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Congregação para a Educação Católica; Congregação para o Clero
Normas fundamentais para a formação dos diáconos permanents

IntraText - Concordâncias

vida

    Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 I, 1 | normas e referências de vida e de formação diaconal, 2 I, 1 | vocacional e preparação, vida, ministério, espiritualidade 3 I, 1 | sacerdócio e o Directório da vida e ministério dos Presbíteros, 4 I, 1 | Directório do ministério e vida dos diáconos permanentes 5 I, 1 | Directório do ministério e vida dos diáconos permanentes, 6 I, 1 | membros de Institutos de vida consagrada e de Sociedades 7 I, 1 | consagrada e de Sociedades de vida apostólica.~ 8 I (1) | Directório do ministério e vida dos Presbíteros (22 de Outubro 9 I,Intro,3 | Espírito Santo, protagonista da vida da Igreja, levando a uma 10 I,Intro,3 | diáconos são necessários à vida da Igreja,(31) é conveniente 11 I,Intro,3 | verdadeiramente diaconal, quer na vida litúrgica e pastoral, quer 12 II (1) | prova, educados a viver uma vida verdadeiramente evangélica 13 II,Intro,2 | intercessão exorta a uma vida generosa e casta.~A forma 14 II,Intro,2 | num Instituto religioso de vida consagrada ou numa Sociedade 15 II,Intro,2 | numa Sociedade clerical de vida apostólica.(13) O instituto 16 II,Intro,3 | comunidades ou sectores da vida eclesial, dum modo especial 17 II,Intro,4 | servo. O Leitmotiv da sua vida espiritual será portanto 18 II,Intro,4 | espiritualidade ligada ao estado de vida. Pelo que a mesma espiritualidade 19 II,Intro,5 | formados para conduzir uma vida evangélica e sejam preparados 20 II,Intro,7 | permanente nos Institutos de vida consagrada e nas Sociedades 21 II,Intro,7 | consagrada e nas Sociedades de vida apostólica~17. A instituição 22 II,Intro,7 | membros dos Institutos de vida consagrada e das Sociedades 23 II,Intro,7 | consagrada e das Sociedades de vida apostólica está regulamentada 24 II,Intro,7 | Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades 25 II,Intro,7 | consagrada e as Sociedades de vida apostólica ou da Congregação 26 II, I,1 | o baptismo, gera, para a vida nova e imortal, os filhos 27 II, I,3 | também em testemunhar com a vida a Verdade que ensinam.~Para 28 II, I,4 | maturação humana, na iniciação à vida espiritual, no estudo teológico 29 II, I,6 | determinação firme em crescer na vida segundo o Espírito em conformidade 30 II,II | outros próprios do estado de vida dos chamados.~ 31 II,II,2 | Requisitos relativos ao estado de vida dos candidatos~a) Celibatários~ 32 II,II,2 | mulher e filhos que levem uma vida verdadeiramente cristã e 33 II,II,2 | além da estabilidade da vida familiar, os candidatos 34 II,II,2 | espiritual na sua condição de vida.~Além disso, uma condição 35 II,II,2 | Membros de Institutos de vida consagrada e de Sociedades 36 II,II,2 | consagrada e de Sociedades de vida apostólica~39. Os diáconos 37 II,II,2 | pertencentes a Institutos de vida consagrada ou a Sociedades 38 II,II,2 | consagrada ou a Sociedades de vida apostólica (45) devem enriquecer 39 II,II,2 | pelo seu peculiar estado de vida como religioso ou consagrado. 40 II,III,3 | uma Sociedade clerical de vida apostólica de direito pontifício.(49)~ 41 II,III,4 | pertencentes a Institutos de vida consagrada ou a Sociedades 42 II,III,4 | consagrada ou a Sociedades de vida apostólica seja feita segundo 43 II,III,6 | pertencente a um Instituto de vida consagrada ou a uma Sociedade 44 II,III,6 | consagrada ou a uma Sociedade de vida apostólica que tenha emitido 45 II,III,6 | uma Sociedade clerical de vida apostólica de direito pontifício, 46 II,IV,1 | ser incompreensível, a sua vida não tem sentido, senão lhe 47 II,IV,1 | fidelidade a uma regra de vida bem precisa. Uma ajuda determinante 48 II,IV,1 | sua plenitude, a vocação à vida familiar exige ser alimentada 49 II,IV,1 | individualismo que ameaçam a vida de cada um, pronta a abrir-se 50 II,IV,1 | estimulem o amadurecimento. A vida comunitária — nas várias 51 II,IV,2 | para o desenvolvimento da vida nova recebida no Baptismo.~ 52 II,IV,2 | uma certa experiência de vida espiritual, como, por exemplo, 53 II,IV,2 | segundo o seu estado de vida, ele já amadureceu numa 54 II,IV,2 | mundo ou de consagração na vida religiosa. A formação espiritual 55 II,IV,2 | alimento constante da sua vida espiritual, através do estudo 56 II,IV,2 | consequências importantes na sua vida espiritual, que deverá ser 57 II,IV,2 | harmoniosa entre o estado de vida, a profissão e o ministério.~ 58 II,IV,3 | alimento substancial para a sua vida espiritual e um precioso 59 II,IV,4 | social e da caridade;~d) a vida da comunidade, em especial 60 II,Conclu | para servir e dar a sua vida em redenção de muitos, vós, 61 II,Conclu | que isto comporte o dar a vida pelos vossos irmãos, no 62 III | DIRECTÓRIO~DO MINISTÉRIO E DA VIDA~DOS DIÁCONOS PERMANENTES~ 63 III, 1,2 | Igreja (35) durante toda a vida numa determinada circunscrição 64 III, 1,2 | ou ainda num Instituto de vida consagrada ou numa Sociedade 65 III, 1,2 | consagrada ou numa Sociedade de vida apostólica, que tenha a 66 III, 1,2 | virtude da sua situação de vida, se encontram em especiais 67 III, 1,2 | incardinado num Instituto de vida consagrada ou numa Sociedade 68 III, 1,2 | consagrada ou numa Sociedade de vida apostólica, exercerá o seu 69 III, 1,4 | conduzindo um estilo de vida sóbrio e simples, aberto 70 III, 1,4 | membros dos Institutos de vida consagrada e das Sociedades 71 III, 1,4 | consagrada e das Sociedades de vida apostólica devem ater-se 72 III (50) | Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia ( 73 III, 1,4 | associarem, para ajuda da sua vida espiritual, para exercer 74 III, 1,4 | direito-dever de vigilância sobre a vida das associações e sobre 75 III, 1,4 | pertencentes a Institutos de vida consagrada e Sociedades 76 III, 1,4 | consagrada e Sociedades de vida apostólica.(62)~Os diáconos 77 III (69) | prover às necessidades da sua vida e à justa retribuição de 78 III, 1,5 | de tempo, necessidades de vida do ministro (compreendidas 79 III, 2,1 | comunidade ou sector da vida eclesial ».(79) Assim o 80 III, 2,2 | Tradição, da liturgia e da vida da Igreja.(85) Além disso, 81 III, 2,2 | e nas diversas etapas da vida.(89)~24. É próprio do diácono 82 III (92) | Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia ( 83 III (93) | Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades 84 III (93) | consagrada e as Sociedades de vida apostólica, Conselho Pontifício 85 III, 2,2 | sacramentos e exprimi-la na sua vida pessoal, familiar, profissional 86 III, 2,2 | maiores são os desafios que a vida moderna coloca ao homem 87 III, 2,2 | direitos da família, da vida, etc.); tenham também em 88 III, 2,2 | sua vez, se prolongam na vida quotidiana. A missão estende-se 89 III, 2,3 | específico a unir a oferta da sua vida à oferta de Cristo; e, por 90 III, 2,3 | mesmo tempo, o levará a uma vida santa para dela ser digno 91 III, 2,3 | mais estritamente ligadas à vida eclesial e sacramental, 92 III, 2,4 | os próprios carismas, na vida e missão da Igreja.~38. 93 III, 2,4 | profissões laicais; a promoção da vida em todas as suas fases e 94 III, 2,5 | a traduzir a liturgia na vida, que desemboca na caridade: « 95 III, 2,5 | particularmente empenhados, na vida da Igreja.~Para o bem do 96 III, 3,1 | conta esta realidade, na sua vida e no seu ministério; deve 97 III, 3,1 | homens acerca do sentido da vida presente e da futura e da 98 III, 3,2 | para servir e dar a sua vida em redenção de muitos" ( 99 III, 3,2 | diversas circunstâncias da vida. O caracter recebido na 100 III, 3,2 | fazer crescer em toda a sua vida.~A santificação, exigida 101 III (181)| esforçar-se por levar uma vida santa e promover o incremento 102 III, 3,2 | segundo o próprio estado de vida. O diácono é chamado a viver 103 III (183)| tender à santidade na sua vida, uma vez que, consagrados 104 III, 3,3 | homem. Por este motivo, a vida espiritual do diácono deve 105 III, 3,3 | o caminho, a verdade e a vida de cada diácono na Igreja.~ 106 III, 3,3 | esforcem por conformar a sua vida a Cristo, que com a sua 107 III, 3,3 | nele não morra mas tenha a vida eterna » (Jo 3, 16). Deste 108 III, 3,3 | o Pai o salva, também na vida do diácono deve poder encontrar 109 III, 3,3 | portanto, tarefa essencial da vida espiritual do diácono.~Nos 110 III, 3,4 | Meios de vida espiritual~50. As relações 111 III, 3,4 | manifestam o primado da vida espiritual. O diácono, portanto, 112 III, 3,4 | de reservar o primado à vida espiritual, de viver com 113 III, 3,4 | primária do progresso na vida espiritual é, sem dúvida, 114 III, 3,4 | num contexto de unidade de vida motivado e todos os dias 115 III, 3,4 | este não só não impede a vida espiritual mas favorece 116 III, 3,4 | dispõem à perfeição da própria vida... mas a mesma santidade ... 117 III, 3,4 | fonte pura e perene de vida espiritual ».(201) Quanto 118 III, 3,4 | igualmente a sua identidade na vida da Igreja: é ministro do 119 III, 3,4 | para o crescimento da sua vida espiritual e para a edificação 120 III, 3,4 | cristã. (203)~54. Na sua vida espiritual os diáconos dêem 121 III, 3,4 | de expiação, alimento de vida eterna, amigo próximo de 122 III, 3,4 | caracteriza toda a sua vida de oração; enquanto ministros, 123 III, 3,4 | converter-se em imitação da sua vida. Será este um modo de introduzir 124 III, 3,4 | inevitavelmente surgem durante a vida, mas para realizar o discernimento 125 III, 3,5 | do diácono e estados de vida~59. Ao diaconado permanente 126 III, 3,5 | proclamam o eterno com a própria vida. Por conseguinte, os diáconos 127 III, 3,5 | grande significado social, na vida presente, para o serviço 128 III, 3,5 | melhor guardar durante toda a vida o dom recebido de Deus para 129 III, 3,5 | 41); sejam fiéis também à vida de oração e aos deveres 130 III, 3,5 | Deus e deve alimentar a vida espiritual do diácono casado. 131 III, 3,5 | diácono casado. Uma vez que a vida conjugal e familiar e o 132 III, 3,5 | fidelidade mútua, fonte de vida nova, apoio nos momentos 133 III, 3,5 | equilibrada e harmónica entre a vida familiar, profissional e 134 III, 3,5 | apostolado e no testemunho de vida coerente.~Concluindo, a 135 III, 3,5 | espírito de os desafios da vida matrimonial e as exigências 136 III, 3,5 | matrimonial e as exigências da vida quotidiana, estas fortalecem 137 III, 3,5 | quotidiana, estas fortalecem a vida familiar não só da comunidade 138 III, 3,5 | empenhados em promover a vida familiar ». (224)~62. É 139 III, 3,5 | esperança. Esta etapa da vida, mesmo que dolorosa, constitui 140 III, 3,5 | acontecimento introduz na vida quotidiana da família uma 141 III (226)| Gerais dos Institutos de vida consagrada e das Sociedades 142 III (226)| consagrada e das Sociedades de vida apostólica,~N. 26397, de 143 III, 4,1 | único e orgânico percurso de vida cristã e diaconal. (227) 144 III, 4,1 | científico e introdução à vida apostólica, de tal formação 145 III, 4,2 | franqueza (« o exemplo da sua vida constitua um chamamento 146 III, 4,3 | cada período e condição da vida e nas diversas responsabilidades 147 III (234)| Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia ( 148 III, 4,4 | permanente para o ministério e a vida dos diáconos. Em tal perspectiva, 149 III (236)| Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia ( 150 III, 4,5 | harmonizar todas as dimensões da vida e do ministério do diácono. 151 III (237)| Directório do ministério e da vida dos presbíteros Tota Ecclesia, 152 III, 4,5 | especial, no seu ministério e vida diária, a bondade de coração, 153 III (239)| Directório do ministério e da vida dos presbíteros Tota Ecclesia, 154 III, 4,5 | cultivo responsável da própria vida espiritual, da qual surge, 155 III, 4,5 | de fazer um projecto de vida concreto, a verificar periodicamente 156 III, 4,5 | dimensão permanente de toda a vida e acção diaconal, o meio 157 III, 4,5 | síntese equilibrada da própria vida. Em tal óptica, a formação 158 III, 4,6 | bispo, regulamentarão a vida e o funcionamento de tal 159 IV | fecundos o ministério e a vida dos diáconos, ensinando-lhes 160 IV | escondido, que com a tua vida normal e ordinária plena


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