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| Irmão Benito Arbués Circular Convocatória Capítulo Geral IntraText CT - Texto |
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Funções
O Capítulo Geral ordinário tem as seguintes funções:
1. proceder à eleição do Irmão Superior Geral, do Irmão Vigário Geral e dos membros do Conselho Geral, conforme o direito próprio;
2. tratar de assuntos de maior importância que dizem respeito à natureza, ao fim e ao espírito do Instituto e de lhe promover a renovação e adaptação, salvaguardando-lhe o patrimônio espiritual;
3. fixar os Estatutos para todo o Instituto;
4. propor à Santa Sé eventuais modificações de alguns pontos das Constituições (C. 139).
· Uma tarefa importante de qualquer Capítulo é a de conhecer e analisar a situação do Instituto. Isto implica na tomada de consciência de nossa postura concreta frente ao mundo e de nossa proximidade dos jovens que nos propomos a amar e servir. Não é fácil fazer esta análise sem manter contato especial com o mundo e a Igreja para conhecer melhor sua realidade.
A sociedade é o cenário das mudanças e correntes nas quais costumam estar mesclados elementos muito díspares. A Igreja, a vida religiosa e o Instituto marista estão nesse cenário. Não depende de nós evitar essa realidade, tampouco temos de fugir dela. Somos uma caixa de ressonância do que ocorre no mundo e nesse meio temos que viver e realizar nossa missão. O importante é saber afrontá-la à luz do evangelho e com atitude profética, às vezes discordando, mas oferecendo caminhos de esperança.
Feita essa análise, o Capítulo terá de avaliar os meios com os quais contamos e até que ponto estão servindo aos objetivos preferenciais que nos propomos. O que hoje está em jogo não é a continuidade das obras nem sua qualidade material, mas a vitalidade e o dinamismo de nosso carisma.
Esta reflexão requer do Instituto em geral, e mais particularmente dos capitulares, espírito e atitude de discernimento para estar atentos ao mundo atual e aos impulsos do Espírito.
· Uma conseqüência do anterior é fazer os reajustes que sejam necessários para orientar o futuro do Instituto, tanto nas prioridades como em nossa prática, nos meios e recursos, adaptando a animação e o governo do Instituto. Este último pode merecer especial reflexão levando em conta a nova configuração das unidades administrativas que se completará no pós-capítulo.