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| A Comissão Internacional de Educação Marista Educação Marista IntraText CT - Texto |
Discípulos de Marcelino Champagnat
178. Um homem fiel a Deus em uma época de crise
l Fonte e raiz que dão vida à Educação Marista – 1
l Contexto histórico, familiar, religioso e cultural em que viveu, cresceu, foi educado e exerceu seu ministério sacerdotal – 2, 3, 4, 5, 6, 7
l Fundação do Instituto – 8, 9, 10
l Os primeiros Irmãos – 11, 12, 13
l Mosteiro e centro de formação – 14
l Centro de aprimoramento pedagógico – 15
l Centro de uma rede de escolas primárias – 16
l Centro de atividade missionária – 17
Um educador para o nosso tempo
l redirecionou sua vida para o sacerdócio e missão – 18
l ousou imaginar uma nova fundação – 19
l determinou-se a constituir a obra dos Irmãos – 20
l soube apresentar, defender e promover o projeto que havia recebido de Deus – 21
180. Educador das crianças e jovens
l Excepcional educador das crianças e jovens – 23
l Modelador de um sistema de valores educativos – 24
181. Formador de jovens apóstolos
l orientador espiritual – 25, 26
l capacitador profissional dos Irmãos – 27
l formador de lideranças – 28
182. Continuamos sua obra educacional
l sua esperança e ideal continuam inabaláveis em nós que o continuamos – 29
l seus sucessores estenderam sua obra – 30
Irmãos e Leigos, juntos na Missão, na Igreja e no Mundo
183. Em nome de Marcelino Champagnat
l tocados pela personalidade, pelo carisma e espírito de Champagnat – 31, 32
l irmanados na mesma missão – 33
184. Um só povo, um só espírito, muitos dons
l raízes da compreensão de nossa parceria na missão – 34
l valores fundamentais ao nosso ideal e prática educativa – 35
l um dom para toda a Igreja, a serviço da humanidade – 36
l um modo de viver o Evangelho – 36
l força inspiradora de gerações de discípulos – 36
l no coração do carisma, a experiência do amor de Jesus e Maria por nós – 37
l Irmãos e Leigos Maristas, identificados e comprometidos com o carisma – 38, 39, 40
l aprofundamento de nossa fidelidade ao carisma – 41
186. Vivemos e trabalhamos juntos
l ambiente de trabalho e sentido de companheirismo no apostolado – 42
l lealdade e compromisso na missão, chave para resolver tensões – 43
l capacidade de perdoar e preservar o sentido de pertença à missão – 44
l sentido da parceria com os pais na missão educativa – 45
l integração de nossas obras com a Igreja local – 46
187. Uma responsabilidade compartilhada
l interesse comum e co-responsabilidade – 47, 48
l inclusão do leigo na direção e administração – 49
l um modo de colaboração dos Irmãos com outras instituições – 50
l programas de formação dos leigos e estruturas que lhes dão suporte – 51
188. Um Sinal do Reino de Deus
l partilha da missão e espírito de comunhão, um sinal da Boa Nova para a Igreja – 52
Entre os jovens, especialmente entre os mais abandonados
l a exemplo de Champagnat – 53
l nossa preferência pelos excluídos – 54, 55
l atenção às tendências sociais e culturais que influem na formação das consciências – 56
l desafios do mundo atual: ambigüidades e possibilidades – 57
l tendências que ameaçam o amadurecimento das crianças e jovens – 58
l sinais de esperança: nova consciência de serviço à vida e à libertação – 59
l idealismo juvenil e motivações que levam os jovens a confiar nos formadores – 60
l dramas interiores que afetam os jovens – 62
l o espírito compassivo de Champagnat anima nossas atitudes – 63
l interpelação da dura realidade em que vivem as crianças e jovens – 64
l compaixão de Deus pelo mundo – 65
l causa dos pobres, causa de Deus – 66
l ajuda pessoal e institucional aos pobres – 67
l arriscar algo de nossa própria segurança – 68
Somos semeadores da boa nova
l núcleo da missão marista – 69
l nossa participação na missão marista – 70
l conteúdos do processo evangelizador – 71, 72, 73, 74
190. Nossa missão de Evangelizar pela Educação
l apóstolos da juventude, evangelizamos pelo testemunho de nossa presença e vida junto aos jovens – 75
l em todas as situações, oferecemos a educação integral – 76
l abrangência da educação integral – 77
l presença entre as crianças e os jovens, como a de Jesus com os discípulos de Emaús – 78
l acolhimento respeitoso e terno às crianças e aos jovens – 79
l ajuda às crianças e aos jovens, na descoberta de sua dimensão espiritual – 80
l dimensão dialogal da educação marista – 81
l dimensão comunitária da educação marista – 82
l educação na e para a solidariedade – 83
l desenvolvimento do sentido de pertença à Igreja local – 84
l respeito à liberdade religiosa de todos – 85
191. Respeitamos suas idades e as distintas situações
l respeito às diferenças individuais – 86
l iniciação à vida cristã e nas atitudes de serviço e solidariedade – 87
l acompanhamento aos adolescentes na busca de sua identidade e equilíbrio – 88
l trabalho com os jovens adultos – 89
l ajuda aos jovens para discernir sua vocação na vida – 90
192. Com a força do Espírito, do jeito de Maria
l a evangelização é prioritariamente uma ação do Espírito Santo – 91
l disponibilidade às moções do Espírito Santo – 92
l nisi dominum edificaverit domum – 93
193. Nossa missão de educadores
l nosso trabalho de educadores: não apenas uma profissão, mas uma vocação – 94
l evangelizadores e evangelizandos – 95
l nossa vocação no sentir do Pe. Champagnat – 96
l abordagem pedagógica própria – 97
l características da educação marista – 98
l pedagogia da presença – 99, 100, 101, 102
l autenticidade e sinceridade nas relações – 103
l as "três violetas" na tradição da educação marista – 104
l o valor da simplicidade nas estruturas e na vida – 105, 106
l membros de uma família que se ama – 107
l compromisso de construir comunidade – 108
l sentido de pertença à família – 109
l atenção especial aos mais necessitados – 110
l espírito de parceria, responsabilidade e autonomia responsável – 111
l Champagnat, exemplo de trabalho – 112
l expressões concretas de amor ao trabalho – 113
l trabalho, fator de realização pessoal – 114
l sentido social e religioso do trabalho – 115
l ajuda aos jovens na consecução de emprego – 115
l a pedagogia do esforço – 116
l Maria, modelo perfeito do educador marista – 117
l Maria, a peregrina na fé – 118
l Maria, discípula de Jesus – 119
l Maria, mãe e educadora na comunidade cristã – 120
l expressões da dimensão marial de nossa espiritualidade: 121, 122
l uma herança renovada e enriquecida – 124
l fidelidade criativa no seguimento de Champagnat – 125
l colégio marista, centro de aprendizagem, de vida e de evangelização – 126
l circunstâncias e características dos Colégios Maristas no mundo – 127
l nossas instituições escolares, uma única comunidade educativa – 128
l projeto educativo marista, um conjunto de valores norteadores – 129
200. Um processo educativo iluminado pela fé
l o educando, centro de nossas preocupações – 130
l os educando não são iguais – 131
l atenção aos mais fracos e vulneráveis – 132
l aspectos relevantes do processo educativo marista – 133
l aprendizagem ativa – 134
l participação e criatividade no processo de aprendizagem – 135
l formação do juízo crítico – 136
l educação que privilegia todos os aspectos – 137
l ênfase nos modernos meios de comunicação social – 138
l dotação de materiais e recursos – 139
l formação moral e espiritual para todos – 140
l estruturas de atendimento e orientação – 141
l a disciplina na tradição marista – 142, 143
201. Empregamos os nossos esforços para fazer de nossas instituições escolares centros de evangelização
l síntese de nossa missão evangelizadora – 144
l a educação religiosa, no centro de nosso currículo escolar – 145
l as aulas de educação religiosa e atividades que extrapolam a sala de aula – 146
l atenção ao clima religioso da escola – 147
l aprofundamento da formação espiritual – 148
l os movimentos apostólicos maristas – 149
l inserção da pastoral colegial na pastoral da Igreja local – 150
l estruturas de animação pastoral – 151
l educação para a solidariedade, o diálogo e a tolerância religiosa – 152
l centros de formação docente – 155
l presença no ensino superior – 156
l engajamento dos ex-alunos nas ações pastorais e sociais – 157
202. Transformando nossas instituições escolares
l evitar toda forma de elitismo – 158
l adequação do currículo escolar para atender às realidades sociais – 159
l fundações a serviço das regiões empobrecidas - 160
l atendimento aos excluídos e/ou em "situação de risco" – 161, 162
203. Somos todos chamados a ser líderes
l participação em programas de qualificação profissional e pastoral – 163
l formação dos diretores – 164
l participação nos organismos de Educação Católica – 165
l apelo à conversão para uma "humanidade nova" – 166
Em outras estruturas de educação
l crianças e jovens, centro de nossas preocupações – 167, 168, 169, 170
l autenticidade em nossas reações com os jovens – 171
l presença de apoio e animação junto aos jovens – 172
l centros de recreação e convívio social – 173, 174
l projetos de convivência e solidariedade para jovens de diferentes classes – 176
l circunstâncias e contexto de apostolado entre os jovens – 177, 178
l oportunidades de experiência de oração e de comunidade cristã para grupos de jovens – 179
l ações apostólicas adaptadas às características e circunstâncias de cada grupo – 180
l participação dos jovens nas pastorais colegiais – 181
l planos de formação continuada para jovens adultos – 183
l projetos de trabalho missionário e voluntário para jovens adultos – 184
l formação de líderes cristãos jovens – 185
l testemunho de vida, melhor serviço ao apostolado com os jovens – 186
l atualização , uma exigência que se impõe às lideranças de grupo – 187
l solidários com os companheiros de pastoral, partilhamos nossas experiências - 188
l vínculos com organismos de coordenação da pastoral juvenil – 189
206. Através de programas de educação não-formal
l função social e religiosa da educação não-formal - 190
l nossa participação em programas de desenvolvimento comunitário – 191, 192
l qualidades que se exigem para se atuar em ambientes novos – 193
l espírito de família, garantia de eficácia para o trabalho pastoral – 194
207. Através de programas sociais
l serviços que oferecemos aos jovens em "situação de risco" – 195,196
l estratégias educativas para integrar os que "vivem à margem" – 197,198, 199, 200
l assistência profissional para integrar os jovens desorientados ou em crise – 201
l atendimento espiritual aos jovens em crise – 202
l formação da consciência social dos jovens em crise – 203
l luta pela defesa dos direitos da infância e juventude – 204
l capacitação dos agentes de formação de jovens trabalhadores – 205
l experiência da Cruz e da Ressurreição no trabalho social – 206
l impactos que experimentamos no trabalho social – 207
l consciência das limitações pessoais no trabalho social – 208
208. Trabalhadores do Reino de Deus
l presença atenta e portadora de esperança para os desesperançados – 209
l chamados a ser ‘profetas’ para os pequeninos e marginalizados - 210
Olhamos para o futuro com audácia e esperança
l A Missão de Marcelino Champagnat continua através de nós