Chapter, §
1 Intro | todos nós, não tendo embora responsabilidade pessoal por isso e sem nos
2 1, 2 | quais os cristãos tiveram responsabilidade. Desse modo, "deplora certas
3 1, 2 | relativamente à culpabilidade ou à responsabilidade dos vivos pelos erros passados.
4 1, 3 | retardamentos" (TMA 33). A responsabilidade dos cristãos nos males do
5 1, 3 | pessoais". No momento em que a responsabilidade moral se diluísse em causas
6 1, 4 | aconteceu é sempre distinta a responsabilidade ou a culpa que se pode atribuir
7 1, 4 | prontos a assumir a sua responsabilidade na medida em que grupos
8 2, 1 | presença da consciência de uma responsabilidade pessoal (amadurecida apenas
9 4 | fundada na atribuição de responsabilidade historicamente insustentável.
10 5, 1 | pressupõe sempre uma admissão de responsabilidade, precisamente da responsabilidade
11 5, 1 | responsabilidade, precisamente da responsabilidade relativa a um erro cometido
12 5, 1 | cometido contra outros. A responsabilidade moral normalmente refere-se
13 5, 1 | pessoa ou a mais pessoas. A responsabilidade pode ser objectiva ou subjectiva:
14 5, 1 | malícia do acto realizado. A responsabilidade subjectiva cessa com a morte
15 5, 1 | que a realizaram. A única responsabilidade capaz de continuar na história
16 5, 1 | torna possível falar de responsabilidade comum objectiva. Do peso
17 5, 1 | objectiva. Do peso de uma tal responsabilidade libertamo-nos, antes de
18 5, 5 | 5.5. A nossa responsabilidade pelos males de hoje~"A época
19 5, 5 | crentes, muitas vezes, têm responsabilidade neste ponto. Com efeito,
20 5, 5 | mas têm, igualmente, a responsabilidade de viverem de modo a manifestar
21 6, 2 | ao reconhecimento de uma responsabilidade que perdura no tempo, e
22 Concl | culturas".55 Também pela sua responsabilidade para com a Verdade, a Igreja "
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