhe tornar mais feliz a vida. E nese 1868 IV, 2, 43 | se encontrava. Seus olhos tornaram-se a expressão de seu ser, 1869 IV, 1, 38 | o verbo, a palavra para tornarem-se uma interlocução reveladora 1870 IV, 2, 44 | pouca coisa. Esse instante tornava-seúnico”! ~A percepção do 1871 Int 2 | considerado. O primeiro traço indica uma abrangência significativa 1872 III, 3, 35 | conquistas que ocorreram e lhe tragam as lembranças desse estado 1873 III, 1, 30 | poeta a contemplação da tragédia, do poder de destruição 1874 III, 1, 29 | pode também mostrar sua tragicidade:~“Me parecía estar, como 1875 III, 3, 34 | e apresenta ao leitor a transfiguração da vida pretendida pelo 1876 I, 2, 8 | tempo inauguram a beleza transformada em sabedoria para uma liberdade 1877 I, 2, 8 | contraposto com uma dinamização transformadora, “queimar a lenha”, suscitar 1878 III 27 | percepção do poeta para transformar uma amplitude em linguagem 1879 I, 2, 8 | permitir a realidade comprovada transformar-se em expressão de vida aprofundada. 1880 II, 3, 25 | que anima a violência se transmuta em suavidade e expressão 1881 I, 3, 9 | recién cumplido.~Y en esa transparencia de tu cuerpo ~exhibes tu 1882 | trás 1883 I 4 | clássica, tradicional. Não se trata de mostrar que a linguagem 1884 II, 2, 18 | vida como mucho.~Por eso le tratamos muy delicadamente,~con el 1885 I, 3, 10 | no início do poema onde o travessão indica a fala do poeta para 1886 III, 3, 33 | palavras ou imagens que trazem a reinterpretação do viver. 1887 I, 3, 9 | descobertas e das invenções trazidas pela linguagem. A apóstrofe 1888 IV, 2, 46 | ele tocou o “ fascinans et tremens” para não mais se esquecer. 1889 II, 3, 25 | e tira a pessoa de seu “trilho”, de onde a palavra delírio 1890 I, 3, 9 | exhibes tu vivir como un trofeo~aunque te cruja el alma 1891 II, 2, 20 | revivir~momentos que el truco de la distancia eleva~a 1892 III, 1, 30 | el vacío es cruel,~pues has ido sin mediar palabra.”( 1893 II, 2, 18 | bajo el inmenso olivo~de su tumba en Iria Flavia: “El que 1894 II, 2, 18 | ser considerado para uma ulterior conclusão sobre esse assunto:~“-¡ 1895 I, 2, 8 | artístico-poéticas. Da mesma forma, os últimos versos apontam para uma 1896 II, 3, 23 | para o poeta, ali retratado ultrapassa qualquer medida razoável, 1897 III, 3, 36 | fragrância da mulher que Lhe ungiu os pés e foi a palavra que 1898 I, 2, 7 | contemplados. Tornam-se expressões únicas que encantam por sua manifestação 1899 IV, 2, 47 | edificação. O “eu lírico”, unido e sustentado pelo Self histórico – 1900 IV, 2, 44 | estava se expandindo e se unificando para poder captar a entrega 1901 III, 2, 31 | característica ao afirmar: ./. UNO PIENSA QUE YA ENCIERRAN 1902 II, 2, 18 | HAN DICHO QUE LE QUEDAN~unos meses de vida como mucho.~ 1903 III, 3, 33 | apontado. Também o texto usa de expressões, linguagens 1904 Int 3 | exclusivamente pela categoria da ‘utilidade’, como sustentação da permanência 1905 III, 1, 28 | isso valem os processos utilizados pelo poeta para expressar 1906 II, 3, 22 | vierte ya sus lágrimas ~y las vacas insisten por la yerba~en 1907 III, 1, 30 | Pero el vacío es cruel,~pues tú has ido 1908 II, 3, 22 | mitologia ou pelas idéias que vagueiam pelo hiperurânio platônico 1909 I, 3, 9 | direcionamento e sua perspectiva, valendo-se de uma postura dialógica 1910 I, 3, 10 | conquista que se considere “pra valer”; parece como uma acusação 1911 II, 1, 16 | acesso e que de nada lhe valerá. Essa perspectiva tão simples 1912 II, 1, 14 | percurso de honestidade e não valeria nada enganar a si mesmo 1913 PALFIN 48 | forma despudorada. Talvez valesse afirmar que este texto poético 1914 II, 1, 16 | perspectiva tão simples e tão válida apresenta-se ao poeta como 1915 II, 1, 14 | análise, quer proclamar a valiosa força da vida que pressente 1916 II, 1, 14 | vital de sustentação de valores e da vida não carece de 1917 III, 3, 34 | no íntimo de um leitor, vão desfilando em estado de 1918 IV, 2, 44 | parte com a força de sua variabilidade. ./. Ao final dessa viagem 1919 II, 2, 20 | poema mostra as diversas e variadas facetas, até com muita arte, 1920 IV, 2, 42 | poema pode ser visto de várias maneiras. Seu poder de falar 1921 II, 3, 21 | que pode mostrar um campo vasto de significação. Não será 1922 II, 1, 13 | bem como aparecem alguns vazios que necessitam de um preenchimento 1923 III, 3, 37 | metáforas. A vida perante elas vê-se mais ampliada e engrandecida.~ ~ 1924 II, 3, 21 | de abstração capazes de veicular os significados mais gerais 1925 II, 3, 22 | de la luna y del sol en vela continuada.~A su amparo 1926 IV, 1, 39 | possam sair do estado de velamento. Elas estão aí e aguardam 1927 II, 1, 13 | se dispõe a ir adiante, vencendo as distâncias que podem 1928 II, 1, 13 | per si auxiliou o poeta a vencer uma das principais barreiras 1929 Int 3 | essencialidade imposta e venerada; quem assim exige é a consciência 1930 Int 3 | autor prefere que o sentido venha por força de um trabalho 1931 IV, 2, 42 | por toda palabra.~ ~No ha venido el olvido, hasta el presente,~ 1932 II, 1, 16 | não poderá percorrer para ver-se livre. Talvez aqui se pudesse 1933 II, 1, 13 | Melhor, em alguns casos verdadeiras avalanches de uma irrupção 1934 II, 3, 21 | funcionar à maneira de um verdadeiro arquétipo. ~Ambos, os arquétipos 1935 II, 2, 19 | ou a seus interlocutores verdadeiros primores de revelação da 1936 II, 2, 20 | aquello~que quedó en la vereda anclado para siempre.”(p. 1937 PALFIN 48 | coragem de percorrer as veredas marcadas pelos detalhes 1938 IV, 2, 42 | forte e de cuja expressão verifica-se uma das potencialidades 1939 PALFIN 48 | enquanto arte. Para isso basta verificar como os poemas constroem 1940 II, 3, 23 | ao poeta: “Ali a dor se veste/ de intensa cor branca. 1941 II, 3, 22 | amparo Muntaz Mahal muda de vestimenta~con las horas. Salmos de 1942 IV, 1, 40 | marcado.~Ir para o parque e vestir-se de ouvidos e silêncio é 1943 IV, 1, 38 | compone su postura ./. para vestirse de oídos y silencio~junto 1944 III 27 | acrescenta-se um outro meio que viabiliza processos já descritos. 1945 IV, 2, 41 | Era la tierna edad en su viaje primero ./. a lo desconocido. 1946 IV, 2, 46 | permanece esse estado de intensa vibração e não quer se desligar desse 1947 I, 3, 10 | a passarem para estados vibrantes. A força do poeta acontece 1948 III, 2, 32 | discreta, se asoma a vuestras vidas~y espeja sin retoques la 1949 I, 2, 7 | día jugamos al regreso,~vienen cantando en nuestros ojos~ 1950 II, 3, 22 | misterio:~Shah Jahan no vierte ya sus lágrimas ~y las vacas 1951 IV, 2, 45 | por seu ser em estado de vigília ou como ser entreaberto 1952 II, 3, 23 | beijos da lua e do sol em vigílias contínuas.” Impossível não 1953 Int 3 | Uma linguagemmarginal’ e vigorosa que se inclui sorrateiramente 1954 Int 2 | intervenção ou diálogo forte e vigoroso. “Y a mano”, expressão de 1955 II, 2, 19 | cosas~Son ficticias y las vimos un día como sueño.”(p.41)~ ~ 1956 IV, 2, 43 | Dessa forma seu olhar virgem para esse estado estava 1957 IV, 2, 44 | presente, um medo normal da virgindade de seu ser ante uma revelação 1958 II, 3, 21 | que os arquétipos têm a virtualidade de renovar constantemente 1959 II, 3, 25 | comunicação imediata entre os visitantes e o ser do jardim. A força 1960 III, 3, 36 | caminha e peregrina para visitar o mundo ausente/presente. 1961 II 10 | extenso, esse vigor está muito visível. ./. Além desse vigor, 1962 II, 1, 15 | segurança, mas entrega e vislumbres para uma revelação. Esse 1963 II, 1, 14 | delimitam e podem apequenar as visões e cercear as possibilidades. 1964 II, 3, 22 | Mahal. Allí el dolor se viste ~de intenso color blanco. 1965 III, 1, 28 | poeta para poder expressar a vitalidade do instante, o mistério 1966 I, 3, 10 | e emoções, com desejos e vitalidades latentes prestes a passarem 1967 IV, 2, 46 | emocionado”. Justamente porque se viu habitado por uma beleza 1968 IV, 1, 38 | pátria da realidade, do modus vivendi das pessoas e das coisas, 1969 III, 1, 30 | sentido, pois a dor de estar vivendo sem um sentido que lhe proporcione 1970 III, 3, 33 | privilegio sólo de quien vivió intensamente.”(p.51) ./. 1971 III, 1, 29 | presente: “-los que estamos/ ya vivos hace tiempo si es ponerse/ 1972 III, 1, 28 | constatação do poeta ao voltar-se para si. Ao mesmo tempo 1973 IV, 2, 46 | se esquecesse de toda a voragem de percepção que lhe apresentara 1974 III, 2, 32 | el aliento que habitan en vosotros.”(p.35)~Canta o poeta para 1975 II, 1, 13 | dessa confissão anunciada: vou dizer somente o que percebo 1976 I, 2, 7 | límite, asilado~tras el vuelo sutil de unas palabras”( 1977 III, 2, 32 | si, discreta, se asoma a vuestras vidas~y espeja sin retoques 1978 Int 3 | dias iniciais do século XXI. 1979 II, 3, 22 | las vacas insisten por la yerba~en el lecho de arena.”(p. 1980 II, 3, 24 | calidoscopio. Lámpara de aceite,~zarza ardiendo sin presentirse


possi-zarza

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