Chapter, §
1 1, 3| em que a responsabilidade moral se diluísse em causas anónimas,
2 1, 4| daquilo que a consciência moral actual reprova, sem se propor
3 1, 4| no campo da fé quer no da moral.~Apresentam-se, assim, diversas
4 1, 4| como se a consciência moral não estivesse situada no
5 4 | quando se chega à certeza moral de que quanto foi feito
6 5 | consciente da sua relevância moral e espiritual. Isso exige
7 5, 1| critérios éticos~No plano moral, o pedido de perdão pressupõe
8 5, 1| outros. A responsabilidade moral normalmente refere-se à
9 5, 1| primeira refere-se ao valor moral do acto em si mesmo enquanto
10 5, 1| constitua uma espécie de memória moral e religiosa do mal provocado,
11 5, 1| e renovado comportamento moral. Isso acontece todas as
12 5, 1| correspondentes, no plano moral à fundação hermenêutica
13 5, 1| consciência, quer enquanto "juízo moral" quer enquanto "imperativo
14 5, 1| quer enquanto "imperativo moral", constitui a avaliação
15 5, 1| só Deus conhece o valor moral de cada acto humano, mesmo
16 5, 3| o seu valor espiritual e moral, como também o seu significado
17 5, 4| para manterem uma "memória moral e religiosa" da ferida infligida
18 5, 5| deficiências da sua vida religiosa, moral e social, antes esconderam
19 6, 1| houve deficiências, quer na moral, quer na disciplina eclesiástica,
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