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| Congregação para a Doutrina da Fé Notificação sobre o livro "Jesus symbol of God" do p. R. Haight, S. J. IntraText - Concordâncias (Hapax Legomena) |
Cap.
1 | 1 2 | 105 3 | 126 4 | 131 5 IV(5)| Decretum pro Iacobitis: DH 1330-1331; Concilium Vaticanum 6 IV(5)| Decretum pro Iacobitis: DH 1330-1331; Concilium Vaticanum II, 7 | 134 8 | 145 9 | 146 10 | 151 11 V(6) | Decretum de iustificatione: DH 1522, 1523; De poenitentia: DH 12 V(6) | iustificatione: DH 1522, 1523; De poenitentia: DH 1690; 13 | 155 14 V(6) | 1523; De poenitentia: DH 1690; De Sacrificio Missae: DH 15 | 17 16 | 173 17 V(6) | De Sacrificio Missae: DH 1740; Concilium Vaticanum II, 18 II | prólogo de João (cf. pp. 155-178), onde, na sua opinião, 19 I | epistemologia religiosa" (p. 188). Um elemento fundamental 20 | 19 21 I | pós-moderna (cf. pp. 49-50, 127, 195, 241, 249, 273-274, 278- 22 I | qual ela remete (cf. pp. 196-198). A linguagem simbólica 23 I | ela remete (cf. pp. 196-198). A linguagem simbólica 24 Int | Maryknoll: Orbis Books, 1999) do Padre Roger Haight S. 25 | 20 26 VI(7)| Cum occasione, n. 5: DH 2005; Sanctum Officium, Decr. 27 I | próprio Deus (cf. p. 9, 210, 282, 471). ~Estas posições 28 V | salvador universal" (p. 211) e que a ideia da morte 29 VI(7)| Iansenistarum, n. 4: DH 2304; Concilium Vaticanum II, 30 | 24 31 I | pp. 49-50, 127, 195, 241, 249, 273-274, 278-282, 330-334). 32 I | figurativa (cf. pp. 177, 256), expressaria e produziria 33 III | como todos os outros" (p. 259), "um ser humano e uma criatura 34 | 26 35 I | 50, 127, 195, 241, 249, 273-274, 278-282, 330-334). 36 I | 127, 195, 241, 249, 273-274, 278-282, 330-334). Afirma-se, 37 I | 195, 241, 249, 273-274, 278-282, 330-334). Afirma-se, 38 II | cultura pos-moderna (cf. p. 281; 485). O Concílio de Niceia, 39 III | considerado divino" (p. 283) e "Jesus Cristo [...] deve 40 III | problemática de Calcedónia" (p. 290), precisamente no sentido 41 III | uma pessoa humana" (p. 296) e "um ser humano como nós" ( 42 II | realidade transcendente" (p. 297). Por conseguinte, o dogma 43 | 31 44 | 40 45 VI | mediações religiosas (p. 403). Afirma, além disso, que " 46 VI | Jesus não é necessária" (p. 405); de facto "Deus actua na 47 VI | da realidade cristã" (p. 412). O Autor insiste sobre 48 VI | nível do cristianismo" (p. 415). Além disso, para ele " 49 VI | unicamente a Jesus de Nazaré" (p. 417). No que se refere à missão 50 I(1) | Constantinopolitanum II, Canones: DH 424, 426. ~ 51 I(1) | Constantinopolitanum II, Canones: DH 424, 426. ~ 52 III | humano como nós" (p. 205; 428). O "verdadeiro Deus e verdadeiro 53 II | em Jesus" (p. 284; cf. p. 438), considerando que o recurso 54 II | de Deus como Logos" (p. 439). ~Esta interpretação não 55 III | pessoa humana Jesus" (p. 442). ~Esta interpretação da 56 | 46 57 | 47 58 I | Deus (cf. p. 9, 210, 282, 471). ~Estas posições metodológicas 59 IV | uma Trindade imanente" (p. 474). Elas deveriam ser consideradas 60 II(2)| Igreja helenista (cf. p. 475). ~ 61 IV | Logos" e "Espírito" (cf. p. 481), que como "símbolos religiosos", 62 IV | Deus é uno e único" (p. 482). ~Esta interpretação da 63 IV | da própria doutrina" (p. 483), ou seja, "que Deus é uno 64 II | pos-moderna (cf. p. 281; 485). O Concílio de Niceia, 65 | 49 66 | 50 67 IV(5)| XII, Professio fidei: DH 525-532; Synodus Toletana XVI, 68 IV(5)| Professio fidei: DH 525-532; Synodus Toletana XVI, Professio 69 | 54 70 IV(5)| XVI, Professio fidei: DH 568-573; Concilium Lateranense 71 IV(5)| Professio fidei: DH 568-573; Concilium Lateranense IV, 72 | 65 73 | 75 74 IV(5)| IV, Professio fidei: DH 803-805; Concilium Florentinum, 75 IV(5)| Professio fidei: DH 803-805; Concilium Florentinum, 76 | 85 77 | 86 78 Con | na Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, 79 V | Esta linguagem deveria ser abandonada porque "as imagens associadas 80 IV | em geral, leva o Autor a abandonar a compreensão correcta da 81 I | ou que Cristo é o centro absoluto ao qual todas as outras 82 II | uma forma que hoje não é aceitável, isto é, como uma fonte 83 V | em sacrifício a Deus, que aceitou suportar a punição pelos 84 IV | Trindade ~Como consequência da acima mencionada interpretação 85 I | 334): "A tradição deve ser acolhida criticamente na situação 86 I | pessoa, um objecto ou um acontecimento) que dá a conhecer e torna 87 III | pós-moderna em cristologia", acrescenta o Autor, "exige uma mudança 88 I | mas também não devem ser acriticamente repetidas porque "na nossa 89 VI | universal de Jesus Cristo (cf. Act 4, 12; 1 Tm 2, 4-6; Jo 14, 90 I | por exemplo, que devido à actual consciência pluralista, " 91 VII | ressurreição é apresentada como a afirmação de que "Jesus é ontologicamente 92 | ainda 93 | algumas 94 Con | RATZINGER ~Prefeito ~D. ANGELO AMATO, S.D.B.~Arcebispo Tit. de 95 VI | Mc 16, 15; Ef 3, 8-11), ambas testemunhadas com clareza 96 Con | RATZINGER ~Prefeito ~D. ANGELO AMATO, S.D.B.~Arcebispo 97 | antes 98 V | seus seguidores à luz do Antigo Testamento (cf. p. 85). 99 VI | conseguinte, a missão da Igreja de anunciar e comunicar o dom de Cristo 100 | aos 101 | apenas 102 V | repulsa e uma barreira a um apreço positivo de Jesus Cristo" ( 103 VII | ressurreição de Jesus ~A apresentação que o Autor faz da ressurreição 104 Con | assinado Cardeal Prefeito, aprovou a presente Notificação, 105 | aquilo 106 Con | D. ANGELO AMATO, S.D.B.~Arcebispo Tit. de Sila~Secretário ~ ~ 107 Int | propósito, em conformidade com o art. 26 do Regulamento para 108 | às 109 Con | Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, aprovou 110 Int | nem rectificava os erros assinalados. Por este motivo, e tendo 111 V | abandonada porque "as imagens associadas a estes modos de falar ofendem 112 Int | III), prestando particular atenção ao método teológico do Autor. ~ 113 VII | valor unicamente por uma atitude de fé e de esperança" (p. 114 | através 115 Con | Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida ao abaixo assinado 116 VII | revelação de Deus e uma autêntica existência humana" (p. 151; 117 Int | surgir dúvidas acerca da sua autenticidade, ou seja, se se tratava 118 V | geram uma repulsa e uma barreira a um apreço positivo de 119 Int | facto que o livro tinha sido bastante difundido, decidiu-se proceder 120 VII | sua concepção da linguagem bíblica e teológica como "simbólica 121 II(2)| dizer que as "metáforas" bíblicas "Logos" e "Espírito" se 122 VII | a revelação de Deus como bom, misericordioso, preocupado 123 Int | of God (Maryknoll: Orbis Books, 1999) do Padre Roger Haight 124 III | além da problemática de Calcedónia" (p. 290), precisamente 125 I(1) | Constantinopolitanum II, Canones: DH 424, 426. ~ 126 VI | seria necessário ter "a capacidade de reconhecer outras religiões 127 VII | iniciou no amor, devido ao carácter ilimitado daquele amor, 128 I | pós-moderno, que em parte se caracteriza por uma historicidade radical 129 Con | Virgem e Mártir. ~JOSEPH Card. RATZINGER ~Prefeito ~D. 130 Con | concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, aprovou a presente 131 Int | decidiu-se confiar directamente o caso ao Ordinário do Autor. A 132 IV | diferenciações em Deus e de as chamar pessoas, de tal forma que 133 Int | assinada. ~A resposta assinada chegou no dia 7 de Janeiro de 2004. 134 VI | ambas testemunhadas com clareza pelo Novo Testamento e sempre 135 I | referência aos Concílios clássicos e também interpretá-los 136 VII | verificado no passado uma coisa que hoje é impossível" ( 137 Int | pertencentes ao primeiro coma da Professio Fidei, relativos 138 III | afirmações que devem ser compreendidas à luz da sua posição sobre 139 II | opinião, o Logos deveria ser compreendido em sentido meramente metafórico ( 140 VI | da Igreja de anunciar e comunicar o dom de Cristo salvador 141 IV | uma noção de Deus como comunidade, a ideia de hipostasiar 142 Con | João Paulo II, na Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal 143 VII | Jesus é guiada pela sua concepção da linguagem bíblica e teológica 144 VI | reconduzidas. Estes mitos ou concepções metanarrativas estão simplesmente 145 Int | presente Notificação, que conclui o relativo procedimento 146 Con | Conclusão ~Ao tornar pública esta 147 I | esta interpretação não se concretiza em propostas doutrinais 148 II | orientação hermenêutica inicial conduz o Autor antes de tudo a 149 I | Estas posições metodológicas conduzem a uma interpretação gravemente 150 IV | inculturação sucessiva, que teria conduzido a hipostasiar, o que significa, 151 III | homem, como é repetidamente confessado em vários concílios ecuménicos 152 Int | pelos peritos, decidiu-se confiar directamente o caso ao Ordinário 153 II(3)| Professio fidei: DH 124. A confissão nicena, reconfirmada noutros 154 II(3)| profissões de fé de todas as confissões cristãs. ~ 155 VI(7)| Redemptoris missio, nn. 4-6; Congregatio pro Doctrina Fidei, Decl. 156 Int | motivo, e tendo também em consideração o facto que o livro tinha 157 Int | impróprio. Foi portanto considerada necessária a publicação 158 IV | 474). Elas deveriam ser consideradas o êxito de uma inculturação 159 II | Jesus" (p. 284; cf. p. 438), considerando que o recurso ao termo " 160 IV | hipostasiar, o que significa, a considerar como "entidades reais" em 161 VI | universal da Igreja, ele consiera que seria necessário ter " 162 I | sentido de que os dados da fé constituem a norma e o critério para 163 II(3)| Professio fidei: DH 301, 302), constitui a base das profissões de 164 Int | erróneas, cuja divulgação constituía grave dano para os fiéis. 165 Int | da avaliação dos teólogos Consultores da Congregação para a Doutrina 166 Int | Padre Roger Haight S.J., contém graves erros doutrinais 167 VII | expressar e de ensinar o conteúdo de uma fé já formada" (p. 168 I | facto, numa subordinação dos conteúdos da fé à sua plausibilidade 169 I | que ao mesmo tempo está contida e se distingue do próprio 170 Con | as mencionadas afirmações contidas no livro Jesus Symbol of 171 Int | ensinamento da Igreja, dos erros contidos no seu livro. ~A resposta 172 VII | ilimitado daquele amor, continua a existir naquele amor sobrevivendo 173 I | pluralista, "não se pode continuar a afirmar ainda [...] que 174 | contudo 175 Int | Prepósito-Geral da Companhia de Jesus, convidando-o a dar a conhecer ao Autor 176 Int | do livro, pedindo-lhe que convidasse o Padre Haight S.J. a entregar, 177 Int | da sua metodologia e uma correcção, em fidelidade ao ensinamento 178 IV | abandonar a compreensão correcta da própria Trindade, interpretada " 179 IV | 484). Uma visão como esta, correspondente à teoria da experiência 180 III | contrária à fé da Igreja, que crê em Jesus Cristo, Filho eterno 181 I | histórico: uma realidade criada (por ex. uma pessoa, um 182 II | encarnação, na qual o ser humano criado ou a pessoa de Jesus de 183 III | 259), "um ser humano e uma criatura finita" (p. 262); enquanto 184 VI | de Jesus e da realidade cristã" (p. 412). O Autor insiste 185 VI | seria "normativo" para os cristãos, mas "não-constitutivo" 186 II(3)| fé de todas as confissões cristãs. ~ 187 VI | necessidade de passar do cristocentrismo ao teocentrismo, que "elimina 188 I | dogmáticas, especialmente cristológicas, no contexto cultural e 189 I | danifica na base o dogma cristológico que, a partir do Novo Testamento, 190 I | fé constituem a norma e o critério para a hermenêutica teológica. 191 I | tradição deve ser acolhida criticamente na situação de hoje" (p. 192 V | universal do sacrifício da cruz6. ~ 193 Int | Fé, depois de um estudo cuidadoso, julgou que o livro Jesus 194 | cuja 195 VI(7)| Innocentius XI, Const. Cum occasione, n. 5: DH 2005; 196 V | pecados, ou morrer para cumprir a justiça de Deus, não tem 197 Con | Card. RATZINGER ~Prefeito ~D. ANGELO AMATO, S.D.B.~Arcebispo 198 Con | Prefeito ~D. ANGELO AMATO, S.D.B.~Arcebispo Tit. de Sila~Secretário ~ ~ 199 I | ou um acontecimento) que dá a conhecer e torna presente 200 I | desviante das doutrinas da fé, dando lugar a afirmações erróneas. 201 I | compreendida pelo Autor, danifica na base o dogma cristológico 202 Int | divulgação constituía grave dano para os fiéis. Portanto, 203 Int | de Jesus, convidando-o a dar a conhecer ao Autor os erros 204 Con | a presente Notificação, decidida na Sessão Ordinária desta 205 Int | conseguinte, foi tomada a decisão de publicar a este propósito 206 VI(7)| Congregatio pro Doctrina Fidei, Decl. Dominus Iesus, nn. 13-15. 207 VII | esfera de Deus [...], a declaração de Deus que a vida de Jesus 208 Con | da Fé sente-se obrigada a declarar que as mencionadas afirmações 209 II | por isso não objecto de definição, e por fim não plausível 210 VII | portanto ao poder e à morte definitiva" (p. 147) juntamente com 211 IV | interpretada "como uma descrição de uma vida interior de 212 VII | 124). A ressurreição é descrita como "uma realidade transcendente 213 I | afirma que elas não devem ser descuidadas, mas também não devem ser 214 IV | de Jesus Cristo, o Autor desenvolve uma doutrina trinitária 215 | deste 216 I | interpretação gravemente redutiva e desviante das doutrinas da fé, dando 217 I | expressaria e produziria uma determinada experiência de Deus (cf. 218 IV | imanente" (p. 474). Elas deveriam ser consideradas o êxito 219 Con | a Doutrina da Fé, 13 de Dezembro de 2004, Memória de Santa 220 IV | elas estejam em comunicação dialógica recíproca, são contrárias 221 I | deveria ser realizada em diálogo com o mundo pós-moderno, 222 IV | ideia de hipostasiar as diferenciações em Deus e de as chamar pessoas, 223 IV | uma vida interior de Deus diferenciada" (p. 484). Como consequência, " 224 Int | livro tinha sido bastante difundido, decidiu-se proceder a um 225 IV | símbolo Jesus; e a interior, dinâmica, realizada pela comunicação 226 I | tempo está contida e se distingue do próprio meio, como realidade 227 I | contrário, uma leitura não só diversa, mas contrária ao verdadeiro 228 IV | seriam metáforas de duas diversas mediações histórico-salvíficas 229 I | linguístico pós-moderno, diverso daquele no qual foram elaboradas, 230 Int | afirmações erróneas, cuja divulgação constituía grave dano para 231 II(2)| e do Espírito: pretende dizer que as "metáforas" bíblicas " 232 VI(7)| nn. 4-6; Congregatio pro Doctrina Fidei, Decl. Dominus Iesus, 233 VI | fé da Igreja, também em documentos recentes7. ~ 234 I | concerne ao valor das fórmulas dogmáticas, especialmente cristológicas, 235 Int | a entregar, no prazo de dois meses úteis, um exclarecimento 236 VI | de anunciar e comunicar o dom de Cristo salvador a todos 237 Int | decidiu-se proceder a um exame doutrinal (cf. Regulamento para o 238 IV | religiosos", seriam metáforas de duas diversas mediações histórico-salvíficas 239 Int | era tal, que fez surgir dúvidas acerca da sua autenticidade, 240 V(6) | Paulus II, Litt. Encycl. Ecclesia de Eucharistia, n. 12. ~ 241 V | Afirma-se também que a linguagem eclesial tradicional "de Jesus que 242 VI | homens (Mt 28, 19; Mc 16, 15; Ef 3, 8-11), ambas testemunhadas 243 VII | doutrina da Igreja. Ela é elaborada com base em pressupostos 244 I | religiosa" (p. 188). Um elemento fundamental desta teoria 245 Int | da Companhia de Jesus o elenco das afirmações erróneas 246 VI | cristocentrismo ao teocentrismo, que "elimina a necessidade de ligar a 247 II | propõe "uma cristologia da encarnação, na qual o ser humano criado 248 II | Filho/Logos do Pai, que se encarnou na história para a nossa 249 III | a união hipostática, ou "enipostática", deveria ser compreendida " 250 I | interpreta, nem os esclarecem, enriquecendo a sua compreensão. A interpretação 251 VII | modos de expressar e de ensinar o conteúdo de uma fé já 252 II | conseguinte, o dogma de Niceia não ensinaria que o Filho ou o Logos eternamente 253 | entre 254 Int | convidasse o Padre Haight S.J. a entregar, no prazo de dois meses 255 Int | livro. ~A resposta do Autor, entregue a 31 de Março de 2003, foi 256 I | da religião em termos de epistemologia religiosa" (p. 188). Um 257 I | Em particular, a opção epistemológica da teoria do símbolo, do 258 VII | com base em pressupostos erróneos e não com base nos testemunhos 259 VI(7)| Sanctum Officium, Decr. Errores Iansenistarum, n. 4: DH 260 I | Igreja interpreta, nem os esclarecem, enriquecendo a sua compreensão. 261 Int | 28 de Junho de 2000, não esclarecia nem rectificava os erros 262 Int | submeter os necessários esclarecimentos e rectificações ao juízo 263 I | n. 65), ela deveria ser escrita no contexto de uma "teoria 264 II | afirma o Autor, "usa as Escrituras de uma forma que hoje não 265 VII | vivo, como um indivíduo na esfera de Deus [...], a declaração 266 I | das fórmulas dogmáticas, especialmente cristológicas, no contexto 267 V | Testamento, que se referem especificamente à salvação, e em particular 268 VII | por uma atitude de fé e de esperança" (p. 126). Os discípulos, 269 VII | narrações das aparições não são essenciais para a fé-esperança na ressurreição" ( 270 I | Afirma também que se deve estabelecer uma "correlação crítica" ( 271 Con | rectificadas, de forma a estarem em plena conformidade com 272 VII | ressurreição, ou seja, que Jesus estava vivo e foi exaltado no poder 273 IV | pessoas, de tal forma que elas estejam em comunicação dialógica 274 I | A linguagem simbólica estruturalmente poética, imaginativa e figurativa ( 275 Int | Doutrina da Fé, depois de um estudo cuidadoso, julgou que o 276 II | ensinaria que o Filho ou o Logos eternamente preexistente seria consubstancial 277 III | crê em Jesus Cristo, Filho eterno de Deus, que se fez homem, 278 V | palavras da instituição da Eucaristia, uma norma da sua fé acerca 279 V(6) | Litt. Encycl. Ecclesia de Eucharistia, n. 12. ~ 280 I | uma realidade criada (por ex. uma pessoa, um objecto 281 VII | Jesus estava vivo e foi exaltado no poder salvífico de Deus ( 282 Int | 31 de Março de 2003, foi examinada pela Sessão Ordinária da 283 Int | Congregação, a 5 de Maio de 2004, examinou-a e reafirmou o facto que 284 Int | de dois meses úteis, um exclarecimento da sua metodologia e uma 285 I | 330-334). Afirma-se, por exemplo, que devido à actual consciência 286 III | cristologia", acrescenta o Autor, "exige uma mudança de interpretação 287 VII | de Deus e uma autêntica existência humana" (p. 151; cf. p. 288 VII | daquele amor, continua a existir naquele amor sobrevivendo 289 IV | deveriam ser consideradas o êxito de uma inculturação sucessiva, 290 V | Jesus como morte sacrifical, expiatória e redentora" seria unicamente 291 V | interpretação profética" explicaria da melhor forma a morte 292 I | e também interpretá-los explicitamente para o nosso presente" ( 293 VII | narrações seriam "modos de expressar e de ensinar o conteúdo 294 I | figurativa (cf. pp. 177, 256), expressaria e produziria uma determinada 295 III | Jesus. Na realidade, ele usa expressões como: Jesus "deve ser considerado 296 II | é o símbolo concreto que exprime a presença na história de 297 IV | histórico-salvíficas do Deus uno e único: a exterior, histórica, através do símbolo 298 II | directamente representativa de factos ou dados objectivos, sobre 299 II(2)| O Autor fala de "hipostasiar" ou de " 300 V | associadas a estes modos de falar ofendem a sensibilidade 301 VII | apresentação que o Autor faz da ressurreição de Jesus 302 I | Por conseguinte, deve fazer-se referência aos Concílios 303 VII | não são essenciais para a fé-esperança na ressurreição" (p. 147, 304 Int | de uma primeira avaliação feita pelos peritos, decidiu-se 305 Int | metodologia e uma correcção, em fidelidade ao ensinamento da Igreja, 306 Int | constituía grave dano para os fiéis. Portanto, decidiu-se seguir 307 I | deveria também "permanecer fiel à revelação originária e 308 I | estruturalmente poética, imaginativa e figurativa (cf. pp. 177, 256), expressaria 309 IV(5)| fidei: DH 803-805; Concilium Florentinum, Decretum pro Iacobitis: 310 II | aceitável, isto é, como uma fonte de informações directamente 311 Con | enquanto as suas posições não forem rectificadas, de forma a 312 VII | o conteúdo de uma fé já formada" (p. 145). ~A interpretação 313 I | entre estes dados e as formas e qualidades do pensamento 314 I | que concerne ao valor das fórmulas dogmáticas, especialmente 315 I | Deus (cf. p. 11), mas não forneceria informações objectivas acerca 316 Int | a algumas verdades de fé fundamentais. Por conseguinte, foi tomada 317 I | religiosa" (p. 188). Um elemento fundamental desta teoria seria o símbolo, 318 VI | Esta posição teológica nega fundamentalmente a missão salvífica universal 319 II | consubstancial ao Pai e por Ele gerado. O Autor propõe "uma cristologia 320 V | sensibilidade pós-moderna e geram uma repulsa e uma barreira 321 V | unicamente o resultado de uma gradual interpretação dos seus seguidores 322 Int | cuja divulgação constituía grave dano para os fiéis. Portanto, 323 I | conduzem a uma interpretação gravemente redutiva e desviante das 324 VII | ressurreição de Jesus é guiada pela sua concepção da linguagem 325 Int | resposta do Padre Roger Haigt S.J., apresentada em 28 326 II(2)| na linguagem da Igreja helenista (cf. p. 475). ~ 327 II(2)| de "hipostasiar" ou de "hipóstase" do Logos e do Espírito: 328 III | no sentido de que a união hipostática, ou "enipostática", deveria 329 IV | uno e único: a exterior, histórica, através do símbolo Jesus; 330 VII | de uma experiência que é historicamente mediada" (p. 131) e pelo 331 I | todas as outras mediações históricas são relativas. [...] Na 332 I | símbolo, como concreto meio histórico: uma realidade criada (por 333 IV | duas diversas mediações histórico-salvíficas do Deus uno e único: a exterior, 334 II | intencionalmente, também contra o horizonte cultural do tempo, a real 335 IV(5)| Florentinum, Decretum pro Iacobitis: DH 1330-1331; Concilium 336 VI(7)| Officium, Decr. Errores Iansenistarum, n. 4: DH 2304; Concilium 337 IV | mencionada interpretação da identidade de Jesus Cristo, o Autor 338 III | consequência uma compreensão de igual modo errónea da doutrina 339 VII | amor, devido ao carácter ilimitado daquele amor, continua a 340 V | ser abandonada porque "as imagens associadas a estes modos 341 I | estruturalmente poética, imaginativa e figurativa (cf. pp. 177, 342 IV | doutrinas de uma Trindade imanente" (p. 474). Elas deveriam 343 Int | uso de um método teológico impróprio. Foi portanto considerada 344 I | que transmitem o sentido imutável dos dogmas que a fé da Igreja 345 VII | Autor leva a uma posição incompatível com a doutrina da Igreja. 346 IV | consideradas o êxito de uma inculturação sucessiva, que teria conduzido 347 VII | ontologicamente vivo, como um indivíduo na esfera de Deus [...], 348 I | que, a fim de superar um "ingénuo positivismo de revelação" ( 349 II | orientação hermenêutica inicial conduz o Autor antes de 350 VII | facto que "aquilo que Deus iniciou no amor, devido ao carácter 351 VI(7)| Cf. Innocentius XI, Const. Cum occasione, 352 VI | cristã" (p. 412). O Autor insiste sobre a necessidade de passar 353 V | particular nas palavras da instituição da Eucaristia, uma norma 354 I | fé à sua plausibilidade e inteligibilidade na cultura pós-moderna ( 355 II | Concílio de Niceia apenas a intenção de afirmar "que nada menos 356 V | reconheceu em Jesus uma intencionalidade redentora universal em relação 357 II | dogma de Niceia, que afirma intencionalmente, também contra o horizonte 358 I | dogmas que a fé da Igreja interpreta, nem os esclarecem, enriquecendo 359 I | Concílios clássicos e também interpretá-los explicitamente para o nosso 360 IV | correcta da própria Trindade, interpretada "como uma descrição de uma 361 VII | 147) juntamente com uma intervenção de Deus como Espírito, progressivamente 362 Int | Introdução ~A Congregação para a Doutrina 363 | isso 364 | isto 365 V(6) | Tridentinum, Decretum de iustificatione: DH 1522, 1523; De poenitentia: 366 | já 367 Int | assinada chegou no dia 7 de Janeiro de 2004. A Sessão Ordinária 368 VI | Act 4, 12; 1 Tm 2, 4-6; Jo 14, 6) e, por conseguinte, 369 Con | Luzia, Virgem e Mártir. ~JOSEPH Card. RATZINGER ~Prefeito ~ 370 Int | esclarecimentos e rectificações ao juízo da Congregação para a Doutrina 371 Int | de um estudo cuidadoso, julgou que o livro Jesus Symbol 372 Int | doutrinas, no dia 22 de Julho de 2002 foi transmitido 373 Int | J., apresentada em 28 de Junho de 2000, não esclarecia 374 VII | morte definitiva" (p. 147) juntamente com uma intervenção de Deus 375 V | ou morrer para cumprir a justiça de Deus, não tem sentido 376 Int | Observações ao Padre Peter-Hans Kolvenbach, Prepósito-Geral da Companhia 377 IV(5)| fidei: DH 568-573; Concilium Lateranense IV, Professio fidei: DH 378 II | p. 177). Além disso, ele lê no pronunciamento do Concílio 379 I | resulta ser, ao contrário, uma leitura não só diversa, mas contrária 380 VI | elimina a necessidade de ligar a salvação de Deus unicamente 381 I | no contexto cultural e linguístico pós-moderno, diverso daquele 382 Int | Outubro de 2003. A forma literária do texto era tal, que fez 383 I | das doutrinas da fé, dando lugar a afirmações erróneas. Em 384 Con | de 2004, Memória de Santa Luzia, Virgem e Mártir. ~JOSEPH 385 Int | Ordinária da Congregação, a 5 de Maio de 2004, examinou-a e reafirmou 386 Int | Autor, entregue a 31 de Março de 2003, foi examinada pela 387 Con | de Santa Luzia, Virgem e Mártir. ~JOSEPH Card. RATZINGER ~ 388 Int | livro Jesus Symbol of God (Maryknoll: Orbis Books, 1999) do Padre 389 VI | todos os homens (Mt 28, 19; Mc 16, 15; Ef 3, 8-11), ambas 390 VII | experiência que é historicamente mediada" (p. 131) e pelo princípio 391 III | símbolo concreto, seria ou mediaria a presença salvífica de 392 III | como "mediação" simbólica ("medium"): Jesus seria "uma pessoa 393 V | profética" explicaria da melhor forma a morte de Jesus ( 394 Con | 13 de Dezembro de 2004, Memória de Santa Luzia, Virgem e 395 IV | Como consequência da acima mencionada interpretação da identidade 396 Con | obrigada a declarar que as mencionadas afirmações contidas no livro 397 | menos 398 VII | sobre a sua vida e a sua mensagem, particularmente sobre a 399 II | compreendido em sentido meramente metafórico (cf. p. 177). 400 Int | entregar, no prazo de dois meses úteis, um exclarecimento 401 II | compreendido em sentido meramente metafórico (cf. p. 177). Além disso, 402 VI | Estes mitos ou concepções metanarrativas estão simplesmente superadas" ( 403 Int | um exclarecimento da sua metodologia e uma correcção, em fidelidade 404 I | 282, 471). ~Estas posições metodológicas conduzem a uma interpretação 405 VII | revelação de Deus como bom, misericordioso, preocupado pelo ser humano 406 V(6) | DH 1690; De Sacrificio Missae: DH 1740; Concilium Vaticanum 407 VI | ser reconduzidas. Estes mitos ou concepções metanarrativas 408 V | pelos nossos pecados, ou morrer para cumprir a justiça de 409 Int | erros assinalados. Por este motivo, e tendo também em consideração 410 VI | salvador a todos os homens (Mt 28, 19; Mc 16, 15; Ef 3, 411 III | acrescenta o Autor, "exige uma mudança de interpretação que vai 412 | nada 413 VI | para os cristãos, mas "não-constitutivo" para as outras mediações 414 | naquele 415 VII | Espírito, progressivamente fez nascer esta nova fé na ressurreição, 416 Int | pedindo-lhe para submeter os necessários esclarecimentos e rectificações 417 VI | Esta posição teológica nega fundamentalmente a missão 418 Int | ressurreição de Jesus. A avaliação negativa referiu-se também ao uso 419 | neste 420 II(3)| fidei: DH 124. A confissão nicena, reconfirmada noutros concílios 421 VI | salvação de Deus no mesmo nível do cristianismo" (p. 415). 422 IV | Como consequência, "uma noção de Deus como comunidade, 423 VI | afirma que Jesus seria "normativo" para os cristãos, mas " 424 | nos 425 | nosso 426 | nossos 427 II(3)| confissão nicena, reconfirmada noutros concílios ecuménicos (cf. 428 VII | progressivamente fez nascer esta nova fé na ressurreição, ou seja, 429 I | crítica" traduz-se, de facto, numa subordinação dos conteúdos 430 IV | proclamou e confirmou em numerosos e solenes pronunciamentos5. ~ 431 I | não forneceria informações objectivas acerca do próprio Deus ( 432 II | representativa de factos ou dados objectivos, sobre a realidade transcendente" ( 433 Con | Doutrina da Fé sente-se obrigada a declarar que as mencionadas 434 Int | transmitida uma série de Observações ao Padre Peter-Hans Kolvenbach, 435 VI(7)| Innocentius XI, Const. Cum occasione, n. 5: DH 2005; Sanctum 436 V | associadas a estes modos de falar ofendem a sensibilidade pós-moderna 437 V | que sofre por nós, que se oferece em sacrifício a Deus, que 438 VI(7)| n. 5: DH 2005; Sanctum Officium, Decr. Errores Iansenistarum, 439 | onde 440 VII | afirmação de que "Jesus é ontologicamente vivo, como um indivíduo 441 I | erróneas. Em particular, a opção epistemológica da teoria 442 II | 155-178), onde, na sua opinião, o Logos deveria ser compreendido 443 V | posição do Autor está em oposição com a doutrina da Igreja, 444 Int | Symbol of God (Maryknoll: Orbis Books, 1999) do Padre Roger 445 Con | Ordinária desta Congregação, e ordenou a sua publicação. ~Roma, 446 VII | e pelo princípio de que "ordinariamente não se deveria supor que 447 Int | confiar directamente o caso ao Ordinário do Autor. A 14 de Fevereiro 448 II | preexistência do Verbo ~A orientação hermenêutica inicial conduz 449 I | permanecer fiel à revelação originária e à constante tradição" ( 450 | outra 451 | outros 452 Int | da Congregação, em 8 de Outubro de 2003. A forma literária 453 V | salvação, e em particular nas palavras da instituição da Eucaristia, 454 IV | trinitária errónea. A seu parecer "o ensinamento do Novo Testamento 455 I | pensamento pós-moderno, que em parte se caracteriza por uma historicidade 456 VII | sua vida e a sua mensagem, particularmente sobre a revelação de Deus 457 I | dogma cristológico que, a partir do Novo Testamento, proclama 458 VII | que se tenha verificado no passado uma coisa que hoje é impossível" ( 459 VI | insiste sobre a necessidade de passar do cristocentrismo ao teocentrismo, 460 VI(7)| Lumen gentium, n. 8; Const. Pastor. Gaudium et spes, n. 22; 461 Con | O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida 462 V | suportar a punição pelos nossos pecados, ou morrer para cumprir 463 Int | Roger Haight, S.J.; foi pedida, portanto, uma sua resposta 464 I | as formas e qualidades do pensamento pós-moderno, que em parte 465 Int | primeira avaliação feita pelos peritos, decidiu-se confiar directamente 466 I | pós-moderno, mas deveria também "permanecer fiel à revelação originária 467 Int | da fé divina e católica pertencentes ao primeiro coma da Professio 468 Int | realmente de uma resposta pessoal do Padre Roger Haight, S. 469 Int | de Observações ao Padre Peter-Hans Kolvenbach, Prepósito-Geral 470 I | dos conteúdos da fé à sua plausibilidade e inteligibilidade na cultura 471 II | definição, e por fim não plausível na cultura pos-moderna ( 472 Con | rectificadas, de forma a estarem em plena conformidade com a doutrina 473 III | 295): só neste sentido ele poderia ser considerado como "verdadeiramente 474 V(6) | iustificatione: DH 1522, 1523; De poenitentia: DH 1690; De Sacrificio 475 I | simbólica estruturalmente poética, imaginativa e figurativa ( 476 Con | doutrina da Igreja. ~O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência 477 IV | recíproca, são contrárias ao ponto principal da própria doutrina" ( 478 II | não plausível na cultura pos-moderna (cf. p. 281; 485). O Concílio 479 I | fim de superar um "ingénuo positivismo de revelação" (p. 173, n. 480 V | uma barreira a um apreço positivo de Jesus Cristo" (p. 241). ~ 481 I | porque "na nossa cultura não possuem o mesmo significado de quando 482 Int | Haight S.J. a entregar, no prazo de dois meses úteis, um 483 III | de Calcedónia" (p. 290), precisamente no sentido de que a união 484 II | Filho ou o Logos eternamente preexistente seria consubstancial ao 485 I | I. Método teológico ~No Prefácio do seu livro, Jesus Symbol 486 III | concílios ecuménicos e na pregação constante da Igreja4. ~ 487 VII | como bom, misericordioso, preocupado pelo ser humano e pela salvação. 488 Int | conhecer ao Autor os erros presentes no livro, e pedindo-lhe 489 II | simplesmente considerado como pressuposto2, e por isso não objecto 490 VII | é elaborada com base em pressupostos erróneos e não com base 491 Int | das doutrinas, cap. III), prestando particular atenção ao método 492 II(2)| do Logos e do Espírito: pretende dizer que as "metáforas" 493 Int | de exame. Depois de uma primeira avaliação feita pelos peritos, 494 Int | católica pertencentes ao primeiro coma da Professio Fidei, 495 IV | são contrárias ao ponto principal da própria doutrina" (p. 496 VII | mediada" (p. 131) e pelo princípio de que "ordinariamente não 497 III | interpretação que vai além da problemática de Calcedónia" (p. 290), 498 Int | bastante difundido, decidiu-se proceder a um exame doutrinal (cf. 499 I | partir do Novo Testamento, proclama que Jesus de Nazaré é a 500 VI | Novo Testamento e sempre proclamadas pela fé da Igreja, também 501 IV | das Pessoas, que a Igreja proclamou e confirmou em numerosos