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Como Maria, nosso modelo
l Como Maria da Anunciação (Lucas 1, 26-38), estamos abertos à ação de Deus em nossas vidas, cientes de que para Ele nada é impossível. Apesar de nossas dúvidas, temores e sentimentos de impotência, aceitamos na fé o convite de Deus para participar do trabalho de propagar a Boa Nova. Em uma época de auto-suficiência, abrimos espaço para Deus.
l Como Maria da Visitação (Lucas 1, 39-45), saímos de nossa comunhão com o Senhor cheios de fé e esperança. Vamos ao encontro das crianças e dos jovens, lá onde necessitam de nós, oferecendo-lhes nosso amor. Em uma época de individualismo, damos prioridade ao outro.
l Como Maria do Magnificat (Lucas 1, 46-55), damos graças a Deus pelo dom da vida. Em uma época em que a moral pública deixa a desejar, ficamos do lado dos pequenos.
l Como Maria de Belém (Lucas 2, 1-20), fazemos Jesus nascer nos corações dos outros. Estamos dispostos a realizá-lo nos lugares mais inóspitos. Em uma época de consumismo, vivemos com simplicidade.
l Como Maria de Nazaré (Lucas 2, 39-52), educamos e orientamos crianças e jovens; zelamos por eles, desenvolvendo o conhecimento e o amor de Deus que age em suas vidas, e o respeito por tudo o que Ele criou. Como Maria, aceitamo-los como eles são, mesmo quando não compreendemos plenamente suas decisões. Em uma época de busca do prazer pessoal, damos nosso amor com generosidade.
l Como Maria de Caná (João 2, 1-11), somos sensíveis às necessidades do próximo. Convidamos as crianças e os jovens a fazer tudo o que Jesus lhes disser. Em uma época de egocentrismo, somos sensíveis ao outro.
l Como Maria do Calvário (João 19, 25-27), reconhecemos Jesus no rosto dos sofredores e dos oprimidos, padecendo com um coração de mãe e acreditando neles com paixão materna. Em uma época em que a esperança luta com o desespero, estamos do lado dos aflitos e moribundos.
l Como Maria do Cenáculo (Atos 1, 12; 2, 4), construímos comunidade em torno de nós. Em uma época de crise espiritual, testemunhamos a fé em uma nova Igreja, plena do Espírito Santo.