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| A Comissão Internacional de Educação Marista Educação Marista IntraText CT - Texto |
179. Para aqueles que expressam o desejo de aprofundar sua fé e o sentido de pertença à Igreja, oferecemos oportunidades de experiências de oração e de comunidade cristã mais intensas, e de participação em atividades apostólicas,6 seja criando-as por iniciativa nossa ou vinculando-nos às já existentes na Igreja local. Tomamos medidas para assegurar que, na Igreja local, todos os jovens encontrem acolhida, sejam ouvidos e possam ter iniciativas.7 Estabelecemos centros destinados a essa pastoral, a serviço de nossos próprios programas ou da Igreja em geral.
180. Adaptamos nossa ação apostólica à idade, características e circunstâncias8 de cada grupo, em particular, com que trabalhamos: por exemplo, aqueles que ainda freqüentam a escola, grupos paroquiais, jovens de zona rural ou urbana, jovens trabalhadores e estudantes universitários, jovens com forte vínculo e aqueles com pouca ou nenhuma ligação com a Igreja, jovens com ou sem recursos financeiros.
181. Adotamos um estilo pastoral simples e experiencial. Apresentamos aos jovens modelos de vida cristã que lhes permitam descobrir, em suas próprias vidas, o significado de ser cristão hoje. Organizamos atividades especiais tais como seminários, festivais, vigílias de oração, celebrações religiosas, retiros e peregrinações. Individualmente ou em pequenos grupos, nós os ajudamos a articular seus ideais e convertê-los em objetivos adequados à sua idade e contexto social.
182. Convidamos os jovens em idade escolar, que já assumiram, de alguma forma, em suas vidas, convicções cristãs, a se unirem à nossa pastoral, por exemplo, em programas catequéticos para crianças, como animadores de movimentos de juventude, e em outras atividades pelas quais eles podem evangelizar outros jovens.
183. Nossa ação pastoral com jovens adultos enfatiza sua maturidade pessoal na fé e o seu compromisso social e eclesial. Além das atividades já mencionadas, oferecemos acompanhamento pessoal, ajudando-os na sua experiência de vida.9 Iniciamo-los na espiritualidade apostólica marista e em como vivê-la na Igreja local. Oferecemos-lhes o apoio de uma rede de relações com outros jovens de sua idade. Junto com eles, elaboramos um plano abrangente para a formação continuada de acordo com suas necessidades e dedicamos tempo suficiente para sua realização.
184. Além disso, nós os encorajamos em seu envolvimento em programas missionários e de voluntariado, no exterior ou em seu país, em regiões remotas ou carentes. Oferecemos-lhes a possibilidade de viverem, durante algum tempo, como membros de uma comunidade apostólica marista.10 Promovemos seu sentido vocacional , incluindo as opções para a vida religiosa e o sacerdócio.11
185. Formamos os jovens que têm fé para que sejam líderes cristãos na sociedade. 12 Acompanhamo-los em seu desejo de serem sensíveis e solidários com os problemas de outros povos e culturas. Oferecemos-lhes a oportunidade de estudar a Doutrina Social da Igreja.
186. Como apóstolos da juventude, estamos convencidos de que o melhor serviço que prestamos para todos é através do testemunho da alegria de nossas vidas, como modelo do que seja um cristão engajado no mundo de hoje. Alimentamos nossa própria espiritualidade através do nosso relacionamento pessoal com Jesus Cristo, para sermos mais capazes de partilhar a fé com os jovens.
187. Mantemo-nos atualizados no que se refere aos avanços dos estudos teológicos, das ciências sociais e educacionais, e à teoria e à práxis da pastoral juvenil. Desenvolvemos nossa competência na liderança de grupos, bem como nossa formação em direção espiritual e na orientação pessoal.
188. Com os nossos amigos ou companheiros de pastoral, partilhamos as experiências, os sofrimentos e as alegrias que nos envolvem, bem como o modo como tomamos consciência da presença de Deus em nosso trabalho. Nesse sentido, também, procuramos ser objetivos quanto à qualidade de nosso trabalho e à maneira como ele nos afeta pessoalmente.
189. Estabelecemos vínculos e participamos ativamente nos organismos de coordenação da pastoral juvenil em âmbito paroquial, diocesano e nacional.