Cap., N.
1 II, 15| exprime bem a relação de comunhão que Deus quer estabelecer
2 III | EUCARISTIA FONTE E EPIFANIA~DE COMUNHÃO~
3 III, 19| a Eucaristia é entrar em comunhão profunda com Jesus. «Permanecei
4 III, 19| na plena união com Ele. A comunhão eucarística foi-nos dada
5 III, 20| especial, que se realiza na «comunhão» eucarística, não pode ser
6 III, 20| plenamente vivida fora da comunhão eclesial. Isto mesmo o sublinhei
7 III, 20| Jesus edifica a Igreja como comunhão, segundo o modelo supremo
8 III, 21| Eucaristia é epifania de comunhão. Por isso, é que a Igreja
9 III, 21| de quão exigente seja a comunhão que Jesus nos pede. É comunhão
10 III, 21| comunhão que Jesus nos pede. É comunhão hierárquica, fundada na
11 III, 21| e do Bispo diocesano. É comunhão fraterna, cultivada com
12 III, 21| uma «espiritualidade de comunhão» que nos leva a sentimentos
13 III, 22| confrontar-nos com o ideal de comunhão que o livro dos Actos dos
14 III, 22| paróquias, para que o sentido da comunhão cresça, haurindo da celebração
15 IV, 24| banquete e o anúncio: entrar em comunhão com Cristo no memorial da
16 IV, 27| Eucaristia não é expressão de comunhão apenas na vida da Igreja;
17 IV, 27| a tornar-se promotor de comunhão, de paz, de solidariedade,
18 IV, 27| tecedores de diálogo e de comunhão.~
19 Con, 30| ministros extraordinários da comunhão, tende viva consciência
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