N.
1 1 | 1. Perita em humanidade, a Igreja está sempre interessada
2 4 | intervenção de Deus em favor da humanidade. 3~ ~
3 5 | que se coloca a criação da humanidade. «Disse Deus: Façamos o
4 5 | mulher» (Gen 1, 26-27). A humanidade aqui é descrita como articulada,
5 5 | masculino e do feminino. É esta humanidade sexuada que é explicitamente
6 6 | parte de Deus caracteriza a humanidade como realidade relacional.
7 6 | é um outro “eu” na comum humanidade. Desde o início, [o homem
8 6 | a integração na própria humanidade, querida por Deus, daquilo
9 7 | essencial entre Deus e a humanidade. Sob a insinuação da Serpente,
10 7 | duas diferenças: quando a humanidade considera Deus como seu
11 7 | sobre o outro. A história da humanidade reproduz de facto tais situações,
12 8 | desarmonia entre Deus e a humanidade provocada pelo pecado. Esta
13 9 | através do povo escolhido, a humanidade aprenda a estrada da semelhança
14 10| das futuras núpcias com a humanidade (cfr Jo 2,1-12). Tais núpcias
15 14| a realização da própria humanidade masculina e feminina o exija.~ ~
16 16| pecado e da morte e recria a humanidade. Confiando ao apóstolo João
17 17| valores, sem os quais a humanidade se fecharia na auto-suficiência,
18 17| trata-se da conversão da humanidade a Deus, de modo que, tanto
19 17| escolhida para revelar à humanidade, homens e mulheres, qual
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