Chapter, §
1 Intro | purificação da memória requer "um acto de coragem e humildade para
2 Intro | última de todo o possível acto de "purificação da memória"
3 1 (11)| 1995). Desejou cumprir um "acto de expiação" e pedir perdão
4 2, 1 | ou um dos seus chefes no acto de evocar os pecados dos
5 2, 2 | altar: não agrada a Deus o acto de culto de quem não queira
6 4 | propor-se levar a cabo um acto de natureza ética, como
7 4, 1 | qual consiste justamente o acto de compreensão. Nela se
8 4, 2 | estão presentes em todo o acto hermenêutico, elas não podem
9 4, 2 | encontro com ele, efectivado no acto da interpretação, pode revelar-se
10 5, 1 | estabelece a pertença de um acto, a sua atribuição a determinada
11 5, 1 | refere-se ao valor moral do acto em si mesmo enquanto bom
12 5, 1 | da bondade ou malícia do acto realizado. A responsabilidade
13 5, 1 | morte de quem realizou o acto, isto é, não se transmite
14 5, 1 | a avaliação última de um acto em relação à sua bondade
15 5, 1 | conhece o valor moral de cada acto humano, mesmo se a Igreja,
16 5, 1 | Justamente na medida em que cada acto humano pertence a quem o
17 5, 4 | cristãos, hoje, exigindo "um acto de arrependimento (teshuva)",47
18 6, 1 | ontem - sublinha o Papa - é acto de lealdade e coragem que
19 6, 2 | eclesiais~Que implicações tem um acto eclesial de pedido de perdão
20 6, 2 | autoridade na Igreja. Nem todo o acto de autoridade tem valor
21 6, 2 | por consequência nenhum acto magisterial de reparação.~-
22 6, 3 | espirituais que motivam este acto a partir da mensagem cristã,
23 Concl | Reconhecer as quedas de ontem é acto de lealdade e coragem" (
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