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A Comissão Internacional de Educação Marista
Educação Marista

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Amor ao trabalho13 

112. Marcelino Champagnat era um homem de trabalho, um enérgico inimigo da preguiça. Ele próprio formou-se com esforço tenaz e total confiança em Deus, e com essas características impregnou seu ministério paroquial, fundou sua família religiosa e empreendeu todos os seus projetos.14 Marcelino Champagnat, o construtor, mostra-nos a importância de estarmos dispostos a "arregaçar as mangas", preparados para fazer o que for necessário à realização da nossa Missão. Seguimos seu exemplo, sendo generosos de coração, constantes e perseverantes no trabalho cotidiano, bem como nos esforços empreendidos em nossa própria formação permanente.

113 No ambiente escolar, o amor ao trabalho implica uma cuidadosa preparação de nossas aulas e das atividades educacionais, a correção das tarefas e dos projetos dos alunos, o planejamento e a avaliação de nossas atividades, os programas e o acompanhamento daqueles que experimentam qualquer tipo de dificuldade.15 Isso exige que sejamos prospectivos e decididos a desenvolver respostas criativas às necessidades das crianças e dos jovens.

114 Em uma sociedade afetada pelo consumismo e pelo desperdício, optamos por preparar as novas gerações para descobrir a dignidade do trabalho. Pelo nosso exemplo, elas aprendem que o trabalho é um meio importante de realização pessoal, dando sentido à vida, e de contribuição para o bem-estar econômico, social e cultural da sociedade. Desse modo, cada um de nós torna-se "co-criador", continuando a obra da Criação, com alegria e esperança.

115 Reconhecemos a trágica realidade do desemprego. Em tal situação, oferecemos ajuda concreta para que os jovens mantenham sua dignidade e auto-estima, e sejam criativos e perseverantes em seus esforços para obter trabalho.

116 Através da pedagogia do esforço, procuramos ajudar as crianças e os jovens a desenvolver um caráter forte e uma vontade firme, uma consciência moral equilibrada e valores sólidos em que fundamentar suas vidas. Desenvolvemos um sentido de motivação e de organização pessoal que se traduza no adequado emprego do seu tempo, dos seus talentos e de sua capacidade de iniciativa. Promovemos o trabalho em equipe, ajudando-os a adquirir um espírito cooperativo e de sensibilidade social, para servir aos que necessitam.




13 C. 6



14 Vida, XIV, 415-417, 419, 422; Irmão Basílio Rueda, "O Espírito do Instituto", Circulares, 1975, p. 192



15 Guia das Escolas, 1853, 204






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