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Congregação para a Educação Católica; Congregação para o Clero
Normas fundamentais para a formação dos diáconos permanents

IntraText - Concordâncias

formação

    Parte,  Capítulo, Parágrafo
1 I, 1 | referências de vida e de formação diaconal, ajudando uma experiência 2 I, 1 | ministério, espiritualidade e formação permanente) que hoje exige 3 I, 1 | institutionis sacerdotalis para a formação ao sacerdócio e o Directório 4 I, 1 | do caracter unitário da formação e da eficácia pastoral do 5 I, 1 | de orientação acerca da formação dos diáconos permanentes, 6 I, 1 | seriedade e a plenitude da formação dos diáconos permanentes.~ 7 I, 1 | específica à dimensão prática da formação e do ministério. Os elementos 8 I, 1 | actividade ministerial e de formação permanente. Deste modo se 9 II | NORMAS FUNDAMENTAIS~PARA A FORMAÇÃO~DOS DIÁCONOS PERMANENTES~ 10 II,Intro,1| 1. Os itinerários da formação~1. As primeiras orientações 11 II,Intro,1| primeiras orientações acerca da formação dos diáconos permanentes 12 II,Intro,1| previam « diversos tipos de formação » segundo os « diversos 13 II,Intro,1| elevada »). Em relação à formação doutrinal, esclarecia-se 14 II,Intro,2| diaconado~3. A eficácia da formação dos diáconos permanentes 15 II,Intro,2| orientar o itinerário da formação e, ao mesmo tempo, aponta 16 II,Intro,3| Igrejas. Ao elaborar o iter da formação, não se pode, como é óbvio, 17 II,Intro,4| no mundo. O itinerário da formação deverá ter em conta estas 18 II,Intro,5| para a admissão (20) e a formação, a que é dedicado o cân. 19 II,Intro,5| a traçar itinerários de formação que, tendo em conta as diversas 20 II,Intro,5| e os vários aspectos da formação. Este documento — pela sua 21 II,Intro,5| critérios basilares para que a formação dos diáconos permanentes 22 II,Intro,6| necessárias ao trabalho da formação e à nomeação de colaboradores 23 II,Intro,6| responsáveis directos da formação; ou então, segundo as circunstâncias, 24 II,Intro,6| valorizar as estruturas de formação das outras dioceses, ou 25 II,Intro,7| responsabilidade de garantir a formação humana, espiritual, intelectual 26 II,Intro,7| fazer um programa próprio de formação que tenha em conta o carisma 27 II,Intro,7| particularmente no que diz respeito à formação intelectual e pastoral.~ 28 II,Intro,7| Católica no que se refere à formação intelectual, o aprovará 29 II, I | I~OS PROTAGONISTAS~DA FORMAÇÃO DOS DIACONOS~PERMANENTES~ 30 II, I,1 | A Igreja e o Bispo~18. A formação dos diáconos, como aliás 31 II, I,1 | trabalho educacional.~19. Na formação dos diáconos permanentes, 32 II, I,1 | seu discernimento e da sua formação.(27) Ainda que, para exercer 33 II, I,2 | 2. Os encarregados da formação~20. As pessoas que, na dependência 34 II, I,2 | responsabilidade especial na formação dos candidatos ao diaconado 35 II, I,2 | permanente são: o director da formação, o tutor (onde o número 36 II, I,2 | diaconal).~21. O director da formação, nomeado pelo Bispo (ou 37 II, I,2 | várias pessoas empenhadas na formação, de presidir e de animar 38 II, I,2 | delicada missão, o director da formação deverá ser escolhido com 39 II, I,2 | permanecesse distinta da da formação dos aspirantes e dos candidatos.~ 40 II, I,2 | escolhido pelo director da formação dentre os diáconos ou presbíteros 41 II, I,2 | personalização dos vários momentos da formação. Além disso, é chamado a 42 II, I,2 | colaborar com o director da formação na programação das diversas 43 II, I,2 | diversas actividades da formação e na elaboração do juízo 44 II, I,2 | escolhido pelo director da formação de acordo com a equipe formadora 45 II, I,2 | tirocínio ao director da formação.~ 46 II (28)| director da própria casa de formação, caso exista (cf. C.I.C., 47 II, I,3 | dum modo marcante para a formação dos futuros diáconos. Com 48 II, I,3 | com as outras dimensões da formação, é importante que eles estejam 49 II, I,3 | outras pessoas empenhadas na formação. Deste modo, contribuirão 50 II, I,3 | oferecer aos candidatos uma formação unitária, ajudando-os a 51 II, I,4 | 4. A comunidade de formação dos diáconos permanentes~ 52 II, I,4 | formativa.~Os encarregados da formação devem ter a preocupação 53 II, I,4 | Deste modo, a comunidade de formação dos diáconos permanentes 54 II, I,5 | influência não indiferente na sua formação.~Para os aspirantes e os 55 II, I,5 | acompanhar o caminho da formação com a oração, o respeito, 56 II, I,5 | confortar o seu caminho de formação rumo à meta do diaconado.~ 57 II, I,6 | insubstituível da própria formação: toda a formação ... é, 58 II, I,6 | própria formação: toda a formação ... é, em última análise, 59 II,II,1 | conciliável com os empenhos de formação e de exercício efectivo 60 II,III | III~O ITINERÁRIO DA FORMAÇÃO~AO DIACONADO PERMANENTE~ 61 II,III,1 | empreender o itinerário da formação diaconal pode ter origem 62 II,III,1 | consultado o director da formação e a equipe educadora, decidirá 63 II,III,2 | propedêutico é o director da formação que, segundo os casos, poderá 64 II,III,2 | candidatos.~O director da formação deve verificar que cada 65 II,III,2 | propedêutico, o director da formação, depois de ter consultado 66 II,III,3 | confirmado nos anos sucessivos da formação.~ 67 II,III,4 | 4. O tempo da formação~49. O programa de formação 68 II,III,4 | formação~49. O programa de formação deve durar pelo menos três 69 II,III,4 | ainda jovens recebam a sua formação « permanecendo durante três 70 II,III,4 | sujeitem « a um projecto de formação de três anos de duração, 71 II,III,4 | encontros de oração e de formação, sem esquecer também os 72 II,III,4 | modelos de organização da formação. Por causa dos compromissos 73 II,III,4 | prevêem os encontros de formação e escolares nas horas nocturnas, 74 II,III,4 | meios de comunicação.~52. A formação dos candidatos pertencentes 75 II,III,4 | os casos, o director da formação (ou o sacerdote responsável) 76 II,III,4 | durante todo o tempo da formação cada candidato continue 77 II,III,4 | cada um.~55. O programa da formação, sobre o qual no próximo 78 II,III,4 | candidatos um programa de formação específico, que as prepare 79 II,III,5 | a convite do director da formação, farão um pedido de admissão, 80 II,III,6 | No fim do itinerário da formação, o candidato que, de acordo 81 II,III,6 | acordo com o director da formação, pense ter os requisitos 82 II,III,6 | atestado que o director da formação é obrigado a apresentar-lhe « 83 II,IV | IV~AS DIMENSÕES DA FORMAÇÃO~DOS DIÁCONOS PERMANENTES~ 84 II,IV,1 | 1. Formação humana~66. A formação humana 85 II,IV,1 | 1. Formação humana~66. A formação humana tem como finalidade 86 II,IV,1 | Pastores dabo vobis para a formação dos presbíteros, também 87 II,IV,1 | serviço ao próximo ».(84) A formação para a liberdade inclui 88 II,IV,1 | tendo em conta a idade e formação precedente dos candidatos 89 II,IV,1 | director responsável da formação e o tutor devem intervir 90 II,IV,2 | 2. Formação espiritual~71. A formação 91 II,IV,2 | Formação espiritual~71. A formação humana abre-se e completa-se 92 II,IV,2 | abre-se e completa-se na formação espiritual, que constitui 93 II,IV,2 | centro unificador de toda a formação cristã. O seu fim é tender 94 II,IV,2 | candidato inicia o caminho de formação diaconal, já teve geralmente 95 II,IV,2 | consagração na vida religiosa. A formação espiritual do futuro diácono, 96 II,IV,2 | 77. Meios em ordem a esta formação são os retiros mensais e 97 II,IV,2 | conta as várias etapas da formação; o acompanhamento espiritual, 98 II,IV,2 | regularmente nos encontros de formação espiritual.~Promovam-se 99 II,IV,3 | 3. Formação doutrinal~79. A formação 100 II,IV,3 | Formação doutrinal~79. A formação intelectual é uma dimensão 101 II,IV,3 | uma dimensão necessária da formação diaconal, enquanto ao 102 II,IV,3 | ministério ordenado tenham uma formação intelectual completa e séria.~ 103 II,IV,3 | Episcopais a predispor uma formação doutrinal para os candidatos 104 II,IV,3 | importância que exigem uma formação sólida e eficiente ».~80. 105 II,IV,3 | seguir para preparar tal formação são:~a) é necessário que 106 II,IV,3 | políticos.(88)~82. Para a formação teológica recorra-se, onde 107 II,IV,3 | ou a outros institutos de formação teológica. Devendo instituir 108 II,IV,3 | escolas próprias para a formação teológica dos diáconos, 109 II,IV,3 | acesso a este programa de formação, exija-se uma prévia formação 110 II,IV,3 | formação, exija-se uma prévia formação de base, a determinar de 111 II,IV,3 | encaminhados a continuar a sua formação também depois da ordenação. 112 II,IV,3 | disponíveis aos programas de formação permanente.~ 113 II,IV,4 | 4. Formação pastoral~85. Em sentido 114 II,IV,4 | pastoral~85. Em sentido lato, a formação pastoral coincide com a 115 II,IV,4 | coincide com a espiritual: é a formação para a identificação cada 116 II,IV,4 | Em sentido estricto, a formação pastoral desenvolve-se através 117 III, 1,3 | experiências, prosseguir a formação, estimular-se mutuamente 118 III, 1,3 | comunhão », evitando assim a formação daquele « corporativismo » 119 III, 1,4 | celibatária ou familiar, à formação, à idade, às aspirações 120 III, 4 | 4~FORMAÇÃO PERMANENTE DO DIÁCONO~ 121 III, 4,1 | Características~63. A formação permanente dos diáconos 122 III, 4,1 | ministerialmente a Igreja e com a formação inicial para o ministério, 123 III, 4,1 | diaconado há uma obrigação de formação doutrinal permanente, que 124 III, 4,1 | a oferecer e a receber a formação integral adequada constitui, 125 III, 4,1 | vida apostólica, de tal formação permanente, são constantemente 126 III, 4,1 | ainda mais necessárias se a formação não tiver sido feita segundo 127 III, 4,1 | o modelo ordinário.~Esta formação assume as características 128 III, 4,2 | na oração de ordenação, a formação permanente fundamenta-se 129 III, 4,2 | zelosos...vigilantes »). A formação permanente tem, portanto, « 130 III, 4,3 | Agentes da formação~65. Vista na perspectiva 131 III, 4,3 | responsável e protagonista, a formação permanente representa um 132 III, 4,3 | solicitude da Igreja pela formação permanente dos diáconos 133 III, 4,3 | empenho de cada um deles. Esta formação não pode ser reduzida apenas 134 III, 4,3 | peso da sua realização, a formação permanente consiste em ajudar 135 III, 4,3 | dalguma maneira, envolvida na formação dos diáconos (235) e, dum 136 III, 4,4 | 67. A cura e o empenho da formação permanente são sinais inequívocos 137 III, 4,4 | para os presbíteros: « A formação permanente apresenta-se 138 III, 4,4 | e do seu povo ». (236)~A formação permanente é verdadeiramente 139 III, 4,4 | põe em continuidade com a formação inicial, com a qual partilha 140 III, 4,4 | diáconos. Em tal perspectiva, a formação permanente não pode ser 141 III, 4,4 | fazer mais ou melhor. A formação permanente não deve aspirar 142 III, 4,5 | Âmbitos~68. A formação permanente deve compreender 143 III, 4,5 | dos diversos aspectos da formação humana dos diáconos constitui, 144 III, 4,5 | senhoria no trato. (239)~70. A formação espiritual permanente está 145 III, 4,5 | burocrática ».~Em particular, a formação espiritual deverá desenvolver, 146 III, 4,5 | própria vida. Em tal óptica, a formação espiritual do diácono redescobre 147 III, 4,5 | torna necessário que a formação permanente reforce neles 148 III, 4,5 | Apostólica, que assegurem uma formação correcta do ponto de vista 149 III, 4,5 | um ministério eficaz.~A formação pastoral permanente consiste, 150 III, 4,6 | idóneos para uma côngrua formação permanente dos diáconos. 151 III, 4,6 | 75. O primeiro lugar da formação permanente dos diáconos 152 III, 4,6 | preferencial da específica formação que se administra.~76. O 153 III, 4,6 | administra.~76. O itinerário de formação permanente deve desenvolver-se 154 III, 4,6 | ser elaborado um plano de formação permanente realístico e 155 III, 4,6 | discernimento vocacional, (244) à formação e ao exercício do ministério, 156 III, 4,6 | do ministério, incluída a formação permanente.~Tal organismo 157 III, 4,6 | iniciativas e actividades de formação permanente, nas quais, segundo 158 III, 4,6 | habitualmente promovem em ordem à formação permanente do clero: retiros


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