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| Alfabética [« »] outras 5 outros 1 outubro 1 p 51 padre 6 pai 2 palavras 1 | Freqüência [« »] 72 e 70 da 67 o 51 p 48 jesus 47 uma 46 do | Congregação para a Doutrina da Fé Notificação sobre o livro "Jesus symbol of God" do p. R. Haight, S. J. IntraText - Concordâncias p |
Cap.
1 I | e à constante tradição" (p. xii), no sentido de que 2 I | criticamente na situação de hoje" (p. 46). ~Mas esta "correlação 3 I | devem ser reconduzidas" (p. 333). ~Em particular, no 4 I | para o nosso presente" (p. 16). De facto, esta interpretação 5 I | positivismo de revelação" (p. 173, n. 65), ela deveria 6 I | epistemologia religiosa" (p. 188). Um elemento fundamental 7 I | experiência de Deus (cf. p. 11), mas não forneceria 8 I | acerca do próprio Deus (cf. p. 9, 210, 282, 471). ~Estas 9 II | meramente metafórico (cf. p. 177). Além disso, ele lê 10 II | presente e actua em Jesus" (p. 284; cf. p. 438), considerando 11 II | actua em Jesus" (p. 284; cf. p. 438), considerando que 12 II | cultura pos-moderna (cf. p. 281; 485). O Concílio de 13 II | realidade transcendente" (p. 297). Por conseguinte, 14 II | história de Deus como Logos" (p. 439). ~Esta interpretação 15 II(2)| da Igreja helenista (cf. p. 475). ~ 16 III | ser considerado divino" (p. 283) e "Jesus Cristo [...] 17 III | deve ser Deus verdadeiro" (p. 284). Trata-se, contudo, 18 III | seria "uma pessoa finita" (p. 205), "uma pessoa humana" ( 19 III | 205), "uma pessoa humana" (p. 296) e "um ser humano como 20 III | um ser humano como nós" (p. 205; 428). O "verdadeiro 21 III | humano como todos os outros" (p. 259), "um ser humano e 22 III | e uma criatura finita" (p. 262); enquanto que "Deus 23 III | consubstancial a Deus" (p. 295). A "situação pós-moderna 24 III | problemática de Calcedónia" (p. 290), precisamente no sentido 25 III | a pessoa humana Jesus" (p. 442). ~Esta interpretação 26 IV | uma Trindade imanente" (p. 474). Elas deveriam ser 27 IV | Logos" e "Espírito" (cf. p. 481), que como "símbolos 28 IV | Deus como Espírito (cf. p. 484). Uma visão como esta, 29 IV | interior de Deus diferenciada" (p. 484). Como consequência, " 30 IV | principal da própria doutrina" (p. 483), ou seja, "que Deus 31 IV | que Deus é uno e único" (p. 482). ~Esta interpretação 32 V | forma a morte de Jesus (cf. p. 86, n. 105). Além disso, 33 V | um salvador universal" (p. 211) e que a ideia da morte 34 V | do Antigo Testamento (cf. p. 85). Afirma-se também que 35 V | sentido para o mundo de hoje" (p. 241). Esta linguagem deveria 36 V | positivo de Jesus Cristo" (p. 241). ~Na realidade, esta 37 VI | outras mediações religiosas (p. 403). Afirma, além disso, 38 VI | Jesus não é necessária" (p. 405); de facto "Deus actua 39 VI | e da realidade cristã" (p. 412). O Autor insiste sobre 40 VI | unicamente a Jesus de Nazaré" (p. 417). No que se refere 41 VI | nível do cristianismo" (p. 415). Além disso, para 42 VI | simplesmente superadas" (p. 333). ~Esta posição teológica 43 VII | historicamente mediada" (p. 131) e pelo princípio de 44 VII | que hoje é impossível" (p. 127). Vista deste modo, 45 VII | autêntica existência humana" (p. 151; cf. p. 124). A ressurreição 46 VII | existência humana" (p. 151; cf. p. 124). A ressurreição é 47 VII | atitude de fé e de esperança" (p. 126). Os discípulos, depois 48 VII | poder e à morte definitiva" (p. 147) juntamente com uma 49 VII | poder salvífico de Deus (cf. p. 146). Além disso, segundo 50 VII | fé-esperança na ressurreição" (p. 147, n. 54; cf. pp. 124, 51 VII | conteúdo de uma fé já formada" (p. 145). ~A interpretação